O Amor é Um Pássaro Vermelho recebeu em 1982 o Prêmio Alfredo Machado Quintella, da Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil, para originais destinados a jovens. O romance nos fala de um garoto japonês que aos catorze anos vem para o Brasil, na condição de filho adotivo de um casal de imigrantes idosos, para ajudar sua família que no Japão vivia em extrema pobreza. A ação acompanha a vida desse menino, desde as praias de sua terra até o interior de São Paulo, onde é obrigado a trabalhar duramente nos cafezais. Surgem então os conflitos dos comportamentos entre as famílias de tradição milenar do Japão e a brutalidade que o esperava na nova terra. A história abrange um panorama amplo e humano, atingindo momentos de beleza e emoção especialmente quando aborda os problemas causados pelas diferenças entre as duas culturas, expostos com sensibilidade.
Um dos livros mais chatos que já li. Nele, Tadashi, filho de uma pobre família japonesa, decide imigrar para o Brasil nos anos 30 a fim de ganhar dinheiro para ajudar a família. Numa prosa truncada e enrolada, que por vezes parece uma colcha de retalhos, acompanhamos Tadashi e os inúmeros outros personagens, em uma jornada difícil de tentar fazer a vida em lavouras no Brasil. Plots sem razão - e também sem desfecho (qual foi o fim de Juvêncio?), um sem número de nomes para decorar e umas histórias de amor que surgem do nada e vão para lugar nenhum. Detestei. Para completar, um reforçar de estereótipos que beira a ofensa. Definitivamente, não recomendo.