El departamento de investigaciones especiales asigna a Satoko el caso de unas misteriosas desapariciones en serie. En el transcurso de la investigación descubre la existencia de una empresa controlada por una enigmática. Dicha compañía se dedica a sintetizar una popular droga, que contiene mensajes subliminales de la secta. Tras conseguir que Rin, que posee poderes paranormales, le preste ayuda, se organiza una redada en la fábrica, pero...
Esta es la trama de la obra en la que trabaja Chikara Naigai, un mangaka de manual, y en la que acabará siendo transportado mágicamente. Realidad y ficción se confundirán con el magistral estilo de Kon.
Del célebre director japonés Satoshi Kon, prematuramente fallecido en 2010. Kon era considerado como un referente en la realización de películas de anime (algunas han servido de inspiración para Christopher Nolan o Steven Spielberg).
Nuevo título incluido en la colección de novelas gráficas BABEL.
Satoshi Kon was a Japanese film director, screenwriter, animator and cartoonist. Kon started his career as a manga artist in the middle of the 80's, when still in university. He served as an assistant to famous manga author Katsuhiro Otomo, who will also play a role in steering Kon's career towards animation. Besides a few short stories, Kon's only finished graphic novel is Tropic of the Sea (1990). His unfinished manga series include Seraphim 266613336Wings (1994), in collaboration with anime filmmaker Mamoru Oshii, and Opus (1996). In 1991 Kon started a prominent career in the Japanese animation industry, eventually becoming one of the most influential filmmakers of his generation. Kon's movies often explore the boundaries between dreams, reality and cinematic fiction. His directorial debut came with the critically acclaimed thriller Perfect Blue (1997), followed by Millennium Actress (2001), Tokyo Godfathers (2003) and Paprika (2006). Satoshi Kon died of pancreatic cancer at age 46.
Premier manga que je lis de Satoshi Kon. Satoshi Kon est réalisateur, scénariste et mangaka. Dans ce premier tome d'Opus, Chikara Nagai, mangaka, galère un peu pour terminer sa série. La veille de la remises des planches à son éditeur, il est en train d'achever la scène finale : une scène ou un des héros Rin ainsi que le grand méchant Le Masque vont tout les deux mourir. Et là Rin vole la planche de manga et le mangaka rentre dans son manga pour récupérer son dessin.
Chikara entre alors dans le monde qui l'a créé, observe ses décors non aboutis. Le jeune Rin a quant à lui trouvé des failles dans le manga qui lui permettent d'accéder au monde réél.
La série ne dure que deux tomes :) C'était cool ce tome 1.
Con un pequeño toque de "Alicia en el país de las maravillas", este manga nos sitúa ante un autor cuya obra se le empieza a ir de las manos. Arranca con buen pie.
Manga sobre un autor que termina arrastrado hacia el mundo de su creación donde interacciona con sus personajes. Gráficamente ofrece soluciones muy imaginativas que muestran la habilidad de Kon. Sin embargo el guión acusa al final de este primer volumen una cierta monotonía. Y eso que apenas ha pasado nada.
Mais uma resenha de um mangá escrito por uma lenda dos mangás japoneses. Para quem não conhece o nome Satoshi Kon, certamente já deve ter ouvido falar de obras como Perfect Blue e Millenium Actress. Obras que lidam com metalinguagem, que rompem a quarta parede, se comunicando de alguma forma com o espectador/leitor. Opus é justamente isso: uma obra tratando da narrativa do mangá, das pressões por trás de uma publicação. Uma pena que o autor tenha falecido antes de finalizar essa obra brilhante.
Antes de falar da criatividade de Satoshi Kon, não posso deixar de comentar sobre a edição. Depois de ter lido obras tão bem tratadas como O Homem que Passeia, Nonnonba, Metropolis e Guardiões do Louvre (que está chegando em minhas mãos), é lamentável que uma lenda dos mangás seja publicado no Brasil dessa forma. Entendo o que a Panini tentou fazer ao produzir uma edição barata e acessível; só discordo veementemente. Aquele que vai comprar Opus tem um conhecimento mínimo sobre a importância do autor. Ou seja, o mangá dificilmente será absorvido pelo grande público. Colocar em produção uma obra com papel jornal, capa cartonada de gramatura fina e sem sequer um extra sobre o autor ou sua importância para o Japão é lamentável. Por essa razão é que eu tirei um pouco da avaliação de Opus. Não posso concordar jamais com isso. Sinceramente? Torço para a Panini reavaliar a maneira como publica mangás mais cults ou que não publique mais Satoshi Kon e deixe a uma editora mais cuidadosa como a Mino, a Devir ou o Pipoca e Nanquim.
Quando você se depara com o que Satoshi Kon faz nas páginas de Opus, é impossível não ficar estupefato com a criatividade dele. A escrita é completamente metalinguistica, com o autor mesclando realidade e ficção. O autor do mangá funciona como uma espécie de deus da narrativa e ele interage diretamente com o que acontece na sua obra. Ele cria rachaduras, refaz objetos e até pessoas. A escrita segue esse padrão de leitura dentro da leitura e o curioso é que o autor faz críticas ao próprio mercado editorial japonês. O primeiro volume tem um aspecto de história de super-heróis com poderes psíquicos. Muita ação, perseguições e explosões por toda a parte. Já o segundo volume adota uma postura mais dark, com serial killer, assassinatos. Cada volume é distinto um do outro ao mesmo tempo em que são complementares. Só é triste que o autor não tenha conseguido terminar. Ele dá indicações de que teria uma série de ideias sensacionais para a continuidade do mangá. Mas, como a revista em que ele foi publicado decidiu pelo cancelamento do mesmo, o final é feito um pouco às pressas.
