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Psicopatas do Cotidiano: Como Reconhecer, Como Conviver, Como se Proteger

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Psicopatas do cotidiano são pessoas que desde a adolescência ou início da vida adulta desenvolveram um transtorno de personalidade e comportamento. Tais problemas têm como característica o excesso de alguns traços comportamentais como, por exemplo: mentira, manipulação, egocentrismo, frieza, desconfiança e insegurança. Ao todo, são 25 traços estabelecidos pelo Manual de Diagnóstico e Estatística dos Transtornos Mentais (DSM-5), elaborado pela Associação Americana de Psiquiatria. A maneira como pensamos, nos comportamos e sentimos naturalmente não é estática. Sempre incluímos em cada ato o que há de bom e de ruim em nós. Qualquer um pode, em algum momento, ser malvado, agressivo, egoísta, arrogante, hostil, manipulador, descontrolado, explosivo... O problema é quando essas características se tornam repetitivas e inflexíveis em vários momentos da vida, chegando ao ponto de causar sofrimento ou perturbação a si mesmo e, sobretudo, aos outros. É aí que surge a patologia. Eles não são como os psicopatas que vemos em filmes com serial killers e não necessariamente aparecem em manchetes de jornais porque cometeram um crime. Essas pessoas fazem parte da nossa rotina e nem sabemos que elas têm um transtorno. É o chefe que desqualifica o funcionário publicamente, o namorado excessivamente grudento, o parente "esquisitão" que vive enfurnado em casa e evita contato com outros, o vizinho que está sempre buscando motivos pra criar confusão no condomínio, os pais que frequentemente fazem chantagem emocional com os filhos para que eles tomem atitudes contrárias às suas vontades, os motoristas que perdem a cabeça no trânsito constantemente...

160 pages, Paperback

First published January 1, 2015

16 people are currently reading
184 people want to read

About the author

Katia Mecler

2 books2 followers
Katia Mecler é psiquiatra e coordenadora do Departamento de Ética e Psiquiatria Legal da Associação Brasileira de Psiquiatria. É professora do Programa de Pós-graduação em Psiquiatria Forense do Instituto de Psiquiatria da Universidade Federal do Rio de Janeiro (IPUB/UFRJ).

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Displaying 1 - 30 of 30 reviews
Profile Image for Marcia Lopes.
15 reviews2 followers
September 22, 2018
Passeando pela internet encontrei esse livro ( Psicopatas do Cotidiano - Como Reconhecer, Como Conviver, Como Se Proteger) que já me interessou de cara pela capa e título, sou fascinada por esse tema tanto em literatura como filmes e séries.
O fato que comecei a ler sem grandes expectativas e acabei gostando demais da forma simples e informativa que autora disserta sobre o tema “psicopatia” é certo dizer também que autora deixa bem claro que o termo psicopata refere-se a atual classificação do CID-10 (Código Internacional de doenças) que denomina problemas específicos de personalidade, não tendo nenhuma relação com surtos e perda da realidade e etc. Tão pouco nada a ver com assassinos em séries.

O livro se inicia com uma história ilustrativa ambientada na emergência de um hospital onde a autora nos apresenta vários personagens com algum tipo de transtorno de personalidade que ela vai dissecando a seguir das páginas, além disso ela também usa como exemplos, livros, fatos históricos, personagem de letras de música, filmes e séries.
Contudo, antes de discursar sobre o assunto Katia Mecler faz considerações sobre a forma de ser das pessoas seja as que existem entre nós ou das personagens de livros, explicando o que é personalidade e caráter.

O objetivo do livro Psicopatas do Cotidiano é fazer você entender e saber lidar com essas pessoas que podem estar na sua família, no trabalho e nas amizades ou mesmo sendo você o portador de algum distúrbio.

“Quem convive com algum psicopata do cotidiano precisa entender que criar esperanças sobre mudança do outro pode ser uma armadilha (...)”

