Eric Schatz, carioca que se mudou para São Paulo por conta do curso universitário, começa a perceber indícios de que há mais alguém frequentando o seu apartamento. Primeiro, um par de chinelos. Então, uma outra escova de dentes. Um micro-ondas que é ligado sozinho durante a noite, barulhos estranhos a qualquer hora e luzes que se apagam de modo misterioso. Até que, em determinada noite, Eric enxerga o vulto do colega de quarto entrar em seu apartamento pela porta da frente. Desesperado, o rapaz vai atrás de um detetive particular, mas parece ser tarde demais. Em menos de 24 horas, tudo acontece de modo acelerado e depois de uma ligação desesperada, cortada abruptamente, Eric despenca da janela do seu apartamento. Em seu livro de estreia, o autor nos apresenta uma história urbana de tirar o fôlego. Um mistério que passa por uma relação familiar complicada, suspeitas por todos os lados, e camadas e camadas de culpados. Há alguém inocente?
Maravilhoso. Um final bem arquitetado e que esteve sempre na cara em toda história. Não me surpreendeu pois era o que eu tinha imaginado, mas os méritos de Bonini como escritor policial apenas crescem. E eu já posso torcer para que saia logo o terceiro do Conrado!!
Esse foi meu primeiro livro do Bonini, tenho Quando ela desaparecer e já estou doida pra ler. Achei o livro fluido, com capítulos curtos bem gostoso de ler. Confesso que fiquei surpresa com o desfecho do livro, tudo encaixou perfeitamente, pra mim foi inesperado e amei isso. A diagramação do livro tá linda, Faro me encanta sempre. Esse foi o romance de estreia do Bonini, já me falaram que os outros dois são bem melhores, a leitura desse foi muito agradável, achei mais objetivo até a metade, mesmo assim não ficou cansativo em momento nenhum, não teve ponta solta. Pra quem gosta do gênero super indico. “– Sou da opinião de que quase tudo o que acontece há obrigatoriamente uma reação instantânea. Se você joga um chiclete no chão, alguem atrás de você vai pisar nele e te xingará por isso. Se você esconde o cadáver de um mendigo em um terreno baldio, por mais que o homem não tenha família que o procure, o padeiro que costumava dar pão ao cara no almoço notará a ausência do seu fiel pedinte e acionará a polícia...” (p. 194)
Este é o 3º livro que leio do Victor Bonini, especialista em thrillers psicológicos, densos e instigantes; ainda, como jornalista, Bonini teve passagens pela revista Veja e pelos canais de TV Globo, Globo News, Gazeta e CNN Brasil.
Em "Colega de Quarto", o jovem Eric mostra-se muito perturbado com a suposta presença de um colega de quarto misterioso. No meio da noite ele ouve barulhos no apartamento, encontra objetos que não são seus e testemunha outros fatos insólitos. Diante disso, procura primeiro a ajuda de um psicólogo, e na sequência, do detetive Conrado Bardelli - que figura nos demais livros do autor.
E enquanto você mal absorveu a estória, Eric se joga do 15º andar do prédio(!). É aí que assume o protagonismo da narrativa todo o processo investigativo desse aparente suicídio, a cargo de Conrado e assessorado pelo seu colega do DHPP.
Achei interessante ler os livros fora da ordem em que foram escritos, de forma que aqui já conhecia detalhes da personalidade do detetive, protagonista da série. Entretanto, dessa vez, não comprei completamente o desfecho da trama. Para um caso envolvido em tantos mistérios, esperava uma solução mais elegante, talvez por achar a escolhida pelo autor generalista/abrangente demais.
Avaliação Final: 7,5/10 Leitura Concluída: 22º livro de 2023 Próxima Leitura: "Nó Na Garganta" (Patrick McCabe)
Aos fãs de suspense policial, preparem-se. Esse nacional vai te prender do inicio ao fim.
Nessa trama vamos acompanhar o jovem Eric Schatz, herdeiro de um dos maiores conglomerados de revistas do pais, a Editora Viva. Reside em São Paulo e cursa direito. Um jovem extremamente mimado.
Tudo parece seguir normal até que Eric se depara com coisas estranhas em seu apartamento, objetos desconhecidos aparecendo, no quarto de hóspedes há inclusive um par de chinelos que não lhe pertence. O que significa isso?
As coisas saem do controle quando em determinado dia Eric vê a sombra de alguém entrando em seu apartamento, pega o carro e foge. É então que procura o detetive Conrado Bardelli, nosso protagonista. Eric relata tudo que vem acontecendo, quer soluções, Conrado houve mas desconfia de tudo, ainda é muita vaga essa história de "colega de quarto misterioso".
