Jump to ratings and reviews
Rate this book

The Simple Beauty of the Unexpected: A Natural Philosopher’s Quest for Trout and the Meaning of Everything

Rate this book
Marcelo Gleiser has had a passion for science and fishing since he was a boy growing up on the beaches of Rio de Janeiro. Now a world-famous theoretical physicist with hundreds of scientific articles and several books of popular science to his credit, he felt it was time to connect with nature in less theoretical ways. After seeing a fly-fishing class on the Dartmouth College green, he decided to learn to fly-fish, a hobby, he says, that teaches humility. In The Simple Beauty of the Unexpected, Gleiser travels the world to scientific conferences, fishing wherever he goes. At each stop, he ponders how in the myriad ways physics informs the act of fishing; how, in its turn, fishing serves as a lens into nature’s inner workings; and how science engages with questions of meaning and spirituality, inspiring a sense of mystery and awe of the not yet known. Personal and engaging, The Simple Beauty of the Unexpected is a scientist’s tribute to nature, an affirmation of humanity’s deep connection with and debt to Earth, and an exploration of the meaning of existence, from atom to trout to cosmos.

192 pages, Hardcover

First published June 7, 2016

32 people are currently reading
554 people want to read

About the author

Marcelo Gleiser

39 books141 followers

Ratings & Reviews

What do you think?
Rate this book

Friends & Following

Create a free account to discover what your friends think of this book!

Community Reviews

5 stars
64 (36%)
4 stars
69 (39%)
3 stars
32 (18%)
2 stars
7 (4%)
1 star
2 (1%)
Displaying 1 - 24 of 24 reviews
Profile Image for Ludson Ázara.
26 reviews1 follower
Read
November 19, 2020
O livro traz uma autobiografia que começa quando um garoto consegue pescar um belo peixe grande na praia de Copacabana, passando posteriormente pelas transformações deste em um cientista admirador do mundo natural e, a partir de determinado momento ao se reconectar com aquele garoto em Copacabana, adorador da pesca fly. Ao longo de todo esse processo, Marcelo passa a entender como podemos admirar a simples beleza do inesperado do mundo natural e de atividades diversas, como a prática da pesca fly. Abrir os olhos para compreender como o mundo natural é rico é abrir os olhos para perceber que vivemos num mundo incrível cheio de oportunidades e de possibilidades de criação de sentidos para a vida.
Marcelo narra parte de sua trajetória atrelada ao seu hobby e como esse momento de sua vida foi importante e transcendental, culminando nos relatos aqui descritos neste livro. Em meio a viagens por cidades no mundo e no Brasil, o físico teórico pensou sobre multiverso, partículas subatômicas, ilha do conhecimento e a incompletude do saber, teoria das cordas e as noves dimensões, a busca por uma teoria unificadora na física, a essencialidade da ciência de estar sempre em busca de novas perguntas geradas por respostas anteriormente encontradas, a difícil conciliação da física clássica e mecânica quântica (enquanto a primeira é regida pelo determinismo causal, a segunda é regida pela probabilidade e incerteza), o efeito que a maior instrumentação traz para o avanço do campo potencial de novas perguntas, a impossibilidade de um catálogo que inclua todo o conhecimento, pois seria necessário um outro catálogo para incluir o primeiro e assim por diante, o limite da possibilidade de observar apenas o nosso horizonte cósmico, Copérnico e todo os clássicos cientistas que propuseram mudanças significativas nos últimos séculos, Simon de Laplace e sua resposta “não preciso dessa hipótese” a Napoleão quando este perguntou onde estava Deus em seu livro, metáforas sobre o amor e a pesca fly: querer ter alguém/peixe por perto e, ao mesmo tempo, dar espaço para que a pessoa seja ela mesma/para que o peixe canse e possa ser pego, o surgimento do universo, da terra e da vida, e por fim, sobre a predação ambiental humana desenfreável que se estende até mesmo na simbólica e elegante pesca fly, além de muitas outras questões que estão no âmago da nossa sociedade e existência.
Sempre gostei muito desse tipo de livro que nos leva a abandonar a nossa pequenez por alguns instantes e a viajar pelos mistérios mais profundos do universo e do mundo quântico. São momentos de contemplação que trazem sensações e sentimentos únicos, como se fôssemos transportados para outra percepção da realidade. Estava sentido falta disso, que bom que retornei...
Profile Image for Kest Schwartzman.
Author 1 book12 followers
August 15, 2016
I've gotta stop signing up for these "free in exchange for an honest review" things.

