Como todo romântico influenciado fortemente por Lord Byron, a poesia de Azevedo contém traços marcantes de desejo, decepções, morbidez, tédio, melancolia e vício. Mesmo muito jovem, Álvares de Azevedo se cansou da vida e dos dramas que todo adolescente enfrenta, usando esse descontentamento e a angústia da alma como combustível para suas criações. A Lira dos vinte anos é uma de suas obras mais célebres e inclui alguns de seus poemas mais famosos: "Ideias íntimas","Spleen e charutos","Lembrança de morrer","É Ela! É Ela! É Ela! É Ela" e "Se eu morresse amanhã".
Alvares de Azevedo was a writer of the second brazilian romantic generation, also called Byronian generation. He spent his childhood in Rio de Janeiro where he began his studies. He came back to Sao Paulo to start on his Law School where he became known for his brilliant writings. He had the ability to learn languages easily and was recognized for his young and sentimental spirit. He couldn't finish his law school because of the tuberculosis he had, many times proclaimed as the disease of the century since many authors of this age died of it, although what actually came to kill him was the horse fall by his twenties.
"Junto do leito meus poetas dormem – o Dante, a Bíblia, Shakespeare e Byron" IDEIAS ÍNTIMAS: XI
- Álvares de Azevedo é o ápice do Romantismo Byroniano. O livro é um recorte de todos os estereótipos possíveis da Escola Literária, e sente-se uma relação muito profunda entre o eu-lírico e, em especial a morte. - Além disso, Azevedo faz diversas referências ao vinho (amargo, azedo, contaminado, desprovido de inocência), à assonância (repetição intensa de algumas vogais), e é bastante polido. Veja bem, polido - não é rígido. É bastante rítmico, mas não tem tantas rimas, por exemplo. É bastante sonoro, mas não há grande preocupação com métrica. - A anáfora também é um recurso muito usado. A repetição de palavras ou frases para causar sensações é constante. - Algumas observações gerais válidas são: O poeta não fala muito sobre a sociedade de forma crítica. O único tema recorrente, é a desvalorização financeira da figura do poeta (ex: poema "Minha Desgraça"); a musa de Azevedo parece ser a morte, como no poema "Amor" que abre com um quote de Victor Hugo que reflete isso. As "amantes" do eu-lírico parecem estar mortas - ou a beira de estarem; quando ele fala de coisas "puras", "virginais", elas parecem sempre estar fora de seu alcance. Ou seja, o eu-lírico parece não se achar digo do que é "bom" e "belo"; a figura de Deus tem um papel inusitado na poética deste livro. Na montagem da edição que li, ele começa duvidando de Deus, questionando sua existência e afastando-se dele. Mais para o final - mais perto da morte, que seja - ele parece se apegar mais à tal figura; por fim, a noite é um tema recorrente. O céu da noite, a brisa da noite, a ternura da noite... - Apesar de suas brechas para análise, a coletânea é bastante repetitiva; os temas se repetem, e raramente variam. Coração Partido. Morte. Se você tiver paciência de ler as palavras "seio", "virginal", "noite", "vinho", "morte", "peito" e diversas outras fontes de repetição pelo menos umas cem vezes consecutivas, e gostar de um livro triste, Lira dos Vinte Anos é o livro para você.
O bom de ler literatura brasileira Clássica(TM) é que eu quase sempre sei o que vou encontrar. Em Lira dos Vinte Anos isso é poemas triste, corpos femininos idealizados e alcoolismo. Eu não esperava as reflexões sobre dinheiro e religião, mas acontece.