A leitura é clara, fascinante, envolvente e convidativa (sou suspeita pois adoro o tema) e acredito que “De Gênio e Louco todo mundo tem um pouco” como diz o título do livro de Augusto Cury.
E torno a repetir que esse livro não se trata daqueles psicopatas que sai matando por aí, quem leu "Mentes Perigosas" é mais ou menos parecido só que mais aprofundado, portanto ao se identificar ou identificar pessoas do seu convívio que tenham uma ou mais característica de transtorno de comportamento não se desesperem!

A única coisa que mexeu comigo foi perceber que quem convive com essas pessoas tem que ser muito zen, descomplicada senão quem vai precisar de ajuda psicológica é ela.
Eu recomendo a leitura sem dúvida!
www.mundoliterando.com.br
Profile Image for Natalia.
51 reviews
August 3, 2020
Titulo meramente chamativo:

Apesar do título esse livro aborda vários transtornos sociais, cada capítulo é uma patologia diferente.
O livro é bom, rico em informações, mas não pense que sera aprofundado ou super falado o tema de psicopatia.
Profile Image for Vitor Palazzo.
14 reviews1 follower
June 24, 2019
O livro é fácil de ler e o texto é bem simples e instrutivo. A autora tentou tornar o espinhoso tema da classificação das patologias psiquiátricas acessível ao público geral.

Acho que ela poderia detalhar mais como as pessoas geralmente manifestam os transtornos relatados, além de defender seus pontos de vista com pesquisas acadêmicas, visando tornar o texto mais instrutivo. Ainda assim, é válido como uma primeira leitura / introdução sobre o tema.
Profile Image for Azulmar.
56 reviews22 followers
June 8, 2017
É um livro que se lê bem mas não "deixa marcas".
Profile Image for Carla Parreira .
2,042 reviews3 followers
Read
May 5, 2025
Melhores trechos: "...Em geral, o esquizotípico até gostaria de ter amigos, mas sua inabilidade social torna essa tarefa tão exaustiva que, muitas vezes, ele se irrita com os outros. 'Detesto que me toquem sem a minha autorização. Por que alguém quer me abraçar?', indaga, numa rede social, um indivíduo que se identifica com o estilo esquizotípico. A pergunta leva a outra característica desse traço: a ideação paranoide. Um simples abraço pode causar desconfiança e detonar uma reação agressiva. 'Às vezes, tenho a impressão de que vim de outra galáxia. Não consigo ficar mais de meia hora com outros seres humanos. Na verdade, não me sinto seguro com eles', descreve outro indivíduo com esse estilo. Grupos de apoio tentam ensinar os que se consideram do estilo esquizotípico a melhorar seu convívio social. Alguns relatam que conseguiram estabelecer laços sólidos e duradores – com uma única pessoa. Outros descrevem sua ansiedade na presença de estranhos. 'Eu quero falar, mas não consigo. Começo a ficar nervoso e chega a doer. Nessas horas, desisto', comenta um rapaz que foi diagnosticado com esse transtorno. O sentimento de inadequação se torna ainda mais dramático devido a outra faceta: a necessidade de ficar sozinho. Para sobreviver melhor, o indivíduo com esse traço costuma se isolar em seu mundo imaginário, reforçando sua imagem de excêntrico... A diferença é que o esquizoide mergulha num mundo interior por rechaçar a vida real, enquanto o esquizotípico cria um mundo paralelo por sentir que não pertence ao mundo de verdade... A estranheza, o mal-estar e o constrangimento que um esquizoide pode causar no convívio social são frutos de uma série de características desse estilo. Essa pessoa tem