I've really gotta.

I'm sure the author is a very smart man, and a fabulous conversationalist. Sadly, reading this book is no more (no less, either) interesting than listening to a physics undergrad who has just tried the best weed of his life.
Profile Image for João Gross.
27 reviews2 followers
July 5, 2019
Um livro bastante diverso, com assuntos que vão desde a religião, até a contemplação da natureza, sustentabilidade, alimentação saudável, impactos ambientes, o universo e sua imensidão, até a obtenção de conhecimento e estratégias de pesquisa.

A pesca fly, uma modalidade de pesca, é utilizada como analogia para defender argumentos sobre comportamentos ou pré-concepções que temos sobre vários temas. Com esta analogia, Marcelo Gleiser consegue exemplificar como certezas sem provas geram conclusões fracas e questionáveis, assim como na pesca não se há certeza de que determinada região de água possui peixes até que um deles seja fisgado (a prova).

O autor também fala sobre o inesperado, e todo o processo que envolve a descoberta e o trajeto até que conclusões sejam obtidas. Em sua visão é o processo e o desconhecido que trazem sentido à vida. A descoberta é um processo emocionante e belo, que estimula o ser a se tornar melhor e explorar o universo e o conhecimento existentes em busca de ainda mais conhecimento. É um processo infinito e ao mesmo tempo gratificante, pois todo novo conjunto de descobertas e conhecimentos levanta à tona todo um conjunto de novos desconhecimentos, igualmente estimulantes.

Sobre religião, é muito interessante o que se fala acerca da mentalidade dos crentes (que creem em alguma divindade ou crença) e dos descrentes, ou ateus. A crença na existência de uma divindade, para um cientista, é uma incoerência tamanha, visto que o cientista busca fatos e provas para construir sua linha de raciocínio e conclusões. Logo, crer em algo apenas motivado pela fé, é incompatível com o perfil de um pesquisador legítimo. Ao mesmo tempo, não crer em nada e afirmar com certeza que não há divindades, é igualmente contestável. Um pesquisador não pode afirmar que algo não existe simplesmente por não haver provas de que algo existe. Assim, um ateu crê que não há divindades no mundo, uma crença igualmente sem sentido, visto a falta de provas para seu posicionamento. Por outro lado, o agnosticismo é a posição cética daquele que tende a não crer em nada, mas está aberto a quaisquer provas que mostrem a existência divida, para então ser, este também, um crente.

