Η διήγηση της υπηρέτριας Τσερλίνε, γνωστή από τη θεατρική διασκευή που παίχτηκε επί χρόνια στο Παρίσι από τη Ζαν Μορώ, είναι ένα από τα έντεκα διηγήματα που περιέχονται στο βιβλίο του Χέρμαν Μπροχ Οι αθώοι. Η Τσερλίνε, υπηρέτρια στο σπίτι της βαρώνης Ελβίρας Β., κλεισμένη στη μοναξιά, απελπισμένη κοινωνικά και ερωτικά, αλλά δυνατή, έξυπνη και θηλυκότερη απ' τις γυναίκες που την περιβάλλουν, αφηγείται την ιστορία του ερωτικού της ανταγωνισμού με τη συνομήλική της βαρόνη, που καταλήγει στη νίκη της και στην εκδίκηση. Με σαφή αναφορά στο θέμα του Δον Ζουάν ο αυστριακός συγγραφέας παρουσιάζει μια απ' τις πιο όμορφες ερωτικές αφηγήσεις της σύγχρονης λογοτεχνίας.
Broch was born in Vienna to a prosperous Jewish family and worked for some time in his family's factory in Teesdorf, though he maintained his literary interests privately. He attended a technical college for textile manufacture and a spinning and weaving college. Later, in 1927, he sold the textile factory and decided to study mathematics, philosophy and psychology at the University of Vienna.
In 1909 he converted to Roman Catholicism and married Franziska von Rothermann, the daughter of a knighted manufacturer. This marriage dured until 1923.
He started as a full-time writer when he was 40. When "The Sleepwalkers," his first novel, was published, he was 45. The year was 1931.
In 1938, when the Nazis annexed Austria, he emigrated to Britain after he was briefly arrested. After this, he moved to the United States. In his exile, he helped other persecuted Jews.
In 1945 was published his masterpiece, "The Dead of Virgil." After this, he started an essay on mass behaviour, which remained unfinished.
Broch died in 1951 in New Haven, Connecticut. He was nominated for the Nobel Prize and considered one of the major Modernists.
Com um título tão revelador, é óbvio que esperava que a esta história fosse protagonizada pela dita criada Zerlina, mas após uma introdução sobre A. que, no tédio e indolência de uma tarde de domingo, pensa nos negócios e no que o destino lhe reserva, a narração das peripécias sexuais da criada em jovem e dos podres da família que serve parece forçada e demasiado aleatória. Ainda assim, gostei deste primeiro contacto com Hermann Broch, cuja obra quero conhecer melhor.
Parvoíces deste género deitava ela cá para fora às dúzias, aquela cabeça de galinha, e ele aturava-a, provavelmente furioso e contrafeito, mas aturava-a E por que é que ele a aturava? Porque é um desses homens que colocam as mulheres ou nos píncaros ou nas profundezas, e que por isso as têm de servir com o seu corpo, enquanto que com a alma não as podem ter em consideração.
Sem aviso - e tampouco sem motivo - Zerlina, a criada, começa a contar-nos a história da sua patroa, a baronesa, expondo, sem qualquer escrúpulo, os segredos da família.
Esta acaba por se revelar uma história de desejo, amor e vingança da qual acaba por resultar uma filha ilegítima e na qual Zerlina tem também um papel importante a desempenhar… daí que Zerlina partilhe a narrativa do seu próprio passado, insistindo numa descrição (demasiado) detalhada e algo gráfica da sua vida sexual. A criada conta-nos como lhe mete nojo a relação entre a baronesa e o seu amante, mas demonstra simultaneamente algum azedume por nunca ter tido uma verdadeira chance no amor.
Com apenas 68 páginas, A Criada Zerlina é uma leitura rápida e simples que, embora interessante e agradável, não me impressionou.
Questo lungo racconto e' sicuramente scritto molto bene, ma a dire la verita' non mi ha toccato nessuna corda. Probabilmente il mio giudizio sarebbe stato diverso se avessi letto tutti i racconti di cui Zerlina fa parte, in modo da inserirlo in un prospetto piu' ampio. Leggendo solo questo, non ho visto nessun grande amore ma solo una donna (Zerlina) amara, un po' invidiosa ed anche molto illusa ( il Barone le ha toccato il seno UNA volta e lei per questo si immagina un grande amore). Credo che mi comprero' gli Incolpevoli per cercare di capire meglio Broch.
