Do alto de seus 25 anos, Julia Tolezano, mais conhecida como Jout Jout, já passou por todo tipo de crise. De achar que seus peitos eram pequenos demais a não saber que carreira seguir. Em Tá todo mundo mal, ela reuniu as suas “melhores” angústias em textos tão divertidos e inspirados quanto os vídeos de seu canal no YouTube, “Jout Jout, Prazer”.
Família, aparência, inseguranças, relacionamentos amorosos, trabalho, onde morar e o que fazer com os sushis que sobraram no prato são algumas das questões que ela levanta. Além de nos identificarmos, Jout Jout sabe como nos fazer sentir melhor, pois nada como ouvir sobre crises alheias para aliviar as nossas próprias!
Julia Tolezano da Veiga Faria, mais conhecida como Jout Jout, estudou jornalismo na PUC-RJ e frequentou brevemente o curso de letras. Em 2014 começou a gravar vídeos e criou o canal Jout-Jout Prazer, no YouTube, que foi parar nas pautas de todas as mídias do país após o vídeo “Não tira o batom vermelho”, que fala sobre relacionamentos abusivos e já foi visto por 2 milhões de pessoas.
Hoje Jout Jout tem mais de 800 mil seguidores, 90 milhões de visualizações e é admirada pela inteligência e graça com que fala dos assuntos mais polêmicos. Foi colunista da revista Cosmopolitan por cerca de um ano.
Estava preocupada em ler esse livro e não gostar, mas tinha fé porque adoro a Jout e queria saber o que ela tinha a dizer. E na minha opinião, esse é um livro de autoajuda. E não falo isso de maneira pejorativa, pelo contrário. Acho que ela faz um trabalho melhor do q muito livro de autoajuda. Porque ela escreve de maneira leve, pra te mostrar "olha, todo mundo é maluco, vc não tá sozinho." E isso é muito legal. Mas penso que talvez seja mais legal se você é mais jovem, porque a maioria das crises que ela relata aqui muitas eu já tive, mas fiquei em paz com elas depois de várias sessões de terapia. O livro não foi um "NOSSA OBRIGADA POR ME ILUMINAR NÃO ME SINTO SOZINHA", porque já trabalhei as minhas crises o suficiente pra saber que não estou. As minhas inseguranças são outras porque estou em outra fase da vida (por isso comentei q acho q vai ajudar muito aos mais jovens). Acho que se tivesse lido esse livro com meus 20 anos, (quando não fazia terapia) super insegura e estava ainda em busca da minha identidade, eu ia abraça-lo chorando. Porque a Jout tem uma voz muito gostosa de amiga, e é uma delicia conversar com ela e se sentir entendida, mesmo que seja através de um livro. O livro é engraçado, divertido e é possível que você encontre algo que possa te ajudar a lidar com as suas próprias crises. Como um livro de autoajuda, só que legal.
Jout Jout é maravilhosa, né? Adorei a abordagem dela no livro e, principalmente, a forma como escolheu contar as crises e coisas que aconteceram, tornando tudo isso relacionável e fazendo com que você pudesse tirar um ensinamentozinho. Sem presunção nenhuma... isso foi fantástico.
Ela é uma pessoa admirável por ser tão sincera, cheia de valores e ao mesmo tempo engraçada. A grande maioria das histórias você lê e pensa "EU ACHEI QUE ISSO SÓ ACONTECIA COMIGO". É tão legal ver que todos nós temos mais em comum do que pensamos. É um livro que te dá um aconchego.
Não tem muito o que dizer. O conteúdo do livro é bem similar ao canal, o que só deixa ainda mais claro a autenticidade da Jout Jout. Não parece que é uma pessoa em vídeo e outra na escrita. A única coisa que me "incomodou" (e coloco com aspas, porque só estou sendo chato mesmo) foram algumas repetições de fatos nas histórias que, por ser um livro curto, ficaram um pouco evidentes pra mim.
