Rios gigantes, desertos gelados, taiga sem limites, temperaturas na Sibéria, a geografia é de uma grande rudeza. A história também, pois fez dela a terra dos condenados e dos deportados, um dos nomes do Sofrimento do século XX. E no entanto é po
Olivier Rolin spent his childhood in Senegal. He then studied at the Louis-le-Grand high school and the Ecole Normale Superieure. He graduated in philosophy and literature.
He works as a freelancer of the French paper Libération and Le Nouvel Observateur. He was the companion of the singer Jane Birkin.
His work is inspired by May 68 and the proletarian Left, romantic adventures in Arabia, the writers Rimbaud and Conrad and his travels.
He received the "Prix Femina" for Port Sudan in 1994, the "Prix France Culture" for Tiger Paper in 2003 and the "price of Style" for The Meteorologist just now in 2014.
Um pequeno livro sobre um território gigantesco. Olivier Rolin escreve bem, muito conhecimento de história e literatura e a curiosidade pelas pequenas estórias. Muito passado soviético e dos gulags, mas também como o território mudou a partir de 1991, com o desmemnramento da URSS. Fiquei com a sensação que soube a pouco. Queria mais.
Os primeiros livros de Rolin eram cativantes. Os últimos que dele tenho lido são decepcionantes. Muito confusos, pouco cuidados e cheios de referências mais ou menos herméticas e em muitos casos superfluas.
Les récits de voyage d'Olivier Rolin sont toujours un bonheur de lecture surtout sur la Russie qui est son terrain de chasse privilégié. Ici petit recueil de courts textes tous superbes.