Por que alguém escolheria uma orquestra se pode ter uma banda de rock? Essa sempre foi a dúvida de Valentina Gontcharov. Entre o trabalho como gerente do mercado do bairro e as tarefas de casa, o sonho de viver de música estava, aos poucos, ficando em segundo plano. Até que, ao descobrir que tem ouvido absoluto e ser aceita na Academia Margareth Vilela, o conservatório de música mais famoso do país, a garota tem a chance de seguir uma nova vida na conhecida Cidade da Música, o lugar capaz de realizar todos os seus sonhos.
No conservatório, Tim, como prefere ser chamada, terá que superar seus medos e inseguranças e provar a si mesma do que é capaz, mesmo que isso signifique dominar o tão assustador piano e abraçar de vez o seu lado de musicista clássica. Só que, para dificultar ainda mais as coisas, o arrogante e talentoso Kim cruza seu caminho de uma forma que é impossível ignorar.
Em um universo completamente diferente do que estava acostumada, repleto de notas, arpejos, partituras, instrumentos e disciplina, Valentina irá mostrar ao certinho Kim que não é só ele que está precisando de um pouco de rock’n’roll, mas sim toda a Cidade da Música.
Babi Dewet começou escrevendo fanfics, o que originou a criação do portal Fanfic Addiction, e a sua história mais famosa era Sábado à Noite, inspirada na banda inglesa McFly. O sucesso foi tanto que a trilogia homônima saiu das telas do computador e foi parar nas páginas de um livro publicado de forma independente, em 2010.
Em dezembro de 2011, a autora fechou com a editora Évora o relançamento de seu livro, publicado em maio de 2012 pelo selo Generale. A sequência, Sábado à Noite 2 – Dos bailes para a fama, foi lançada em agosto de 2013 e o último volume da série, Sábado à Noite 3 – Com amor e música, chegou às livrarias em setembro de 2014.
Ela também escreveu o conto Os Sons do Sentimento na coletânea Um Ano Inesquecível, publicada pela editora Gutenberg em agosto de 2015, e com a participação das escritoras Thalita Rebouças, Paula Pimenta e Bruna Vieira. Na Bienal do Livro de São Paulo de 2016, Babi lançou o primeiro livro da série Cidade da Música, Sonata em Punk Rock, também pela editora Gutenberg, e, agora, ela se dedica ao segundo volume.
Babi também assina junto a Érica Imenes e Natália Pak o livro K-Pop – Manual de Sobrevivência, além de fazer parte da coletânea Turma da Mônica: Uma Viagem Inesperada, no qual escreveu um conto sobre a personagem Mônica – os dois foram lançados pela editora Gutenberg, em 2017. Babi possui um canal no YouTube onde fala de livros e música, e é apresentadora do DramaFever Brasil e do Ponto KPop, na PlayTV.
3,5 ★ Gosto muito da Babi porque a acompanho há quase 10 anos e é notável e linda a evolução da escrita dela se compararmos o Sonata ao SAN. Mas, por alguns motivos que citarei abaixo, este foi o livro que eu menos gostei de todos que já li da autora.
Primeiro: eu não sei LIDAR com o Kim, que é o protagonista junto com a Valentina. Simplesmente não entra na minha cabeça como alguém pode criar um mínimo interesse por um cara como ele. Ok, atração por conta da aparência, entendo. Mas no instante que ele ABRE A BOCA, já fica insuportável. Eu entenderia se ela continuasse interessada/apegada se ele agisse assim durante um relacionamento sólido, mas como primeiro contato? Jamais. Principalmente porque ela parece ter uma noção bem embasada de empoderamento e sei lá, não consigo lidar.
Segundo: senti muita falta da Bianca ao longo da história :( me empolguei MUITO quando ela apareceu e fiquei me perguntando o tempo inteiro se ela não voltaria pra dar uma guinada na narrativa.
Mas, de toda forma, é sim um livro que eu recomendo. É super a cara da Babi e dá pra sentir como foi escrito com carinho e paixão pela história que ela criou, além de ser literatura nacional. <3
Ai. Me decepcionei tanto com esse livro. Bom, vamos lá: Ele tinha tudo pra dar certo. Porém infelizmente pra mim não rolou.
O que eu gostei:
- A escrita. Pra quem leu Sábado à Noite, da mesma autora, consegue ver a clara evolução na escrita, mesmo SAN sendo originalmente uma fanfic. Nesse livro a escrita é bem leve e te prende e quando você vê ja leu 5 capítulos sem nem perceber.
