John Owen nasceu em 1616, e cresceu numa pacata casa pastoral no Condado de Oxford, havendo ingressado na Universidade de Oxford com a idade de doze anos, obtendo o grau de Bacharel em Letras em 1632 e o de Mestre em Letras em 1635. Owen é um dos mais proeminentes teólogos que a Inglaterra já produziu. O primeiro livro de Owen foi publicado em 1642, e seu último livro estava sendo impresso quando ele morreu, em 1683. Suas obras publicadas constituem um total de vinte e quatro volumes. Owen foi capelão pessoal de Oliver Cromwell durante alguns anos, sendo levado por este a pregar no parlamento várias vezes, a partir de 1646. Ele pastoreou três igrejas durante sua vida. Casou-se duas vezes; sua primeira esposa morreu em 1676. Ele teve onze filhos, nenhum dos quais sobreviveu a ele. Seu túmulo é ainda preservado no cemitério de Bunhill Fields, City Road, Londres. O livro A Morte da Morte na Morte de Cristo, aqui apresentado numa versão simplificada, foi publicado por Owen em 1647. Afirma-se que ninguém jamais foi bem sucedido em refutar esta tese que Owen tão completamente expõe e defende, fundamentando-se nas Escrituras.
John Owen was an English theologian and "was without doubt not only the greatest theologian of the English Puritan movement but also one of the greatest European Reformed theologians of his day, and quite possibly possessed the finest theological mind that England ever produced" ("Owen, John", in Biographical Dictionary of Evangelicals, p. 494)
Os argumentos de Owen nesse livro não podem ser lidos isoladamente. Cada argumento é parte de um todo e é esse todo que deve ser considerado. Isoladamente, alguns argumentos podem ser facilmente refutados. Outros podem não ser convincentes. Mas o conjunto nos apresenta um sólido e belo argumento de que a morte do Cordeiro de Deus na cruz teve um propósito claro: a redenção do povo eleito!