Bigudí tiene el pelo blanco y anteojos de estrella de cine. Vive en una ciudad inmensa, en el piso 156 de un edificio altísimo y comparte sus ajetreados días con Alfonso, un viejo bulldog francés. Pero una mañana, sin previo aviso, Alfonso da su último suspiro. Bigudí se siente infinitamente triste, aunque pronto descubrirá que la vida está llena de sorpresas...
Delphine Perret is a French author and illustrator best known for her contributions to contemporary children’s literature. Born in 1980, she studied visual communication before graduating from the École des Arts décoratifs de Strasbourg with a focus on illustration. Her debut book, Tout neuf !, was published in 2002 by L'Atelier du poisson soluble and immediately established her distinctive style—witty, poetic, and pared down in both text and visuals. Over the years, Perret has developed a wide-ranging and award-winning body of work that includes original stories and collaborations with other writers. Her notable creations include Moi, le loup et les chocos, Bigoudi, Lettres à plumes et à poils, and the Björn series, featuring a gentle and thoughtful bear navigating the joys of everyday life. These stories blur the boundaries between picture book, short story, and graphic novel, and are acclaimed for their humor, tenderness, and subtle depth. Björn, six histoires d’ours received the Pépite de l’album in 2016 and the Prix Sorcières in 2017. Perret’s illustrations have accompanied the work of authors such as Colas Gutman, Oscar Brenifier, and Roland Garrigue, and her books have been widely translated and recognized internationally, including selections for the IBBY Honour List. Several of her titles are part of the “Bibliothèque idéale” curated by the Centre national de la littérature pour la jeunesse (BnF), affirming her enduring impact on French youth literature. Beyond books, she has participated in international artist residencies and exhibitions across Europe. Whether exploring themes of childhood, emotion, or quiet adventure, Delphine Perret brings a singular voice to children’s publishing—one that invites readers young and old to slow down, observe closely, and appreciate life’s simple wonders.
Creo que todos hemos sido un poco Bigudí en la vida. (Creo que) todos hemos sentido tanta pena y soledad que creemos que lo mejor es aislarnos mucho más hasta convertir nuestro corazón en una roca impenetrable. ¡Qué equivocados estamos! Suerte que aún estamos vivos y podemos remediar nuestros errores.
Creo que cualquiera que haya perdido una mascota que amaba mucho puede identificarse con esta historia. Me gustó porque es muy cercana y la propuesta de ilustración da el aire de elegancia y prisa citadina, justo como es Bigudí. Pero, para mi gusto, siento que el final falla, que se resuelve de forma un tanto sencilla y que el diálogo entre texto e ilustración pudo haber sido un poco más arriesgado.
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Una bellisima historia sobre la pena y la perdida, y como nos cambian y nos hacen aislarnos y desear no tener más vinculos para no tener más perdidas, y de como la necesidad de reconectar y recuperar nuestras vidas acaba venciendo.
»»» A aquisição: Vi a capa há uns tempos ao pesquisar os candidatos à Feira do Livro para crianças de Bolonha e a partir daí ficou na minha lista de interesses. Apanhei um desconto da Bertrand online et…voilá.
»»» A aventura: Bigoudi é uma senhora de idade, desempoeirada, que passeia o seu pequeno cão, Alphonse, por todo o lado. Eles fazem tudo juntos, vão ao café, ao cabeleireiro, ao talho e a muitas outras lojas do bairro, onde são adorados por todos. Ao final do dia eles ficam os dois a olhar as luzes da cidade e a fumar cigarros de chocolate. Até ao dia em que um deles respira o seu último suspiro e o outro não consegue ultrapassar a tristeza de perder um parceiro de toda a vida… até que um percalço o traz de volta à vida.
»»» Sentimento final: Ternurento. O que adorei foi que num livro pequeno conseguimos sentir o companheirismo e carinho entre Bigoudi e o seu pequeno felpudo e como estamos perante algo que pode ser um pedaço da vida de alguém que sofra uma perda. Não dou melhor classificação porque gostei do livro, mas achei que gostava de ter tido um pouco mais da vida dos dois companheiros e porque a ilustração é boa e diferente, mas não o meu estilo preferido. Também acho que não classifiquei tão bem porque li dois outros livros de cães antes deste, o Nickel e o Pull, que adorei e que levou este a ficar em 3.º lugar (não li de propósito livros com cães, calhou ter comprado num mês 3 livros de ilustrações com cães como protagonistas, pormenor de que só me apercebi no fim da compra – talvez haja um desejo meu latente de ter um cão!). Dito isto, gostei e já estou de olho no livro seguinte da autora “Louise”, ligado à infância Bigoudi (eu pensava que Bigoudi era o nome do cão quando vi a capa, peço desculpa pela minha ignorância caso seja um nome francês normal para pessoas!)
»»» Nota final (capa e outras considerações): --- [Capa] – Adorei, claro, foi o que me atraiu para o livro. Adoro como o desenho enche a capa, algo eu não acontece muito no interior. --- [Ilustrações] – Não é bem o meu traço favorito, meio cartoon, um pouco estranho, mas pensava que havia mais páginas como a capa, que é de encher o olho, mas não muito. Achei que ficou um pouco aquém das minhas expectativas. --- [Livro infantil?] – Acho que não, que será um livro ilustrado que poderá agradar tanto a crianças como a adultos, aliás, o livro parece infantil à primeira vista, mas tudo nele é bastante adulto em termos das emoções retratadas e até pelo tipo de ilustração e as poucas cores usadas. Creio que será um bom livro para explicar a perda a crianças, mas que deve ser lido pelos pais primeiro.
Un cuento fenomenal sobre los lazos humanos (y no humanos), sobre la pérdida, la tristeza y el encuentro con quienes nos rodean como respuesta, pese al riesgo que siempre entraña.
Tiene un aire tradicional, por momentos creía estar leyendo un cuento de décadas pasadas, pese a que el ritmo y ciertos elementos de las ilustraciones lo desmintieran. Las ilustraciones, por cierto, son hermosas, dan mucha vida al texto y hacen vibrar a la ciudad en la que vive Bigudí, sin dejar de contener la historia en un mundo fundamentalmente personal, de la emoción vivida y la vida compartida.
I love the artistic style of this book. The cityscape is lovely and Bigudi and Alfonso fit right at home in their little section of the urban metropolis. Bigudi and her dog Alfonso are regulars all over town and enjoy getting out and about doing their thing and visiting all their local spots.
Alas, Alfonso passes away and leaves Bigudi heartbroken and depressed. It is a reminder of the important and central role that pets have in their families lives. It's sad and touching and an unexpected way that Bigudi gets thrust out of her funk.
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Dessins sympas. Thème de la perte traité sous le jour des animaux de compagnie. Plutôt bien fait mais je n'ai pas accroché. La chute (dans les deux sens du terme) m'a paru assez alambiquée.
Bigoudi est un livre très touchant sur la perte d'un être cher, dont le récit explore l'amour force / faiblesse au fil de jolis dessins qui nous donnent à admirer la belle ville de New York.
On y découvre la routine d'une petite dame d'un âge certain qui prend plaisir à sortir avec son petit chien et croiser les figures habituelles de son quotidien de boutiques en petites habitudes. Quand son chien meurt, elle est tellement meurtrie qu'elle ne veut plus prendre le risque de souffrir à nouveau. Alors elle refuse de continuer à côtoyer ceux qui peuplaient son quotidien et s'enferme chez elle,seule avec son écran plat. Jusqu'au jour ou...