uma afetividade embotada e uma clara falta de interesse e prazer por quaisquer atividades – do trabalho ao sexo, nada parece realmente chamar sua atenção. Essa indiferença cria um distanciamento que, aos olhos dos outros, soa como desprezo e frieza emocional. A consequência é a tendência ao isolamento, que pode significar sofrimento tanto para ela quanto para os que estão ao seu redor. Conviver com uma pessoa com estilo esquizoide significa,
antes de tudo, suportar o distanciamento e a frieza
emocional. Ela não percebe o problema, portanto,
despreza a ideia de procurar tratamento. O caminho a seguir é outro. Valorize suas competências e não demonstre pena e nem rejeite sua solidão. Por mais anticonvencional que seja, acredite: ela gosta de ficar sozinha. Estranho, do ponto de vista de alguém com esses
traços de personalidade, é estar rodeado de gente... Desconfiança. Essa, talvez, seja a palavra que melhor define um indivíduo com traços do transtorno de personalidade paranoide. São pessoas com grande desconfiança e suspeita em relação aos outros, a ponto de suas motivações serem interpretadas como malévolas. Extremamente observadoras, acreditam que podem ser exploradas, maltratadas ou enganadas, mesmo sem o menor indício de que isso realmente vá acontecer... Precisam manter um elevado controle daqueles ao seu redor. Num primeiro instante, são reservados e cautelosos e parecem mais tímidos do que antipáticos. Depois que firmam laços, tendem a respeitálos, pois valorizam bastante a fidelidade e a lealdade. Não espere, porém, que um indivíduo com essa natureza se entregue por completo nos relacionamentos mais íntimos: ele faz questão de manter sua independência e autonomia. Dificilmente alguém consegue ultrapassar a blindagem afetiva imposta aos outros pelos paranoides... Não é raro se envolverem em processos judiciais, reivindicando algum direito, indenização ou reparação a supostos danos. Em geral, oscilam entre dois extremos, para justificar suas desconfianças. Alguns, com baixa autoestima, sentem-se permanentemente preteridos e rejeitados. Outros acreditam serem dotados de atributos especiais, o que os torna alvo de inveja e hostilidade alheias... Uma pessoa com traços antissociais se vale de subterfúgios para manipular, influenciar ou controlar suas vítimas, até convencê-las a fazer o que quer. Não é difícil imaginar o que acontece quando se depara com quem possui características de um transtorno de personalidade dependente... O transtorno de personalidade antissocial é mais comum entre homens, e há estudos indicando que ter um parente de primeiro grau com o transtorno acarretaria uma predisposição ao problema. É comum que indivíduos com essa natureza também apresentem características dos TPs narcisista, borderline e histriônico. Não há tratamento ou remédio que auxilie quem tem esse transtorno, mas, com o passar do tempo, os traços podem se suavizar... Fique alerta para as tentativas de sedução e manipulação que o indivíduo com essa natureza costuma impor. Se algo lhe parecer muito estranho – ilegal, imoral ou antiético, por exemplo –, não guarde para si. Procure alguém de sua confiança, ou um profissional especializado, e relate o que está ocorrendo. No mínimo, você estará se protegendo de algum problema futuro. Evite, também, confrontar uma pessoa com esse traço. Quando contrariada, ela pode reagir muito mal, inclusive de forma violenta e vingativa. Vai ser perda de tempo tentar repreendê-la: como ela não sente empatia ou culpa, o efeito será nulo. Não espere fidelidade e imponha limites para não ser vítima de abusos psicológicos e de exploração financeira... O borderline parece viver numa montanha-russa de sentimentos – e haja