Eu nasci assim. Com espinhos venenosos sobre toda a minha pele. Repelindo, assustando e repugnando as pessoas. Eu aprendi, após receber tantos olhares de repugnância, que há beleza em tudo. Há beleza na tristeza e na dor, até mesmo na raiva. E há beleza na vida, em suas despedidas e desencontros. Este livro é para aqueles que sabem conviver com espinhos, aceitam o diferente e amam sem medos e preconceitos. Para quem sabe que vai sentir dor em vários momentos da vida, mas não desiste. Quem gosta de giz de cera, bichos de pelúcia e rosas vermelhas. Para os que sabem chorar. De verdade. Não apenas derramar lágrimas. E veem beleza em tudo. Absolutamente tudo. Mas se você não é assim, este livro ainda é para você, porque celebra as diferenças.
Fabiane Ribeiro is a Brazilian bestselling novelist and screenwriter. She has published sixteen novels, many of them bestsellers in Brazil, and has been writing for one of the country’s largest publishing houses, Universo dos Livros, since 2012.
Passionate about the creative world in all its forms, Fabiane has traveled to more than 30 countries and lived in several of them, experiences that deeply influence her storytelling. Alongside her literary career, she has sold multiple screenplays and runs her own production company, Blue Butterfly, where she develops stories for film and television.
Fabiane has also been a guest lecturer in writing at a university in Sichuan, China. Although she originally graduated in Veterinary Medicine in Brazil, she chose to dedicate her life entirely to storytelling.
Apesar de entrar no gênero fantástico, assim como é catalogado, não foi nada além do que um livro triste. E não digo triste de uma lágrima escorreu aqui, foi bem dramático e meloso. Chega a ser pouco crível. E foi meio triste ver a autora romantizando tanto, como se só é possível ser feliz se for amada. Ou o amor como a solução para tudo.
eu gostei do livro e achei a mensagem dele bonita: a sensação de ser diferente, errada, defeituosa, mas conseguir enxergar amor em si mesmo diante dos seus defeitos e dos julgamentos sociais. é bonito ver esse trajeto de amor-próprio dela, porém o que me incomodou é a forçação de ser um livro “bonito e sensível”. não me leve a mal, é um livro que tem sim a sua sensibilidade por tratar de assuntos tão pessoais, mas achei bem forçada e até chata a escrita dele e o jeito que a história é contada. é um bom livro, mas não excelente.
simpatizei com a kat porque ela é triste e sofrida e encontrou amor puro e tem um pai maravilhoso, só que o todo no geral dá uma preguiça
suponho que pra quem esteja passando por um momento parecido esse livro realmente seja um apoio emocional legalzinho, e até que tem uma ou outra lição importante
chorei um pouquito mas me fez revirar os olhos várias vezes com a breguice
Não gosto de dar nota baixa pra livro, me sinto meio mal, mas tive que colocar a realidade nesse porque vi que muita gente amou e eu realmente não curti. Vou explicar o porquê: A história é cheia de metáforas, o que é bem legal, mas são metáforas óbvias e muitas vezes a autora volta naquele mesmo ponto e reexplica, como se o leitor não tivesse entendido a mensagem na primeira vez (sendo que a metáfora era óbvia), o que fez com que o livro se tornasse repetitivo e, ao meu ver, um pouco forçado. Parece também que há um esforço extremo em "escrever bonito", colocando mensagens de reflexão, e isso acaba se tornando muito chato porque você começa a ler uma reflexão bonita, pensa "ah, legal, verdade", e ela continua falando daquilo por várias linhas até que você se cansa. Eu costumo destacar frases que gosto para escrever em um caderninho, mas não destaquei nenhuma desse livro porque todas acabavam sendo nesse estilo forçado, e muitas vezes superficiais e clichês. Outra coisa que não gostei, mas aí é muito do meu estilo de leitura, acho, é que a autora faz parágrafos muito curtos. Escreve uma linha, dá enter, outra linha, dá enter. Acaba sendo bom porque a leitura flui rápido, mas eu não gosto muito de escritas assim. Talvez seja porque ela quisesse colocar frases impactantes, mas para mim não rolou. Sinto que o livro poderia ter 100 páginas, se nao ficasse na enrolaçao e forçação. O lado bom que achei é que gostei bastante do final, foi bem bonito (ainda que com enrolação de novo).
não vou me estender sobre esse livro pois é um dos que menos gostei em toda minha vida, e não gosto de fazer isso de livros que não gosto. Eu li em torno de 40% do livro, me arrastanto pela leitura, é um livro bem ruim, e apesar de ter uma boa proposta, tem capítulos que tem literalmente uma página, o desenvolvimento da história é uma vergonha, além de ser totalmente parado, dramático, escrito de forma ruim e melosa. eu não consigo citar (e nem quero) sobre tudo que achei ruim ou questionável, então vou parar por aqui.