É na madrugada que Conrado, mais conhecido como Lyra, recebe uma ligação de Eric, nervoso. Há barulhos e vozes, Lyra não entende bem o que Eric quer ou precisa e a ligação se encerra. Não imaginava ele que dali a poucos instantes Eric despencaria do 15º andar, supostamente suicídio.
Para um romance policial de estreia o Victor Bonini conduz a história com maestria. Eu como grande fã de suspense policial e Agatha Christie me vi totalmente envolto nessa narrativa que traz no seu rápido desenvolvimento diversas pistas que nos fará ligar pontos para desvendar o mistério. Não é tão fácil assim, vamos andar lado a lado com o detetive para descobrir a causa da morte do Eric. Vamos perceber que muitos personagens tinham motivações para causar essa grande tragédia, mas quem realmente seria capaz?
Dividido em três partes: "Loucura" apresentando a história do Eric; "Turvo" com todo o desenrolar do caso e "Lucidez" trazendo a conclusão das investigações, temos aqui uma história pra ninguém botar defeito. Personagens bem construídos e trama desenvolvida num ritmo que impede o leitor de parar antes que tudo seja selecionado. A jornada do Conrado em busca de respostas nos faz sentir na pele suas frustrações e conquistas, é muito fácil se conectar ao personagem e embarcar nessa investigação intrigante.
Adorei o livro!! Muito bom, li mais rápido do q esperava rsrs A dúvida criada entre sobrenatural e razão foi ótimo, mais uma vez (li o casamento primeiro) personagens muito cativantes, com exceção do morto q prefiro ele morto mesmo (e é pq passou pouco tempo vivo no livro kkkkkk) Gostei da construção da história, dos capítulos curtos, o número gigantes d suspeitos, e a elaboração final!!! Manda o próximo Victor pq tá pouco!!!
O autor criou caminhos para a imaginação até melhores que o desfecho que ele proporcionou... O final foi corrido; com soluções aparecendo onde até então não se tinha... Pra mim apesar de não existir um motivo que justifique assassinato esse foi ' o cara entra diz que pode pagar em dinheiro vivo e o cara já imagina que ele tem dinheiro pra caralho e vai matar ele ' por favor né. Fora que o menino só tem amigos babacas ! O Zeca principalmente! Não contou logo pq? Me poupe.
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Um romance policial digno de Ágatha! Super bem escrito, personagens complexos e uma história que te envolve do começo ao fim! As reviravoltas surpreendem e todas as perguntas são satisfatoriamente respondidas no final! Parabéns ao autor! :)
Nossa. História muito boa, frenética e envolvente.
É claramente bem inspirado nos romances de Agatha Christie, e deixo claro aqui que isso não me incomodou em nenhum momento. A escrita é fluida, bonita e na medida certa para a história ou para as descrições que convém à cena. O começo me deixou com tanto medo! Achava que o livro ia seguir outra linha, diferente da qual seguiu, mas gostei mesmo assim.
O detetive Lyra é muito legal. Diferente de muitas histórias por aí nas quais o detetive é bem chato e totalmente não legal (Oi, Jo Nesbo!), essa aqui é muito boa. Amo quando leio um romance policial brasileiro que dá de dez a zero em muitos por aí.
O plot twist no final me deixou em choque! Eu já deveria esperar que algo ia mudar, mas não achava de maneira nenhuma que ia ser daquele jeito. Achei incrível, mesmo.
Fãs de romance policial vão se deliciar com esse prato cheio. Muito bom.
Achei a sinopse desse livro bem interesse e estava disponível no Storytel, mas na verdade é bem mais ou menos, raso e com falha. Um cara ricaço fica com medo de uma pessoa estar em seu apartamento e eu me pergunto como ele não investiu em mais segurança??? Ficou com medo à toda. Ou mudasse de apartamento, sei lá. Outra coisa é a facilidade de as pessoas entrarem em um prédio/ap de rico, fala sério... nem no meu da samambaia é tão fácil assim e ele não tranca a porta??? Um amigo começa essa brincadeira colocando a escova de dente como uma pegadinha e depois a namorada de Eric e o amante continuam para assustá-lo, com o intuito que ele se mude e o corretor, pai do amante, lucre com a venda. Mas não são eles que o matam. Ele fica assustado, vai um psicólogo, este vê a oportunidade de dinheiro fácil (pois está sendo chantageado com conduta antiética) e mata o rapaz, sabendo que ele guardava muito dinheiro em casa (oi???). Antes disso Eric havia procurado um detetive particular que o recusa (por achar a história doida demais), mas que desvenda o caso no final. Outro livro do autor foi mais interessante. Próximo!
