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Trópicos Utópicos: Uma Perspectiva Brasileira da Crise Civilizatória

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"Eduardo Giannetti é conhecido por tratar de temas éticos e economia com clareza e precisão. A argumentação rigorosa e o texto límpido são as marcas de Trópicos utópicos. Aqui o assunto central é o da identidade nacional, ao qual o leitor é conduzido depois de passar por reflexões sobre a ciência, a tecnologia e o crescimento econômico. Organizado em aforismos ou, como prefere chamar o autor, seções ou micro ensaios, o livro propõe uma abordagem original e inovadora da questão da identidade, que olha antes para o futuro que para o passado: É possível unir o Brasil em torno de um projeto próprio no mundo globalizado? Um livro para redescobrir o país e pensar em seus possíveis futuros."

240 pages, Hardcover

First published June 22, 2016

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About the author

Eduardo Giannetti

14 books45 followers
Nasceu em Belo Horizonte, em 1957. Formou-se em economia e ciências sociais na USP e obteve o PhD na Universidade de Cambridge. Já recebeu dois prêmios Jabuti, por Vícios privados, benefícios públicos? e As partes e o todo.

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1 star
1 (<1%)
Displaying 1 - 21 of 21 reviews
Profile Image for José Luis.
411 reviews11 followers
February 6, 2017
Primeiro livro do Eduardo Gianetti que leio. Correspondeu à minha expectativa, um livro denso, muita coisa para pensar, muitas citações e extensa bibliografia. Coloca na cabeça da gente um desafio: não podemos ser nós mesmos, e não uma cópia dos países do norte? Muita coisa para pensar, é um livro para incomodar. Se você quer ser incomodado, então esse livro é um primeiro passo.
Profile Image for Ramon.
9 reviews7 followers
March 2, 2017
A leitura é agradável como um papo sagaz sobre assunto que nos interessa afetiva e intelectualmente. Propõe-se objetivo muito instigante e promissor, investigar os limites de uma visão de futuro comum à nação brasileira que a distinguisse do resto do mundo e por meio da qual ela se inserisse na ordem global. Fez um prólogo que consome 90% do livro e não desenvolveu bem o objetivo inicial, restrito às últimas 15 páginas. A conclusão é quase nada de original, mas o livro tem a virtude de atualizar e de bem sintetizar, em linguagem sedutora, uma discussão ainda válida, embora antiga. Parece-me problemático em alguns pontos em que recorre, por exemplo, a noções como "vitalidade iorubá", "alegria tupi" e "ternura portuguesa".
Profile Image for Andre Correa.
27 reviews
March 5, 2017
Livrinho gigante. Por 175 páginas, muitíssimo bem escritas e com imenso apreço pela Língua Portuguesa, o autor nos leva a refletir sobre os mais diversos temas, como Deus, ciência, tecnologia, crescimento econômico, crise ambiental, consumismo, dinheiro, ética, psiqué humana e outros. Muitas vezes juntos e misturados, mostrando em toda a sua extensão a derrocada das três grandes ilusões da era moderna: a ciência como elucidadora dos grandes mistérios da vida, o domínio racional da tecnologia sobre a natureza e a crença de que o crescimento econômico nos tornaria seres completos e felizes. No último quarto, questiona o papel do Brasil no mundo, o que queremos ser quando crescermos. Devemos ser uma simples extensão do mundo ocidental desenvolvido? Ou desenvolver a nossa própria identidade, tomando por base nossas características e valores? Leitura muito agradável e fluida.

