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Вперед, к прекращению роста! Эколого-философский трактат

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Книга, предложенная вашему вниманию, посвящена идеям антироста. Антирост — политическое, экономическое и социальное движение, основанное на экологической экономике, на идеях анти-потребления и анти-капитализма. Антирост — это дерзкий лозунг, который призывает избавиться от иллюзорной веры в возможность бесконечного роста, доказывая необходимость оздоровления общества.

112 pages, Paperback

First published October 27, 2007

7 people want to read

About the author

Alain de Benoist

191 books191 followers
Depuis plus de trente ans, Alain de Benoist poursuit méthodiquement un travail d'analyse et de réflexion dans le domaine des idées. Ecrivain, journaliste, essayiste, conférencier, philosophe, il a publié plus de 50 livres et plus de 3000 articles, aujourd'hui traduits dans une quinzaine de langues différentes.

Ses domaines de prédilection sont la philosophie politique et l'histoire des idées, mais il est aussi l'auteur de nombreux travaux portant notamment sur l'archéologie, les traditions populaires, l'histoire des religions ou les sciences de la vie.

Indifférent aux modes idéologiques, récusant toute forme d'intolérance et d'extrémisme, Alain de Benoist ne cultive pas non plus une quelconque nostalgie «restaurationniste». Lorsqu'il critique la modernité, ce n'est pas au nom d'un passé idéalisé, mais en se préoccupant avant tout des problématiques postmodernes. Les axes principaux de sa pensée sont au nombre de quatre : 1) la critique conjointe de l'individuo-universalisme et du nationalisme (ou de l'ethnocentrisme) en tant que catégories relevant l'une et l'autre de la métaphysique de la subjectivité ; 2) la déconstruction systématique de la raison marchande, de l'axiomatique de l'intérêt et des multiples emprises de la Forme-Capital, dont le déploiement planétaire constitue à ses yeux la menace principale qui pèse aujourd'hui sur le monde ; 3) la lutte en faveur des autonomies locales, liée à la défense des différences et des identités collectives ; 4) une nette prise de position en faveur d'un fédéralisme intégral, fondé sur le principe de subsidiarité et la généralisation à partir de la base des pratiques de la démocratie participative.

Alors que son oeuvre est connue et reconnue dans un nombre grandissant de pays, Alain de Benoist reste largement ostracisé en France, où l'on se borne trop souvent à associer son nom à celui de la « Nouvelle Droite », expression dans laquelle il ne s'est jamais véritablement reconnu.


Biography in English at Wikipedia: https://en.wikipedia.org/wiki/Alain_d...

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Profile Image for Duarte Branquinho.
Author 7 books14 followers
October 18, 2016
O decrescimento tem por base a noção de limites, ao contrário das teorias que defendem o crescimento económico como se as reservas naturais do nosso planeta fossem inesgotáveis. Alain de Benoist explicou, numa entrevista à revista francesa “Réfléchir et Agir”, a génese da ideia do decrescimento: “Apareceu nos meios ecologistas quando estes começaram a perceber que, sendo a actividade económica e industrial a principal causa da poluição, era necessário questionar a ideia de desenvolvimento. Nasceu também de uma reacção contra a teoria do ‘desenvolvimento sustentável’ que pretende reconciliar as preocupações ecológicas e os princípios da economia de mercado. No plano científico, o primeiro grande teórico do decrescimento foi o economista romeno Nicholas Georgescu-Roegen que, apoiando-se principalmente no segundo princípio da termodinâmica, a lei da entropia, apresentou bastante cedo o decrescimento como uma consequência inevitável dos limites impostos pela Natureza.”
Em “Demain, la décroissance ! Penser l'écologie jusqu'au bout” (Amanhã, o decrescimento! Pensar a ecologia até ao fim), este pensador e filósofo francês retira a conotação – supostamente óbvia – do decrescimento com a esquerda. Nesta obra, o autor faz-nos uma belíssima síntese onde nos apresenta o “estado da questão”, citando os mais variados trabalhos e autores sobre o tema, e nos dá perspectivas de futuro. Sem esquecer a política, Benoist escreve uma excelente passagem, bastante elucidativa: “Na medida em que tenciona romper com todas as formas de devastação da Natureza e de fuga para a frente com o produtivismo, o ecologismo implica uma ruptura radical com a ideologia das Luzes, ou seja a ideologia da ‘modernidade’, na qual o motor foi a crença no progresso, a vontade de nivelamento do mundo e toda aquela tradição que, apesar dos seus contrastes, proclama de diversas formas que a biosfera não tem qualquer valor em si mesma – ou que ela só o adquire depois de ter sido artificialmente transformada por uma humanidade desejosa de fazer desta o meio do seu poder e da sua ‘felicidade’. Ora, mesmo que nos possamos interrogar retrospectivamente sobre a compatibilidade das aspirações do movimento operário e do socialismo em geral com a herança das Luzes, foi desta ideologia que saiu a esquerda clássica da época moderna. Os ecologistas, que continuam normalmente a situar-se à esquerda, e que têm todo o direito de o fazer, devem no entanto perceber que a esquerda da qual se reclamam é necessariamente muito diferente da que foi engendrada pelo pensamento das Luzes. Devem, assim, olhar de outra forma para os pensadores de direita que, muitas vezes antes deles, denunciaram igualmente a ideologia das Luzes, da mesma forma que os homens de direita devem, por seu lado, ter um outro olhar sobre esta outra esquerda. Tal implica, de um lado de outro, uma tomada de consciência da emergência de uma paisagem política completamente nova, que torna as antigas clivagens obsoletas e tem como consequência convergências inevitáveis. Para dizer noutros termos, uma esquerda socialista que saiba acabar com o ‘progressismo’ será hoje o parceiro perfeitamente natural de uma direita que, por seu lado, soube romper com o autoritarismo, a metafísica da subjectividade e a lógica do lucro.” Podemos concluir que é em temas polémicos como este que se vislumbra o horizonte político do futuro.
Profile Image for Samodyr.
18 reviews1 follower
July 26, 2021
«Кто может похвастаться тем, что знает его таким, как он есть на самом деле? В мире абсолютной фатальности, в котором он живет, более ничего не имеет смысла ни добро, ни зло, ни время, ни пространство и то, что люди называют успехом более не может служить критерием.»


«Прежде чем стать оратором, политиком, солдатом, вождем партии или полководцем — продолжает он — Гитлер был (или хотел быть) в первую очередь художником. Ценности, определяющие его мировоззрение были «эстетическими» ценностями. Высшей целью политической акции для него было не реализация общего блага, но «тотальное» действие, в котором наиболее мрачные идеи красоты соединялись с жесточайшей жаждой величия.

«Я не могу представить себе Адольфа без книг. В доме, он нагромождал вокруг себя горы книг. Когда книга занимала его, он чувствовал необходимость постоянно иметь ее под рукой. Даже, если он не читал ее, он постоянно таскал ее с собой. Такова была жизнь моего друга: книги и ничего кроме книг!»
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