Deixo uma pequena crítica às descrições das excursões de pesca escritas no livro. Embora sejam utilizadas como link para ligar e introduzir novos temas, muitas das descrições de pescaria são extensas e focadas muito em pesca especificamente. Nada que prejudique a dinâmica do livro ou os conteúdos apresentados, porém toma tempo do leitor, ávido por mais analogias e discussões filosóficas.
Profile Image for Carla Parreira .
2,109 reviews4 followers
Read
May 10, 2025
Trechos sublinhados: "...'A Natureza ama se esconder', escreveu o filósofo grego Heráclito, cerca de 25 séculos atrás.1 Vemos pouco do que ocorre à nossa volta. Para ampliar nossa visão tanto em direção ao mundo do muito pequeno — das bactérias, dos átomos, das partículas elementares da matéria — quanto ao mundo do muito grande — das estrelas, das galáxias, do Universo como um todo —, usamos a ciência e seus 'amplificadores da realidade', os telescópios, os microscópios e outros inúmeros instrumentos de sondagem e detecção, a linha e o anzol dos cientistas... Como com todas as coisas que importam na vida, tudo começa no coração. Se a vara é movida pelas mãos, as mãos são movidas por algo intangível, que podemos chamar de espírito. É verdade que a técnica melhora com a prática, com a disciplina do treino. Mas esse tipo de pesca não é só prática, não é só ir atrás de peixes; é também uma forma de meditação, de transcendência. A meu ver, mais importante do que pegar um peixe é tentar atingir um estado de graça, de união com o rio, com o peixe, com a Natureza... Como sabe todo pescador que tenta repetir seu sucesso, na pesca não existem leis. O que funciona um dia pode não funcionar no outro; o que funciona uma hora pode não funcionar na próxima. A isca que usei é feita de um plástico bem leve e tende a flutuar na água, dando pequenos pulos quando recolhemos a linha. Os peixes são atraídos pelo movimento e atacam a isca agressivamente, muitas vezes pulando fora d’água para abocanhá-la ainda no ar. Gosto de comparar esse elemento-surpresa que encontramos na pesca com a pesquisa científica. As leis naturais descrevem o comportamento dos fenômenos que somos capazes de observar... Queremos o novo, o surpreendente. Que novas estruturas materiais podem existir no Universo? Até que ponto podemos entender a natureza da realidade? Que peixes fabulosos escondem-se atrás daquela pedra? Na pesca e na pesquisa, nossa curiosidade é limitada pela nossa miopia: queremos ver mais do que podemos, como dizia o francês Bernard le Bovier de Fontenelle... Cada vez que uma pessoa arrogante fere alguém, sua essência fica um pouco mais corrompida, sua visão, mais cega. Como dizia meu avô, 'usar um chapéu maior do que sua cabeça cobre os olhos'... À medida que aprendemos mais sobre o mundo, a ilha cresce. Como toda boa ilha, essa também é cercada por um oceano, no caso, o oceano do desconhecido. Entretanto — e aqui vem a surpresa —, quando a ilha cresce, cresce também o perímetro que a separa do desconhecido. Com isso, ao aprendermos mais sobre o mundo, acabamos por criar mais ignorância; as novas perguntas que podemos fazer que, antes, não podiam ser antecipadas. Ou seja, o conhecimento gera novos desconhecimentos... Qualquer sistema de conhecimento pode e deve falhar. Essa falha é necessária para o avanço do conhecimento, para que a Ilha cresça. A falha alimenta a mudança, a transformação. Ademais, por que querer que a razão invada todos os cantos da nossa existência? Alguns mistérios podem ser resolvidos pela razão, outros, não. Melhor assim... A meu ver, esta é a forma mais pura de espiritualidade, a profunda emoção que sentimos ao vivenciar nossa conexão com o resto do Universo. Da Natureza viemos, na Natureza existimos, para a Natureza retornamos. Talvez esse possa ser meu epitáfio... A realidade quântica que ajudaram a revelar é profundamente alheia à nossa: elétrons podem pular descontinuamente de uma órbita atômica para outra, comportando-se mais como crianças subindo e descendo escadas do que num escorrega. Segundo a física clássica, a atração elétrica entre os elétrons em órbita e os prótons que residem no núcleo atômico deveria tornar o átomo instável: os átomos não deveriam existir... Mesmo aceitando essa nova postura mais humilde da teoria de supercordas, em que esses universos possíveis