"Книгата на ангела" несъмнено ще очарова както любителите на класическия исторически роман, така и феновете на трилъри, но не само защото е добре написана, а и заради забележителната способност на автора да пренася читателите си в една толкова далечна от нашата епоха със съвсем друг начин на мислене, навици и обичаи.
Алфредо Колито освен като писател работи и като преводач за някои от най-големите италиански издателства. Носител е на няколко литературни награди и е известен преди всичко с историческите си романи, публикувани в повече от двадесет страни.
At the age of thirty, after leaving any hope of adapting to a nine-to-five job, Alfredo Colitto decided to follow his passion for travelling and began journeying around the world. He spent some years in Mexico, and now lives in Bologna, Italy, with his wife Ana Luz and Agata, his cat. He published the novels Aritmia Letale (Addictions, 2003, under the alias of Alfredo Sereni), Bodhi Tree (Crisalide, 2005) and Café Nopal (Alacrán, 2005). Together with Giancarlo Narciso he edited Un oceano di mezzo (Nuovi Equilibri/Stampa Alternativa) a collection of short stories by Italian and Mexican writers, also published in Mexico. His short stories are included in several collections, among which: EnoKiller (Morganti Editori, 2005), Killers & Co. (Sonzogno, 2003) and Fez, Struzzi e Manganelli (Sonzogno, 2005). Alfredo Colitto is a member of ASB (Writers of Bologna Association) and of AIEP (Asociación Internacional Escritores de Policiacos ). He teaches creative writing in Bologna. He is also a translator from English and Spanish, working for some of the biggest Italian publishing houses: Einaudi, Piemme, Sperling & Kupfer, Frassinelli, Sonzogno.
Alfredo Colitto é um escritor de trillers históricos italino que tem os seus livros publicados em mais de quinze países. "O Livro do Anjo" une romance, paixão, drama, crimes e religião. Estes cinco elementos transformaram este livro num dos melhores que li até hoje (não é por acaso que este livro recebeu o prémio de melhor romance policial de 2011 em Itália).
Depois de o corpo de três crianças crucificadas ter aparecido a boiar num canal em Veneza, Mondino (médico de Bolonha) recebe uma carta de Adia, em que a mesma lhe pede ajuda para salvar o judeu Eleazar que iria ser enforcado por ser o principal suspeito desse crime hediondo. Depois de receber a carta Mondino parte para Veneza e envereda pelos segredos da cidade e ele próprio é feito "prisioneiro" na casa de um membro dos Dez pela simples razão de defender Eleazar. Mas nem tudo é o que parece e Mondino descobre que Eleazar é uma figura muito importante e, depois de ele morrer, juntamente com Adia, Gerardo e Pietro tenta descobrir os segredos por trás do assassinato cruel das crianças e do "livro" que Eleazar jurou proteger.
Alfredo Colitto tem uma escrita muito apelativa que me fez pegar no livro e só o largar quando era mesmo necessário. Adorei este livro e, de certeza, que vou ficar atenta aos próximos títulos que serão publicados em Portugal.
Uma coisa que gostei muito neste livro foi a abordagem dos templários. São poucos os livros históricos que falam sobre esta ordem e foi com muito gosto que aprendi mais sobre as suas regras e dos seus problemas depois da Ordem ter sido "encerrada". Também gostei muito de Portugal ter sido descrito como um país que apoiava os templários, mesmo indo contra as ordens do Papa.
As descrições da cidade de Veneza estão perfeitas e, por vezes, senti que também estava lá com Mondino a sentir o que ele sentia e a percorrer aquela cidade maravilhosa.
Recomendo este livro a todos os leitores que gostem de romances e trillers históricos.
O Clube do Autor deu-me a conhecer este autor Italiano que desconhecia e, ainda bem! O Livro do Anjo é um livro muito interessante, passado no século XIV, o que obriga a uma linguagem adequada à época, mas não menos interessante por isso!
É uma história cativante e que desperta a curiosidade, porque os motivos apenas vão sendo revelados na parte final do livro. E os segredos bem escondidos são surpreendentes e coerentes. Adorei a parte da descrição de Murano, onde os trabalhadores do vidro tinham os seus fornos por motivos de segurança contra incêndios. E gostei muito igualmente da caracterização da sociedade daquele século, com o abismo entre os muito pobres e os nobres. Muito interessante!
A crucifixação de três crianças cristãs chocou Veneza corria o ano de 1313. Tão hediondo crime depressa arranja um culpado: o judeu Eleazar de Worms, que poderá ser, nada mais nada menos, que um bode expiatório.
Perante tal condenação do pai, que está convicto estar inocente, David por intermédio de uma jovem árabe Adia, chama Mondino um médico experiente, por forma a tentar defendê-lo. No entanto, quando Mondino chega é tarde demais: Elezar é encontrado morto na prisão. Mas a frase que deixa na parede, escrita com o seu próprio sangue, pode ser a chave para a resolução de todo o crime.
L'ultimo capitolo della trilogia di Mondino de' Liuzzi. Il ritmo è molto serrato e il fatto che le storie di Gerardo e Mondino siano divise aumenta questa sensazione di eventi che si susseguono freneticamente. Si crea meno suspance che nei romanzi precedenti, l'impressione è che gli eventi importanti per lo svolgimento della storia siano presentati al lettore mano a mano che accadono. Ciononostante il libro è bello, piacevole da leggere e avvincente. Un peccato non poter più seguire questi avvincenti personaggi in altre avventure.
Questo libro è una combinazione di fattori a me molto graditi che non poteva non portarmi a dargli 5 stelle: il thriller storico, genere fra i miei preferiti da sempre; una scrittura scorrevole e precisa come quella di Colitto; personaggi indimenticabili come Mondino de' Liuzzi, Gerardo da Castelbretone, Adia, Mina... E soprattutto una Venezia medievale affascinante come non mai, descritta in modo mirabile da Colitto. La città diventa viva nella mente del lettore e per chi conosce bene la Venezia attuale la voglia di partire e riscoprire questa meraviglia diventa fortissima.
In Cuore di ferro avevo riscontrato una povertà di sottotesto riguardo all'oggetto magico nella soluzione finale. In questo "Il libro dell'Angelo" Colittto osa e lo fa bene. Incrocia leggende raffinate (Umberto Bartocci, America: una rotta templare, edizioni La Lisca) e una lezione sul Sefer che ben si adatterebbe ai destini interpretativi del Sefere Yetzireh. Si legge con pieno gusto.
Un libro avvincente che tiene incollato il lettore alle sue pagine alla ricerca di una conclusione alle vicende raccontate. Ben scritto, risulta scorrevole e rilassante.