Sem a menor dúvida o livro mais engraçado que eu li na vida e um dos mais inspiradores. Jout Jout me fez perceber nesse livro o privilégio absurdo que é se fazer o que gosta e de ter pessoas que gosham do que você faz. Eu tenho 1% da quantidade de inscritos que Jout tem, mas criar meu canal foi a melhor decisão que tomei na vida e cada dia é mais divertido construir isso tudo.
Esperava mais. Não é tão engraçado assim, eu ri uma vez só! E graças a Deus ela cita o analista várias vezes, porque quanto probleminha hein? Nossa... Se vc acha que tem crises, lê esse livro e se sinta melhor. Minha lua é em peixes, enquanto o sol da Jout é em peixes. Não sei se isso explica o fato de eu ter me identificado com as crises dela, em dimensões infinitamente menores. Fora que ela é extremamente imatura. Diferente do que eu imaginava, ela não transparece tanto nos vídeos. Ou eu que não tinha me tocado. Sei lá, o livro fez eu gostar um pouco menos dela. Não porque ela tem probleminhas, todos têm, mas sim porque ela não é tão adulta e madura e bem resolvida como eu esperava que ela fosse. Coloquei ela num pedestal, mas no fundo ela é igual a várias pessoas que me cercam. Começo a duvidar de tudo que assisti dela. Era tão genial assim? Tá na hora de rever isso aí...
É legal, é bem jout jout, dá pra passar um tempinho gostoso no sol lendo um livrinho gostoso de leve. Rápido de ler, fácil de ler, com histórias rotineiras que a gente se identifica de cara. Dôrei <3
Sigo a Jout Jout não há muito tempo, mas já vi todos os vídeos dela (foi mais uma maratona em que não fazia mais nada da vida). E adorei-a e quis ser como ela. Até que percebi que sou um bocadinho como ela e que concordo com muito do que ela diz. Logo, este livro, escrito por ela, teria de ser lido. E gostei muito! Mas já conhecia praticamente todas as crises por que ela passou e as suas respectivas "soluções". Daí não me ter impressionado com o livro. E eu queria mais, foi muito curto para quem tem tanto a ensinar ao mundo. Ela é nova, é certo, mas é boa pessoa. Boas pessoas têm sempre muito que ensinar aos outros. Eu acho que sim.
Sou super fã dos vídeos da Jout Jout, e fiquei bem curiosa com o livro.
Ponto pra ela por: se livrar da pressão de fazer uma obra de arte (perfeccionista, uni-vos!); terminar um projeto como um livro (que é o sonho de tanta gente e é tão difícil de fazer); alguns insights interessantes (coisa que ela já faz nos vídeos); traduzir em texto a sua fala (parece que você pode ouvi-la narrando os causos, aliás, ia dar um bom audiolivro).
Entretando, pra minha decepção, os causos que ela conta no livro são super parecidos com os dos vídeos (até tem coisa repetida). Até aí tudo bem, mas em vários deles eu senti que faltava mais. Não dá nem pra considerar como crônica. Parece texto de diário, apenas comentários, igualzinho o que ela faz no vídeo. Só que não funciona no papel, infelizmente. Acho que ela disperdiçou a oportunidade de fazer algo que realmente fosse relevante, que a catapultasse pra outras esferas midiáticas. Creio que ela podia fazer melhor. Isso é super claro em alguns dos textos, quando ela fala da "crise" de escrever o próprio livro, e como no fim das coisas, ela já não se importava tanto, basta escrever qualquer coisa. Poxa, eu esperava mais. Talvez tenha sido a pressão da editora por concluir logo o projeto? Talvez poupar esforço pra fazer algo bem legal porque o público dela compraria o que quer que fosse que ela escrevesse?
Não queria ter que escrever um comentário tão crítico, eu curto muito os vídeos da Julia, de verdade. E achei que ela tinha a faca e o queijo na mão pra fazer algo que fosse realmente destacá-la em outras esferas. Mas foi só mais do mesmo, infelizmente.
Conheci a Jout Jout agora...quando só ouvia falar do livro dela (em que mundo ando!) Comecei a ler o livro e a ver alguns vídeos...gosto mais dos vídeos! Mas foi uma leitura agradável e bastante divertida.