formam um multiverso, temos um problema sério: não podemos obter informação sobre esses outros universos, caso existam. O multiverso não é uma entidade física diretamente verificável. Por que isso? Tudo que podemos medir sobre o Universo está dentro de uma bolha de informação: como peixes num aquário, não podemos saber o que está do lado de fora. Mesmo que essa bolha de informação seja absolutamente enorme, com um raio de 46 bilhões de anos-luz, ainda assim é finita... Reconhecer nossos limites e aprender com eles não é, de modo algum, o mesmo que desistir da busca... Nenhuma medida pode provar que o Universo é infinito com absoluta certeza, da mesma forma que sabemos que a Terra é uma esfera (oblata). Podemos acreditar no infinito, dado o que sabemos; mas não mais do que isso... O fato de que nosso conhecimento do mundo é necessariamente incompleto não deveria ser visto como uma fraqueza da nossa capacidade racional. Pelo contrário, vejo isso como uma liberação: a incompletude do saber nos permite explorar o oceano do desconhecido sem a pressão de termos que achar algum tipo de 'verdade final'. Cada descoberta que fazemos abre a porta para novas perguntas... Será que é possível aceitar o mistério e, ao mesmo tempo, buscar por explicações racionais do mundo natural? É possível, e mais fácil do que parece. Explorar ambos os caminhos, nos inspirando pelo mistério enquanto a razão ilumina o que está pela frente, dá sentido à nossa busca, às nossas vidas... O Universo é racional, mas sendo uma 'estrutura magnífica que podemos compreender apenas imperfeitamente', nosso pensamento não pode abrangê-lo em sua totalidade. O desconhecido e o incognoscível coexistem... Não vejo razão para acreditar em Deus ou na existência da alma. Por outro lado, não posso negar absolutamente a possibilidade de que existam. A porta tem que ficar entreaberta... Foi essa descoberta que mudou o meu rumo: o sentido da vida é viver em busca de sentido. É no ato da busca, na experiência do novo e do inesperado, que damos sentido à nossa existência... O que gostaria de frisar aqui é que ateus e agnósticos não são antiespirituais. Esse é um ponto essencial em nossa discussão e, também, na percepção pública do não crente, que, em geral, não é muito positiva... O oposto do amor não é o ódio; é o esquecimento, a indiferença dos outros... Saber induzir uma emoção e sentir aquela emoção são duas coisas muito diferentes. O mistério permanece: como eu sinto o amor, como você sente o amor, cada experiência única e não quantificável, expressão da nossa individualidade (cada um ama de um jeito) e da nossa identidade coletiva como espécie (todo ser humano é capaz de amar)... Na pesca e nas relações, a sedução é um jogo de dar e receber, não uma imposição. O outro é outro, com seus próprios sentimentos e modo de amar. Quem não vê o outro não sabe amar... Não se devem encarar limites como barreiras insuperáveis, mas motivações, o combustível que nos impulsiona adiante... A vida das estrelas é um cabo de guerra entre a atração gravitacional, que tenta causar sua implosão, e a energia explosiva liberada pela fusão de elementos químicos em seu interior. As duas forças se contrabalançam por milhões, ou mesmo bilhões de anos. Nosso Sol, por exemplo, tem sua vida estimada em 10 bilhões de anos. Está com 5 bilhões. Eventualmente, o interior da estrela não tem mais nada para fundir e balancear a gravidade, então ela implode até ricochetear furiosamente, espalhando sua matéria pelo espaço... Somos realmente feitos de poeira das estrelas, os restos animados de estrelas mortas, pequenas amostras de matéria pensante. Quando vislumbramos os céus, olhamos para nossa própria origem. Talvez seja essa a razão do nosso fascínio com o cosmo, estabelecer uma conexão com as nossas raízes ancestrais, perdidas nas sombras de um passado distante. E há quem diga que não existe poesia em ciência... Em menos de 1 bilhão de anos, o sistema solar se formou, a Terra sendo o terceiro planeta a partir do Sol, após Mercúrio e Vênus. O que ocorreu aqui ocorre em todo o Universo. A morte de uma estrela causa o nascimento de outras, a Natureza em fluxo constante. A energia flui e a matéria dança, assumindo formas, ora criando padrões, ora destruindo-os... As espécies mais bem-sucedidas no jogo da vida são aquelas