equilíbrio emocional para acompanhá-lo. As pessoas com esse traço vivem entre o amor e o ódio, a idealização e a desvalorização. Seus relacionamentos são instáveis e intensos. Após um primeiro ou segundo encontro, podem fantasiar o companheiro como o amor de sua vida. E mal começam a namorar, já exigem dedicação integral. Também não esperam conhecer melhor o outro para partilhar suas vivências mais íntimas. Porém, se vão do zero ao cem em alguns segundos, fazem o caminho inverso na mesma velocidade. Quando se frustram por não receber o cuidado, a atenção e a proteção esperada, podem perder o interesse subitamente, com igual fervor. Fica claro que possuem baixa tolerância à frustração e à imposição de limites, especialmente diante de um possível abandono real ou imaginário ou de mudanças de planos inesperadas. Em geral, a possibilidade da rejeição desperta uma avalanche de reações destemperadas. Pessoas com traços borderline de personalidade são capazes de reagir com chantagens emocionais e impulsividade, o que, em casos extremos, pode culminar em agressões ao outro ou a si mesmas... Caçadores de atenção. Escolher um objeto que represente o indivíduo com o transtorno de personalidade histriônica é bem simples: o holofote. Em geral, indivíduos com este transtorno têm aparência e comportamento provocativo ou sedutor, de forma um tanto inadequada... Bons sedutores, eles sempre tentam hipnotizar sua plateia. Mestres no entretenimento, são, na maioria das vezes, a alma de uma festa. Também garantem muita animação para as pessoas mais próximas. Mas essas emoções intensas podem mudar de lado. E aí mora o perigo. Se relegados a segundo plano, são capazes de fazer de tudo para recuperar o protagonismo da cena, o que inclui ter reações intempestivas e iradas... Na mente da pessoa com o transtorno de personalidade narcisista, não faltam ferramentas para tornar miserável a existência do outro. Arrogante, abusador, desdenhoso e dominador, o indivíduo com essa natureza é egocêntrico e frio diante do sofrimento alheio. Seu sentimento de grandiosidade é fora do convencional, e ele fica irritado com qualquer situação em que não receba o destaque que julga lhe ser de direito. Além de tudo, é invejoso: está sempre de olho grande nos pertences e nas conquistas das outras pessoas, e não acredita que elas sejam merecedoras... Pessoas com diagnóstico de transtorno de personalidade dependente têm “uma necessidade difusa e excessiva de serem cuidadas, o que leva a um comportamento de submissão e apego que surge no início da vida adulta”. O medo – irreal – de ser abandonada e de não conseguir sobreviver sozinha leva essa gente a dar tudo de si para ter alguém ao lado. Elas serão mansas, dóceis e amáveis, como bichinhos de estimação. A tendência à humilhação não é exclusiva da esfera amorosa... Na vida real, porém, tanto a imaturidade quanto a fantasia do par perfeito podem levar o indivíduo com esse traço a se tornar vítima de abusos. É o que acontece, por exemplo, quando o dependente se depara com pessoas de facetas acentuadas de manipulação, grandiosidade e desonestidade, como sujeitos narcisistas e antissociais... Quando o outro não aguenta e vai embora, o dependente sai à procura de uma nova 'bengala'. Apega-se facilmente, mas o desapego é sempre muito sofrido... O transtorno de personalidade evitativo, com seu padrão difuso de inibição social, sentimentos de inadequação e hipersensibilidade a avaliações negativas, são indivíduos tímidos, quietos, inseguros, com baixa autoestima e que se sentem socialmente incapazes... O medo do ridículo, da rejeição e da avaliação alheia marcam a vida dos indivíduos desse tipo, principalmente na área profissional...