Um pequeno detalhe: li o livro físico. É bem bacana, de capa dura e com aquela fitinha anexada para marcação.
Profile Image for João Miller.
9 reviews2 followers
March 3, 2019
Nunca tinha lido antes nada que me esclarecesse tanto sobre as origens e porquês do Brasil e todo esse caldo contemporâneo do qual estamos submetidos. Uma leitura que flui tanto porque ao invés de parágrafos longos dentro de capítulos, Gianetti fragmenta o seu estudo em tópicos tornando tudo bem mais fácil de ser absorvido e lembrado. Trópicos Utópicos é daqueles livros dos quais você se pega lendo e relendo frases e páginas inteiras, não porque perdeu a concentração, mas porque fica embasbacado com a análise que foi exposta na sua cara e você nunca tinha percebido. É um livro transformador, daqueles que você dobra várias pontas de páginas pra poder consultar depois. Afora isso, me fez olhar o meu país com muito mais carinho e cuidado e me deu mais ainda vontade de lutar por ele todos os dias.
Profile Image for Marcus Vinicius.
257 reviews11 followers
February 19, 2017
O Brasil
Numa sucessão de reflexões pontuais, Eduardo Giannetti descreve nosso projeto civivilizatório com clareza e argúcia. A crítica é cortante sem ser pedante. Hostil sem ser beligerante. Após o diagnóstico da crise (primeira parte), o Autor apresenta as razões (causas) do impasse (segunda e terceira partes) para, a final, expor seu entendimento sobre o(s) caminho(s) do Brasil. A perspectiva de Giannetti é desafiadora. Levantas muitas questões e não se preocupa em oferecer respostas (definitivas). Livro de leitura agradável e, por vezes, divertida.
Profile Image for Carlos J.
5 reviews12 followers
March 28, 2021
Livro curto mas denso, que te faz pensar. Incomoda.
Não é para ser lido apenas uma vez.
Profile Image for Amanda Mendes.
18 reviews
September 21, 2021
Ótima compilação de ideias políticas, econômicas, históricas e psicológicas comparadas. Fácil de ler pra quem tem uma boa base dos termos usados. Chamaria essa forma de escreve dele de soft-acadêmico hahaha
Profile Image for André Portugal.
9 reviews23 followers
December 13, 2016
Seção 31, Ateísmo militante, p. 45. – "'Frazer é muito mais selvagem que a maioria dos seus selvagens, pois estes selvagens não se encontram tão afastados de qualquer compreensão de questões espirituais quanto um inglês do século XX; suas explicações das observâncias rituais primitivas são muito mais grosseiras que o senso das próprias observâncias.' Assim reagiu Wittgenstein à análise feita pelo antropólogo social James Frazer – um dos luminares da academia inglesa no período do entreguerras – dos ritos religiosos praticados por animistas pré-modernos. – É impossível para mim ler as palavras do filósofo austríaco e não pensar imediatamente na pregação dos 'ateus militantes' – Richard Dawkins à frente – em defesa de uma interpretação estritamente científica do mundo. Ao imaginar que a crença em Deus é algo que possa ser ligado ou desligado da mente como se opera um interruptor elétrico; e ao propor que se deva tratar 'a existência de Deus como uma hipótese científica como qualquer outra', os entusiastas do ateísmo militante revelam uma falta de tino e uma inépcia ante as demandas espirituais do ser humano que não fica em nada a dever à fé ingênua da maioria dos crentes e devotos aos quais se opõem. Crer ou não em Deus não é um simples ato de vontade como abrir ou fechar a janela, endossar ou não uma 'opinião', assim como aceitar ou descartar a Sua existência jamais será decidido com base em critérios de validação lógica ou empírica. Imaginar o contrário seria como supor que alguém dilacerado por um amor fracassado pudesse reencontrar a paz mediante uma hipótese explanatória ou um raciocínio lógico. Uma concepção intransigentemente científica da vida é uma das construções mais bizarras de que a mente humana é capaz; ela equivale a uma interpretação da realidade da música limitada à análise minuciosa dos efeitos das ondas sonoras sobre a fiação neural do ouvinte – e nada mais. A música, como a natureza a que pertencemos, sugere o que na música não está. Quem jamais foi tocado pela 'febre de Além' nada compreende do delírio de Deus. Religião por religião – a parada não é fácil –, a ciência como religião dos ateus militantes é séria candidata ao título de obtusa-mor das religiões."