Um livro que fala de crises que nós da geração/gênero/classe social da Jout Jout conhecemos bem, mas do jeito leve dela, que traz reflexões sem nos pesar. Sendo que o apelo dela é justamente gerar essa identificação com a maior parte de seu público pela maneira tão real (e carismática) como se coloca, a escolha de tema foi perfeita e mais uma vez a diferenciou da maioria dos youtubers por aí. Terminei com a sensação de que a vida para nós, overthinkers que nem eu e Jout Jout, é inevitavelmente cheia de crises, e o que precisamos na maioria das vezes é aprender a nos levar menos a sério mesmo.
Dito isso, é uma leitura de uma sentada que muitas vezes te faz sentir que está lendo uns 100 roteiros de vídeos dela. Não é que não funcionem como mini crônicas, mas às vezes é como se faltasse aquele "X factor" que ela tem quando fala com a câmera. Acho que porque eu esperava alguma novidade no desbravamento da Jout Jout de uma nova mídia, e quando recebi mais do mesmo (apesar de ser um mesmo de que gosto muito e um mesmo em relação ao conteúdo dela, não da maioria dos influenciadores digitais) ficou parecendo que faltava algo.
Gostei do livro. É uma boa leitura para o transporte público, porque os capítulos são curtinhos e leves. Não vai mudar sua vida. O livro é ótimo para dar risadas, se identificar um pouquinho e sair felizinha.
Numa altura em que passo o dia a ler e escrever um pouco por obrigação, ler um livro com diversos textos pequenos e cheios de humor foi o ideal. São pequenas crises que eu também tenho e onde por vezes, o ridículo e o caricato andam de mãos dadas num falso drama. O livro é jovem e cheio de vida e exactamente aquilo que eu precisava consumir no meio de tantas linhas sérias que tenho lido e escrito.
A JoutJout é maravilhosa. É mesmo. O canal dela é uma das coisas mais sinceras, mais despretensiosas, mais inteligentes e mais empáticas que circularam por aí nos últimos anos (e como tem sido difícil encontrar coisas, pelo menos, sinceras, ou despretensiosas, ou empáticas, quanto mais tudo isso junto. Inteligentes é mais fácil, ou talvez as minhas referências sejam modestas). O livro não é tão bom como o canal, porque perde a expressão corporal, a espontaneidade, e não é tão robusto quanto, para mim, um livro deve ser, mas não nos faz gostar menos da JoutJout. Nem significa que ela não tem jeito para escrever. É um livro de crónicas, uma compilação de crises trágico-cómicas que provam que todo o mundo é igual a todo o mundo, e que, talvez, esteja, de facto, todo mundo mal. Mas a JoutJout, não sei se já disse, é maravilhosa.
Velha conhecida do seu canal no Youtube, aliás quase uma amiga, ler as crises de uma vida inteira da Júlia foi me encontrar em cada uma delas, mesmo as que diziam respeito apenas ao universo feminino. Muitas vezes não só me reconheci, como também me atentei para o fato de que também vivo uma vida de crises eternas, mas que nunca me dei conta. Até agora. A leitura despretensiosa (muitas vezes parecia que estava assistindo ao seu canal, e não lendo seu livro) é perfeita pra ler enquanto espera o ônibus, espera a água do macarrão ferver, depois do almoço na firma, enfim, é daquela leitura que não tem hora, você simplesmente se pergunta "por que não uma crise da Jout Jout agora, não é mesmo? Vamos lá."
Como eu amo essa mulher! Jout Jout, melhor pessoa! Amei o livro dela, me identifiquei com algumas crises que nem sabia que tinha, dei muitas risadas, tipo, muitas mesmo hahahahaha. Parecia que era ela que estava falando comigo, tem muito dela na escrita, e isso prova que foi ela que escreveu. A edição está maravilhosa, a capa emborrachada está uma delícia, da vontade de morder hahahahah, as folhas não cansam os olhos na hora da leitura. Adorei o livro mas não vou dar 5 estrelas, pois teve umas crises que ficava meio entediado, mas fora isso, maravilhoso!