O problema é que, como se criticam e se rejeitam de forma severa, projetam no outro esse sentimento de exclusão... Como lidar com quem apresenta traços evitativos? Fidelidade e carinho são as palavras de ordem, pois essas pessoas precisam se sentir valorizadas, principalmente em seu pequeno círculo social. Se você faz parte desse seleto grupo, aceite-as como elas são, sem tentar incentivá-las ostensivamente a deixar o casulo. Claro que ajudá-las a ganhar mais confiança e a superar o temor da rejeição é importante, mas não espere que mudem de personalidade, porque isso dificilmente acontecerá. Elas jamais serão a alma de uma festa, por exemplo, o que não as impede de conviver tranquilamente com o outro, desde que respeitem seu jeito reservado... Perfeccionismo. Eis a palavra que expressa uma das principais características de quem apresenta transtorno de personalidade obsessivo-compulsivo. Como nunca consideram o que fazem suficientemente bom, as pessoas com essa perturbação gastam muito tempo e muita energia com detalhes, regras, formalidades ou listas, a ponto de poderem perder o foco da tarefa principal... É preciso fazer uma distinção entre o transtorno de personalidade obsessivo-compulsivo e o transtorno obsessivo-compulsivo, o popular TOC. O TOC é um transtorno de ansiedade caracterizado por obsessões e compulsões. São indivíduos que podem lavar as mãos sem parar, contar quantas vezes mastigam ou conferir incessantemente se a porta está de fato fechada. Muitas vezes, o TOC é uma comorbidade do transtorno de personalidade obsessivo-compulsivo... Obsessivos-compulsivos reagem mal quando alguém surge com uma solução criativa para um problema. Teimosos e rígidos, eles acreditam que só existe uma maneira de fazer as coisas e, para evitar surpresas, relutam em delegar tarefas ou trabalhar em conjunto... Trata-se de pessoas que tendem a seguir princípios morais rígidos e padrões austeros de comportamento e obrigam quem está por perto a agir da mesma maneira. Em contrapartida, são extremamente honestas e íntegras... Personalidade é o resultado da combinação do temperamento e do caráter, ou seja, a combinação de fatores constitucionais e ambientais. Temperamento é a disposição emocional regulada biologicamente e herdada. Já o caráter se forma ao longo do desenvolvimento, em consequência da interação com tudo que vivenciamos no ambiente. Uma vez que a personalidade é uma estrutura dinâmica, a normalidade torna-se intrínseca à capacidade de flexibilidade e adaptação aos diversos estímulos do cotidiano... Alguns transtornos pioram com a idade. É o caso do narcisista, por exemplo. Já o borderline e o antissocial tendem a melhorar com o passar dos anos..."
Profile Image for Simone Korkievicz.
20 reviews4 followers
November 28, 2018
O livro é bem didático. Com explicações sobre alguns transtornos de personalidade. Para quem busca uma iniciação sobre o tema, a leitura é interessante.
Profile Image for Natália Gomes.
48 reviews4 followers
August 30, 2020
O livro é bom; o problema é que a autora coloca como título "Psicopatas do cotidiano", porém, o livro aborda os transtornos de personalidade em geral, e as formas de lidar com as pessoas que possuem cada um. Há um certo enfoque no transtorno de personalidade antissocial (que seria a psicopatia) logo no início do livro, mas o livro não é apenas sobre isso.
Sendo este seu único defeito, que para um leigo, pode parecer que todos esses transtornos estão dentro do espectro da psicopatia, porém, são coisas diferentes.
Fora isso, o livro é muito dinâmico nas suas definições e muito informativo. Divide os transtornos em grupos, e faz alusões a filmes, livros e series, o que ajuda a entender melhor cada transtorno.
Profile Image for Susana Dias.
Author 3 books17 followers
May 6, 2017
Um livro interessante que gostei de ler. Contudo em alguns pontos não consegui concordar na totalidade com a autora que percebo ter uma visão a meu ver muito baseada na comprovação científica sem espaço para abertura da mente em outras áreas mais alternativas. Isso não invalidade de todo no entanto o livro que escreveu que é realmente muito interessante para quem gosta deste tema.
Profile Image for Nina.
40 reviews
April 19, 2021
O livro por ter uma característica "explicativa" não apresenta o objetivo daqueles que pensam que vai ser uma história, mas como meu objetivo era entender, o livro foi muito bom! Ele tem uma divisão de capítulos excelente (uma das melhores que já vi em livros explicativos), e em todos eles, tem uma história exemplificar sobre tal tema no início, ao decorrer tem a argumentação do assunto, e no final tem os seguintes temas sobre o tema: "Diagnóstico", "Dificuldades na convivência" e "Ferramentas para convivência". Dou 4 estrelas porque o livro é um tanto quanto cansativo de ler, por mais que seja pequeno, mas fora isso o livro é excelente! Recomendo para aqueles que cursam em alguma área que aborda transtornos mentais, como a psicologia, e para aqueles que querem referências para algum trabalho, redação etc.
Profile Image for Ana Claudia Santos-Cortez.
168 reviews21 followers
September 20, 2020
"O predador só existe porque há uma presa".

