Viviamo in un mondo veloce, dove il tempo sembra via via contrarsi: continuamente connessi, chiamati a rispondere in tempi brevi a e-mail, tweet e sms, iper-sollecitati dalle immagini, in una frenesia visiva e cognitiva dai tratti patologici. Dimentichiamo così che il cervello è una macchina lenta e, nel tentativo di imitare le macchine veloci, andiamo incontro a frustrazioni e affanni. Queste pagine esplorano i meccanismi cerebrali che guidano le reazioni rapide dell’organismo umano, di origine sia genetica sia culturale, con un invito a scoprire i vantaggi di una civiltà dedita alla riflessività e al pensiero lento.
Lamberto Maffei, già direttore dell’Istituto di Neuroscienze del CNR e del Laboratorio di Neurobiologia alla Scuola Normale Superiore di Pisa, è presidente dell’Accademia nazionale dei Lincei e professore emerito di Neurobiologia alla Scuola Normale. Con il Mulino ha pubblicato «La libertà di essere diversi. Natura e cultura alla prova delle neuroscienze» (2011).
Lamberto Maffei (Grosseto, 21 marzo 1936) è un medico e scienziato italiano. Direttore dell'Istituto di Neuroscienze del CNR dal 1980 al 2008, dal 2009 al 2015 è stato presidente dell'Accademia Nazionale dei Lincei, e, dall'agosto 2015, vicepresidente della stessa.
Breve libro que hace un recorrido reflexivo acerca de la velocidad que ha cogido la sociedad consumista actual. El autor es un médico italiano de 85 años.
Está dividido en 5 capítulos en los que reflexionaremos acerca de la velocidad tecnológica, del poder del mercado, de la importancia de la educación en asignaturas humanistas, del funcionamiento del cerebro en la adicción a comprar, de la creatividad humana…
Muy sencillo, se entiende genial y tiene poco más de 100 páginas.
Para hacerse una idea es estupendo. Pero no me ha dicho nada que no sepa, quizás por mi formación en psicología.
Si te interesa el tema de cómo pensamos y de cómo funciona la toma de decisiones en nuestro cerebro te recomiendo mejor el libro “Pensar rápido, pensar despacio” del psicólogo economista y doctor en filosofía Daniel Kahneman que, aunque es un tocho enorme, es sumamente interesante y muy completo, con una amplia bibliografía de estudios científicos.
Pero bueno, para reflexionar un poco sobre el tema y hacernos un poco más conscientes este ensayo es suficiente.
Una piccola (140 pagine di un libricino tascabile) perla riesuma: “Festina lente”, affrettati lentamente. Un elogio al pensiero lento, antitesi di quel consumismo vorace che ci porta a uno stato, anche in termini culturali, di perenne senso di colpa che dipende dall’impossibilità di stare dietro agli infiniti prodotti sfornati dalla macchina del mercato. Per ricordarmi di riflettere e che la lettura non è una corsa o una challenge 2025.
"FESTINA LENTE" Lamberto Maffei, médico e cientista italiano, apresenta neste livro"Elogio da lentidão", uma perspectiva que sintetiza a influência que a velocidade do cérebro tem no comportamento humano e como esta se estende, no limite, à evolução da nossa espécie. "A evolução escolheu, na construção do cérebro humano, a técnica da lentidão, enquanto para os outros animais escolheu a rapidez, e talvez seja por isso que muitas respostas do rápido sistema nervoso do homem se assemelham tanto às dos outros animais" (P. 27). O homem actual, está inserido num meio onde os estímulos, e a resposta a esses estímulos, exigem que a máquina que é o cérebro funcione a uma velocidade cada vez maior e que sofra com isso uma modernização. Isto invade igualmente a sua vida social, dificultando as relações interpessoais, e consequentemente, a transmissão de conhecimentos - a educação. "Dificilmente a economia de mercado poderá ter entre as suas prioridades a formação de cidadãos críticos, que, de resto, se poderiam revoltar contra ela, defendendo uma economia da sobriedade e da sustentabilidade" (P. 84). É preciso educar para o (prazer do) conhecimento da natureza do homem, "mesmo que estes prazeres impliquem consumir menos" (P. 86/7). O autor relembra-nos que é a plasticidade (finita) do cérebro que permite ao homem construir as suas escolhas, práticas e atitudes, e o quão fundamental é considerar o seu saudável funcionamento. "Festina lente" é o mote com que abre e encerra este elogio, um verdadeiro oxímoro, intemporal, e que continuará a ressoar para questionar as regras do cérebro humano.
"O relógio tornou-se o herói do nosso tempo: trabalha-se a olhar para o relógio, almoça-se com relógio, faz-se exercício com o relógio, conversa-se com os amigos e olha-se para o relógio. Dá-se uma olhadela veloz ao medidor do tempo e exclama-se 'estou cheio de pressa, tenho mesmo de ir andando', pondo termo a encontros fugazes que, dada a sua velocidade, não deixam marca significativa."