Foi tanta empatia com Julia envolvida nesse livro que eu não consigo escolher entre todas as crises qual a minha favorita. Como sou fã da Jout Jout e do Caião, consegui em toda a leitura imaginar a voz dela narrando pra mim, com aquele jeito de falar único e engraçado dela. Com certeza uma grande leitura do ano, muitas reflexões e um entretenimento garantido, favoritadíssimo!!!
Amei o livro porque acho que li na época certa, já que estava em meio de várias crises. Me identifiquei muito com elas e no final ela traz a mensagem que eu tava precisando : Crises são normais, e por mais que pareça que elas não vão embora, elas passam.
Começa bem, termina bem mas tem um meio um tanto chato, parece que são tantas crises que você começa a ter crises sobre as crises que você está lendo... complexo!
Despretensioso, o livro da Jout Jout passa longe das ~obras~ de outro youtubers, que também "escreveram" livros. A Jout Jout é uma moça de classe média, com problemas de classe média, vivendo em lugares de classe média. Mas ela sabe disso e sabe qual lugar ela ocupa nesse mundo. Portanto, o livro é muito honesto, já que apresenta crônicas em relação a crises que podem ir do medo de ser estuprada constantemente até a crise de não conseguir escolher qual filme assistir na Netflix. Achei divertido e bastante reflexivo, ás vezes. A única coisa que incomoda um pouco é saber que o livro foi feito sob encomenda, ou seja, a própria editora pediu para que Jout Jout escrevesse. Isso rende alguns pensamentos incríveis, mas outros soam como "deixa eu escrever qualquer coisa aqui porque como eu escrevo bem posso botar qualquer crise no papel". Ainda assim, um bom livro. Recomendo para quem gosta das obviedades complexas que a Jout Jout brilhantemente diz.
Li em duas sentadas. É uma ótima leiturinha pra um dia de chuva na praia, ou antes de dormir quando faz -2ºC lá fora, que é o meu caso. É levinho, dá pra dar umas risadinhas e é ÓTIMO pra fazer a gente se sentir melhor quando no meio duma crise ou outra, que também é o meu caso.
O único ~porém~ é que 80% do conteúdo do livro já está, de alguma forma, no canal dela do YouTube. Eu esperava mais coisas que saíssem do que já foi dito nos vídeos, mas a expectativa fui eu quem criei e eu que lide com ela. No mais, adoro essa mulher.
Uma boa leitura, ri alto as vezes, e em alguns momentos pude refletir sobre coisas pessoais, mas na maioria dos momentos foi só ok. Talvez um pouco colado demais nesse namorado onipresente durante todo o livro, e o fato de saber que esse namoro terminou logo após o lançamento do livro deu uma sensação meio estranha.
Acho que todo mundo que está na internet deve ter, no mínimo, ouvido falar de Jout Jout. Seja por vídeos incríveis sobre temas polêmicos como "Não tira o batom vermelho" (que já está perto das 2.500.000 visualizações), ou vídeos igualmente incríveis sobre nada em específico como o meu favorito "Funk do cajado".
Jout Jout faz sucesso, ao meu ver, por ser exatamente "gente como a gente". Isso a coloca próxima ao público, torna a identificação fácil e a transmissão de mensagem mais efetiva.
E é meio que por isso que, quando ela lançou seu livro "Tá todo mundo mal", em vez de pensar "ugh, mais um livro de youtuber", eu quis muito comprar. Por isso e pelo título. Afinal, quem é que não tá mal?
O livro é um compilado de melhores / piores crises de Jout Jout. E, apesar de serem crises bem específicas, são completamente identificáveis. Crise de amor? Tem. Crise que era ter um Tamagotchi? Tem. Crise da ausência de talentos? Tem também.
Jout Jout aborda todo tipo de temas. Desde crises construídas pela socidade (como a "crise do medo da possibilidade de um estupro") a crises que saem sabe-se lá como de dentro da nossa cabeça ("crise de não conseguir devolver as coisas dos outros"), passando por crises que talvez você jamais esperasse que fossem reveladas publicamente ("crise dos puns quentinhos" e "crise do sexo da vida real" são alguns bons exemplos dessas).