- Todo o conceito da Cidade da Música. Imagina você ir pra uma academia onde tudo gira em torno da música! Adorei isso e gostei quando a autora detalhava os lugares, como eram as aulas, como as pessoas se relacionavam com a música, etc.
- Aquela referência linda a SAN. Amei.
O que eu não gostei: o resto. Mas vamos lá:
- O interesse romântico. Eu sinceramente não consigo entender como alguém se apaixonaria por um cara igual o menino desse livro. Ele é arrogante, antipático, mal educado, grosseiro, babaca e, pra ser sincera, bem entediante. A cena como eles se conhecem a primeira vez é igualzinha a de Ugly Love, da Collen Hoover, o que já me fez ficar com um pé atrás com esse livro. O cara maltratava ela e a ignorava completamente quando eles estavam em público e mesmo assim a menina morria de amores por ele e A CADA PÁGINA ela dizia que ele era lindo. Acho que ela só se "apaixonou" por ele porque ele, como a personagem principal lembrava toda vez que o via, era lindo e super talentoso. Pra quem já leu o livro, na página 202 ele diz uma coisa que eu quase peguei o livro e joguei na parede. Não sou obrigada.
- O Romance. Isso ta ligado com o que eu disse aqui em cima mas enfim. Eles não tinham NADA em comum. Nenhuma química. NADINHA.
- A personagem principal. Ela tentou me passar a ideia de que era livre, rebelde e independente e que não precisava de ninguém mas, na realidade, ela corria de volta pro menino igual um cachorrinho quando ele chamava. Mesmo depois dele gritar com ela e ser um babaca arrogante.
- Também não gostei do fato de nós leitores não descobrirmos quem é a roomate da personagem principal até o final do livro. Não teve propósito nenhum. Pra mim foi só um jeito de criar um "mistério" pras pessoas continuarem lendo. E quando é revelado, não me impactou em nada. Ainda to tentando descobrir qual foi o sentido disso e o que isso agregou pra história.
Enfim, no geral não recomendo esse livro. Se quiser ler algum livro da autora, leia a trilogia SAN que é maravilhosa.
O livro é bem gostosinho de ler, me inspirou bastante a voltar a ter aulas de música e eu adoro a escrita da Babi desde a época em que eu era uma adolescente lendo a fanfic Sabado a Noite com o McFly. Porem, o relacionamento entre os principais me irritou e acabei tirando duas estrelas por conta disso. Kim é um babaca com a Tim (e com a escola inteira, mas todo mundo continua idolatrando ele mesmo assim ???) desde o início (sem nenhum motivo pra isso, desculpa mas a conversa dos remedios e se isolar do mundo nao te da passe livre pra ser um idiota) e, apesar do discurso feminista e de girl power que a protagonista repete o livro inteiro, ela aceita isso e corre atras dele o livro todo. (Até mesmo depois deles se beijarem pela primeira vez ele continua a trata-la com indiferença e grosserias e ela continua achando normal). No geral gostei do livro, do ambiente que a Babi construiu e da maneira que ela encaixou as musicas em cada momento, só espero que nos proximos ela trabalhe melhor no personagem do Kim e em como a Tim reage a maneira que ele a trata.
Que livro de esquentar o coração :) talvez eu estivesse precisando de uma história exatamente assim: com personagens modernos e reais, que não gira em torno de um romance (mas não exclui isso completamente).
Acredito que o livro entrega o que ele propõe e fiquei muito feliz com tantas referências realistas que adolescentes/jovens adultos brasileiros podem se relacionar e muita mensagem positiva ao longo da leitura :)
Empolgante e cheio de boas referências Olá pessoal, o livro de hoje é totalmente diferente daquilo que costumo ler, em partes obviamente porque afinal ele é um romance, e eu adoro e porque ele é inesperado, essa é a melhor definição para ele. Às vezes, para assumir a regência de nossas vidas, precisamos trocar a partitura. Afinal, por que alguém escolheria uma orquestra se pode ter uma banda de Rock? Valentina Gontcharov, que prefere ser chama de Tim, é uma menina pobre que acabou de ser aceita na mais prestigiosa e elitista escola de música do Brasil. Ela foi aceita e imediatamente seu pai, sumido e ausente, e prodigioso violinista, aparece e se dispõe a pagar pelo seu curso uma vez que ela sua mãe não tem condições para isso. Pois bem se o problema era o dinheiro para ir, acabou-se o problema vamos para a tal academia.