Uma novela curta, que devorei! Uma história ao gosto de fim de século XIX, cheia de infidelidades e tramóias provocadas por uma serviçal venenosa! Mas também com uma densa reflexividade que inunda de filosofia o texto. Onde é que eu já li isto...
Uma agradável surpresa. Descreve os pensamentos crus desta criada em relação aos seus patrões. Também fica muito a sua sexualidade de uma forma livre, feminista até.
«È una storia che mi traghetta attraverso gli anni, e gli anni passano, e la storia resta, anche se la racconto mille volte; non riesco, non riesco proprio a liberarmene».
Ad ascoltare lo splendido monologo della vecchia serva è A., inerte sul canapè in stato di dormiveglia. Giovanissima, bella e “soda”, Zerlina divenne amante di von Juna, l’uomo che aveva una relazione amorosa con la baronessa, sua padrona. Fu un’avventura erotica intensa a ruoli scambiati: lei dominava, lui serviva. Racconta la vecchia Zerlina. Le parole corrono nella lunga confessione, attraversano passioni, voglia di rivalsa, di riscatto per la sua condizione. E si aprono alla consapevolezza del torto inflitto al barone, l’uomo che la sfiorò senza spogliarla del pudore.
Hannah Arendt scrisse all’amico scrittore: “è una delle più grandi storie d’amore che io conosca e personalmente quella che mi è forse più gradita”. Dov’è quest’amore? Credo sia chiuso nello scrigno più intimo. Quello che Zerlina conserva da oltre quarant’anni. In quello scrigno è l’amore nato dalla rinuncia di un padrone che non volle togliere rispetto alla sua serva. Avrebbe potuto. Le palpò il seno. Una sola volta. È il ricordo che rimane scolpito nel cuore della donna. E anche dopo quarant’anni lei lo ama. Con tutta l’anima.
Che peccato separare questo racconto dal resto dell’opera brochiana. Ora vedrò di recuperare “Gli incolpevoli” che raccoglie, tra gli altri racconti, anche quello della serva Zerlina. Mr Adelphi, non potevate pubblicare l’intera opera?
Σαν ιστορία θα μπορούσε να είναι τελείως αδιάφορη. Μια, από το προσωπικό που υπηρετεί σε ένα αρχοντικό, χωρίς ιδιαίτερο λόγο διηγείται ιστορίες από τη ζωή της σε έναν κατά βάση άγνωστο της. Η γραφή του Broch όμως ζωντανεύει τη διήγηση και κρατάει κάπως το ενδιαφέρον του αναγνώστη.
Un uomo ha occasione di ascoltare una storia da una serva. La ascolta con poco interesse e tutto sommato torna ai pensieri che aveva prima di ascoltarla, senza lasciarsene per nulla impressionare. Eppure ha torto. Zerlina è una straordinaria figura-Anima, nel senso di Jung. L'uomo perde un'occasione. O forse la storia è destinata a maturare qualcosa nell'inconscio? Il racconto è tratto da una raccolta più ampia, nella quale A., colui che ascolta, compare ancora Vorrei leggere tutto....
"Era il migliore degli amanti; nessun altro reggeva il confronto. Come uno che, con cautela, va cercando la propria strada, così lui cercava il mio piacere. Lo travolgeva l’impazienza di possedermi; come violenti brividi di febbre, l’impazienza lo faceva tremare, e tuttavia non ne è stato sopraffatto, né lui mi ha sopraffatta, ma ha atteso finché non è riuscito a condurmi con sé sull’orlo dell’abisso, là dove l’essere umano sente che gli si spalanca davanti l’ultimo precipizio. Se era una piena a portarmi, lui quell'empito lo sentiva e lo spiava. Ero nuda, e lui mi ha resa ancora più nuda, come se persino la nudità potesse venir spogliata di altri indumenti. Perché il pudore è ancora una sorta di indumento. E lui mi ha spogliata d'ogni pudore residuo, con una tale cautela che l'esser soli è diventato nella sua più profonda segretezza un essere due."
Il racconto della serva Zerlina di Broch per me finisce qui, nell'unica citazione degna di nota. Il resto? Mah... Già un uomo che scrive cercando di esprimere la psicologia di una donna raramente c'azzecca.
Se poi si fa parlare la serva (proprio una comare) come il presidente Mattarella, qualcosa non va...
Tanto freddo quanto antiquato, tanto cervellotico quanto evitabile.
Hannah Arendt ha detto che a suo parere questo è uno dei più bei racconti sull'amore. Chissà che passione che doveva avere 'sta donna!