É bem interessante porque a menina realmente é feita de espinhos (não é uma metáfora), mas a menina é tão chata que não deu pra mim. Em vez de ter empatia senti raiva. Sem falar que o livro é muito parado e depois tem um romance tão ????
O livro é delicado e bem escrito, de início eu esperava algo diferente, eu confesso, alguma história biográfica que tratasse de um distúrbio de saúde real, mas logo você entende que a história se passa no reino do simbólico e que a condição de Kat é uma metáfora de estados emocionais e psicológicos, fases da vida, diferenças físicas e vários aspectos da condição humana que nos machucam e nos sufocam em determinados momentos da vida.
O livro tem os deus momentos melodramáticos e um pouco exagerados, mas como eu entendi que se tratasse da discrição de uma experiência mais psicológica do que física, foi mais fácil relevar como parte da história.
Os personagens secundários são pouco explorados, conhecemos pouco a sua história e sua personalidade, até mesmo pelo tom mais intimista da narrativa, conhecemos eles apenas através dos sentimentos e percepções da narradora, mas novamente, acaba de encaixando na proposta do livro.
Gostei da escrita da Fabiane Ribeiro e planejo dar uma chance para os seus outros livros.
A história da menina com espinhos em sua pele simboliza a luta entre a aceitação e a rejeição, a beleza e a dor. Sua jornada é repleta de momentos de descoberta e, por meio dela, sou lembrado da importância de abraçar nossas diferenças e a dor que nos define. A relação da menina com seu pai exemplifica um amor incondicional, que serve como um farol em sua vida repleta de desafios. A forma como ela aprende a se aceitar e a encontrar beleza em sua singularidade é um chamado à empatia e à compreensão de nós mesmos e dos outros. Através de seus espinhos, ela nos ensina que a dor e a tristeza podem coexistir com a alegria, criando uma tapeçaria rica da experiência humana. No final da leitura, sinto uma onda de gratidão por aquelas pessoas que amam e aceitam, mesmo quando é difícil. O relacionamento dela com Mika, sua amizade e o apoio que ela encontra ao seu redor são lembretes de que, mesmo em meio à dor e ao sofrimento, sempre há espaço para a esperança e a conexão verdadeira.
Primeiro livro que li quando era criança que não tinha desenhos e amei, não sei se hoje iria gostar da história, mas me emocionei com o livro e nunca me esqueci da história, acredito que senti e entendi o que a autora quis contar com esse livro, enxerguei a personagem principal como na vida real sofrendo preconceitos por conta de sua aparência. Tirei várias lições que foram importantes para criar meu caráter naquela época
Li esse livros a uns anos atrás quando estava começando na estrada da vida de leitora e gostei desse livro. Achei que foi um bom livro pra se começar e entendi que a autora quis que acompanhássemos e sentíssemos aquilo que a personagem principal sentia. Desde as coisas e sentimentos mais simples até os mais intensos. Enfim, foi um bom livro e eu recomendaria.
Um dos piores livros que eu já li na vida. Vamos às razões: - eu prefiro capítulos curtos nos livros pq a leitura flui melhor. Mas capítulos de UMA PÁGINA é brincadeira né. A história muda tanto de cenário que vc se perde e os capítulos tem literalmente uma página só. Bem perto do final que eles ficam com 3 ou 4 páginas.
- amor instantâneo: mano, a menina encontrou o cara na terça e no sábado ele já tava sendo apresentado pro pai como namorado. Tipo KE????????????
- Não acontece NADA o livro todo. É mto mais um diário do que qualquer outra coisa.
Em suma, não quero esse livro nem na minha estante. Vou doar pra ver se alguém gosta mais dele do que eu.
eu li esse livro muito jovem e genuinamente gostei, tem um conceito inovador e um romance dramático, mas eu simplesmente não consigo lembrar muita coisa e não posso afirmar como se o livro fosse bom porque reler ele hoje em dia provavelmente seria uma tortura.