Este livro de Katia Mecler aborda dez tipos de distúrbios de personalidade, desde os agressores aos que se deixam agredir, e ilustra em vocabulário simples exemplos que já todos observamos ou conhecemos no dia a dia.

Interessante para compreender a diferença entre os variados distúrbios.
Em introspecção, questiono-me o quanto a ciência tem avançado na detecção correta destes problemas da psique visto que muitos dos distúrbios têm traços/triggers comuns.

Não vale ler para chamar nomes ao vizinho da frente, mas de uma perspetiva curiosa sobre distúrbios comuns: go for it.
2 reviews
September 15, 2021
Bom para quem está iniciando no assunto, como eu estou agora. Achei bem didático e simples de entender, também usando filmes e outras mídias para ajudar a compreensão. O único problema que vi mesmo foi no que outras pessoas também reclamaram: o título, já que o livro fala especificamente de 10 transtornos de personalidade, e não se foca na psicopatia, que é, como no livro diz, um transtorno de personalidade antissocial grave. Tirando isso, achei uma leitura muito agradável, recomendo para quem quer ler sobre transtornos de personalidade.
Profile Image for Giovanna Peraro.
4 reviews
January 7, 2024
A autora explica de uma forma muito fácil, que qualquer pessoa conseguiria entender, sobre os transtornos de personalidade. Inicialmente não estava dando nada para o livro. Só comprei porque achei por 10 reais nunca dessas feirinhas da vida. Pois digo que valeu muito a leitura. Bem explicado com exemplos de cultura pop, leitura fluida, de fácil entendimento. Recomendo demais para quem tem curiosidade sobre o assunto.
Profile Image for Alana.
7 reviews
July 23, 2022
Título meramente chamativo, pois é o assunto com a menor quantidade de páginas no livro. Informação muito rasa, o que cria um grande mal entendimento sobre o tópico. A autora usa uma linguagem informal demais, e acaba desconsiderando e simplificando demais os 10 transtornos de personalidade que são descritos no livro. Não recomendaria. Um vídeo de 8 minutos no YouTube contém mais informação
Profile Image for Julia Emanuela.
1 review
December 9, 2019
Excelente para quem busca uma introdução sobre o assunto. A autora exemplifica muito bem os tipos de transtorno utilizando personagens e outras referências da cultura pop, o que faz com que seja muito mais fácil de assimilar as analogias que ela faz.
Profile Image for Ana Luiza.
4 reviews
February 11, 2022
Para uma pessoa leiga como eu achei bem didático e interessante, especialmente por começar a reparar certos traços e comportamentos nas pessoas em geral e em mim mesma, e abrir reflexão para várias coisas relacionadas ao psicológico.
Profile Image for Davi Guilherme.
56 reviews
January 14, 2023
Leitura simples e acessível. Possui certo rigor técnico (ainda que insuficiente). Creio que a obra poderia detalhar mais os transtornos apresentados, tirando um pouco o foco de exemplos e trazendo mais estudos científicos.
Profile Image for Mila  Singh.
11 reviews2 followers
February 27, 2024
O livro é interessante, acho que faz um bom apanhado superficial do tema, mas não sei se o título psicopatas é bem empregado. Se alguém puder, e quiser, me esclarecer algo mais, agradeçe pois não sei se os distúrbios tratados neste livro são de psicopatia.
Profile Image for Larissa Tabosa.
792 reviews
August 6, 2025
É inevitável ler e não comparar com o comportamento das pessoas que conhecemos. Por vezes "diagnostiquei" vários amigos e até a mim mesma.

