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Coleção Veredas #52
As Batalhas do Castelo
"Mais ou menos lá pelo meio da Idade Média, um bobo da corte recebe de herança do rei: um castelo abandonado – e também os doentes e aleijados do reino como súditos..."
Começa assim este romance de heróis estranhos (e, na realidade, tão comuns) lutando por uma vida melhor, com armas muito atuais: o trabalho, o companheirismo, a confiança, a criatividade, para vencer a fome e a peste. Depois, enfrentando o obscurantismo e a opressão, o Castelo resiste e vence novamente através do perdão e da união; lições também muito atuais para o mundo de hoje.
Começa assim este romance de heróis estranhos (e, na realidade, tão comuns) lutando por uma vida melhor, com armas muito atuais: o trabalho, o companheirismo, a confiança, a criatividade, para vencer a fome e a peste. Depois, enfrentando o obscurantismo e a opressão, o Castelo resiste e vence novamente através do perdão e da união; lições também muito atuais para o mundo de hoje.
122 pages, Paperback
First published January 1, 1987
About the author
Domingos Pellegrini
80 books13 followersDomingos Pellegrini (Londrina, 23 de julho de 1949) é um escritor brasileiro. Filho de um barbeiro e de uma dona de pensão, desde pequeno ouviu muitas histórias contadas pelas pessoas ora no salão de seu pai, ora na pensão de sua mãe, aproximando-se assim da tradição das narrativas orais. Formado em Letras, mais tarde passou a trabalhar como jornalista. Lançou o primeiro livro em 1977, O homem vermelho, uma coletânea de contos. Com ele recebeu o Prêmio Jabuti, um dos mais importantes prêmios literários do país. Nesse mesmo ano, lançou nova coletânea de contos, Os meninos. Além da literatura, escreve para jornais e revistas e faz trabalhos publicitários.
Entre as suas obras destacam-se Terra Vermelha, que conta a história da colonização do Paraná, O Caso da Chácara Chão e o já citado O Homem Vermelho, tendo recebido por estas duas últimas obras o prêmio Jabuti.
Nasceu e vive em Londrina, onde estudou Letras. Trabalha com jornalismo e publicidade. É autor de contos, poesias, romances e romances juvenis.
Vive atualmente na Chácara Chão, em sua cidade natal, de onde envia colunas para o Jornal de Londrina e para a revista Globo Rural, entre outras publicações. - Wikipédia
Entre as suas obras destacam-se Terra Vermelha, que conta a história da colonização do Paraná, O Caso da Chácara Chão e o já citado O Homem Vermelho, tendo recebido por estas duas últimas obras o prêmio Jabuti.
Nasceu e vive em Londrina, onde estudou Letras. Trabalha com jornalismo e publicidade. É autor de contos, poesias, romances e romances juvenis.
Vive atualmente na Chácara Chão, em sua cidade natal, de onde envia colunas para o Jornal de Londrina e para a revista Globo Rural, entre outras publicações. - Wikipédia
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Community Reviews
Displaying 1 - 8 of 8 reviews
January 27, 2015
I read this book 15 years ago and it is still good. It was great to return and spend a few nights at that Castle again...
August 13, 2026
AMEEEEEEI!!! Não fico tão vidrado em um livro desde O Nome do Vento. Geralmente demoro pra ler, mas nesse não conseguia parar de pensar “Será que eles vão conseguir chegar no castelo? Será que o reino vai deixar eles em paz?”.
A premissa por si só já é muito interessante, adorei como foi escrito de forma simples mas que, parando um pouco pra pensar, você percebe quantas lições de humildade, simplicidade, empatia e compaixão estão presentes na história.
Me conectei muito com os personagens, interessante como apenas o Dom Carlos Felipe tem nome kkkk, acabou que essa escolha deixou muito mais fácil memorizar os personagens. Me deixou muito curioso pra aprender mais sobre a idade média.
Concordo demais com essa ideia de que precisamos do desconforto para criar caráter e então valorizar quando os dias confortáveis chegarem.
Uma história que deu voz para personagens que quase nunca tem destaque. De certa forma uma releitura da história de Jesus e seus princípios. Mostra como mesmo na miséria, o povo estava muito mais feliz do que quando controlados pelo sistema.
Destaca como a vida tem inúmeras batalhas, e que não existe um estado de nirvana em que tudo está perfeito, e é justamente que deixa a vida sempre tão emocionante.
Genial os Sete Palpites da vida:
1. Lembrar da brevidade da vida e seus imprevistos
2. Desapegar do passado, paciência com o futuro e focar no agora
3. Perdão para curar o coração, e para a alma nenhuma ambição
4. Humildade entre os outros, e valorizar o impacto do trabalho duro
5. Trabalhar com tesão e evolução
6. Coragem para viver, e a maior aventura é mudar a si mesmo
7. A ignorância é uma dádiva, desfrute!
Bobuque valoriza muito praticidade, não adiantar perder tempo esperando que soluções caiam do céu. Que os milagres são apenas fruto de nossa dedicação. Que o futuro imprevisível que tanto tememos, na verdade nos deve inspirar entusiasmo, e que até mesmo nos momentos ruins o imprevisto pode surgir e nos salvar. Critica de forma inteligente a hipocrisia do fanatismo religioso, e como ser um bom ser humano se trata das ações do dia a dia, e não em crenças e discursos.
