Os Robôs já não são ficção, fazem parte da realidade. Por isso, um jovem resolveu encomendar um robô igual a si próprio para o substituir em situações desagradáveis: nos testes de Matemática, nas visitas à tia Engrácia, nas tarefas domésticas... Foi o que fez o herói desta história, envolvendo-se numa série de peripécias. Querem saber o que aconteceu?
A colecção Educação Literária reúne obras de referência portuguesa e universal indicadas pelo Programa de Português e pelo Plano Nacional de Leitura.
Tenho que admitir que a história me perturbou, quando a li há tantos anos atrás. O começo foi emocionante, com o robô a fazer tudo o que o rapaz (esqueço-me o nome) queria. Mas depois, a história ficou muito triste para a minha cabeça de nem 10 anos. Porque o rapaz chega À conslusão que toda a gente gosta mais do robô, já que ele é melhor a tudo, amis prestável, amigo, bom filho e neto.
A moral, faz por ti o teu melhor e as pessoas vão gostar de ti na mesma, o que interessa é tentares e amares os teus, não foi perdida em mim. Alías, agora, 10 anos passados, acho a história optima, excelente e mais profunda do que pensava. Apesar de para crianças, merece releitura (acredito que há livros de crianças de tanto ou mais mérito que os de adultos). Mas o próprio final da história pode ser poética e servir esta moral, não deixa de ser triste para gente pequena porque a ler um livro fica-se amigo das personagens....