que usam os recursos que têm da melhor forma possível, de modo a maximizar as chances de sobrevivência da sua prole. A espécie humana não é uma exceção. Capturamos a fração da realidade mais benéfica para a nossa sobrevivência, dada nossa história evolucionária e o planeta em que vivemos... A Natureza inspira nossa criatividade e nos faz humildes. Na nossa busca por sentido, seja através da ciência ou pescando rio adentro, ou correndo uma trilha numa montanha longínqua, aprendemos que percebemos muito pouco da totalidade das coisas, não mais do que uma mera sombra do que existe além. Somos o peixe preso num aquário de frente ao mar. O conhecido, o desconhecido, o incognoscível formam um todo indissolúvel, do qual pouco sabemos, mas ao qual estamos todos conectados... A vida é um experimento contínuo, em que as espécies tentam sobreviver da melhor forma possível de acordo com a lei da seleção natural. A vida não tem um plano ou um objetivo final... Supondo que ETs inteligentes existam em nossa galáxia, muitas possibilidades foram propostas ao longo dos anos para responder ao Paradoxo de Fermi, das quais cito algumas. Os ETs podem ter se autodestruído num confronto termonuclear, uma ameaça constante para nossa civilização; podem ter se desenvolvido a tal ponto que a colonização de outros mundos é um projeto desnecessário; podem ter visitado no passado e detestado tanto o que viram que foram embora sem deixar pistas; podem estar aqui, invisíveis, ou estar nos observando de longe, usando uma tecnologia que os torne indetectáveis pelos nossos instrumentos; podemos ser produtos de seus experimentos genéticos; podemos ser personagens em seu videogame; os ETs podem não ter qualquer interesse em nos visitar, sabendo bem que é melhor ficarem quietos em seu mundo, evitando assim uma invasão por uma espécie predadora etc. Ou, talvez, estejam tão longe — milhares de anos-luz — que não faz sentido viajar até aqui. Resolveram que é mais inteligente limitar suas explorações a regiões vizinhas, dentro, digamos, de um raio de cem anos-luz de sua estrela. Nesse caso, os ETs podem existir e não saberíamos. Mesmo que a palavra 'nunca' deva ser usada com cautela em ciência, ETs inteligentes podem existir em algum canto da galáxia e nunca saberemos deles. Se não nunca, ao menos por muito tempo. A probabilidade é relativamente alta de que exista vida em outros mundos... Mitos que consideram o cosmo como sendo eterno tomam o tempo como uma medida local das transformações que afetam pessoas ou o mundo. Não existe um evento que marca a criação de 'tudo', ou um tempo cósmico que descreve como o Universo como um todo evolui... Críticos do vegetarianismo argumentam que a Natureza é cruel, que o homem, no ápice da cadeia alimentar, tem o direito de fazer o que quer com as outras espécies. Predadores comem carne, afirmam; a lei da selva e dos mares é a lei do mais forte, a lei do sangue. É verdade, não existe um escrúpulo moral no leão que come a gazela, na raposa que mata o coelho, ou no tubarão-branco que engole a foca. Mas não somos leões, raposas ou tubarões. Ao contrário deles, não precisamos mais matar outros animais para sobreviver..."
90 reviews
October 17, 2024
O autor abre o coração, fala de si em vários momentos da vida. Fica bem claro que se trata de uma pessoa com paixão pela natureza. É uma leitura leve com várias explicações científicas ( para leigo entender) reflexões pessoais, narração de umas eventuras. Valeu!
Profile Image for Lara Desanti.
147 reviews
October 18, 2023
Não tenho problemas com gêneros mistos, mas acredito que a execução deste não tenha sido a melhor. Cada vez que pegava o livro sentia que estava lendo algo diferente: o que evidencia o problema de coesão estilística e temática da obra. O ritmo foi com frequência quebrado por certos relatos autobiográficos ou aprofundamentos científicos que soavam deslocados. Enfim, senti como se a pesca-fly fosse uma desculpa para escrever o livro, não um núcleo potente de metáfora. Dessa forma, não acho que a ideia de beleza do inesperado, que dá nome à obra, tenha sido satisfatoriamente ilustrada e argumentada.
1 review
August 19, 2025
O livro traz um apanhado de reflexões e sempre faz pinceladas com tópicos da ciência (astronomia, partículas atômicas, origem da vida, do universo, etc...)

