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O Esperado

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“Em toda minha obra política, não tenho feito outra coisa senão combater o fatalismo messiânico, o sebastianismo do povo brasileiro. Este romance acha-se predominante, sobre as realidades sociais do Brasil, essa enfermidade nacional” Quando os messiânicos, os agitados, julgam ver, “O Esperado”, O Messias, O Cavaleiro desejado, O Príncipe Encantado, O Salvador, eis que caem as trevas mais espessas, na confusão, no desejo vibrante, sobre todos os gestos, sobre todos os gritos. E o romance termina com a marcha de uma população em disponibilidade que, a espera de um vago Messias, sem um pensamento que a ilumine, num rumor de passos, sem saber para onde.”

242 pages

First published January 1, 1931

23 people want to read

About the author

Plínio Salgado

24 books4 followers
Plínio Salgado (São Bento do Sapucaí, 22 de janeiro de 1895 — São Paulo, 8 de dezembro de 1975) foi um escritor, jornalista, poeta, historiador, teólogo e político conservador brasileiro que fundou e liderou a Ação Integralista Brasileira (AIB), partido nacionalista católico de extrema-direita inspirado nos princípios do movimento fascista italiano.

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1 review
February 21, 2008
"A mulher não tem forças para acompanhar o homem além dos limites normais traçados à espécie. E o gênio é o herói infeliz, que leva para a esfera dos arcanjos, onde deve conviver, os desejos e os instintos humanos, que os arcanjos, seus irmãos, não conhecem. Do alto, fica, pois, a acenar à sua companheira, mas ela não o compreende e não pode amá-lo. Sente por ele a revolta da própria inferioridade. E eis por que são infelizes no amor todos os gênios e todos os heróis."

Pag. 38

"Felizes os pobres! Limpos de preconceitos e de prejuízos, de sentimentos e de interesses! Benditos os que não sabem dizer 'eu tenho'. Porque esses podem dizer: 'eu vejo'"

Pag. 55

Os homens temem, em geral, as coisas que não oferecem perigo. É por isso que se possibilitam as verdadeiras catástrofes. Porque não são suspeitadas. E nunca se sabe o lado pelo qual devem chegar...

Pag. 74

O pensamento é triste; só a ação é alegre. A criança é alegre porque está em ação de crescer; o adulto é triste porque está em função de pensar.

Pag. 90

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