Me identifiquei muito com Sexto, o curioso aventureiro que desde sempre indicou que aquele pequeno vale era pequeno demais para seu coração ambicioso.
Só no fim fiquei um pouco triste com o arco do Bobuque, foi legal como se aprofundou em tantos personagens, mas senti falta de um encerramento melhor pro protagonista, ele ficou por chato e cabeça dura em não se adaptar aos tempos de guerra.
Definitivamente um livro que qualquer pessoa pode ler e se conectar, tudo que busco são mais histórias simples que me emocionam e trazem tantas lições em suas entrelinhas.
A premissa por si só já é muito interessante, adorei como foi escrito de forma simples mas que, parando um pouco pra pensar, você percebe quantas lições de humildade, simplicidade, empatia e compaixão estão presentes na história.
Me conectei muito com os personagens, interessante como apenas o Dom Carlos Felipe tem nome kkkk, acabou que essa escolha deixou muito mais fácil memorizar os personagens. Me deixou muito curioso pra aprender mais sobre a idade média.
Concordo demais com essa ideia de que precisamos do desconforto para criar caráter e então valorizar quando os dias confortáveis chegarem.
Uma história que deu voz para personagens que quase nunca tem destaque. De certa forma uma releitura da história de Jesus e seus princípios. Mostra como mesmo na miséria, o povo estava muito mais feliz do que quando controlados pelo sistema.
Destaca como a vida tem inúmeras batalhas, e que não existe um estado de nirvana em que tudo está perfeito, e é justamente que deixa a vida sempre tão emocionante.
Genial os Sete Palpites da vida:
1. Lembrar da brevidade da vida e seus imprevistos
2. Desapegar do passado, paciência com o futuro e focar no agora
3. Perdão para curar o coração, e para a alma nenhuma ambição
4. Humildade entre os outros, e valorizar o impacto do trabalho duro
5. Trabalhar com tesão e evolução
6. Coragem para viver, e a maior aventura é mudar a si mesmo
7. A ignorância é uma dádiva, desfrute!
Bobuque valoriza muito praticidade, não adiantar perder tempo esperando que soluções caiam do céu. Que os milagres são apenas fruto de nossa dedicação. Que o futuro imprevisível que tanto tememos, na verdade nos deve inspirar entusiasmo, e que até mesmo nos momentos ruins o imprevisto pode surgir e nos salvar. Critica de forma inteligente a hipocrisia do fanatismo religioso, e como ser um bom ser humano se trata das ações do dia a dia, e não em crenças e discursos.
Me identifiquei muito com Sexto, o curioso aventureiro que desde sempre indicou que aquele pequeno vale era pequeno demais para seu coração ambicioso.
Só no fim fiquei um pouco triste com o arco do Bobuque, foi legal como se aprofundou em tantos personagens, mas senti falta de um encerramento melhor pro protagonista, ele ficou por chato e cabeça dura em não se adaptar aos tempos de guerra.
Definitivamente um livro que qualquer pessoa pode ler e se conectar, tudo que busco são mais histórias simples que me emocionam e trazem tantas lições em suas entrelinhas.
This entire review has been hidden because of spoilers.
October 23, 2021
Uma história original e muito nem escrita.
Na verdade, esse estilo de narrativa é bem distante do que costumo optar, mas tive uma boa surpresa.
Tive a impressão em algum momentos que lia uma peça de teatro. As cantorias, as poesias e as ações dramáticas pareciam se juntar numa performance que veria no teatro Municipal, e isso não é ruim.
Além disso, gostei da construção de personagens e como as ações escolhidas pelas pessoas foram tão diferentes das que inconscientemente achamos melhores.
Achei interessante a forma que a sociedade que criavam influenciava a geração seguinte.
E principalmente, mesmo com personagens tão distintos entre si, nenhum detinha a sabedoria ou a honra, todos mereciam respeito e trabalhavam na mesma proporção.
Na verdade, esse estilo de narrativa é bem distante do que costumo optar, mas tive uma boa surpresa.
Tive a impressão em algum momentos que lia uma peça de teatro. As cantorias, as poesias e as ações dramáticas pareciam se juntar numa performance que veria no teatro Municipal, e isso não é ruim.
Além disso, gostei da construção de personagens e como as ações escolhidas pelas pessoas foram tão diferentes das que inconscientemente achamos melhores.
Achei interessante a forma que a sociedade que criavam influenciava a geração seguinte.
E principalmente, mesmo com personagens tão distintos entre si, nenhum detinha a sabedoria ou a honra, todos mereciam respeito e trabalhavam na mesma proporção.
May 12, 2020
Embora a história seja simples, é maravilhosa de ler. Amo muito.
August 8, 2023
Uma aventura leve mas que me deixou con ressaca e a leitura foi super arrastada.
January 12, 2025
é um livro muito longo e chato, cheio de personagens desinteressantes e além do final ser uma bosta
April 3, 2014
Nice book that paints a whole picture of the medieval times in Europe: the filthiness, the Knights, the wars, the religiosity, the power struggle, the hipocrisy, in a very well written almost-summary. I liked it very much.
Read
December 31, 2017Este foi o segundo livro brasileiro que me lembro de ter lido e adorado. A história é sensacional, quem gosta de histórias em castelos vai adorar esta, recomento muito.
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