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Quadratim - I

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Do prefácio de Orlando Neves, na circunstância editor do vertente livro:
«[...] Que andaram a editar os editores? De repente, apercebo-me de que é necessário, imediato, que estas crónicas sejam publicadas. [...]
Todos nos lembramos do que era a imprensa diária portuguesa no antes de 25 de Abril.
Todos nos lembramos da perspectiva generalizada com que então era focada a condição feminina.
Ora é nesse quase pântano de letras que Isabel da Nóbrega surge regularmente a escrever sobre a mulher e a sua condição. Mas, desde logo, a sua perspectiva se diferencia de todos os que escreviam sobre o assunto.
Trata-se de uma voz resistente, uma voz que usa o tema para denunciar a opressão que impende sobre a mulher [...].»

240 pages, Paperback

First published January 1, 1976

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Isabel da Nóbrega

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ISABEL DA NÓBREGA nasceu a 26 de Junho de 1925, em Lisboa, onde fez os seus estudos secundários.
Em 1952 publica o primeiro livro, Os Anjos e os Homens, e em 1955 a peça de teatro O Filho Pródigo ou o Amor Difícil, peça que foi apresentada no Teatro Nacional D. Maria II. Mas só em 1964, com o livro Viver com os Outros alcança o reconhecimento do público e da crítica. Viver com os Outros obteve o prémio Camilo Castelo Branco, à data considerado o maior prémio literário em Portugal.
Influenciado pelo então chamado nouveau roman francês, Viver com os Outros marcou a diferença, pela originalidade e pelos temas abordados. Através do diálogo quase sistemático, as contradições sociais afloram agudamente durante um jantar de amigos organizado para comemorar o sucesso de intervenção cirúrgica a que o anfitrião fora submetido. Em 1973 publica a colectânea de contos Solo para Gravador, por muitos considerada a sua melhor obra.
Com intensa actividade como cronista – sempre com uma perspectiva progressista, nomeadamente para a problemática da mulher na sociedade –, Isabel da Nóbrega colabora em vários jornais e revistas: A Capital, Diário de Lisboa, Diário de Notícias, Primeiro de Janeiro e Vida Mundial. Entre 1968 e 1993 assina perto de três mil crónicas, algumas delas já reunidas no livro Quadratim I (1976).
Traduziu do francês e do inglês romances de Tolstoi, Léon Bloy, Gilbert Cesbron, Pirandello e E. Caldwell, assim como textos variados para o Instituto Britânico.
Dividindo a sua actividade em vários sectores, do romance à crónica, do teatro à tradução, Isabel da Nóbrega escreve também para crianças, com destaque para Rama, o Elefante Azul (1971), distinguido com um prémio pelo SNI, assim como a peça A Cigarra e as Formigas (1972), representada na RTP e em várias localidades do país. Sócia do Pen-Clube Português e da Associação Portuguesa de Escritores, de cuja direcção fez parte, foi também responsável por dois programas na RTP – «O Prazer de Ler» e «Largo do Pelourinho» – e na rádio (Antena 1) – «Conversar, conviver» e «Clarabóia». Desde 1995 assina regularmente crónicas na RDP-Antena 2, no programa «Allegro Vivace». Foi condecorada, pela Presidência da República, com o Grande-Oficialato da Ordem da Liberdade, em 2009.
Faleceu a 2 de Setembro de 2021.

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