Uma das principais atracções do Festival de Teatro de Almada em 2009, A Criada Zerlina chegou-me através da Biblioteca de Verão do DN/JN em 2010. Esta obra, que sofre da mesma falta de cuidado na revisão das restantes da colecção, corresponde a uma boa leitura de Verão. É séria, sem ser maçuda; profunda, sem ser pesada e lê-se de uma penada, possibilitando leituras e releituras.
Quem é então a criada Zerlina? Zerlina é uma criada de família, que começou a trabalhar para a avó da sua actual empregadora. Como alguém que toda a vida trabalhou numa casa, conhece as histórias que se mostram e os seus bastidores e são esses bastidores que, numa tarde de Domingo, Zerlina partilha com A., hóspede na "sua" casa.
Essa narrativa leva-nos a conhecer melhor as próprias origens de Zerlina, através de um interessante exercício sobre a juventude pelos olhos de um veterano. Um belo exercício essencialmente sobre a memória, sobre lições de vida e amores de infância e de como nos moldam a idade adulta.
A escrita é claramente para teatro, havendo bastante voz activa e um foco que incide sobre as personagens em cena.
A criada Zerlina, não sendo um livro de fazer cair os queixos, consegue esboçar vários sorrisos e, ao virar a última folha, uma sensação de "deixa ler outra vez". Um livro, no fundo, para ser lido e relido.
Adorei a criada Zerlina. Acho-a uma empregada engraçada à sua maneira. Imaginá-la a contar aquelas coisas e, depois, certas partes com uma voz típica de quem se está a gabar, está orgulhoso de algo, tornou-a ainda mais divertida. Gostei da história; teve uns pontos bem interessantes. Estava com esperanças de gostar, não sei. Olho para o livro e ele parece que me está a dizer que me vai realmente entreter. Bem que o fez.
RISVOLTO Quando Hannah Arendt lesse questo racconto, così ne scrisse a Broch: «È una delle più grandi storie d'amore che io conosca e personalmente quella che mi è forse più gradita. Qualcosa di così meraviglioso, scritto interamente dalla prospettiva di quell'indimenticabile che risalta solo nel materiale di ciò che si è dimenticato». In un interno aristocratico e decaduto, la serva Zerlina racconta con foga implacabile la storia di una passione demoniaca e di una feroce sete di rivalsa, e svela la sua vendetta, di raffinata perfidia, ai danni del Signor von Juna, fatuo avventuriero che già nel nome ricorda il Don Giovanni – così come la stessa Zerlina e la padrona Elvira. Il suo furore finirà per travolgere tutto e tutti, anche l'impostura della rispettabilità coniugale in un'Austria prossima alla rovina, dove i presunti non-colpevoli «affondano» per dirla con Broch «nella colpa etica», in una «colpevole non-colpevolezza». -------------- La prima idea che il racconto suggerisce: Come può una vecchia domestica arrivare a riflessioni tanto spinte e profonde? E come ha potuto tenere in pugno, in una complicata storia d’amore estremo, due grandi dame, un giudice ed un seduttore (che si chiama von Juna, come dire Don Juan)? "La morale è chiara: Zerlina è una specie di divinità dell'amore, una umile filosofa (difficilmente udiremo una colf apostrofarci così: «A mani vuote le cose dimenticate sorreggono l'indimenticabile, e dall'indimenticabile noi stessi veniamo sorretti»), che ha capito «come l'instabilità e l'inconsistenza siano la vera natura di tutte le cose». (Davide Brullo, Il Giornale - Dom, 03/04/2016).
La versione teatrale di questo racconto, realizzata a Parigi, ebbe come protagonista Jeanne Moreau. Curioso averlo letto alla vigilia della sua morte (e come non pensare a “Each man kills the thing he loves”?)…
Ultima fermata viaggio del mittleuropeo in compagnia di signore, signorine e serve...
Un'anziana serva racconta ad un uomo l'episodio con cui identifica e giustifica il suo essere vissuta.
L'incontro con un uomo. Un incontro in cui i sensi sono in primo piano. Protagonisti passone erotica, gelosia, rivalsa e odio.
Passione che non è e non potrà mai divenire amore. E in un istante, in quegli istanti, non solo non esistoni ruoli sociali, ma si rovesciano: chi è padrone si ritrova ad essere a servizio.
