Flores não crescem do nada - ou crescem? Para Eleanor, era o mistério que não conseguia responder: qual era o truque daquele jardineiro contratado para cuidar da estufa em sua casa e que transformara o lugar em uma floresta imaginária. Sebastian, o tal estranho, parece um homem como qualquer outro - exceto pelas perguntas desconcertantes que faz, ou pelo fato de que as plantas obedecem seus comandos de maneira muito intrigante...
A Casa de Vidro é uma noveleta, a primeira publicação da editora Dame Blanche. Ela foi disponibilizada em e-book gratuitamente em várias plataformas, e eu obviamente não iria deixar de conferir.
A história é dividida em duas linhas temporais. Começamos em 1910, quando Eleanor recebe a visita de Stella, uma garota com um dom misterioso: ela é capaz de fazer as plantas florescerem. A história então volta a 1868, e somos apresentados à Casa de Vidro (a estufa) em seu auge, quando exibia flores de cores vibrantes e exóticas e era cuidada por Sebastian, o jardineiro excêntrico que tem o mesmo dom de Stella — um dom que nem mesmo ele sabe explicar.
A narrativa é em terceira pessoa e, em sua maior parte, sob o ponto de vista de Eleanor, embora aqui e ali seja mostrado um pensamento de Stella ou de Sebastian, e também tenhamos um capítulo sob o ponto de vista de Mark, filho de Eleanor. Ela é envolvente e em alguns trechos até um pouco poética. Mas não é nada exagerado: em vez disso, a narrativa construiu um clima de mistério e fantasia que combinou muito com os personagens (Eleanor e Sebastian) e me agradou bastante. A única coisa que me incomodou na narrativa é que ela usa um pouco demais o resumo, e eu acabei sentindo falta de entrar em certas cenas. A revisão, exceto por um ou dois errinhos que escaparam, ficou muito boa.
Gostei dos personagens. Eles foram bem caracterizados e bem desenvolvidos dada extensão da noveleta. Mesmo Mark, que tem apenas um capítulo sob seu ponto de vista, teve desenvolvimento e terminou como um personagem diferente do que era no começo da história, e cada um deles tem suas peculiaridades, características que podem parecer meros detalhes a princípio, mas que servem para torná-los críveis e únicos. Aliás, mais do que em uma trama ou nos elementos fantásticos, o enfoque é nos personagens e em como aos poucos a relação entre Eleanor e Sebastian surge e se fortalece, e eu gostei muito de como isso foi feito. É um romance, sim, mas você não encontrará aqui os momentos melosos e os clichês que tanto irritam os leitores. É um relacionamento que nasceu da curiosidade, dando lugar a uma amizade um tanto relutante (ao menos por parte de Eleanor) e então a um romance, em que ambos se tratam com bastante respeito.
Além disso, a noveleta não se propõe a explicar o dom de Sebastian e de Stella, nem os demais elementos fantásticos que aparecem na história, e isso não se faz necessário. Dá a sensação de ser aquele tipo de coisa que provavelmente tem uma explicação por trás, mas que não é do conhecimento dos personagens, o que acabou me aproximando da história e dando a ela um toque de verossimilhança — afinal, não sabemos explicar tudo o que acontece ao nosso redor, certo?
O final veio devagar, sem trazer grandes surpresas ou reviravoltas, mas foi adequado ao tom da história, e até me deu uma sensação de ciclo. É uma história com começo, meio e fim, apesar de aparentemente ser parte de uma série, e embora não tenha me deixado com aquela necessidade quase irresistível de colocar as mãos no próximo volume (não é o tipo de final que se propõe a isso), eu certamente lerei a continuação desta e outras histórias de Anna Fagundes Martino. Em resumo, foi uma estreia muito boa para uma editora que promete fazer tanto por nós, escritores brasileiros de ficção especulativa.
Um livro curto mas muito encantador! Adorei principlamente Sebastian e as suas sabedorias. E me rendi aos encantos da casa de vidro. Apenas achei que podia ser um pouco mais longo...
Eu gosto da fantasia nesta história. Gosto de como ela é poética, intimista, reflexiva. Mas a trama não me pegou. Preciso de uma história que me perfure o peito de alguma maneira. Não precisa ter muita ação. Não precisa sequer de violência. Precisa falar comigo. E "A Casa de Vidro" não falou. Por outro lado, a prosa desceu lisa. Ler isto foi como saborear um copo de água fresca depois de uma corrida debaixo de um sol escaldante. A prosa é tão boa, que eu teria lido até o final mesmo que fosse um livro de 500 páginas sobre pedicure de rinocerontes.
A Casa de Vidro é uma história curta, mas que consegue criar uma atmosfera de muita calma em poucas páginas. Passando em três períodos diferentes que se intercalam - a adolescência de Eleanor, sua velhice e os anos após sua morte, o conto gira em torno do relacionamento de uma mulher humana com um homem que é algo diferente e as consequências do mesmo. Em alguns momentos, eu fiquei um pouco confusa com o que realmente aconteceu e como isso aconteceu, mas, no geral, gostei dessa versão . Amei também a casa de vidro que dá nome ao livro e a importância das flores na história.
