As duas coletâneas têm em comum o humor do quotidiano, primeiramente com a adaptação do imigrante italiano em Brás, Bexiga e Barra Funda e em segundo lugar, com os tipos urbanos em Laranja da China.
São contos curtos, rápidos que misturam vários estilos e gêneros literários, indo do puro diálogo até a prosa poética. O sarcasmo do autor é delicioso e mantém o leitor naquele ímpeto de risada contida por momentos que mesmo na época seriam considerados de humor negro.
Recomendo.