"Era il migliore degli amanti; nessun altro reggeva il confronto. Come uno che, con cautela, va cercando la propria strada, così lui cercava il mio piacere [...] Se era una piena a portarmi, lui quell'empito lo sentiva e lo spiava. Ero nuda, e lui mi ha resa ancora più nuda, come se persino la nudità potesse venir spogliata di altri indumenti. Perché il pudore è ancora una sorta di indumento. E lui mi ha spogliata d'ogni pudore residuo, con una tale cautela che l'esser soli è diventato nella sua più profonda segretezza un essere due."
Una vita che si compie nella memoria di dieci giorni. Una vita che si compie nel rinnovare l'odio col ricordo. E la vendetta.
Alcuni passaggi davvero sensuali. Quanto livore, quanto veleno in questo brevissimo racconto, però.
Hannah Arendt così ne scrisse a Broch: "È una delle più grandi storie d'amore che io conosca e personalmente quella che mi è forse più gradita."
Rimango assai perplessa da questa affermazione. Curiosa idea dell'amore che aveva questa donna. Ecco, non vorrei essere stato il suo uomo ...
Recebi este livro (e o próximo) na Chuva de Livros de Aniversário do BookCrossing.
Estava curiosa com ele, desde que no Festival de Teatro de Almada surgiu um monólogo baseado neste longo conto. Então, temos primeiro um homem (o autor fala da vida e obra desse homem ninguém sabe porquê) que está hospedado na casa de uma senhora rica. Essa senhora rica tem uma criada, Zerlina, que lhe fez umas trapaçarias há muitos anos: roubou-lhe o amante, por momentos.
Este livro, efectivamente, funciona bem como um monólogo, porque no fundo trata-se apenas de Zerlina a contar a sua história, sem tomar qualquer atenção a se tem uma resposta ou não. A história por si só é plena de sensualidade, que se torna difícil de imaginar pela descrição da criada no momento actual (velha e horrenda). Penso que este aspecto seja o mais revolucionário, tendo em conta a época.
Ainda assim, questionamo-nos sobre porque é que Zerlina partilha a história e será que a partilha com toda a gente. A conclusão não nos diz nada sobre isso e tira completamente a importância do que foi contado.
Η Τσερλινε αποτελεί μέρος του έργου "οι Αθώοι" και στο συγκεκριμένο μέρος του έργου επικρατεί η διήγηση μιας γυναίκας πανουργας, δολοπλόκου που προσπαθεί να σαγηνεύσει ώστε να ξεφύγει από τη θέση της υπηρέτριας. Τονίζεται η πάλη μεταξύ της εργατικής και της άρχουσας που η εργατική τάξη ουσιαστικά χρησιμοποιεί τεχνικες ώστε να καταφέρει να καπηλευτεί την άρχουσα τάξη, επί ματαίω βέβαια. Η Τσερλινε είναι ένας ανδρογυνος ρόλος όπου ο Μπροχ τονίζει τα αντρικά χαρακτηριστικά του χαρακτήρα της καθώς γυναίκες της εποχής αυτής ίσως είχαν ένα διαφορετικό τακτ. Μιλάει για τις σεξουαλικές της περιπέτειες σαν να είναι άντρας -πράγμα αφάνταστο για την εποχή που γράφτηκε. Η γυναίκα στο συγκεκριμένο έργο, βρίσκεται σε μεγάλη ηλικία και το μόνο που επιθυμεί είναι να θυμίσει αλλά και να θυμηθεί τη σημασία της νεότητας. Οι νέοι πάντα θεωρούν ότι μπορεί να έχουν δίπλα τους όποιον θέλουν οποία στιγμή κι αν είναι αυτή αλλά και να μπορέσουν να αναρριχηθούν όσο πιο πολύ μπορούν. Ενδιαφέρονται περισσότερο για την απόλαυση και όχι για όσα θα φέρουν τα επόμενα χρόνια. Η σκληρότητα αυτή γίνεται φανερή όταν φτάνει πλεον σε μεγάλη ηλικία. Τονίζεται η κοινωνική αδικία καθώς όλοι οι δρόμοι για να φτάσει σε υψηλή θέση αποκόπτονται και εκεί είναι που η ζωή γίνεται σκληρή. Ως χαρακτήρας δεν είναι και τόσο καλά διαμορφωμένος καθώς η γυναικεία φύση από την ίδια τη γυναίκα λείπει, δεν μπορώ να την αποκαλέσω ως αφυλη αλλά η πραγματικότητα είναι πως είναι μια ηρωίδα που την κατασκεύασε άνδρας, οπότε είναι δύσκολο -και ειδικά για εκείνη την εποχή- να υποστηρίξουμε ότι είναι σωστά δομημένη. Οι άντρες ήταν πιο απόμακροι από το γυναικείο μυαλό και τότε η γυναίκα όφειλε να ζει ανάμεσα σε καθωσπρεπισμούς που ταίριαζαν στη ανήμπορη, απροστατευτη και ευάλωτη φύση της. Η Τσερλινε ουδεμία σχέση έχει με αυτό. Ένα κείμενο αντιφατικό και σύντομο το οποίο πρέπει να συνοδευτεί και από τα υπόλοιπα κεφάλαια!