Poeta consagrado da segunda geração do Romantismo, Álvares não chegou a ver a publicação de sua obra – prima. Lira dos vinte anos reúne vários poemas deste autor, que não chegou a completar 21 anos de vida. Sempre citando Byron, Goethe, Alighieri, Victor Hugo e Shakespeare, os poemas foram divididos em três partes: Na primeira parte (Ariel) o autor apresenta seus primeiros poemas, Revela – se um conjunto de contradições, o que faz parte do ultrarromantismo. Além de falar sobre o próprio ato de fazer poesia e o medo de amar. SONHANDO
Na praia deserta que a lua branqueia, Que mimo! que rosa! que filha de Deus! Tão pálida... ao vê-la meu ser devaneia, Sufoco nos lábios os hálitos meus! Não corras na areia, Não corras assim! Donzela, onde vais? Tem pena de mim!
A praia é tão longa! e a onda bravia As roupas de gaza te molha de escuma... De noite, aos serenos, a areia é tão fria... Tão úmido o vento que os ares perfuma! És tão doentia... Não corras assim... Donzela, onde vais? Tem pena de mim!
A brisa teus negros cabelos soltou, O orvalho da face te esfria o suor, Teus seios palpitam — a brisa os roçou, Beijou-os, suspira, desmaia de amor! Teu pé tropeçou... Não corras assim... Donzela, onde vais? Tem pena de mim!
E o pálido mimo da minha paixão Num longo soluço tremeu e parou, Sentou-se na praia, sozinha no chão, A mão regelada no colo pousou! Que tens, coração Que tremes assim? Cansaste, donzela? Tem pena de mim!
Deitou-se na areia que a vaga molhou. Imóvel e branca na praia dormia; Mas nem os seus olhos o sono fechou E nem o seu colo de neve tremia... O seio gelou?... Não durmas assim! O pálida fria, Tem pena de mim!
Dormia: — na fronte que níveo suar... Que mão regelada no lânguido peito... Não era mais alvo seu leito do mar, Não era mais frio seu gélido leito! Nem um ressonar... Não durmas assim... O pálida fria, Tem pena de mim!
Aqui no meu peito vem antes sonhar Nos longos suspiros do meu coração: Eu quero em meus lábios teu seio aquentar, Teu colo, essas faces, e a gélida mão... Não durmas no mar! Não durmas assim. Estátua sem vida, Tem pena de mim!
E a vaga crescia seu corpo banhando, As cândidas formas movendo de leve! E eu vi-a suave nas águas boiando Com soltos cabelos nas roupas de neve! Nas vagas sonhando Não durmas assim... Donzela, onde vais? Tem pena de mim!
E a imagem da virgem nas águas do mar Brilhava tão branca no límpido véu... Nem mais transparente luzia o luar No ambiente sem nuvens da noite do céu! Nas águas do mar Não durmas assim... Não morras, donzela, Espera por mim!
Na segunda parte (Caliban), ele deixa o lamento e passa para a ironia
Um cadáver de poeta
IV Ia caindo o sol. Bem reclinado No vagaroso coche madornando, Depois de bem jantar fazendo a sesta, Roncava um nédio, um barrigudo frade: Bochechas e nariz, em cima uns óculos, Vermelho solidéu... enfim um bispo, E um bispo, senhor Deus! da idade média, Em que os bispos - como hoje e mais ainda - Sob o peso da cruz bem rubicundos, Dormindo bem, e a regalar bebendo, Sabiam engordar na sinecura; Papudos santarrões, depois da Missa Lançando ao povo a bênção - por dinheiro!
O cocheiro ia bêbado por certo; Os cavalos tocou p'lo bom caminho Mesmo em cima das pernas do cadáver. Refugou a parelha, mas o sota - Que ao sol da glória episcopal enchia De orgulho e de insolência o couro inerte, Cuspindo o poviléu, como um fidalgo - Que em falta de miolo tinha vinho Na cabeça devassa, deu de esporas: Como passara sobre a vil carniça Reléu de corvos negros - foi por cima... Mas desgraça! maldito aquele morto! Desgraça!... não porque pisasse o coche Aqueles magros ossos, mas a roda Na humana resistência deu estalo... E acorda o fradalhão...
“O que sucede? - Pergunta bocejando: - É algum bêbado? Em que bicho pisaram?”
