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Obra-prima de Robert W. Chambers, O Rei de Amarelo é uma coletânea de contos de terror fantástico publicada originalmente em 1895 e considerada um marco do gênero. Influenciou diversas gerações de escritores, de H. P. Lovecraft a Neil Gaiman, Stephen King e, mais recentemente, o escritor, produtor e roteirista Nic Pizzolatto, criador da série investigativa True Detective, exibida pela HBO, cujo mistério central faz referência ao obscuro Rei de Amarelo.
O título da coletânea faz alusão a um livro dentro do livro — mais precisamente, a uma peça teatral fictícia — e a seu personagem central, uma figura sobrenatural cuja existência extrapola as páginas. A peça “O Rei de Amarelo” é mencionada em quatro dos contos, mas pouco se conhece de seu conteúdo. É certo apenas que o texto, em dois atos, leva o leitor à loucura, condenando sua alma à perdição. Um risco a que alguns aceitam se submeter, dado o caráter único da obra, um misto irresistível de beleza e decadência.
A edição de O Rei de Amarelo trazida ao Brasil pela Intrínseca reúne, além dos contos do Rei, seis outros que alternam entre o sobrenatural e a realidade, em épocas e geografias diferentes. A introdução e as notas do jornalista e escritor Carlos Orsi, um dos autores publicados na antologia americana Rehearsals of Oblivion, clássico tributo a Robert W. Chambers, ajudarão novos leitores a mergulhar na bem construída mitologia do autor.
“As histórias de Chambers em O Rei de Amarelo são perturbadoras e me afetaram de um jeito único.”Neil Gaiman
“A ideia de terror cósmico se tornou parte real do ambiente da série, principalmente para os que conhecem o trabalho de Chambers.”
Nic Pizzolatto, roteirista da série True Detective
“Com uma voz surpreendentemente contemporânea.” The Guardian
“Altos níveis de terror cósmico.”
H. P. Lovecraft
254 pages, ebook
First published January 1, 1895
Camilla: You, sir, should unmask.hey, take a look at this cover for an edition i wish i owned:
Stranger: Indeed?
Cassilda: Indeed it's time. We have all laid aside disguise but you.
Stranger: I wear no mask.
Camilla: (Terrified, aside to Cassilda.) No mask? No mask!


"I belong to those children of an older and simpler generation, who do not love to seek for psychological subtleties in art; and I have ever refused to find in music anything more than melody and harmony, but I felt that in the labyrinth of sounds now issuing from that instrument there was something being Hunted. Up and down the pedals chased him, while the manuals blared approval. Poor devil! whoever he was, there seemed small hope of escape!"