Crítica: No que se propõe, trata-se de uma obra excelente, que, a partir de um espectro crítico, desperta a atenção do leitor para aspectos fundamentais – e lamentavelmente perdidos – da condição humana e, vinculados a isso, das relações entre pessoas e entre pessoas e mundo. Daí é que ela se permite tratar de temas tão variados, como das relações entre metafísica e consciência (espírito humano), capitalismo, consumismo e meio ambiente, não sem deixar transparecer o ideal de uma utopia e de um pensar propriamente brasileiros. O que salta aos olhos, além da escrita que chega a beirar o lírico, é o vigor e a contundência das várias e necessárias ressalvas aos limites, tanto discursivos, como práticos, do racionalismo ocidental. Levado a extremo, o cientificismo em que ele se converte pode proporcionar – ou já proporcionou? – uma paradoxal desumanização do homem.
Profile Image for Alan.
63 reviews13 followers
October 24, 2017
Recomendo! Leitura agradável. Cada página são minutos de reflexão sobre nossa vida pessoal e coletiva. Uma forma original de pensar o Brasil.

Faz sentido a ideia de uma civilização Brasileira? [...] O que ela (a resposta) implica é a rejeição da crença de que não podemos ser originais - de que devemos nos resignar à condição de imitação desastrada ou cópia canhestra do modelo que nós é incutido pelo "mund
Profile Image for Dario Andrade.
773 reviews26 followers
November 16, 2017
O Gianetti é sempre um cara interessante para se acompanhar. Não é apenas um economista de qualidade, mas alguém – coisa rara hoje em dia – que pensa o Brasil e os seus problemas. No deserto intelectual que virou o nosso país neste século XXI, ele é um autêntico oásis.
Tendo dito isso, esse Trópicos utópicos tem o mesmo propósito de pensar o nosso país que vemos em outros escritos dele. No entanto, o livro tem uma estrutura diferente: em mais de cem pequenos ensaios, que ele qualifica de seções – deixa o pensamento livre para transitar entre alguns temas que lhes são caros.
Assim, o livro se divide em duas grandes partes. Na primeira, que se subdivide em três, ele trata da quebra de promessas da modernidade: a) a promessa que a ciência permitiria gradualmente banir o mistério do mundo e, assim, elucidar a condição humana e o sentido da vida; a promessa que a tecnologia poderia prosseguir de maneira indefinida sem comprometer as bases da vida e, por fim, e a promessa que o avanço civilizatório promoveria o aprimoramento ético e intelectual da humanidade, tornando as vidas humanas mais felizes, plenas e dignas de serem vividas.
Essas ilusões foram desmanchadas e podem significar o fim de uma era.
A segunda parte trata desse Brasil que pode ser algo no mundo. Que país queremos? Um mero pastiche do mundo ocidental ou algo a mais? Ele apresenta mais sugestões do que respostas. Certamente se o país quiser ser algo a mais precisa resolver os seus problemas persistentes do século XIX, mas ao mesmo tempo abraçar aquela parte do Brasil que nos faz efetivamente criativos e originais, capaz de ser algo além de um mero copiador do mundo desenvolvimento e tenha algo a oferecer ao mundo.
Ele lembra que as três pessoas que podem chamar de gênios – isto é, que deixam um legado para o mundo – são negros: Aleijadinho, Machado e Pelé. Ou seja, a África tem muito a nos oferecer nesse projeto de ser uma civilização que tenha algo a oferecer para o planeta.
Mas será que chegaremos lá? Apesar do otimismo do Gianetti, tenho visto muita gente pessimista ao meu redor. Acho que o pipocar de escolas bilíngues não acontece porque as pessoas queiram que os seus filhos fiquem integradas ao mundo, mas porque estão sonhando com a partida de seus filhos para outras paragens. Do mesmo modo, parece que muita gente está simplesmente desistindo do Brasil: cansaram da violência, da burocracia, da desigualdade, do país do futuro que nunca chega. Estão fazendo as malas e partindo para outras bandas.
Escrevendo agora – novembro de 2017 – acho que o país atravessa um momento muito estranho. Há uma certa paz, ou melhor dizendo, uma certa trégua no ar. As pessoas estão esperando o que vai acontecer a partir da eleição do próximo presidente, em outubro de 2018, e do que pode ser o país a partir de lá. Acho que essa certa angústia no ar indica que qualquer coisa pode acontecer, especialmente se não resolvermos os nossos problemas mais urgentes. Se adiarmos as soluções, acho que se pode entrar em qualquer cenário, em que até o mais imponderável pode acontecer.
Essa digressão, talvez meio longa, serve para pôr em dúvida a própria possibilidade de o país ser algo a mais e cumprir essa sua missão civilizatória de oferecer algo ao mundo.
De qualquer modo, os ensaios do Gianetti são muitos instigantes e trazem reflexões poderosas principalmente a respeito do nosso planeta e das angústias que enfrente e dos dilemas que têm à sua frente.
28 reviews
Read
April 10, 2021
Não é propiamente dito uma perspectiva brasileira da crise civilizatoria, mas um livro de reflexões sob a crise civilizatoria, sem uma construcção sistemática. Giannetti descreve uma multitude de maus do mundo contemporaneo, mas não profundiza essas criticas de modo nenhum, não revela as conexões entre elas, nem dá uma reflexão particularmente “brasileira” sob elas.

