Este volume recolhe uma selecção das melhores aventuras de Valentina. Clássicos intemporais, marcados pelo traço sensual de Crepax e pelo seu uso inovador da planificação, com destaque para Baba Yaga, história que seria adaptada ao cinema em 1973, e para Valentina no Metro, uma criativa e emotiva homenagem de Crepax à banda desenhada e aos seus heróis e criadores.
Guido Crepax (born Crepas, 1933-2003) was an Italian illustrator and comics author, considered one of the most influential cartoonists of the second half of the 20th century. He is notably remembered for his sophisticated black and white art, as well as his dreamlike storylines, often involving a significative dose of erotism. Crepax was born and raised in Milan, the son of famed cellist Gilberto Crepas. He graduated in Architecture in 1958, then started a successful career in illustration, mostly for advertisement and record covers. Crepax began making comics in the middle of the 60's, particularly for the Italian magazine 'Linus'. He is best known for the Valentina series of stories. Originally introduced as a side character in the sci-fi story The Curve of Lesmo (1965), Valentina is a fictional photographer from Milan. She is a cultured strong woman, with sophisticated art and fashion tastes, left-wing political ideals and a marked sexual curiosity. Valentina quickly became a staple of European counterculture of the late 60s and early 70s. The series run for thirty years, until 1995, with the titular character aging in real time. Over the decades Crepax created other female characters, such as Belinda, Anita, Bianca, Giulietta, usually used as protagonists of erotic comics. His other works include a number of comic book adaptations of erotic novels, like Emmanuelle, Justine, Venus in Furs, Story of O, as well as horror classics Dracula, Frankenstein, Dr. Jekyll and Mr. Hyde.
Confirmaram-se as minhas suspeitas de quando ia a meio do livro. Arte excepcional, pelo menos no que toca à configuração das páginas, mas a quase-ausência de história, e o facto de que a história que existe ser confusa e sonhada e sei lá mais o quê, faz com que o livro não tenha muito interesse para além do visual. Ganha pontos pela forma original como conta a "história", e pelas homenagens ao mundo da BD que estão presentes na última das três histórias, "Valentina no metro", mas pouco mais que isso.
Intrépida Valentina - relacionado com a sua infância até a sua idade adulta e com a relação e tragédia de seus pais
Baba yaga - surge uma mulher na vida dela e apartir desse momento uma sucessão de coisas estranhas lhe acontecem , a ela e aos que estao a sua volta
Valentina no metro - ela entra num metrô e adormece pouco depois levando a uma enchurra da de aventuras , cada painel de duas páginas é um aventura , e cada aventura é uma homenagem/referência a artistas de bd e suas obras , tem tarzan, dick tracy, little Nemo, mort cinder , quarteto fantástico ….etc
E isto é o melhor que consigo descrever isto que li de forma a alguém perceber o que se trata , pois é uma confusão sem limites , é tudo muito sonhado e metafórico ao ponto de nenhuma sequência de quadros fazer sentido à primeira vista , e eu n estava no mood, pensava que ia ler um druuna mais refinado , ou um manara mais clássico
Leitura desconcertante. Gostei do capítulo da Bruxa, mas o último é um completa devaneio e uma boa homenagem a outros autores da BD. De facto nota-se que o Guido gostava mesmo de desenhar a Valentina. No último capítulo, até de pernas para o ar e toda amarrada ela aparece. Um livro para apreciar o desenho. Tudo muito mágico, mental e muito sonho. Levei tempo a terminar a leitura do livro.