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Acredito que a trama deste livro é muito simples, e por isso acabou se tornando uma leitura arrastada. Eu li até o fim por não gostar de abandonar livros que começo, mas certamente não recomendo este livro.
Eric Schatz é um jovem estudante universitário que começa a notar coisas estranhas em sua casa: uma escova de dentes, um par de chinelos que não são seus, depois um microondas e lâmpadas que acendem e apagam sozinhos.
Desesperado, o jovem sai em busca de ajuda, e pede socorro ao detetive Conrado Bardeli, até que após um telefonema desesperado, Eric despenca da janela e sua morte dá início a uma longa rede de segredos revelados.
Não consegui me apegar ou torcer por nenhum dos personagens, e achei a maioria meio estereotipada. A empresária arrogante e ambiciosa, que coloca tudo em segundo plano e os negócios primeiro, a loira bonita mas dissimulada, etc.
O próprio Eric, que morre nas primeiras páginas do livro, não me despertou nenhuma simpatia. Achei as reviravoltas repetitivas, tudo uma coisa só, sempre chantagem, (mas cada uma com pessoas diferentes), o mesmo motivo sempre... E aí o desfecho também não me convenceu. Eu entendi que foi pra impressionar (quem imaginaria??) mas os outros personagens são tão rapidamente descartados justamente pela desconfiança óbvia, que ficou fácil esperar aquele plot como única alternativa pra surpreender.
A narrativa, no entanto, é bem gostosa. Capítulos curtos e o detetive é interessante. Alguns pontos em aberto, mas nada que seja muito relevante na história.
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O mistério é muito bom e o verdadeiro culpado é alguém que jamais imaginei, porém aqui percebo mais uma vez algumas coisas sem conclusão total ao final da história e que me incomoda na escrita desse autor, não sei se é só a mim, e nesse livro em questão, o que ficou sem resolução completa pra mim é algo muito grande, maior do que nas outras obras já lidas, e que me deixou realmente incomodada, afinal, passamos de um momento de acusações e brigas na casa do Eric na noite que Conrado ficou lá, e vamos pra um momento em que ele consegue convencer os personagens a se juntarem todos no apartamento, sem mostrar nada de como fomos de uma briga pra isso e então joga o verdadeiro culpado de repente quando tudo apontava pra outra pessoa e no final temos respostas através de suposições, sem ouvir realmente da boca dos envolvidos e sem saber os pormenores e o envolvimento total de todos, incluindo os dois suspeitos iniciais e do que realmente eles eram culpados e do que não eram entre muitas outras questões que ficou na minha mente e me deixou com a sensação de história não concluída de forma satisfatória e com tudo exposto, em algumas leituras até não faz tanta diferença, mas pra esta eu senti que fez bastante.
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Esperava que este caso de um suicídio de um jovem que poderia não ser suicídio me envolvesse numa leitura frenética desde a primeira à última página até tudo ser desvendado. No entanto, isso não aconteceu comigo até chegar aos últimos 20% do livro. Lyra como detective particular que tem acesso, sem problemas, a tanta informação que só poderia ser da polícia, não me convenceu. Poderia ser mais credível nesse aspecto. Ele poderia ter tido os problemas que era suposto ter, tornando o enredo mais interessante. Gostei da permissa do livro e não descobri como seria o final antes de o ler, o que foi bom, mas na minha opinião poderia ter sido muito melhor.
esse é aquele tipo de livro que eu nao sei porque, mas tinha na minha lista e decidi começar por dois motivos: é thriller e é nacional. mas, além disso, essa história é perfeita em muitos niveis! no começo achei que eu iria me decepcionar porque achei estranho conseguir dar um final que me deixasse de queixo caído mas kkkkkk eu que fui burra e não percebi que a resposta de tudo tava bem na minha cara. enfim, acho que victor tem um futuro brilhante na escrita e se os seus próximos livros forem diferentes e únicos desse jeito serei sempre uma leitora fiel!! to MUITO feliz em ter descoberto esse livro.
Lyra é um advogado que é abordado por um jovem, Eric, bastante perturbado e com um relato muito estranho. Que ele tinha jm colega de quarto que desconhecia. Logo após essa conversa desconcertante esse jovem é encontrado morto.
Essa sinopse deixaria qualquer leitor de mistério doido. O início do livro é maravilhoso, o personagem principal, Lyra, é muito inteligente, sagaz e curioso. O mistério é instigante e você fica bastante curioso até uns 80% do livro. Mas a resolução desse mistério foi tão sem graça, tão do nada que a experiência anterior foi completamente atenuada. Fiquei bastante frustrada. Não foi péssimo mas também não foi ótimo.