Ideias importantíssimas numa leitura breve e reflexiva.
«O ato criativo não nasce em todo o lado, mas tal como as flores da canção de Fabrizio De André que despontam do estrume (canção intitulada Via del Campo), é necessário um terreno propício: uma mente livre e sem preconceitos, com o dom do entusiasmo e do espanto, que sabe reter as suas inúmeras ideias como se fossem cavalos na grelha de partida à espera do sinal, que chega num momento imprevisível.»
Contemporary society has very much often have the trouble of causing #FOMO. And make you feel guilty about missing out. The speed, the social pressure, the longing to belong, be part of something even you don’t know what is you thrive to belong to. The clicks, the likes the double tap to get them hearts. • This books is all about showing how our brain and also our soul does have different kind of speeds. But this society is always pushing you to have it in high gear. This is a very interesting book. More than the obvious scientific evidence exposed (in a very dummy/noob proof) you’ll enjoy the poetics in the book. • If your was Italian or Portuguese (i only read the latter for now) you’ll be lucky to read this book. It will give you some more tools to slow down and feel good about it.
Elogio da Lentidão de Lamberto Maffei é perspetivar festina lente = apressa-te lentamente! É reconhecer o pensamento rápido, a necessidade de reagir, como base para o desenvolvimento do pensamento lento, pensado, ponderado. . "Andar mais rápido não significa conhecer mais do que aquilo que o caminho oferece e ninguém quer chegar antes do tempo ao fim do seu percurso." . Pensar no frenesim dos dias de hoje e sentir que uma pandemia, que não nos trouxe quase nada de bom, deixou ainda menos que isso, nada! . O equilíbrio frágil de que somos feitos e a complexidade imensa que nos compõe são a definição da perfeição que esquecemos todos os dias. Porque todos os dias somos ofuscados por tanto e tão rápido, que não temos percepção ou tempo de discernir sobre isso. . O Elogio da Lentidão lê-se depressa e detém-se vagarosamente na cabeça.
"A plasticidade de que o homem é dotado por um período tão longo significa facilidade de aprendizagem e de adequação ao ambiente em função de uma sociedade que muda. (...)
Devemos estar gratos à lentidão dos processos de envelhecimento, graças à qual podemos esquecer que estamos a terminar o nosso passeio pelo mundo. (...) A parábola da vida, e a parábola do sistema nervoso em particular, caracterizam-se, na fase inicial, por um elevado ruído: a primeira, devido às potencialidades impressionantes que as primeiras células têm para definirem o seu futuro; a segunda porque o destino das conexões sinápticas está ligado a uma probabilidade condicionada pelo ambiente bioquímico e pela actividade eléctrica. Neste período, o nível de plasticidade é muito elevado e as conexões correlacionam-se com os estímulos sensoriais (...); com a idade a plasticidade reduz-se progressivamente e o sistema torna-se mais ordenado e estável.
(...) à fisiologia do cérebro, à necessidade da sua estimulação adequada que, no envelhecimento, tende a diminuir por causa da escassez de ocupação, da solidão, inclusivamente no seio da família, das dificuldades de comunicação com os membros mais jovens. O mundo moderno da pressa, das deslocações, do consumismo, da tecnologia, conduz ao cinismo social, que tende a considerar o idoso como um peso sobre o qual não vale a pena investir recursos económicos.
Este livro foi-me recomendado e, pelo título “Elogio da Lentidão”, estava à espera de uma tese mais filosófica ou sociológica, algo para nos fazer realmente refletir. O que apanhei foi um livro mais ligada às ciências exatas – o autor é neurocientista – e então muitas páginas foram dedicadas a explicar o funcionamento do cérebro e o seu desenvolvimento ao longo da vida, desde a infância à terceira idade. Mesmo quando fala em criatividade e imaginação, faz a ligação com a biologia do cérebro, as funções dos dois hemisférios, etc… estava à espera de algo mais em linha com Alain de Botton, mas enganei-me…
Definitivamente este libro estará dentro de mis favoritos del año. Muy recomendado si les interesa leer sobre la inmediatez, el consumismo, la globalización, el arte, la ciencia, el pensamiento…abordado desde la neurobiología.
Me recomendaron este libro justo en un momento en el que la impaciencia se había apoderado de mí. Soy una persona impaciente por naturaleza y, al abrir sus páginas, esperaba encontrar alivio. Pero encontré algo más.
Me encontré aprendiendo sobre de dónde viene esa impaciencia, cómo funciona nuestro cerebro cuando buscamos resultados inmediatos y hacia dónde nos arrastra la velocidad del pensamiento moderno. Combinando neurociencia y filosofía, el autor invita a mirar la lentitud no como un defecto, sino como una forma más humana de pensar y vivir.
