Berlim, Novembro de 1989, noite da queda do Muro: o narrador descreve-nos a sua própria morte às mãos de uma mulher que conheceu casualmente no dia anterior. A partir daí, o leitor vai seguir o percurso dessa mulher através das ruas da cidade, nessa noite histórica e torrencial, em que o sexo e o desejo estão por todo o lado, obsessivos, como se a queda do Muro fosse um terrível exorcismo necessário à catarse da libertação. Incapaz de recordar o próprio nome, dominada por um profundo impulso autoflagelador, perseguida por um cão-polícia, esta mulher perder-se-á na multidão eufórica, numa fuga sem objectivo em direcção ao Leste, em que cada encontro fortuito serve de ocasião para uma descida aos infernos da dor e da humilhação sexual.
Convulso, un constante ejercicio de confusión con un titulo presente en la forma narrativa, todo transcurre en la noche y además se siente como que solo ves siluetas, nunca te deja ver por completo lo que pasa y te atrae en su impúdica representación de lo obsceno, los soliloquios constantes me parecen la mejor parte de la narración.
Falopa de la buena. En todos los sentidos posibles. El malviaje que se habrá pegado Hettche mientras lo escribía, porque esto no lo escribe alguien que está bien jsjsjs capaz más adelante linkeo el trabajo que estoy haciendo con esto, porque si voy a sufrir que sea para compartir <3
update: trabajo terminado 4 horas antes de tener que entregarlo, encima pedí prórroga así que una semana tarde técnicamente. Anyway, acá está.
Super recomendable aunque no es para todo el mundo.