“Senhor bispo” Diz o servo da Igreja, o bom cocheiro Ao vigário de Cristo, ao santo Apóstolo Isto é - dessa fidalga raça nova Que não anda de pé como S. Pedro, Nem estafa os corcéis de S. Francisco: “Perdoe Vossa Excelência Eminentíssima; É um pobre-diabo de poeta, Um homem sem miolo e sem barriga Que lembrou‑se de vir morrer na estrada!”
A terceira parte(Ariel), assim como a primeira, é recheada de amor platônico e melancolia.
ADEUS, MEUS SONHOS!
Adeus, meus sonhos, eu pranteio e morro! Não levo da existência uma saudade! E tanta vida que meu peito enchia Morreu na minha triste mocidade!
Misérrimo! votei meus pobres dias À sina doida de um amor sem fruto... E minh’alma na treva agora dorme Como um olhar que a morte envolve em luto.
Que me resta, meu Deus?!... morra comigo A estrela de meus cândidos amores, Já que não levo no meu peito morto Um punhado sequer de murchas flores!
Em homenagem ao jovem poeta, foi lido, durante seu funeral, um de seus poemas:
SE EU MORRESSE AMANHÃ!
Se eu morresse amanhã, viria ao menos Fechar os olhos minha triste irmã; Minha mãe de saudades morreria Se eu morresse amanhã!
Quanta glória pressinto em meu futuro! Que aurora de porvir e que manhã! Eu perdera chorando essas coroas Se eu morresse amanhã!
Que sol! que céu azul! que doce n’alva Acorda a natureza mais louçã! Não me batera tanto amor no peito, Se eu morresse amanhã!
Mas essa dor da vida que devora A ânsia de glória, o dolorido afã... A dor no peito emudecera ao menos, Se eu morresse amanhã!
Esta foi outra releitura que fiz recentemente e era um livro que tinha certa cautela para pegar: li pela primeira vez extamente dez anos atrás, e toda pessoa que costuma reler sabe que às vezes, a gente acaba deixando de gostar de algumas coisas. Mas meu amor pela segunda geração do romantismo brasileiro está vivíssimo! Lira dos vinte anos reúne poemas de Álvares de Azevedo reunidos após a morte precoce do autor, e é dividida em três partes que destacan sonhos juvenis e amores puros; um profundo pessimismo com a vida; e um entendimento mais bem-humorado dos anseios e desejos da juventude. É um bom representante da escola literária em que se insere, contendo todos os seus elementos: o amor por uma mulher inatingível; a busca pela solidão e pelo contato com a natureza; a falta de esperança em relação à vida; o culto à morte e a coisas macabras. Ainda se destacam a admiração por outros escritores do gênero, pois frequentemente o autor cita, seja em forma de epígrafe ou no texto de seus próprios poemas, diversos escritos românticos estrangeiros. Entre eles estão Goethe, Gautier, Byron e Victor Hugo. Relendo, consegui identificar bem o que me fascinava tanto nesses poemas durante a adolescência. Embora eu reconheça que muitos dos poemas se repetem, evocando imagens e pensamentos parecidos, ainda gostei da maior parte da leitura. Apenas a segunda parte não me envolveu tanto como eu esperava, mas tanto a primeira como a terceira me agradaram mais ou menos da mesma forma que eu me lembrava tempos atrás. Não é uma leitura para todo mundo: poesia, e ainda mais de um movimento tão especifico, não costuma agradar a todos. Pra mim, foi um ótimo retorno a um antigo favorito.
tinha um certo preconceito com álvares quando mais nova, pois achava a dor de cotovelo amorosa da segunda geração do romantismo uma bobagem sem fim. dei uma oportunidade ao poeta e consegui entender o lado dele, apesar de ficar entediada em algumas partes. agora já sou crescida, aprendi sobre a importância de criar laços com a languidez, de abraçar o niilismo. em uma das anotações que deixei no livro, escrevi: "álvares disseca tudo sobre o amor e as sensações da vida. para os poetas, o simples esconde os mistérios do infinito, visível apenas aos olhos dos mais sensíveis". gosto da perspectiva melancólica da paixão, mas fiquei mais presa às composições sobre a adoração da morte ou que possuem trechos descritivos sobre espaço que são prazerosos de ler. antes zombava um bocado dele por ser um iludido sem rumo, agora compreendo sua posição de poeta (e fumante). quando lia poemas que falavam sobre desfalecer ou andar à cavalo, só pensava: "pobre coitado, versificou o teu destino".