Eu gostei mais da abordagem do Conrado neste livro, apesar de ter achado ele educado e bonzinho demais com certos personagens num momento de tamanha perspicácia. A escrita do Victor, somada a capítulos curtos e recheados de diálogos, dá um ritmo ágil na leitura. Consegui acertar todas as reviravoltas, então apesar de não ter sido um livro surpreendente para mim, ainda é um thriller gostoso de ler. Adorei conhecer melhor uma personagem que aparece em O casamento, já é uma das minhas favoritas.
A premissa de colega de quarto é muito interessante, e pra quem gosta de suspense como eu, é um prato cheio. Esse livro tem ótimos momentos assustadores, que te deixam na ponta do pé pra descobrir o que de fato está acontecendo. Entretanto, a resolução de tais mistérios deixou um pouco a desejar pra mim, existem diversos personagens com pouco desenvolvimento (mesmo sendo personagens importantes pra trama). As pistas ao longo da trama não me deixaram super curiosa e no final tinha tanta gente envolvida no assassinato, ou pelo menos pras ações que desenbocam no assassinato, que me passou a sensação de confusão. A resolução foi meio farofa sabe? tudo junto e misturado
Leio poucos romances policiais brasileiros pois muitos autores exageram na violência e deixam o desenvolvimento da trama a desejar. Este livro ao contrário tem uma trama muito bem desenvolvida e instigante. É um desses livros policiais que dá vontade de ler sem parar até o mistério ser solucionado. Conrado, o detetive e advogado, é carismático e realmente um personagem inteligente. Queria ler mais policiais nacionais bons como este.
2.5 estrelas. O livro tinha um potencial gigante, mas achei o final totalmente Scooby Doo, motivações forçadas e explicações bobas. Um livro curto, mas que me tomou mto mais tempo de leitura que deveria. Como um thriller, existem outros muito superiores no mesmo estilo, porém, devo ler o mais recente livro do autor, pq realmente vejo um potencial.
Não senti qualquer ligação ou empatia por qualquer personagem. Demasiados personagens que para mim foram atoa. A história era confusa, meio sem sentido e não voltarei a ler nem recomendar. Fiquei surpreendida com o final mas mal taca em 200 páginas já estava farta, li o resto na força do ódio basicamente
Conrado Bardelli, vulgo Lyra é advogado e também detetive particular. Quando recebe um visitante inesperado , Eric Schatz no seu escritório tarde da noite pedindo ajuda, pois acredita que tem alguém que ele não vê morando no apto dele.
Mas encontra coisas que não pertencem a ele pelo apartamento: um par de chinelos ,uma escova de dentes e eletrodomésticos funcionando sem ler ter ligado. Se esse "colega de quarto " não existir, alguém deve estar querendo que ele passe por pouco. Ele até consultou um psicólogo.
Lyra a princípio não da muita bola, Eric é um jovem mimado e rico , que já chegou todo arrogante , achando que dinheiro compra tudo. Só que , pouco tempo depois , Eric telefona de madrugada dizendo que querem mesmo o fazer de louco e desliga. No dia seguinte, Lyra recebe a notícia que Eric se jogou da janela do próprio apto.
A partir daí, Lyra foi recrutado pelo delegado Wilson para averiguar. O que a princípio seria um caso de su1cídi0, indícios apontavam para um possível hom1cídi0. Vão atrás das pessoas próximas a Eric para tentar solucionar o caso. Amigos ,a namorada , todos são suspeitos.
🗨 A leitura foi super fluída ,os capítulos curtos deixam a história dinâmica, e não queremos largar até saber o que aconteceu . Fui bem surpreendida com o desfecho inesperado e do jeito que eu gosto. Lyra é um ótimo personagen, meu favorito . Agora vamos para os próximos livros do Victor, vou ler na ordem de lançamento. Super recomendo.
Queria ter gostado mais mas infelizmente não atendeu as minhas expectativas. O começo é ótimo, prendeu minha atenção e fiquei com a vontade de ler e saber mais. Isso foi se perdendo com o decorrer da história. No fim, gostei mais da premissa do que da execução...
Assim, não é uma grande história não. A revelação dos assassinos é muito boa, mas o plot eu achei fraco. A motivação eu achei forçada e muuuuuito mirabolante, conexões convenientes demais pra dar certo. Ainda bem que ele escreveu histórias melhores.
Achei muito ruim. Tinha lido o outro do autor e gostei bem mais, mas esse aqui não tem nada de interessante. E outra né, onde que um detetive civil pessoa física sai investigando tudo sem a polícia fazer nada. A história é nada crível, não deu.