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From Human to Posthuman: Christian Theology and Technology in a Postmodern World

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Technology is one of the dominant forces shaping the emerging postmodern world. Indeed the very fabric of daily life is dependent upon various information, communication, and transportation technologies. With anticipated advances in biotechnology, artificial intelligence, and robotics, that dependence will increase. Yet this growing dependence is accompanied with a deep ambivalence. For many technology symbolises the faith of the postmodern world, but it is an ambivalent faith encapsulating both our hopes and fears for the future. This book examines the religious foundations underlying this troubled faith in technology, as well as critically and constructively engaging particular technological developments from a theological perspective.

178 pages, ebook

Published April 22, 2016

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Brent Waters

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Profile Image for Fernando Pasquini Santos.
11 reviews6 followers
June 6, 2019
Brent Waters me convenceu que o tema do transumanismo ou pós-humanismo não é só uma curiosidade ou especulação de gente aficionada com ficção científica. O tema é muito mais importante do que parece, uma vez que, mesmo que consideremos impossível chegarmos nas distopias como as mostradas em Black Mirror, existe um impulso transumano subjacente a toda apropriação idólatra da tecnologia pelo homem, que é a recusa da finitude e a consequente salvação pelas obras de suas mãos.
Waters identifica as raízes do discurso pós-humanista atual na negação e reinterpretação das doutrinas da providência divina e a escatologia cristã, e que têm um respaldo histórico que ele identifica em duas grandes "viradas" na história recente: de "providência" para "progresso" (modernidade), e de "progresso" para "processo" (pós-modernidade). O autor consegue explicar com muita clareza a interpretação de George Grant sobre Nietzsche e suas implicações na tecnologia.
Tendo chegado, então, ao discurso pós-humanista de autores como Ray Kurzweil e Hans Moravec e a reação bioconservadora por Hans Jonas, Leon Kass e Franz Fukuyama, o autor demonstra de forma magistral que ambos os lados não chegarão a lugar algum se evitarem o fato de que a discussão é primariamente teológica. Seu ponto é que os melhores articuladores da visão pós-moderna da cultura e desenvolvimento tecnológico encontra-se em teólogos pós-modernos como Arthur Peacocke, Pierre Teilhard de Chardin, Philip Hefner e Gordon Kaufman. Waters, então, apresenta as ideias de cada um deles e se põe a refutá-las com uma cosmovisão cristã bíblica e ortodoxa, baseando-se primariamente na obra de Oliver O'Donovan, "Ressurrection and Moral Order".
A solução proposta não é completa, mas suficiente para os propósitos do livro. A cristologia bíblica oferece um ponto de partida no qual podemos afirmar a bondade da ordem criacional e seu cumprimento escatológico em Cristo. Com isso, os cristãos dispõem de um mandato cultural e domínio guiado por uma ética dual, consistindo tanto em preservação como em exploração (ou seja, continuidade e descontinuidade). A natureza não é nem estática e deve permanecer sempre como tal, e nem um material a ser usado e refeito infinitamente e sem qualquer direção; mas deve alcançar seu sentido pleno no horizonte escatológico da revelação de Deus. Assim, nas palavras do autor, "se o mundo é a manifestação finita e temporal de uma ordem criacional vindicada [por Cristo] e emoldurada por um destino eterno, então a ordenação genérica e teleológica de seus particulares pluriformes precisa necessariamente resistir a qualquer compreensão ou controle totais. Consentir a essa necessidade é, portanto, reconhecer que os detalhes da providência permanecem insondáveis e inescrutáveis, e a escatologia consiste em uma preparação disciplinada para um final surpreendente"(p. 142).
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