I “E se toda a sua vida não passar de uma mentira?”
II “Dúvida. Confiança. Traição.”
III “Lutai, vós homens de valor.”
Quero agradecer novamente ao Nuno a amabilidade e gentileza que teve em oferecer-me mais um dos seus “meninos” A Hora Solene.
Mais uma leitura que me prendeu e seduziu pela narrativa ágil, pela escrita de uma mão cheia de talento, inundada de acção e a um ritmo frenético e alucinante que desde as primeiras páginas não deixam ninguém indiferente. Simplesmente espectacular!
Ai o “nosso” André!!!
Obrigada Nuno por este final que adorei e não poderia ser melhor! Uma trilogia que marca qualquer leitor.
As palavras custam a sair, e ainda estou a descontrair, porque não consigo exprimir, a lufada de emoções que estou a sentir.
Como já referi nos livros anteriores o Nuno é um escritor com um talento excepcional ao nível do internacional, qual Ken Follett, qual Truman Capote, Ian Fleming, Jack Higgins, John Le Carré, Eric Ambler……….. entre outros, o Nuno é português (é nosso) e não digo mais nada, porque caso fosse americano ou inglês a trilogia seria um verdadeiro Bestseller a nível mundial. Vamos apoiar o que é nacional, porque é tão bom ou melhor que o internacional! O meu lema é “O que é nacional é bom!”
Uma narrativa plena de organizações, viagens, orientações, acontecimentos, imaginação, terrorismo e espionagem em diversos pontos do mundo, tais como: Londres, Moscovo, Hong Kong, Macau, Praga e não poderia faltar a nossa Lisboa.
Os pormenores, as descrições, os locais, as ocorrências e os personagens com que o autor nos brinda são tão claros e bem descritos que parece que estamos dentro da própria história.
A escrita do autor é clara, simples, criativa, fluída e envolvente e a cada livro que escreve mais aperfeiçoada se torna.
Um livro de leitura clara, fluída, viciante, frenética, empolgante, pleno de acção, suspense, mistérios, dúvidas, incertezas e erros são-nos apresentados ao longo das 486 páginas que se devoram num ápice.
Embora aparentasse mais, só tinha ainda vinte e oito anos, era um jovem diferente dos outros mas com sonhos iguais, este era André Marques-Smith que se encontrava a lutar pela vida.
Conseguirá André sobreviver à tentativa de homicídio?
Qual a razão que levou aquela mulher enigmática a cometer tal atitude?
Conseguirão algum dia André e Anna ultrapassar os problemas existentes entre os dois?
Conseguirá o bem vencer o mal?
Será esta A Hora Solene do André?
Não vou divulgar muito acerca do livro, pois este merece que a revelação, seja feita com a sua leitura e cada pessoa tirar a própria conclusão.
Com a leitura deste livro o autor vai-nos dando variadas indicações dos livros anteriores, mas aconselho a lerem a trilogia completa que não se vão arrepender, pelo contrário oferecem-nos momentos de prazer intensos e excitantes.
Ao dizer adeus à Trilogia Freelancer, fiquei com uma lágrima no canto do olho L de saudades. Para quando o próximo livro Nuno?
No fim do livro, o Nuno agradece publicamente o apoio e a ajuda recebida de várias entidades e pessoas, onde consta o meu nome. Da minha parte eu é que agradeço toda a amabilidade e simpatia que o Nuno tem para connosco, não obstante o magnífico escritor que é!
A Trilogia Freelencer “O Espião Português, A Espia do Oriente e A Hora Solene” marcam a ficção portuguesa pela sua beleza e destreza.
Recomendo sem reservas o autor, EXCELENTE :)
O Espião e a Espia chegaram finalmente ao final,
Só o Nuno conseguiria por que é profissional,
Dar um desfecho assim tão divinal,
À sua trilogia tão interpessoal e organizacional!