“O Brasil Tem Cura” faz uma radiografia sem máscaras da nossa política e, em busca de soluções, põe sob os holofotes as principais mazelas que assolam o país. Partindo de uma analise histórica, Rachel Sheherazade identifica alguns dos problemas que adoecem o Brasil e propõe caminhos para sana-los, partindo do pressuposto de que o país só será passado a limpo se cada brasileiro fizer sua parte e passar a agir com integridade inegociável, ensinando essa postura às futuras gerações. Não adianta esperar que a mudança comece pelos outros: cada um tem de fazer o que lhe compete. Nessa perspectiva, o objetivo da obra é levar o leitor a repensar suas atitudes, para que, pela soma de ações individuais, o país resgate valores como a justiça, a segurança, o respeito, a cidadania, o patriotismo e a ética. Este livro procura renovar as esperanças no Brasil e inspirar o leitor a tornar-se um agente de transformação de um país que agoniza em meio a escândalos e problemas que parecem não ter fim. O Brasil convalescente precisa de cura, libertação e restauração - e o brasileiro é o remédio.
What do you think about being honest? And how we understand our place - and right, with the expansion of our interests, we see our region, and consequently, our nation, in what our understanding can take place, sometimes, from our thirst related to all-that-we-are, or be a sober state, but, the most predominant is the sense of our daily livenesses, and how can it be a something that looking my place seems to demonstrate a lassitude which is superior relating to our feeling about our nation? However, we revolt more when seeing things happening in the country. It could be taught by any intelligent person for many books. Things are things by having men as authors. But it doesn't matter. We have an introduction, so. However, the most important thing is that the author shows us morality, independently related to places. We read this woman ticing energetically, revolting, something like someone chosen. She says about being right at all. So, if we put her, probably, in the skin of any adequate man who thinks about the history we studied. And, if she can be dynamic of redemption as was a Greek or Roman philosopher or an Illuminism philosopher, then we should be able to be like her, moderately measured. She delivers O BRASIL TEM CURA, in which we see that she wants to show her most profound morality, right, not putting her about her most delivered religiosity, but wanting to show what she has seen of wrong, all this got in the bottom of her. I stay here. I think of how I can be better. You stay there, thinking of the level of being so honest. You consider as much as I, the weight with loved and the kindred, as much as the social and institutional questions. Rachel says she wants to see righteousness going from redemption. It is - strongly - the life of making and kindling lives from sprouting. We can see that she was a woman and a professional who would like to see society building redemption because we know that God has redemption for us. We can imagine she watches society's building progress, full of errors. No doubt, she wants to see us trying poop sheets as many as the letter of the law, beyond the profound redemption of we living the redemptions of our circles of love and kindness. We must think of the deep meaning of what is pattern. By no means!
Insisti para não deixar um livro sem ler até o fim.
O começo promete: algumas referências sérias, escrita mais ou menos.
Mas depois de algum tempo, tudo desaba. Análises rasas. Chego a ter dúvidas se ela leu algumas obras citadas ou se está só fazendo reflexões sobre o que ela já ouviu sobre as obras.
É como uma grande redação do vestibular: como se tivesse um prazo apertado e tivesse que tirar tudo de memória. Sem pesquisa nem nada...
Quanto às ideias: para mim, premissas falhas e conclusões erradas. E parece que nem as pessoas que concordam com a simplicidade e ingenuidade da autora iriam gostar desse livro.
A autora se propõe a diagnosticar e curar o país com ideias simples e rasas. Grande parte do livro não passa de recomendações repetidas ad nauseam em quaisquer conversas ou textos sobre cidadania e política, literalmente, de não avançar o semáforo a escolher bem seus candidatos, a cura proposta pela autora é um apanhado do que uma pessoa com bom estudo responderia ao ser indagado sobre o que é ser um cidadão honesto.
Porém mesmo diante de tantas obviedades e repetições, a análise inicial feita no livro é interessante e vale a leitura, e talvez, para alguns, seja um pequeno choque de realidade. Também vale notar que todos os valores e estatísticas citados estão acompanhados das devidas fontes, o que é fundamental para a credibilidade do material. Os primeiros dois terços do livro acabam valendo a leitura, apesar de um desfecho simples, repetitivo e pretensioso.
Um livro de fácil leitura, e excelente divisão de capítulos. São apresentadas diversas pontos históricos que nos levam a refletir a situação atual do Brasil e mais importante, a autora apresenta soluções tangíveis para resolver os problemas da nação.
Eu tenho um guilty pleasure de ler livros de autores que eu sei que eu não gosto, de posições políticas que eu sou contra, enfim, de gente que eu acho tosca mas quero ler a obra por uma questão de curiosidade.
Li o livro da Sheherazade e é horrível, um show de horrores. Um monte de preconceitos juntos travestidos de livro para pessoas "do bem".
Ela cita coisas como Cristofobia. Critica a existência de famílias que não são formadas por "pai e mãe". Entre outros absurdos.
No geral ela é bem repetitiva e o livro tem um conteúdo muito fraco. Não vale a pena perder tempo. Gostaria de dar menos de 1 estrela, infelizmente não é possível.