Η Διήγηση Της Υπηρέτριας Τσερλίνε είναι το πέμπτο από τα συνολικά έντεκα διηγήματα των Αθώων του Χέρμαν Μπροχ, ο οποίος συγκαταλέγεται ανάμεσα στους κορυφαίους ευρωπαίους συγγραφείς του πρώτου μισού του 20ού αιώνα, πλάι στον Τζόυς, τον Κάφκα και τον Τόμας Μαν - και όχι άδικα. Δεσπόζουα μορφή του διηγήματος είναι η υπηρέτρια Τσερλίνε, που αφηγείται με απαράμιλλο πάθος στον κο Α. -νυν νοικάρη της οικίας του εκλιπόντος πια βαρώνου- τα ερωτοτροπήματά της με τον παράνομο εραστή της βαρώνης φον Γιούνα και πατέρα της νόθης κόρης τους Χίλντεργκαρτ, τα κίνητρα που την έσπρωξαν στην αγκαλιά του διπλωμάτη και τις μετέπειτα ενέργειές της όταν τα γεγονότα περιπλάκησαν με έναν ανεξυχνίαστο θάνατο. Η ροή της ιστορίας είναι ταχύτατη, η ψυχογραφία των προσώπων ολοδιάφανη, η γλώσσα πανέμορφη και γλαφυρή και, σε όλα αυτά, τα νοήματα από την παρακμή των ηθών και την εσωτερική πάλη των χαρακτήρων διάχυτα.
Com uma narrativa baseada em flashbacks contínuos, o livro vem retratar uma sociedade corrupta movida pelo dinheiro. Iniciada como narratário um senhor "A.", a obra narra predominantemente a história da criada Zerlima, o seu envolvimento com o Senhor de Juno cujo tinha outras amantes para além dela, incluindo Elvira que acaba morta envenenada e a baronesa que era casada com o Juiz e tinha uma filha bastarda do Senhor de Juno. jogado aos pecados capitais, Zerlima tem a esperança de casar com o amante e viver uma vida com ele, apesar de tantas amantes, tantos relacionamentos proibidos, o amor entre ambos era impossível. Zerlima não é igualmente santa, também envolve-se com outros homens, até demasiados, por quem apenas sente prazer sexual e não se liga intimamente. Trata-se de uma obra que retrata como as pessoas ficam cegas pelo dinheiro, e no qual as relações extraconjugais. Uma narrativa que se lê de uma assentada!
A história da criada Zerlina, do autor Hermann Broch, contada pela própria já na velhice, é a história da vida amorosa da criada, nos seus tempos de juventude, uma história que se mistura com a vida amorosa da sua própria patroa, através de um amor em comum.
Escrita fluída e através da qual temos uma visão da vida promiscua quer dos patrões, quer dos empregados das famílias burguesas do século XIX.
A somewhat "dark" novel by Hermann Broch, it tells us the story of Zerline, a maid that gets involved in many romantic adventures. A tale of mistresses, murder and revenge. Well written and overall interesting.
Priča, saznajem u pogovoru, iz Brochova 'romana u 11 pripovijedaka' Schuldlosen (Brochov relativno tradicionalniji period). Hr naslov 'Pripovijest služavke Zerline' (ključna riječ- služavke; talk about stereotipiziranje. Ukratko- sadržajem-ženska posla, ako ćemo stereotipski). Retrospektiva, sjećanje, nostalgija, prolaznost. Priča je vrhunski istesana, a i sadržajno je korektna (solidan plot twist), ali ne uspijevam pronaći smisao izjavi da je „jedna od najljepših ljubavnih priča suvremene književnosti“ (mišljenje Trude Stamać? u pogovoru). Virtuozan, nonšalantan zaključak- sam ('single-handedly') uzdiže ocjenu. Dobar uvod u Brocha, valjda će i Mjesečari i(li) Vergilije dočekati svoje čitanje.