Livro essencial para começar a entender os diversos tipos de Transtornos de Personalidade.
Profile Image for Luanda Pereira.
24 reviews6 followers
April 21, 2018
Achei este livro excelente e esclarecedor. Linguagem super acessível e serviu para mim como uma bela introdução sobre esse tema. Recomendo a qualquer interessado na área.
Profile Image for Heloisa Noberto .
30 reviews1 follower
September 26, 2020
Bom livro introdutório
Ajuda pessoas leigas a identificar padrões de comportamento suspeito em amigos e familiares proximos e como evitar grandes danos na convivência
Profile Image for Geórgia Santiago.
33 reviews
January 7, 2021
Bom livro, porém, aborda inúmeras patologias e transtornos psicológicos. Acho que pouco foca na psicopatia em si.
16 reviews
April 16, 2021
Leitura rápida e fácil sobre os psicopatas que convivem conosco no dia a dia.
Profile Image for Vittória Avelino.
12 reviews
January 25, 2022
Infelizmente impossibilitada, de uma vez por todas, de conversar com minhas amigas sobre seus relacionamentos.
Profile Image for Régis Araujo.
53 reviews
December 13, 2025
Terminei de ler Psicopatas do Cotidiano e achei um livro bem alinhado com o que ele promete. É leitura fácil, linguagem direta e exemplos que ajudam a conectar teoria com situações reais do dia a dia.

Ele não é um livro acadêmico e não tenta ser. Não aprofunda como um texto clínico, não discute pesquisas em detalhe e não entra pesado em critérios diagnósticos. E, justamente por isso, funciona bem como porta de entrada para quem está começando a estudar o tema.

Para muita gente, o valor está em ganhar vocabulário e organização mental. Você começa a reconhecer padrões de comportamento que antes pareciam apenas “confusos” ou “sem nome”. Manipulação, inversão de culpa, vitimismo como estratégia, charme usado como ferramenta, pressão emocional, falta de responsabilidade pelo dano causado.

Outro motivo para ler é o lado prático. O livro pode ajudar a construir um radar e, principalmente, a reforçar limites. Em vez de ficar preso na dúvida sobre “o que a pessoa é”, você aprende a olhar para “o que a pessoa faz” e para o efeito disso em você. Isso já muda bastante a forma de se proteger no trabalho, na família e em relações afetivas.

Mas aqui vai um alerta essencial. Esse tipo de leitura pode produzir um efeito colateral bem comum. Quando o conhecimento ainda está no começo, qualquer comportamento humano pode parecer “transtorno”. Depois de aprender o nome de um padrão, dá vontade de encaixar todo mundo nele.

Por isso, vale segurar a empolgação diagnóstica. Livro não substitui avaliação profissional e não transforma leitor em perito. O mais seguro é usar como ferramenta de observação, não como martelo para rotular pessoas.

Uma boa régua é olhar para o conjunto. Padrões repetidos ao longo do tempo, prejuízo consistente para os outros, ausência de responsabilidade, manipulação recorrente, falta de empatia quando isso não traz vantagem. Um episódio isolado, um dia ruim ou um conflito pontual não dizem quase nada.

Eu recomendaria o livro para quem quer começar e para quem busca autoproteção com linguagem acessível. Se a sua intenção é aprofundar, ele funciona melhor como primeiro degrau. Aí sim faz sentido complementar com leituras mais técnicas depois.
Profile Image for Jessyca Veloso.
44 reviews3 followers
September 21, 2020
Gostei muito do livro, embora seja ?didático?, me prendeu muito. Ele apresenta vários transtornos e achei que foi uma ótima introdução pra quem tem curiosidade de saber um pouco sobre eles ou pra começar a estudar sobre. Gostei muito.
Profile Image for Josie Conti.
62 reviews
January 25, 2019
Entrega o que se propõe de maneira agradável e didática. Gosto das referências pop que usou, mesmo que tenha usado um pouquinho demais.
Displaying 1 - 30 of 30 reviews

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