As reflexões são boas e muitas vezes são apresentadas em palestras e aulas em que o Gleiser ministra. Já li alguns outros livros dele e este em si captura boa parte de sua essência. Dos que eu li, possivelmente o melhor.

Acaba que o livro fala um pouco menos de pesca, filosofia e trutas do que imaginava, mas pelos motivos acima não tem como não estar em minha prateleira.
Profile Image for Elias Alves.
1 review
April 24, 2021
Visitando sua biografia e usando várias analogias com a pesca fly Marcelo Gleiser, de uma forma bastante delicada, discorre sobre a difícil arte de buscar a coerência entre nossas crenças e valores com nossa vida prática.
Com uma escrita fluida e envolvente, o autor apresenta conceitos científicos de vanguarda de forma acessível e mostra os impactos que esse conhecimento tem sobre sua forma de viver.
Profile Image for Ross Jensen.
98 reviews2 followers
July 30, 2025
The scattered ribald passages are the only enjoyable stretches in Prof. Gleiser’s book. The rest are mostly half-baked, sloppy-joe ramblings on philosophical topics, interlarded here and there with the briefest of accounts of fly fishing. Ultimately, in the wake of a meager and sophomoric “epiphany,” Prof. Gleiser swears off angling forever! What a waste…
Profile Image for Monica.
123 reviews15 followers
September 10, 2025
Esperava mais desse livro. Simplesmente não consigo entender a empolgação que algumas pessoas sentem com a pescaria. Zero sintonia para mim. Já a parte sobre astrofísica vs espiritualidade é bem mais interessante, só que a qualidade literária do texto não me cativou. Abandonei a leitura antes de chegar à metade do livro. Pena…
245 reviews1 follower
January 11, 2020
The sections dealing with the physics and the universe were way over my head. His descriptions and reflections about fishing were also far beyond my experiences. But, all of it was beautiful and in some ways sacred. Some of it took my breath away.
Profile Image for Valdemar Arantes Neto.
7 reviews1 follower
June 1, 2019
O universo como sua catedral, a natureza, a física, ateísmo, trutas... Livro gostoso de ler, e com muito a oferecer.
Profile Image for Erwin Maack.
454 reviews17 followers
August 20, 2019
"Mesmo se explorarmos todos os caminhos, jamais conseguiremos descobrir os limites da alma, tão profunda é sua essência. Heráclito"
15 reviews
June 24, 2020
Livro excelente! Para "espíritos livres"! Para quem quer explorar, de fato, os limites do Conhecimento. Ao mesmo tempo que contempla a Natureza de forma profundamente espiritual.
2,109 reviews62 followers
December 31, 2024
I thought this would have more of a focus on nature
Profile Image for Steve Wiggins.
Author 9 books93 followers
September 9, 2016
I have to confess that I'm not a fly fisher. This book, however, entranced me. Maybe it's because most of the scientists we hear as talking heads project such arrogance into the public domain. They claim that science can explain everything. I loved Gleiser's humble approach and thorough reasoning. As a credentialed physicist, Gleiser can speak with authority on science and he views the world as a place full of wonder and beauty. How unlike scientists who suggest animals are robots and our brains are computers! The world is no less awe-inspiring for being full of things we can't explain. I can't recommend this book highly enough.

For further thoughts please see: Sects and Violence in the Ancient World.
Profile Image for Meredith.
118 reviews3 followers
October 11, 2016
I won this with the goodreads giveaways planning on giving it to my fly fishing husband. However I started reading it and thoroughly enjoyed it! The simple passion the author has for nature and science is almost palpable. A great book for anyone who can marvel at the beauty of the language of the universe.
8 reviews1 follower
April 21, 2017
Estou para recomendar esse livro desde que terminei faz um mês mais ou menos. Além de descrever a magia e emoção da pesca e da convivência com a natureza, o autor reflete sobre o universo, nossa história e o melhor de tudo, sobre religião. Me identifiquei em um trilhão de coisas com o que ele fala e me aceitei ainda mais como um agnóstico radical. Para quem gosta de física e astronomia vai pirar ainda mais (essas partes me dava um pouco de preguiça as vezes, mas aprendi bastante também). Livro muito gostoso e rápido de ler. Fazia tempo que não li algo tão bom.
Displaying 1 - 24 of 24 reviews

Can't find what you're looking for?

Get help and learn more about the design.