"Foi para isso que pessoas morreram? Ver o meu sofrimento e a infelicidade das pessoas é tão divertido assim? Acha que eu sou um pierrô?"
En aquest manga recopilatori de les historietes “Resonance” de Satoshi Kon es narra com el dibuixant, en una crisi d'inspiració, i pressionat pels editors per lliurar la seva obra, s'endinsa en aquesta literalment i es barreja amb els personatges, una detectiu amb poders telekinècnics que lluita amb un malvat líder d'una secta que esprem els pensaments de la gent, ajudada per un gamberro anomenat Rim amb poders paranormals i la seva germana petita cega que també te poders. Aquests personatges s'adonen que són part d'un manga i Rim decideix robar part d'aquest, deixant al dibuixant falt d'idees. La detectiu intenta ajudar-lo i surt a la seva realitat per tractar de descobrir com és el món real. Tot plegat ès força surrealista i s’esdevé una mica metafísic, en plantejar la idea del creador i les criatures que en depenen, en una reflexió sobre l’existència mateixa en la que la reflexiò final de la protagonista i el dibuixant acaben concloent que no és gaire diferent el destï dels personatges inventats, el seu atzarós destí, del dels éssers humans mateixos. Bé, la veritat és que m'ha semblat fluixet, els dibuixos no m'han atret gaire i la narraciò m'ha semblat atropellada i mancada de l'interès que podria haver tingut, com si estigués feta una mica a corre cuita. No obstant, tampoc es una birria, es manté bé i la idea és força interessant.
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O autor Satoshi Kon é muito conhecido pelos seus filmes, como por exemplo o fantástico Tokyo Godfathers, por isso me interessei em conhecer seu mangá Opus. No volume 1, nós começamos o mangá já lendo um outro mangá, esse outro mangá que acompanhamos é criado pelo personagem principal de nosso mangá, o chamado Chikara Nagai. Enquanto esse artista está criando sua história, ele é puxado para ela. Como o mangaká é o criador daquilo que está imerso, ele é visto como um Deus, que tem o poder de decidir o destino dos personagens. Isso provoca uma série de questionamentos existencialistas por todos da história, cada um dos personagens possui uma reação ao fato de Deus existir e um questionamento diferente, durante a leitura me indaguei qual seria a minha reação se eu soubesse que todas as minhas escolhas não foram minhas, mas alguém que escolheu por mim... mas será que é isso mesmo? qual é o poder desse Deus?
Um fato interessante é que a cidade da história também é objeto de questionamentos, já que não passa de um cenário com limites bem definidos que o tornam menos verdadeiro.
Antes de se tornar um dos diretores de animes mais conceituados, Satoshi Kon trabalhou com mangás. Opus é da década de 90. Com roteiro e arte dele, mistura elementos de realidade e imaginação, de sonho, podemos dizer. Os fãs de filmes como Perfect Blue e Paprika perceberão o traço marcante, lembrando o mestre Katsushiro Otomo, de Akira (mangá no qual Kon trabalhou), e a tensão vivida pelos personagens, em enquadramentos de tirar o fôlego. Há também uma metalinguagem com o universo dos mangás levada às ultimas consequências. A Panini acaba de lançar o primeiro volume de dois. Opus é uma joia escondida nas bancas.
Un manga qui parle autant de la vue de mangaka, des affres de la création, du pouvoir de l’imaginaire que de nos vies et de notre rapport à un être supérieur, en mettant en miroir la réalité et les mondes inventés.
J'adore les mangas ! J'ai trouvé l'idée du manga Opus innovante. C'est la première fois que je lis un manga dans lequel le mangaká rentre dans l'histoire.
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Me topé en la biblioteca con este tomo y habiendo disfrutado mucho de las películas dirigidas por el autor, decidí leerlo.
En él, Satoshi Kon nos cuenta la historia de un mangaka que acaba adentrándose en el mundo que lleva años creando. Estéticamente me ha parecido muy interesante, el nivel de detalle en elementos como los fondos demuestra de sobra la habilidad del autor y sin duda disfruté de ese aspecto.
Por desgracia, el guion me pareció más bien monótono. Pasan muchas cosas, pero a la vez muy pocas. Los personajes se me hacen lejanos y no fui capaz de conectar con ellos. No sé si en el segundo tomo mejorará, pero le daré una oportunidad si me topo con él en la biblioteca. En resumen, entretenido pero no me ha sorprendido en ningún aspecto.
Empezando a hablar del dibujo, sobre todo al principio, hay escenas y fondos que son realmente increíbles, impresionan muchísimo. Con el dibujo de los personajes no estoy tan convencido, aunque supongo que le da ese toque de manga noventero.
Quizás a día de hoy la idea del metaverso, y de un autor metiéndose en su propia obra, ya es algo más trillado. Pero, la verdad que es una historia que me ha enganchado, y me dan ganas de devorarla de una sola leída. Siento que la historia tiende a que lo más importante de ella gire hacía su resolución.