“Como olvidamos que el cerebro es una máquina lenta, el deseo de emular las máquinas rápidas que nosotros hemos creado se convierte en fuente de angustia y frustración.” Esto es solo un ejemplo de las herramientas que ofrece para salir del frenesí cotidiano y reconectar con un ritmo más propio, más sereno y más lúcido.
Si te interesa la mente humana y la búsqueda de sentido en medio del ruido, te lo recomiendo mucho.
Molto molto interessante. Degli spunti scientifici per riflettere sulla società contemporanea. Ho apprezzato più di tutto la citazione di "festina lente" come motto per la vita dalle rappresentazioni di Palazzo Vecchio a Firenze, ma anche il discorso sul consumismo e sul potere che il mercato ha sulla società e sugli individui. Tre stelle perché mi è sembrato che l'autore considerasse l'uomo come essere superiore agli altri animali e questo è stato l'unico punto in cui le tesi proposte da Maffei non mi hanno convinta. Per il resto è decisamente un libro che consiglierei.
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Lamberto, da esperto neurobiologo, é lucidissimo nella rappresentazione scientifica della costruzione ed evoluzione del cervello umano.
Incrociando fonti autorevoli e personali teorie sull’utilizzo e il cambiamento del cervello in una società sempre più veloce, cerca di evidenziare l’importanza e l’efficacia della “lentezza”, della curiosità non utilitaristica, del piacere non finalizzato.
Un bel libro, probabilmente da rileggere di tanto in tanto. FESTINA LENTA
Lettura che offre spunti di riflessione interessanti sui meccanismi celebrali in relazione alla rapidità della società contemporanea. Nonostante i temi profondi, vuole essere una lettura abbastanza veloce (un po’ ironicamente, o forse per adattarsi al trend di un mondo che ha sempre meno tempo per i libri lunghi?). Per questo, a tratti risulta difficile da seguire. Consiglio come lettura propedeutica “Thinking, fast and slow” di Kahneman, in più punti citato dall’autore.
La prima parte incuriosisce molto, poi si perde un po'. Nella spiegazione biologica di pensiero lento e rapido sembra che vada troppo spedito e che manchino intere pagine di approfondimento. Tutto sommato, un buon libro che ci fa capire perché la società di oggi corre così tanto dietro tempistiche e scadenze inutili.
Me ha parecido un libro genial que aporta muchísimo a pesar de su tamaño. Lectura ágil y entretenida incluso para un tema tan profundo como el que nos muestra. Una lectura muy recomendable en estos tiempos que queremos y nos "gobierna" la prisa y la inmediatez.
Ciertamente hace reflexionar sobre la "aceleración de las sociedades" que sufrimos hoy en día, donde todo parece ir tan rápido que nuestro cerebro (lento) no es capaz de adaptarse o sufre en el intento.
Por otro lado, el autor hace hincapié en el consumismo. Este impulso que nos hace comprar y comprar de manera irreflexiva ha llevado al éxito a marcas como SHEIN. Poner la moda al alcance de los demás a módicos precios, pero ¿con qué medios? ¿Explotación, quizás? ¿O contaminación, tal vez?
Realmente pocos se paran a pensarlo. ¿Para qué pensar en lo que estoy comprando si solo compro?
Creo que todos deberíamos hacer esta reflexión en nuestra vida y darnos cuenta del daño que pueden generar nuestras acciones si no pensamos (un poco).
Almost excellent book. Very pleasant to read, very elegantly written. The only reason I don't give it 5* is because I would like it to be larger and I feel the author could teach me more. The portuguese edition has a few flaws.
Um pequeno livro interessante. Peca, na minha opinião, porque poderia ter uma visão e aprofundamento mais filosófico da lentidão e da importância de parar para pensar. Aborda, por outro lado, mais o lado científico e da neurologia.
Contrariamente al titolo un testo rapido da leggere, semplice e sintetico. Ci parla del funzionamento del cervello, del suo possibile condizionamento a causa delle nuove tecnologie e abitudini. Ci fornisce alcuni strumenti per valutare i nostri comportamenti.
Eager to read more books from this brilliant doctor. Think fast and go slow is and will be the mantra of our society. The better you manage it, the better you get your equilibrium.
Ascoltato passeggiando. Un bel libro ricco di spunti e riflessioni sul funzionamento del cervello. La lentezza conduce a riflessioni sul tempo, sulla creatività, sui nativi digitali, … un profluvio di notizie con anche qualche informazione scientifica.
Saggio carino e di poche pretese sulla lentezza come virtù. Ormai siamo divorati dalla fretta, dalla fruizione veloce, dalle scelte da prendere in un battito di ciglia e si perde il senso dell'attesa, della pazienza e la bellezza di alcune cose che richiederebbero semplicemente tempo. Si legge con piacere.