Tendo a acreditar que a leitura é para entretenimento e diversão. Quando um livro toca seu coração, ele simplesmente toca e só! Mais ainda quando é poesia. Poderia passar horas comparando os versos de Azevedo aos grandes e reconhecidos poetas do mundo e explicar o quão impressionante foi fazer o que fez tão jovem, com a escassa educação no século XIX, mas não adiantaria. Ou você tem sensibilidade a poesia, ou este será apenas mais um livro obrigatório de ensino médio. A poesia de Álvares de Azevedo é talvez um dos exemplos mais puros do romantismo mal do século que temos por aí. Quando lemos Byron da Inglaterra, Musset da França, ou Pushkin da Rússia percebemos que nosso jovem poeta não fica para trás desses que tiveram mais tempo para aperfeiçoar suas técnicas. Lindo e tocante, como a poesia deve ser.
Não tem amores por poemas desde que saí do ensino fundamental há zilhões de anos atrás. Eu comprei esse livro e fui lei pra diminuir os livros da estante e que surpresa de leitura. Lira dos Vinte anos é uma coleção de poemas do autor Alvares de Azevedo, um nome na segunda fase do romantismo no Brasil. Os poemas dele são românticos, depressivos, profundos, sentimentais dolorosos, cheio de amores não correspondidos. O que me fez até pensar que esse aqui era um pobre autor que tinha sofrido muito (isso parou no momento em que fui procurar saber mais do autor, coisa que quase nunca faço, e descobri a real sobre ele...). Eu super recomendo, não apenas pra entender melhor essa fase do romantismo no Brasil, essa melancolia, mas também porque os poemas são incríveis e pensar que eles foram escritos por um jovem de menos de 20 anos é algo mais incrível ainda. Talento esplendoroso.
Depois de ler 'Notas sobre ela', do Zack Magiezi, resolvi ler mais livros de poesia. Então pesquisei na biblioteca da faculdade alguns para ler e encontrei Lira dos Vinte Anos.
Confesso que fiquei decepcionada, mas é por minha própria culpa. A poesia que esperava encontrar era uma parecida com a de Zack, mas não contava com o abismo da diferença entre os dois livros.
As poesias românticas são, obviamente, completamente diferentes da contemporânea. É até engraçado pensar na minha decepção com o livro hahahaha.
Mas enfim, pelo menos descobri que nem meu amor nem meu desgosto por poesia é geral. Não são todas as histórias em prosa que nos apetecem, não é mesmo? Com a poesia não seria diferente.
O ultrarromantismo ficou conhecido como a "geração mal do século", pois muitos jovens daquela época morriam precocemente, principalmente devido à tuberculose, a chamada "doença do século". Álvares de Azevedo, por exemplo, acreditava que também morreria de tuberculose, como seus amigos. Ele viu muitos deles partirem e escreveu uma poesia que preparava sua própria despedida. Sua genialidade poderia ter sido ainda maior se tivesse tido mais tempo para concluir suas obras. "Lira dos Vinte Anos" é sua melhor obra, já que as demais não tiveram tempo de ser finalizadas. Sua poesia é inspirada em Baudelaire, e no movimento frenético, representando uma literatura universal. Azevedo traz o gótico brasileiro, com a morte como tema recorrente, o que reflete o espírito da "geração mal do século".
