O mundo acabou como uma tempestade. Primeiro houve o caos, e então o silêncio. A Morte se espalhou pelas ruas. Morte, porque ela tomou a humanidade para si. O silêncio do fim foi substituído por uma orquestra de sons grotescos, pelo arrastar lento e caótico de corpos moribundos; pelos sons do medo. O que antes regia a sociedade não existe mais. Tudo foi deixado para trás. Viva ou morra. Lute ou morra. Mate ou morra. Dylan ouviu falar sobre um lugar seguro. Lá, ela e Max podem ter uma nova chance. O garotinho de quem ainda está cuidando, mesmo quando tudo acabou, é o seu gatilho para seguir em frente. Se não existe esperança, para que lutar? As fronteiras artificias que marcam o fim do mundo trilham perigos e incertezas para aqueles que escolheram viver, e uma assustadora pergunta passará a comandar todos os movimentos dos que ainda resistem: até onde você irá para sobreviver?
Denise Flaibam é graduada em História e tem pretensões de se tornar a próxima Indiana Jones. Seu superpoder seria sair cantando a trilha sonora de Hamilton sem parar. É autora da série Os Mistérios de Warthia, da ficção histórica Rubi de Sangue e de diversos outros títulos. Quando não está escrevendo, pode ser encontrada jogando videogame e surtando por personagens fictícios – ou tudo ao mesmo tempo. Ela também escreve sobre livros para o blog Queria Estar Lendo, onde obteve seu selo certificado de fangirl.
BRUTAL!!!! Una de las mejores novelas de fantasia que leí este año. Sin palabras.... Genial, aterrador, trepidante y con unos personajes tan bien desarollados que aunque no quieras terminan por encariñarte. Mucha acción, unos giros argumentales increibles y una narración que roza la perfección.
“Qual é o ponto de viver se estamos mortos de qualquer maneira?”
“As coisas que perdemos” é mais uma obra sobre zumbis em que o verdadeiro foco está todo nos humanos. São eles os protagonistas, enquanto as criaturas são o artifício utilizado para dificultar ainda mais a luta pela sobrevivência em meio a uma realidade caótica.
O livro é sobre isso: perda da humanidade e busca por esperança.
E essa jornada pessoal de cada membro do grupo é abordada de forma impecável. A construção de personagens é o ponto forte da obra e isso faz com que cada morte seja muito mais sofrida.
O ritmo da leitura é intenso e construção de mundo e cenário também é bem feita, a autora realmente não tem dó de matar personagens importantes, o que apesar de brutal, também torna a leitura muito mais envolvente.
Por isso, recomendo fortemente a leitura tanto para quem gosta de zumbis quanto para aqueles que querem sofrer um pouco com um bom livro recheado de ótimas cenas de ação.
Como todo amante dos romances pós apocalipticos, já li bastante coisa. Em português e principalmente em inglês. Sinto muito em concordar que a grande maioria não passa de uma aventura adolescente, escrita sem muito esmero ou cuidado. Mas, em absoluto, não é o caso desse livro. É uma leitura veloz, que tira msm o fôlego. A leitura exige atenção nas mudanças de cenário e não trata o leitor como uma criança. É um ótimo livro. Só não dou nota máxima pq já li "a passagem".