Chegando lá o choque cultural é brabo, mas me pareceu uma High School ao invés de faculdade sabe, os personagens estão na casa dos vinte e se comportam como se tivessem quinze ou dezesseis, não tira o mérito da história, mas é chato. Tim sempre foi fã de bandas de Rock e música clássica nunca fez parte da sua vida, apesar de entender plenamente isso, porque eu adoro música, mas clássica só se for obrigada a ouvir, alguém que quer viver de música que respira e ama isso precisa saber o mínimo, não gostei da abordagem da autora com relação a falta de interesse de Tim com a música clássica. Valentina ficou nervosa. De repente, não sabia se iria se encaixar naquele lugar. Parecia exigente demais, certinho demais, disciplinado demais. Estava acostumada com o caos do punk rock, em ser impulsiva, em mostrar o que sente em forma de acordes de guitarra. Depois de estabelecida, ela passa dois dias sozinha porque as pessoas simplesmente não chegam perto dela por que ela não exala dinheiro e status, até que consegue se juntar ao grupo de excluídos como ela e quem sabe assim fazer amigos. Mas no primeiro dia ela conheceu Kim, lindo, rico, e herdeiro da escola. Além disso ele é simplesmente o melhor pianista da escola e quiçá do mundo na sua idade. Mas o que ele tem de talento também sobra na sua personalidade esnobe e grosseira. Mas por trás dessa máscara existe um cara que sofre com distúrbios psicológicos e com a ausência de sua mãe.
Sabe aquela história que deixa você com um quentinho no coração durante a leitura? Então... Esse livro me deixou suspirando, colocou um sorriso no meu rosto e me arrancou gargalhadas em alguns momentos. A Valentina é uma protagonista forte e cheia de personalidade, exatamente como eu imagino a própria Babi. O livro tem essa leveza, típica do gênero, mas sem ser bobo ou fútil. A escrita da autora encanta, é poética, surpreende com o tanto de referências ao mundo jovem e com uma quantidade infinita de citações #girlpower. Amei muitooooooo!!!
a ideia da história é interessante, e eu constantemente me pegava torcendo para que engatasse e mostrasse a que veio. no entanto, senti que tanto a escrita quanto o desenvolvimento dos personagens não conseguiram me prender - os eventos são desdobrados, nós vamos conhecendo os personagens, as coisas iam acontecendo mas eu sentia falta de um quê mais autêntico, de conseguir ouvir a voz que estava contando a história da Tim.
senti que a história demora muito tempo para acontecer, chegamos na metade do livro e ainda mal passamos das duas primeiras semanas de aula. nós vemos reiteradas vezes situações sendo inseridas, no que parece ser algum foreshadowing de algo importante no futuro, mas isso não ocorre (spoiler: a chantagem da Tim no Kim; todo o mistério envolvendo a colega de quarto misteriosa; a introdução da Bianca; as amizades do Kim).
parece que a autora tinha várias ideias bacanas mas poucas páginas, então muitos eventos viram becos sem resolução, o que acaba me frustrando como leitora, especialmente porque ao mesmo tempo, vemos situações acontecendo de novo e de novo sem evolução.
além disso, e eu sei que nenhum personagem tem obrigação de ser uma boa pessoa, mas para eu ter empatia com os protagonistas, eles precisam me dar algo para simpatizar. especialmente o desenvolvimento do Kim me deixou frustrada: entendo a dinâmica complexa dele com a família, "amigos" e colegas, mas ao mesmo tempo fica difícil gostar de alguém que, mesmo pensando uma coisa boa, age de maneira mal educada. no fim, senti que ele melhorou, mas não me pareceu uma evolução muito justificada.
aliás, considerando a idade dos personagens, também fiquei frustrada em como eles lidavam em geral com situações do a dia a dia da mesma forma que um colegial. é inclusive algo pontuado mais de uma vez pelos próprios personagens na história, o que não tira o fato de que são comportamentos estranhos em um jovem adulto.
a maneira como temas mais delicados (racismo, machismo, classe social) eram abordados soava quase como se fosse uma apostila didática, e não como pessoas conversam no dia a dia.
o fim do livro, inclusive, não parece muito um fim, e sim um "até daqui a pouco", o que faz algum sentido já que é o primeiro de uma série.
num geral, foi uma história ok, que infelizmente não funcionou comigo.
"Porque a regra é clara: se você cresce com todo mundo à sua volta dizendo que você é um gênio, você acredita nisso. E provavelmente sofrerá depois que se encontrar no meio da sociedade como uma pessoa normal, mais uma no meio de tantas."
Acredito que as melhores leituras são aquelas que te surpreendem. Você não tem muitas expectativas, e fica surpreso quando termina encantado pela história. O Milésimo Andar não funcionou pra mim, e acabei abandonado na metade. Peguei este pra ler, e gostei muito!