Estava procurando uma verdadeira perspectiva brasileira da crise civilizatoria, não somente uma escrita por um brasileiro. Aquele livro ainda está esperando ser escrito, tal vez como uma ampliação dos últimos capitulos deste. Gostaria muito de ler-lo.
Profile Image for Wagner.
10 reviews
April 22, 2020
Não é propriamente um livro mas um conjunto de ideias que levam o leitor a parar e pensar; também não deve ser lido uma mas duas ou três vezes para que o leitor possa avaliar suas próprias conclusões.
Profile Image for André Guimarães Sakata.
17 reviews3 followers
July 10, 2021
É o primeiro livro que li do Eduardo Giannetti, e um dos melhores livros que li nos últimos anos. Uma autêntica reflexão sobre o Brasil, e como sonha-lo.
Profile Image for Edson Camara.
134 reviews4 followers
August 2, 2016
Confesso que nunca li um livro do Eduardo Giannetti antes, certa noite ao ver o Globo News, calhou de haver uma entrevista dele com Mario Sergio Conti no programa Diálogos onde a pauta era o Brasil e a sua tendência a copiar o padrão civilizatório ocidental, não tenho nada contra isso diga-se de passagem, apenas concordo que podemos ter nosso próprio modelo uma vez que somos um pais culturalmente amplo em suas raízes. A entrevista basicamente introduzia o novo livro do Giannetti, Trópicos Utópicos. Gostei muito da entrevista e fiquei curioso em ler o livro o qual adquiri na primeira oportunidade.

O texto é bem diferente do que eu imaginava, minha expectativa era uma longa crônica sobre o Brasil atual e suas mazelas, embora para isso não precisemos de livros novos, basta ver a TV, ler o jornal ou surfar pelas mídias sociais que lá estão, em tecnicolor brilhante, toda a patifaria que convivemos no atual ambiente sócio politico e cultural em Pindorama. Honestamente não aguento mais olhar a cara dos senhores de Brasília criando subterfúgios jurídicos para esconder a cara de pau, desculpem, sai fora do tópico.

Voltando ao livro, o argumento é composto de 124 pequenos textos, as vezes não mais que uma frase, mas no máximo duas ou três páginas, cobrindo tudo, literalmente tudo, desde um pouco de sociologia, e até historia do Brasil e do mundo, principalmente Europa e o que conhecemos como Estados Unidos e seu American Dream. Há explicação e pensamentos sobre diversos pontos entre eles, escravagismo, religião, carnaval, dinheiro, trabalho, felicidade, fertilidade e até uma reflexão sobre a diferença entre a américa saxônica colonizada pelos ingleses e a américa ibérica colonizada pelos espanhóis sem esquecer, evidentemente, dos portugueses.

Por falar nisso, o português do Giannetti esta longe das ruas, mas é compreensível e rico, sua leitura enriquecerá seu vocabulário, coisa que a maioria dois brasileiros não dá a mínima atualmente. Tudo classificado em 4 partes, eu pessoalmente não entendi exatamente o motivo desta divisão, mas não faz diferença, talvez tenha que ler o livro novamente no futuro para entender isso.

