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Poesia Errante Derrames líricos

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Derrames líricos (e outros nem tanto, ou nada)

Hardcover

First published January 1, 1988

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Carlos Drummond de Andrade

244 books477 followers
Carlos Drummond de Andrade foi um poeta, contista e cronista brasileiro. Formou-se em Farmácia, em 1925; no mesmo ano, fundava, com Emílio Moura e outros escritores mineiros, o periódico modernista "A Revista". Em 1934 mudou-se para o Rio de Janeiro, onde assumiu o cargo de chefe de gabinete de Gustavo Capanema, Ministro da Educação e Saúde, que ocuparia até 1945. Durante esse período, colaborou, como jornalista literário, para vários periódicos, principalmente o Correio da Manhã. Nos anos de 1950, passaria a dedicar-se cada vez mais integralmente à produção literária, publicando poesia, contos, crônicas, literatura infantil e traduções. Entre suas principais obras poéticas estão os livros Alguma Poesia (1930), Sentimento do Mundo (1940), A Rosa do Povo (1945), Claro Enigma (1951), Poemas (1959), Lição de Coisas (1962), Boitempo (1968), Corpo (1984), além dos póstumos Poesia Errante (1988), Poesia e Prosa (1992) e Farewell (1996). Drummond produziu uma das obras mais significativas da poesia brasileira do século XX. Forte criador de imagens, sua obra tematiza a vida e os acontecimentos do mundo a partir dos problemas pessoais, em versos que ora focalizam o indivíduo, a terra natal, a família e os amigos, ora os embates sociais, o questionamento da existência, e a própria poesia.

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Profile Image for laura.
80 reviews
May 12, 2023
Visão
“Vi em ti o poeta.
Abraçando-te, abracei imaterialmente o poeta.
Nunca nenhum outro me deu
a sensação de poesia transparente.
Não vi em ti o homem efêmero
sujeito aos safanões da vida.
Vi em ti o verso
— puro, luminoso, cristalino —
independente de ti, superior a ti,
acasalando no ar as suas células rítmicas.”

Amor — eu digo
“Amor — eu digo. E Lyo responde — Amor.
Mas às vezes nem isto. O duplo olhar, em silêncio, repete com fervor
toda a declinação do verbo amar.”

Versos para a amiga
“De natais antigos e futuros
farei um ramo
com a fidelidade do tempo
o vôo de um passarinho
e a resina dos sonhos dormidos
num travesseiro de criança.

E aceso, Lyo, como a esperança.”
Profile Image for Felipe Costa.
163 reviews4 followers
November 9, 2021
Não contém as poesias que mais gostei de C. D. A, mas ainda assim tem muita coisa boa
Displaying 1 - 3 of 3 reviews

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