Aqui, acompanhamos a jornada de Valentina "Tim" Souza na Cidade da Música, um lugar pra se estudar música. Apesar de estar lá por causa de seu pai milionário porém ausente, algo que ela queria evitar, ela decide aproveitar a oportunidade de estudar algo que gosta tanto. No caminho, além de amizades maravilhosas que ela formará, ela também tem um crescimento incrível - inclusive, reconhecendo seus privilégios, o que é sempre bom - mas também acaba envolvida num relacionamento de amor-e-ódio com Kim, o popular e arrogante filho da diretora da escola.
"A verdade é que quando se faz o que gosta, tudo começa a fazer sentido e a valer a pena."
Houveram defeitos? Sim. A repetição de palavras me incomodou, como o fato do Kim ser muito bonito (até quando está vomitando?); a antecipação de personagens que não tem grande efeito na história (como Bianca e a roommate de Tim), o uso excessivo de exclamações e no início a postura babaca de Kim me irritou. Mas depois de cem páginas o livro melhora e muito, e me apeguei aos personagens. E pra deixar ainda mais legal, todo capítulo se inicia com uma música que se encaixa naquele momento, às vezes sendo até uma canção que a própria protagonista está escutando naquela cena. É uma maneira bem legal de imergir na história.
"Sonata em Punk Rock" é um bom início para uma trilogia movida à amizades incríveis, romances fofos e muita música legal, e vou acompanhar animadamente. Até me empolguei pra terminar a trilogia Sábado à noite...
"Não podia prever o futuro, mas o presente parecia bom demais para ele simplesmente ignorá-lo."
Eu me identifiquei demais com a protagonista. Quem me conhece sabe como a música faz parte de mim e como eu adoro referências a qualquer tipo de som. Dá pra ver que a Babi tem muita base musical no jeito que ela conduz a narrativa. E isso me ganhou, sem dúvida. Mas poxa, o livro perde um pouco da força quando a gente tem uma protagonista tão forte, tão aparentemente esclarecida e feminista ficando tão sem graça por causa de um romancinho bobo. Dá pra entender total porque ela gosta do Kim e o que ela vê nele, e também que ele claramente lida com problemas psicológicos (e aqui vou dar um crédito sobre a forma linda que a Babi descreve o jeito que a música organiza os pensamentos dele e como ele tem esses momentos de clareza ao ouvir Traumerei na mente. Essas passagens são realmente lindas e refletem como eu me sinto muitas vezes). Mas vamos lá: nada pra mim justifica as atitudes dele. Ser introvertido, não gostar de ficar perto das pessoas e dar algumas patadas de vez em quando? Totally get it. Mas o Kim é ruim mesmo, ele é mal-educado e prepotente. E o jeito como ele trata a todos, principalmente a Valentina, é de enlouquecer. Hello, chega a ser abusivo em alguns momentos. Eu esperava mesmo que ele tivesse algum tipo de redenção no final, mas o jeito que aconteceu foi totalmente descartável. Veja só: ele continuou sendo a estrelinha, continuou tratando todos mal, ganhou a garota (mesmo sem ter motivos pra isso) e no final ainda larga tudo sem pensar duas vezes porque, surpresa: ele conseguiu ser fodão e foi aceito na melhor escola de música e mimimi. Mesmo a relação de bosta com a mãe dele não serve em nenhum momento para ele ser mais humilde: ele só se vitimiza. No final do livro eu já tava com um rancinho até d Valentina só por dar tanta moral pra um cara babaca e depois sair cuspindo atitude punk rock que nada condizia com a atitude dela em relação à ele. Mas, enfim, eu dei quatro estrelas porque, para mim, a música acabou sendo a protagonista e, isso sim, foi feito muito bem e de um jeito que me prendeu até o final e garantiu um lugarzinho especial no meu coração.
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Adoro a Babi Dewet, como fã de cultura sul coreana e McFly, é um afeto emocional pelo trabalho dela. No entanto, Sonata em Punk Rock poderia ter sido melhor. As questões técnicas de música são impecáveis, nem vou comentar sobre as referências clássicas, pois adorei. O enredo é ótimo e promissor... mas existe um porém nisso tudo: o desenvolvimento dos personagens não atingiu um pico, nem suas individualidades bem aproveitadas.
O Kim começou como um tremendo babaca e, durante a história, descobrimos que ele tem problemas e toma remédios fortes, de uso contínuo. Esperei o livro todo por uma evolução do personagem, uma melhora, uma compreensão mais ampla das motivações e do universo "Kim".
A Bianca apareceu e poderia ter sido uma grandessíssima pedra no sapato da Tim, a Cosette da nossa Eponine. Só que a existência dela foi tão breve e rápida, definitivamente poderia ser muito melhor aproveitada. Ela parecia ter uma personalidade tão forte.
