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Passatempo
Chico Alvim ou Francisco Alvim. Nascido em 1938, em Araxá (MG), Alvim estreou na literatura em 1968 com o livro de poemas O sol dos cegos. Em 1974, publicou Passatempo, pela coleção Frenesi, um marco da chamada “poesia marginal”.
Sobre o Autor e o Livro
Nasce em 1938, em Minas Gerais. Em 1968, publica Sol dos Cegos, que lança as bases de sua poesia, a partir de três influências fundamentais: 22 e a trajetória subsequente dos poetas modernistas; Drummond; e a que absorve na obra da irmã, Maria Ângela Alvim. Seu segundo livro, Passatempo, publicado em 1974, surge no contexto da chamada poesia marginal que, por essa época, já se afirmara no Rio de Janeiro, através da atuação de vários poetas, reunidos em grupos ou em coleções como Frenesi, Nuvem Cigana, Vida de Artista, Folha de Rosto e também de revistas como Almanaque Biotônico Vitalidade, Anima, Gandaia etc... Passatempo integra. a “Coleção Frenesi”, juntamente com Grupo Escolar, de Antônio Carlos de Brito, Corações Veteranos, de Roberto Schwarz, Em Busca do Setestrelo, de Geraldo Eduardo Carneiro e Motor, de João
Carlos Pádua. Participa da Antologia 26 Poetas Hoje, organizada por Heloísa Buarque de Holanda. Em 1978, publica, em Brasília, onde reside desde 1975, Dia Sim, Dia Não, com seu amigo Eudoro Augusto. Nessa cidade, toma parte
em várias atividades, em companhia dos poetas Nicolas Behr, Turiba, Mamcaz e outros, dentre as quais cabe destacar a publicação, em 1979, do número único da revista Grande Circular. Em 1978, por iniciativa de Vera Pedrosa, é publicada em Lima, no Peru, uma Antologia de seus poemas e de seu amigo e compadre Zuca Sardana, com introdução e traduções do poeta peruano Abelardo Sánchez León. Em 1981, contribui com dois livros para a “Coleção Capricho”, que
sai no Rio de Janeiro: Lago, Montanha e Festa. Essa Coleção reúne ainda os seguintes livros: Almanaque Sportivo, de Zuca Sardana e João Padilha, Luvas de Pelica, de Ana Cristina C., Último Tapa, de Luís Olavo Fontes, Cabeças,
de Eudoro Augusto, Ossos do Paraíso, de Afonso Henriques Neto, Risco no Disco, de Ledusha e De Mão em Mão, de Pedro Lage. Passatempo e outros poemas inclui toda a obra editada de Francisco Alvim, com exceção de Dia Sim, Dia Não.
Sobre o Autor e o Livro
Nasce em 1938, em Minas Gerais. Em 1968, publica Sol dos Cegos, que lança as bases de sua poesia, a partir de três influências fundamentais: 22 e a trajetória subsequente dos poetas modernistas; Drummond; e a que absorve na obra da irmã, Maria Ângela Alvim. Seu segundo livro, Passatempo, publicado em 1974, surge no contexto da chamada poesia marginal que, por essa época, já se afirmara no Rio de Janeiro, através da atuação de vários poetas, reunidos em grupos ou em coleções como Frenesi, Nuvem Cigana, Vida de Artista, Folha de Rosto e também de revistas como Almanaque Biotônico Vitalidade, Anima, Gandaia etc... Passatempo integra. a “Coleção Frenesi”, juntamente com Grupo Escolar, de Antônio Carlos de Brito, Corações Veteranos, de Roberto Schwarz, Em Busca do Setestrelo, de Geraldo Eduardo Carneiro e Motor, de João
Carlos Pádua. Participa da Antologia 26 Poetas Hoje, organizada por Heloísa Buarque de Holanda. Em 1978, publica, em Brasília, onde reside desde 1975, Dia Sim, Dia Não, com seu amigo Eudoro Augusto. Nessa cidade, toma parte
em várias atividades, em companhia dos poetas Nicolas Behr, Turiba, Mamcaz e outros, dentre as quais cabe destacar a publicação, em 1979, do número único da revista Grande Circular. Em 1978, por iniciativa de Vera Pedrosa, é publicada em Lima, no Peru, uma Antologia de seus poemas e de seu amigo e compadre Zuca Sardana, com introdução e traduções do poeta peruano Abelardo Sánchez León. Em 1981, contribui com dois livros para a “Coleção Capricho”, que
sai no Rio de Janeiro: Lago, Montanha e Festa. Essa Coleção reúne ainda os seguintes livros: Almanaque Sportivo, de Zuca Sardana e João Padilha, Luvas de Pelica, de Ana Cristina C., Último Tapa, de Luís Olavo Fontes, Cabeças,
de Eudoro Augusto, Ossos do Paraíso, de Afonso Henriques Neto, Risco no Disco, de Ledusha e De Mão em Mão, de Pedro Lage. Passatempo e outros poemas inclui toda a obra editada de Francisco Alvim, com exceção de Dia Sim, Dia Não.
140 pages, Paperback
Published January 1, 1974
About the author
Francisco Alvim
15 books4 followersFrancisco Soares Alvim Neto (Araxá MG 1938). Poeta e diplomata. Filho do advogado Fausto Figueira Soares Alvim e de Mercedes Costa Cruz Alvim, começa a escrever poemas ainda na adolescência, por influência da irmã, também poeta, Maria Ângela Alvim (1926 - 1959). Na juventude, vive períodos no Rio de Janeiro e em Belo Horizonte, e, em 1953, acaba por se fixar no Rio. Ingressa na Faculdade de Direito da Universidade do Distrito Federal, atual Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), mas interrompe o curso em 1963, quando entra para o Instituto Rio Branco, e se forma no ano seguinte. Inicia a carreira diplomática em 1965, e três anos depois estreia em livro, com Sol dos Cegos, em 1968. Entre 1969 e 1971 atua como secretário da representação do Brasil na Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), em Paris, cidade onde escreve parte dos poemas de Passatempo, de 1974. De volta ao Brasil, integra-se ao grupo Frenesi, que constitui a primeira leva dos chamados "poetas marginais": Roberto Schwarz (1938), Cacaso (1944 - 1987), Chacal (1951) e Geraldo Carneiro (1952). Seus livros saem em edições artesanais até 1981, quando a editora Brasiliense lança a reunião deles em Passatempo e Outros Poemas. Pelo Itamaraty, atua como cônsul-geral do Brasil em Barcelona, Espanha, e em Roterdã, Holanda, e ainda como embaixador na Costa Rica. Sua obra O Elefante, publicada em 2000, é bem recebida pela crítica especializada.
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