"Mais ou menos lá pelo meio da Idade Média, um bobo da corte recebe de herança do rei: um castelo abandonado – e também os doentes e aleijados do reino como súditos..." Começa assim este romance de heróis estranhos (e, na realidade, tão comuns) lutando por uma vida melhor, com armas muito atuais: o trabalho, o companheirismo, a confiança, a criatividade, para vencer a fome e a peste. Depois, enfrentando o obscurantismo e a opressão, o Castelo resiste e vence novamente através do perdão e da união; lições também muito atuais para o mundo de hoje.
Domingos Pellegrini (Londrina, 23 de julho de 1949) é um escritor brasileiro. Filho de um barbeiro e de uma dona de pensão, desde pequeno ouviu muitas histórias contadas pelas pessoas ora no salão de seu pai, ora na pensão de sua mãe, aproximando-se assim da tradição das narrativas orais. Formado em Letras, mais tarde passou a trabalhar como jornalista. Lançou o primeiro livro em 1977, O homem vermelho, uma coletânea de contos. Com ele recebeu o Prêmio Jabuti, um dos mais importantes prêmios literários do país. Nesse mesmo ano, lançou nova coletânea de contos, Os meninos. Além da literatura, escreve para jornais e revistas e faz trabalhos publicitários. Entre as suas obras destacam-se Terra Vermelha, que conta a história da colonização do Paraná, O Caso da Chácara Chão e o já citado O Homem Vermelho, tendo recebido por estas duas últimas obras o prêmio Jabuti. Nasceu e vive em Londrina, onde estudou Letras. Trabalha com jornalismo e publicidade. É autor de contos, poesias, romances e romances juvenis. Vive atualmente na Chácara Chão, em sua cidade natal, de onde envia colunas para o Jornal de Londrina e para a revista Globo Rural, entre outras publicações. - Wikipédia
Uma história original e muito nem escrita. Na verdade, esse estilo de narrativa é bem distante do que costumo optar, mas tive uma boa surpresa. Tive a impressão em algum momentos que lia uma peça de teatro. As cantorias, as poesias e as ações dramáticas pareciam se juntar numa performance que veria no teatro Municipal, e isso não é ruim. Além disso, gostei da construção de personagens e como as ações escolhidas pelas pessoas foram tão diferentes das que inconscientemente achamos melhores. Achei interessante a forma que a sociedade que criavam influenciava a geração seguinte. E principalmente, mesmo com personagens tão distintos entre si, nenhum detinha a sabedoria ou a honra, todos mereciam respeito e trabalhavam na mesma proporção.
Nice book that paints a whole picture of the medieval times in Europe: the filthiness, the Knights, the wars, the religiosity, the power struggle, the hipocrisy, in a very well written almost-summary. I liked it very much.
Este foi o segundo livro brasileiro que me lembro de ter lido e adorado. A história é sensacional, quem gosta de histórias em castelos vai adorar esta, recomento muito.