Tem ótimos poemas aí! Mas a lírica romântica não me pega muito. Uma coisinha: há pelo menos um poema de Álvares de Azevedo que o aproxima da 3 geração romântica e, portanto, de Castro Alves, o poema chama-se "Pedro Ivo". Além disso, é bem interessante pensar que ele estava escrevendo isso em uma São Paulo de 1850 que tinha apenas 25 mil habitantes. Enquanto os principais nomes do romantismo brasileiro da 1 geração (José deAlencar) e da 3 geração (Castro Alves) escreviam, respectivamente, do Rio de Janeiro e de Salvador, já grandes cidades, inclusive capitais, a então atual e a primeira capital do país.
Amei conhecer mais do romantismo brasileiro. Àlvares de Azevedo é um clássico da 2a geração romântica no que tange seu ultrarromantismo. Não tem muito o que descrever aqui. As suas poesias começam um tanto felizes, mas sabemos como isso dá um giro um pouco antes da metade do livro, certo? O final, talvez já um pouco assentido pela morte, o eu-lírico se torna a descrever a morte e o estado das coisas, não mais questionando. Alguns temas são recorrentes, como a morte do trovador, repetidas vezes, suas referências à natureza (talvez refletida pela 1a geração) e seus versos cada vez mais longos e bem elaborados.
Eu senti que na prosa dele havia uma tentativa de dialogar com o que ele gostava de ler (basicamente fanfic), e acho que acontece o mesmo aqui. Ele tinha muito talento, e por mais que não tenham sido os versos que mais me moveram na vida, valem a pena sim de ser lidos. Porém eu fico imaginando uma realidade, em que ele não morreu e pôde amadurecer a sua escrita…
Meu autor favorito da segunda geração romântica, o qual apesar de algumas problemáticas, possui uma melancolia tão pungente que o torna difícil de ignorar entre tantos outros magníficos autores brasileiros. Sua vida foi curta, mas deixou para trás obras que chegam no limite entre o sofrimento e o inaceitável (aqui seria mais sobre noite na taverna, que aborda necrofilia, por exemplo).
Li esse livro em 1999, com q1 anos (anotei isso no livro). Era do meu pai. Ainda tenho comigo. Ali entendi que a vida era muito melhor contada em poesia. Não importa se foi algo bom ou não, se virar poesia, sempre vai ter sua beleza.
Alguns poemas super românticos, alguns com um toque de nacionalismo, outros com toque irônico e mordaz próprios do autor. Eu já tinha lido alguns poemas isolados, mas é a primeira vez que leio o livro completo. Muito bom.
Em particular, gosto muito dos poemas do Álvares de Azevedo e da corrente romântica no Brasil. Spleen e Charutos é um dos grandes poemas dessa coleção.
Talvez eu não compreenda Álvares de Azevedo, mas meu deus esse livro é muito dramático, melancólico e chato. E olha que eu gosto da segunda geração romântica.
Não importa o século, todo jovem poeta é entediado e debochado.
Lira dos Vinte Anos apresenta Álvares de Azevedo como um típico representante geracional, seus poemas variam entre o tédio, a desvalorização, o medo da morte e a ironia. Há várias menções sexuais e a outras paixões, mas nada muito explícito.
Seus versos são em sua maioria flexíveis, com ênfase ao rítmo, mas não necessariamente à rima e métrica. Pode parecer um pouco oscilante para os leitores mais acostumados a rigidez de poetas clássicos ou a total flexibidade dos modernos.
Amo esta compilação, que reúne a nata da obra de Alvares de Azevedo. Humor, paixão e muito engenho criativo se entrelaçam em um dos mais expressivos autores românticos do Brasil.
Fantástico! De um modo que só Álvares de Azevedo pode escrever, mostra o clímax do ultrarromantismo brasileiro, o spleen. Contendo poemas como "Lembrança de Morrer" e outros marcantes.
amo poesia amo literatura brasileira amo tudo sobre amor, vida, morte e etc virou meu livro de praia (passo mal que esse livro tava guardado aqui em casa há décadas e eu só fui me interessar agora)