No texto de número 123 intitulado de “Sonhar o Brasil”, Giannetti provoca a reflexão: “ Faz sentido a ideia de uma civilização brasileira?…devemos nos resignar à condição de imitação desastrada…do modelo que nos é incutido pelo mundo rico…” e finalmente no último texto, o de número 124 ele afirma: “A questão respondida. – “Tupi or not Tupi that is the question” – propõe a conhecida fórmula antropofágica. “Tupi and not tupi” – eis a possível resposta.

A contra capa do livro é escrita por Caetano Veloso onde o mesmo diz sobre o livro: “…É uma redescoberta do Brasil que aguça a cabeça e comove o coração.”

A edição da Companhia das Letras é primorosa em capa dura e em formato dos livros antigos, que adoro, há até uma fita marcadora de páginas, a obra conta com 210 páginas com uma seção robusta de notas explicativas.

Vale a pena ler, reler e pensar muito sobre o futuro de nosso país e de nossa gente com o farto material nos presenteado por Eduardo Giannetti.

Este é o 36º livro que li este ano de 2016, e um dos melhores até o momento.
Profile Image for Haymone Neto.
335 reviews5 followers
February 25, 2017
Coleção de pequenas reflexões, nem sempre inter-relacionadas, sobre meio ambiente, ética, economia, psicanálise e, na última e melhor parte, sobre o Brasil. Não se trata de uma leitura original do país - ele bebe na fonte de Darcy Ribeiro, Gilberto Freyre, Oswald de Andrade e outros. Mas reafirmar valores brasileiros como a mestiçagem e a alegria de viver me parece crucial no país tecnocrático, destruidor da natureza e cheio de ódio em que vivemos hoje. O legal é que Giannetti, apesar de muito culto, escreve com graça e leveza, então é como se o próprio livro dele fosse um experimento desses valores brasileiros que ele faz questão de resgatar.
Profile Image for Albert Kenji.
13 reviews1 follower
February 11, 2017
Livro de pequenas reflexões sobre os problemas humanos e ao final conta com o pensamento do autor sobre o papel do Brasil no mundo atual. Ainda considero "O Valor do amanhã" e "Auto-engano" os melhores livros do Eduardo Giannetti
Profile Image for r.
8 reviews
November 15, 2021
Linda e densa obra. Eduardo Giannetti coloca muita coisa para se pensar nessas 170 páginas muito bem fundamentadas - o livro tem uma bibliografia enorme - e pacientemente desenvolvidas.
De longe, a parte que mais gostei foi a quarta, principalmente o tópico “Sonhar o Brasil”. Em um momento em que a valorização da cultura nacional é rara, Giannetti desenvolve um texto belo que ao mesmo tempo exalta as características únicas de nossa cultura e, parafraseando Caetano, “reconhece com sensato realismo a responsabilidade do Brasil perante a oportunidade que representa sua condição peculiar”.
Recomendo a leitura.
Profile Image for Benjamin Rosenthal.
8 reviews2 followers
September 26, 2016
Decepcionante. Uma boa revisão, sem dúvida, da modernidade, ciência e tecnologia não necessariamente elevando a felicidade (pra tocar em um tema caro ao autor). Mas nada fala dos "trópicos utópicos". Nas ultimas 10 pgs o faz mas com uma colagem de lugares já vistos e revistos. O que houve com esse bom intelectual?
Profile Image for Ricardo Viana.
Author 5 books3 followers
July 16, 2017
Com uma abordagem econômica e filosófica, o texto discute o projeto do país Brasil. Achei a distribuição dos temas e parágrafos muito peculiar. Em qualquer momento da vida nacional a leitura do livro ajudará no debate.

O Giannetti é um brilhante economista e o livro confirmar ser ele um autor acima da média dos seus pares no mercado brasileiro.

Recomendo o livro!
Profile Image for Marcos Bardagi.
Author 1 book2 followers
May 20, 2023
Não é propriamente um livro sobre o Brasil, sobre o qual ele se debruça somente no quarto final. Mas é de um lucidez ímpar na análise da trajetória civilizatória. E, como sempre o autor, nos brinda com um acalentado rol de frases saborosíssimas, dele próprio e de suas citações.
1 review
September 28, 2016
Eu não entendi a simbologia por trás do título e da localização escolhida para escrevê-lo.
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