Esse é um daqueles livros gostosinhos que você lê para descansar a cabeça depois de um dia cansativo ou, como foi meu caso, depois de um livro que exige muito da sua cabecinha.
Se você já assistiu uma boa quantidade de vídeos de Jout Jout, sua mente provavelmente vai lhe fazer o favor de ler cada uma das crises da forma correta, visualizando até a expressão que Júlia faria se estivesse contando a mesma crise em vídeo. E isso torna a leitura ainda mais leve.
O grande desafio é, na verdade, não ler o livro todo em uma só sentada.
(Vou chamar essa de "A crise da leitura compulsiva")
Como não amar a Jout Jout?! Conheço os vídeos dela há bastante tempo, mas ter a chance de ler um livro todo em suas palavras (desse jeitinho que só ela sabe falar) tornou essas reflexões ainda mais especiais.
Em um certo ponto, ela diz que fazer análise é importante, pois te faz pensar em coisas que você jamais conseguiria sozinho. Acredito que as discussões que ela traz para o público também ocupam esse papel na vida de muita gente. Não só daqueles que se identificam e a admiram, mas também daqueles que discordam e pensam: "Espera, deixa eu tentar entender porquê ela pensa dessa forma." - e assim, acabam por descobrir que existem mais pontos em comum entre ambos do que se imaginava. Ou então, pelo menos, são capazes de reconhecer que existe um outro lado.
De um jeitinho simples e sincero, a Jout Jout consegue fazer a gente entender muitas coisas que parecem bichos de sete cabeças para a sociedade - e, as vezes, até para nós mesmos. Aprendi muito com ela. Continuo aprendendo. Amei o livro e acho que deveria ser leitura obrigatória nas escolas. Você aí, professor, que dá aula para jovens... Recomende esse livro!
Não me empolguei para ler o livro da Jout Jout porque pensei "mais um livro de youtuber", apesar de gostar bastante do canal e acha-la engraçada. Passado o preconceito, resolvi ler após ver algumas reviews aqui no Goodreads.
Li e achei sem graça, poderia ser mais engraçado, poderia ser mais elaborado, poderia ter mais crônicas, poderia ter mais tudo. O livro é curto, 200 páginas... algumas quase sem texto, é rápido de ler.
Ele é formatado em capítulos e cada capítulo conta uma crise. Algumas mais profundas, outras bem rasas, mas a maioria se assemelha a crises do dia-a-dia de pessoas da classe média. Aliás, é bem ~~classe média sofre~~ em vários momentos, e a Jout Jout não esconde isso, lida até com bom humor, mas achei que é a visão de alguém com vida privilegiada e que sabe disso. Algumas coisas são repetecos de pedaços do canal, e no geral a Jout Jout conta bem como lida com a fama e com a nova vida que o seu canal do youtube proporcionou.
Achei bacana, mas nada demais. Bem abaixo do que o é o canal dela em termos de humor e conteúdo... ela é melhor nos vídeos que escrevendo. Daria um 2.5, mas acho que 3 é justo. :)
Curti bastante. São textos bem curtinhos e engraçados, não dá vontade de parar de ler. Fiquei imaginando as crônicas (seriam crônicas?) na voz da Jout Jout, o que achei mais engraçado ainda. Tem alguns textinhos meio fraquinhos, mas em geral eles trazem reflexões que fazem sentido, são bem divertidos e super bem escritos - aliás, descobri pelo livro que a Jout Jout sempre escreveu e sempre quis publicar, inclusive ficção. Fiquei bem curiosa pra ler um livro de ficção dela! :)
Outro produto do seu tempo quando falar o óbvio ainda era necessário, Tá todo mundo mal é o primeiro e único livro da youtuber Jout Jout, que ganhou sucesso por uma série de vídeos protofeministas no começo dos anos de 2010. De uma filosofia, sociologia e psiquiatra freestyle, Júlia escancara suas crises em uma missão de gerar discussões sobre assuntos diversos e tabus, e assim ressoar com os que a leem ou assistem.