A Tim cresceu como personagem e isso é ponto positivo gigantesco. Nosso prodígio punk rock evoluiu muito, os pensamentos e atitudes, sem perder a essência. Uma boa heroína para as "desajustadas" que passam por situações semelhantes.
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muito amor e musica realmente 💜 amo a vibe enimies to lovers da Tim com o Kim e como a relação deles foi linda, genuína e como eles se conectaram bastante por causa da música, alem de que foi um livro muito divertido, leve e que me deixou com o coração quentinho em vários, era exatamente o que eu tava precisando nesse momento e apesar de ter gostado do final e ter achado a cena final perfeita, nao sei, acho que ainda poderia ter tido aí mais umas 10-20 páginas pra dar uma conclusão melhor, pareceu que terminou muito rápido, a gente mal teve tempo de aproveitar a Tim e o Kim finalmente como casal e já acabou sabe, queria que tivesse mostrado mais momentos deles juntos e saber o que rolou depois desse momento final e como ficou a relação deles com o futuro que tava pra vir, mas no geral eu adorei a leitura
A escrita da Babi tá muito legal e a temática musical é interessante, gostosa. A ambientação em um conservatório é diferente, dá vontade de continuar lendo para descobrir mais. O que não curti é uma vibe adolescente super forte, quando teoricamente o pessoal era para ser um pouco mais velho... outra coisa que incomodou foi uma forçação de barra com "discursos" diversos, tem como passar mensagens legais sem ficar explicando.
eu amo a premissa desse livro, acho bem original para a literatura nacional! dito isso, é bizarro como alguns autores brasileiros escrevem de uma forma que parece que o texto foi traduzido do inglês para o português. são tantos vícios de linguagem estadunidenses traduzido para nossa língua que até me tirou da história… enfim, também não gostei do Kim. acho que tem uma linha tênue entre enemies to lovers e abuso
O começo da história não me pegou muito e estava achando a história de Tim muito clichê. Porém, conforme a narrativa avança, dá pra notar um amadurecimento não só da personagem, mas também da escrita da autora. Li o livro em poucas horas e achei bastante divertido, embora tenha alguns problemas de sequência. Gostei!
A Babi evoluiu muito (tenho um amor absurdo por SAN). História de uma garota sem grandes recursos na vida, pai abandonou sua mãe e só retorna quando descobre que a filha possui o ouvido absoluto, nunca demonstrou amor, apenas interesse. Tim se apaixona por Kim, este faz acompanhamento psiquiátrico e nunca se sentiu amado e os dois evoluem juntos.
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[Storytel] Novela que esperava mais do que uma história previsível. Não o coloco entre meus gêneros favoritos, embora houvesse livros do mesmo gênero que me cativaram. Totalmente um clichê e me deixou desconfortável com a forma como foi retrtada a juventude ( plástica e superficial)... resumindo, a historia é... meh!
Gostei bastante mas ao mesmo tempo achei, não só, alguns pontos pouco desenvolvidos, como também, achei o final muito rápido, mas, honestamente, eu leria mais 300 página sobre essa história. A Babi Dewet realmente tem uma escrita muito fluída e criou uma atmosfera muito divertida durante todo o livro.
O livro é muito bom e só espero coisas boas da Babi desde "Um ano inesquecível", no qual a sua história foi a minha favorita.Amei a personagem Tim e o seu estilo além dessa escola maravilhosa Margareth Vilela.
História generalizada de wattpad e previsível. Personagens de 20 anos com atitude de adolescentes rebeldes de 15. Decidi ler uma história da autora pois já vi gente falando bem dela. Definitivamente tem uma escrita boa, mas a história não vinga.
um ya levinho que dá aquele quentinho no peito pq vc sabe que vai dar tudo certo. o livro flui bem rápido e é uma boa leitura pra transitar entre outras mais densas pra dar um desacelerada e ate evitar uma ressaca. gostei bastante da escrita da babi e com certeza lerei outros trabalhos dela
Uma história muito rápida e gostosinha de ler, a autora tem uma escrita muito boa! O jeito que a música é abordada, com os capítulos sendo nome de músicas de diversos cantores affff foi tudo pra mim. É bem clichê, mas aquele clichê que você quer ler tudo de uma vez só. (Kim, pfvr, vem de zap)
Sonata em Puck Rock é um livro fluído, divertido e cativante! A Tim é determinada e o Kim é o típico personagem que nós amamos odiar. A melhor parte do livro? Música! A autora explora notas musicais, melodias e instrumentos de uma forma adorável.