Filosofia Prática - Em 'Filosofia prática', Marcia mostra como a filosofia - apresentada de maneira acessível - pode nos ajudar a refletir sobre nossas decisões no dia a dia. Tiburi explica o que é a ética e como ela pode ser pensada no século XXI, em que as redes sociais, como Facebook e Twitter, nos dão a ilusão de anonimato e ao mesmo tempo eliminam as fronteiras da privacidade. A fim de mostrar como a ética pensada por filósofos antigos, como Platão e Espinosa, é relevante nos dias atuais, Marcia Tiburi seleciona exemplos de filmes, livros, publicidade, notícias recentes e acontecimentos do mundo político. Marcia mostra mais uma vez que é possível falar sobre temas complexos de maneira que todos compreendam - e possam aplicar o que aprendem em suas vidas.
Márcia Angelita Tiburi (Vacaria, 6 de abril de 1970) é uma artista plástica, professora de Filosofia e escritora brasileira.
Graduada em filosofia, pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (1990), e em artes plásticas, pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (1996); mestre em Filosofia pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (1994) e doutora em Filosofia pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (1999) com ênfase em Filosofia Contemporânea. Seus principais temas são ética, estética e filosofia do conhecimento.
Publicou livros de filosofia, entre eles a antologia As Mulheres e a Filosofia e O Corpo Torturado, além de Uma outra história da razão. Pela editora Escritos, publicou, em co-autoria, Diálogo sobre o Corpo, em 2004, e individualmente Filosofia Cinza - a melancolia e o corpo nas dobras da escrita. Em 2005 publicou Metamorfoses do Conceito e o primeiro romance da série Trilogia Íntima, Magnólia, que foi finalista do Prêmio Jabuti em 2006. No mesmo ano lançou o segundo volume A Mulher de Costas. Escreve também para jornais e revistas especializados, assim como para a grande imprensa. Márcia Tiburi também se apresentava, semanalmente, no programa de televisão Saia Justa, do canal por assinatura GNT. Em 2012 publica o romance Era Meu esse Rosto pela Editora Record e os livros Diálogo/Dança eDiálogo/Fotografia pela editora do SENAC-SP.
É professora do Programa de Pós-Graduação em Educação, Arte e História da Cultura da Universidade Presbiteriana Mackenzie.
Esse foi o primeiro livro que li da Márcia Tiburi. Gostei muito, o que me levou a procurar entrevistas dela no youtube, até para me aprofundar na leitura. Ela aborda política, ética, a banalidade do mal de Hannah Arend. Desenvolve o conceito de cotidiano e que me empactou ao falar da fome. Um livro que recomendo.
me arrependi horrores de não ter começado a ler com um caderno ou bloco ou qualquer coisa pra anotar melhor e registrar como se fosse estudo, porque com certeza esse livro ensinou muito, me fez pensar muito profundamente sobre coisas sobre as quais eu já vinha pensando e eu terei que retornar a ele em algum (ou vários) momentos. a habilidade da marcia tiburi pra alinhavar os assuntos e não levar nunca pra um nível individual incabível e sim sempre reconhecendo a coletividade das coisas que nos envolvem é incrível, o uso de exemplos e metáforas pra garantir que o ponto tinha ficado claro. reflexões intensas e importantes sobre a ética para com o outro e, consequentemente, com nós mesmos; sobre o papel central da linguagem em toda atividade humana; sobre o capitalismo como obstáculo pra plenitude; sobre a sociedade do espetáculo (!) em que vivemos e a afetação dela em todas as áreas das nossas vidas... enfim, abarcou muitos pontos importantes e fez a leitura ser densa, motivo de eu demorar pra ler, mas valeu cada página. feliz de tê-lo na estante e com certeza irei atrás de mais obras da autora.