Textos de: Alexandre Andrade, William Boyd, A.M.Pires Cabral, Matilde Campilho, Dulce Maria Cardoso, Mário Cláudio, Jsé Riço Direitinho, Nuno Júdice, Robert Macfarlane, Jay McInerney, Antónia Pellegrino, Ana Teresa Pereira, Helen Simpson, Colin Thurbron. Ensaio fotográfico de Jordi Burch Ilustrações de Rachel Caiano
"Carlos Vaz Marques nasceu em Lisboa a 28 de Janeiro de 1964. Jornalista profissional desde 1987, integra a redacção da TSF desde 1990. Iniciou-se no jornalismo na redacção do JL - Jornal de Letras, Artes e Ideias, tendo passado também pela redacção do (já desaparecido) semanário O Jornal. Frequentou o curso de Línguas e Literaturas Modernas - variante Português/Francês, na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa. Antes de se tornar jornalista profissional foi professor do ensino secundário, durante dois anos lectivos. Na TSF, já desempenhou as mais diversas funções. É, desde 2001, autor do programa Pessoal e… Transmissível, um espaço diário de entrevista ao fim da tarde onde já entrevistou cerca de quatrocentas personalidades nacionais e estrangeiras das mais diversas áreas, do Dalai Lama a Agustina Bessa-Luís, de Mário Vargas Llosa a Xanana Gusmão. Tem colaborado em diversos jornais e revistas: DNa, Ler, JL, Visão, Pública, Focus, Grande Reportagem, Elle. Desde Setembro de 2004, conduz uma entrevista semanal no programa Encontro Marcado da SIC Mulher." Fonte: http://www.wook.pt/authors/detail/id/...
"Carlos Vaz Marques é o director da edição portuguesa da revista literária Granta. Coordena a coleção de Literatura de Viagens, das edições Tinta-da-china. Publicou quatro livros com recolhas de entrevistas: Pessoal e... transmissível (Relógio d'Água), XX-XXI (ASA), MPB.pt (Tinta-da-china)e Os Escritores (Também) Têm Coisas a Dizer (Tinta-da-china). Traduziu as seguintes obras: Paisagens Depois da Batalha, de Juan Goytisolo; Mortal e Rosa, de Francisco Umbral; E Como Eram as Ligas de Madame Bovary?, de Francisco Umbral; Paris, de Julien Green; O Japão É Um Lugar Estranho, de Peter Carey; Entrevistas da Paris Review; Viagem de Autocarro, de Josep Pla; Histórias de Londres, de Enric González; Dicionário dos Lugares Imaginários (com Ana Falcão Bastos), de Alberto Manguel e Gianni Guadalupi." Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Carlos_V...
Este número da Granta começou bem desde logo por causa do tema. A mim, a noite apresentou-se desde sempre como aquele período da vida em que a comunhão com o mundo é mais profunda, em que cada um pode mais ser quem quer, pode mais fazer o que quiser. A "Noite" é, no fundo, o espaço onde cabe tudo e é isso mesmo que a variedade das obras contidas nesta revista confirma. E, inevitavelmente, nem todas foram felizes ao falar-me da "Noite". A destacar pela positiva os contos de Robert MacFarlane, de Dulce Maria Cardoso, José Riço Direitinho e Ana Teresa Pereira, cada qual por razões distintas. Já os textos de Antonia Pellegrino e de Jay McInerney ficaram-me na memória por serem os menos interessantes. Quanto ao ensaio fotográfico, é definitivamente a parte que menos gostei deste número.
Um dos meus números favoritos da revista, até agora. Catorze textos, curtos, a caberem em duzentas páginas, para além do habitual ensaio fotográfico (não me seduziu), do prefácio do diretor e das ilustrações. Nove textos lusófonos (dois deles de autores brasileiros) e cinco traduzidos. A capa, mais uma ilustração fantástica de Jorge Colombo. Dos portugueses gostei muito dos textos da Dulce Maria Cardoso (o meu preferido), do Alexandre Andrade (o primeiro texto que li deste autor, que apenas conhecia de seguir o seu blog umblogsobrekleist.blogspot.com) e do A.M. de Pires Cabral. Gostei de voltar a ler um texto do Jay McInerney, muito anos oitenta, a fazer lembrar os tempos do Bright Lights, Big City.