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Hora de curar - A Existência Oculta

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167 pages, Paperback

Published January 1, 1992

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José Trigueirinho Netto

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March 9, 2025
A cura é a integração da vontade do indivíduo à vontade suprema; ou, expressando isso de uma forma mais impessoal, a unificação do padrão vibratório presente na manifestação da forma com o padrão arquetípico a que ele sempre se destinou. O homem precisa cuidar da vida do espírito, em primeiro lugar. Cuidar de contatá-la, de absorvê-la, de irradiá-la. É possível fazer isso independente da situação em que esteja. Cabe a cada um contatar o propósito interior e cumpri-lo em todos os níveis.
A parábola dos talentos, mencionada na bíblia, ensina o valor que há em multiplicarmos o que o Senhor nos entregou; mas multiplicar em Luz, e não materialmente, como é de uso comum compreender essa instrução. Em seu trabalho espiritual, geralmente a pessoa está ligada a grupos internos subjetivos, mais do que aos externos e visíveis. É importante que esteja desidentificado dos corpos, dos seus conhecimentos, de respostas mecânicas, que se esteja pronto para renascer a cada momento, preparado, portanto, para a todo instante morrer para o que se é em aparência. Inúmeros são os planos nos quais um indivíduo pode simultaneamente assumir tarefas.
Ele pode estar trabalhando numa dimensão ao mesmo tempo em que desenvolve uma tarefa mais ampla num plano superior ou mais sutil. As limitações de espaço físico e outros conceitos mentais que ainda aprisionam a humanidade nos limites da forma, dissolvem-se quando o indivíduo começa a entrar em contato com sua própria existência interior.
Os planos de aprendizagem vão sendo penetrados inconscientemente; é a p´ropria elevação advinda do serviço prestado que abre os canais comunicantes e as passagens pelas quais a consciência ascende a outros e mais sublimes patamares. O bem e o mal é um ajustamento de um estado vibratório a outro, mais sutil e sob a regência de leis superiores. A energia de cura não tem dono; nada e ninguém a possui. Ela se doa por meio daqueles que podem prestar o serviço de irradiá-la. O impulso que conduz o Der à verdadeira cura é aquele que leva a sua consciência a desbravar universos interiores, a libertar-se dos planos formais e ir ao encontro do espírito.
A cura deve ser focalizada além da matéria. Só no silencio descobre-se o caminho. Só na ausência de conceitos sobre o próprio destino sabe-se por aonde ir. Só com equilíbrio e neutralidade pode-se discernir o bem do mal. Para curar é preciso desmaterializar. O destino de cada indivíduo cabe a ele e ao Absoluto traçar. A cura é um ajuste daquilo que não exprime o padrão divino, como um processo que aproxima a criatura da sagrada Face que lhe corresponde. Um curador exprime em si a perfeição da vida. Isso tudo é uma questão de abertura para o contato com o mundo interior, sem fatos externos ou mentais. Desde que se compreenda a cura como o restabelecimento, no mundo da forma, da vibração correspondente à idéia que lhe deu origem, será a energia crística a intermediária entre o padrão arquetípico e o padrão materializado.
A todos os que despertarem está sendo entregue a tarefa de transmutação do elemento material em elemento luz, e de transfigurações da carne no Verbo que a criou. A energia interna não pactua com velhos hábitos ou com aspectos humanos arraigados no Ser. Ela não vem à tona a partir de concessões aos costumes, mas a partir da clareza, verdade, entrega e doação. Para os corpos materiais, os períodos de sono são de reordenação, reajuste e reequilíbrio. Durante o sono é que o individuo oferece menos resistência para assimilar o padrão vibratório do arquétipo que o rege. Sem os obstáculos dos condicionamentos materiais, a energia curativa pode penetrar no Ser e estimular a transformação de que ele necessita.
Contudo, todo esse processo ocorre somente se há o consentimento da Mônada. Se a consciência monádica não esta pronta para que o Ser receba a energia de cura, nada acontece. Banhos com ervas (principalmente de imersão) permitem a renovação magnética da água, pois o poder volatilizador que as ervas tem leva para fora do meio aquoso os elementos que vão sendo retirados da aura do indivíduo. Estando a água em um estado um pouco mais sutil que a terra, ainda que próxima à sua vibração,ela atua como receptor daquilo que liga o indivíduo às vibrações telúricas e libera-o para ingressar em níveis de consciência mais sutis. Esse é o trabalho interno que o elemento água realiza em toda a órbita planetária.
Por isso é o símbolo da purificação. Além do trabalho de desmagnetização, o banho de imersão, assim como o sono, é um meio de aproximação da consciência externa do Ser à sua Realidade Interior. Diferente do que fazia e pensava, o livro recomenda que, após o banho de imersão, a pessoa lave todo o corpo na água abundante de um chuveiro à mesma temperatura para lavar o corpo etérico e estimular um estado de maior pureza.
As espécies vegetais nativas de uma região estão ligadas aos seres humanos que habitam na área, pois passam a fazer parte da conjuntura energética local, harmonizando assim com a sua estrutura etérica e celular. O livro recomenda que, no uso de qualquer erva, estas sejam secas a sombra e trituradas, para serem usadas em forma de pó. Também pode ser feito o extrato (na água, ou seja, sem álcool) de ervas frescas. Melhor que isso é a extração dos óleos essenciais.
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