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Judas Iscariotes e outras histórias

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Com a publicação de Judas Iscariotes e Outras Histórias - em tradução direta do russo realizada por Henrique Losinsky Alves -, a Editora Claridade resgata para o leitor brasileiro um importante momento da obra de Leonid Andreiév (1871-1919), um dos maiores nomes da literatura russa de todos os tempos. . Na pequena obra-prima que dá título ao livro, Andreiév propõe uma extraordinária interpretação do papel de Judas Iscariotes na paixão de Cristo: a traição que consuma, é por ele pressentida como um abismo cuja atração, apesar dos esforços, Judas não consegue resistir. Não se trata de crime intencional nem de culpa, mas desse desígnio obscuro que parece reger a vida de certos homens contra a vontade deles, contra a razão, contra a salvação....

144 pages, Paperback

Published January 1, 2004

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About the author

Leonid Andreyev

677 books412 followers
Leonid Nikolayevich Andreyev (Russian: Леонид Николаевич Андреев; 1871-1919) was a Russian playwright and short-story writer who led the Expressionist movement in the national literature. He was active between the revolution of 1905 and the Communist revolution which finally overthrew the Tsarist government. His first story published was About a Poor Student, a narrative based upon his own experiences. It was not, however, until Gorky discovered him by stories appearing in the Moscow Courier and elsewhere that Andreyevs literary career really began. His first collection of stories appeared in 1901, and sold a quarter-million copies in short time. He was hailed as a new star in Russia, where his name soon became a byword. He published his short story, In the Fog in 1902. Although he started out in the Russian vein he soon startled his readers by his eccentricities, which grew even faster than his fame. His two best known stories may be The Red Laugh (1904) and The Seven Who Were Hanged (1908). His dramas include the Symbolist plays The Life of Man (1906), Tsar Hunger (1907), Black Masks (1908), Anathema (1909) and He Who Gets Slapped (1915).

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Displaying 1 - 4 of 4 reviews
Profile Image for Henrique.
1,031 reviews28 followers
January 12, 2024
É até engraçado, mas o melhor desse livro está nas "Outras histórias". A história de Judas é correta, bem escrita e tudo mais, mas me pareceu até mesmo um tanto insossa, sobretudo diante de outras releituras de Judas que já li (a mais espetacular de todas foi feita pelo japonês Osamu Dazai no conto "A denúncia"). Sem falar que, ao contrário de tudo o mais que o Andreiev parece ter feito, mais endossa a doutrina oficial do que a questiona.

Mas os contos que acompanham o livro sim, esses são quase todos muito bons. Vemos ali o Andreiev existencialista que eu já conhecia de outros contos (curiosamente, coisa que ele não é em “Judas Iscariotes”).

O conto “O nada” é mais um que conta com a “participação especial” do diabo e, embora não tão brilhante quanto “A conversão do diabo” (que não faz parte dessa coletânea), é um conto forte que evidencia uma das principais angústias da alma humana.

“Era uma vez” é um conto igualmente forte sobre certos personagens prestes a morrer em um hospital.

"O grande slam” é mais famoso e, no meio da trama referente a uma partida de pôquer, se percebe sinais da mesma angústia existencial que justificou o conto “O nada”.

Já “Valia” é um conto muito tocante sobre uma criança adotada que é levada de volta para casa pela mãe verdadeira. Só não gostei muito do último conto, “A máscara”.

Em todo caso, já são oito os contos do Andreiev que li e, desses, três eu classifico como ótimos, quatro como bons e apenas um como ruim. É uma média superior à do Tchekhóv.
Profile Image for Mulkurul.
66 reviews2 followers
October 31, 2025
Tres excelentes novelas cortas (mi forma de ficción favorita) del ruso Andreiev que transforma, en este caso, la traición de Judas a Jesucristo, el silencio repentino y contagioso en una familia y la culpa de un político en angustiosas pesadillas existencialistas con pinceladas de humor negro, alegorías de las propias opiniones y preocupaciones de Andreiev sobre la situación política y social en su país en la época y del ser humano en general. Maravillosas las tres. Un clásico a reivindicar del horror más pesimista. Admirado entre otros por Ligotti, cómo no.

Judas Iscariote ☆☆☆☆☆
Mutismo ☆☆☆☆☆
El Gobernador ☆☆☆☆☆
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