Pontinho positivo também pra essa versão de ebook da Dame Blanche, que é muito bonita :')
3,5. Já faz um tempinho que tô pra ler essa noveleta, mas só enrolou, porque esse é meu jeitinho. Hoje tomei vergonha na cara e finalmente li. Eu fiquei encantada com a escrita! De verdade, eu acho que a melhor parte dessa novela com certeza é a narração. Algumas passagens são bem bonitas, tem uns simbolismos quase poéticos. Gostei mesmo! O enredo em si, apesar de ter gostado bastante, eu sinto que em alguns pontos poderia ter sido desenvolvido com mais cuidado. PORÉM, gosto muito da atmosfera e da magia da novela, foi tudo muito bem caracterizado.
Quando comecei a ler A casa de vidro, eu não sabia o que, exatamente, esperar. Sabia que seria fantasia — e sabia que estava empolgadíssimo.
Na noveleta escrita por Anna Fagundes Martino, acompanhamos a história de uma mulher, Eleanor, e sua experiência com o jardineiro Sebastian, que parece exercer um estranho poder sobre as plantas da estufa. Com uma narrativa muito bonita, a história vai e volta no tempo, mostrando as consequências desse contato, incluindo o encontro de Eleanor com Stella, a .
A verdade é que, desde As boas damas, eu ando apaixonado por histórias de fadas e do fair folk, e A casa de vidro é um excelente exemplar dessas histórias. A autora e a Dame Blanche já começaram com o pé direito nesse maravilhoso presente para os fãs brasileiros de fantasia.
Fui ler despretenciosamente e fui surpreendida com uma fantasia e romance entre mundos!
A leitura é leve e bem simples de acompanhar, com capítulos curtos. Queria mais sobre o mundo do Sebastian e da Stella, parecia mais um prólogo de uma grande aventura. Espero que os outros livros explorem mais certos temas e plots.
I liked the idea for the story. But I wish there was a little more to it. Maybe the things I want to know will be in the next book. I'd like to know more about that world so I'm gonna give the second one a try.
Gostei do livro mas senti falta de mais detalhes. A leitura é bem tranquila e dinâmica e dá sempre vontade de continuar lendo. Mas senti aquela vontade de saber mais alguns detalhes da novela.
Uma história cativante que conta muito apesar de ser curta. Fiquei intrigada do começo ao fim e gostei da forma como foi escrita, revelando aos poucos o que está acontecendo sem entregar tudo mastigado ao leitor. Quero ler o seguinte!
"A Casa de Vidro é uma noveleta de romance e fantasia, desenvolvida numa narrativa que evoca delicadeza e beleza etérea, condizentes com a proposta de enredo. Focada no romance entre Eleanor e Sebastian, a linha temporal não é contínua, com avanços e recuos, transmitindo a ideia de um puzzle. Esta opção narrativa não confunde, não havendo dificuldade em acompanhar os acontecimentos, contudo, leva a que alguns eventos e sentimentos entre as personagens falhem em termos de desenvolvimento: são mostrados os indícios de que acontecerão, para logo a seguir já terem acontecido. Não vemos como decorreram, ficando subentendido e, nesse aspecto, a leitura fica a perder, pois seria algo que a enriqueceria. (...)"
Opinião: Um homem chamado Sebastian é contratado para trabalhar na casa da família e o foco do seu trabalho será a estufa. Contudo este homem misterioso, acaba transformando completamente, não apenas o jardim mas também, a vida de Eleonor. Resolvi experimentar e ler este livro, uma história curta num universo mágico, cuja acção se centra praticamente toda no jardim da casa da família. Achei esta história interessante, na qual dois mundos distintos se encontram, e desenrola-se uma história de amor improvável. Na minha opinião, julgo que ainda havia espaço para desenvolver um pouco mais a personagem do Sebastian porém, talvez será mais explorado no segundo volume. Fiquei com curiosidade.
é uma ideia boa, mas um livro pequeno demais para tornar a história boa. os personagens parecem que estão dentro de um quadrado e são só aquilo que está dentro do quadrado. o sebastian é curioso e não entende e a eleanor eu nem sei dizer qual é a personalidade. o que me deixa triste é que q ideia é boa e se fosse um livro de 200/300 págs com um desenvolvimento melhor dos personagens e do enredo eu talvez fosse gostar mais.
Que história mais triste! Uma fantasia melancólica sobre amor, perda e memórias. Confesso que alguns trechos me abalaram mais do que eu imaginava num primeiro momento. Muito bonito mesmo. Mas quero me esconder num cantinho, rs. Venho escrever com mais detalhes depois de digerir um pouco mais!
Único defeito é não ter desenvolvido tanto Sebastian (e consequentemente, a questão das fadas). Eu provavelmente gostaria bem mais se o relacionamento dele com a protagonista fosse mais desenvolvimento e colocado em evidência.
Nossa forma de viver é natural? Nosso comportamento como sociedade é simples, ou são absurdos condicionados por uma civilização opressora? Esses são alguns dos questionamentos abordados por Anna Fagundes Martino em um belo romance entre duas pessoas de lugares muito diferentes. E mesmo sendo assim, se gostam e buscam compreender um ao outro.
A fantasia proposta por Anna Fagundes é bem sutil. Alguns poderiam até chamar de realismo mágico dada a forma como o fantástico é apresentado na narrativa. Nem por isso deixa de ser uma bela trama que emprega este elemento para nos fazer refletir sobre como vivemos. Os capítulos se sucedem em duas temporalidades: quando Eleanor conhece Sebastian e quando Stella vem visitar Eleanor. A narrativa é escrita em terceira pessoa a partir do ponto de vista de Eleanor que inicialmente consegue passar bem para o leitor a sensação de estranhamento diante de alguém tão diferente dela. Nos capítulos passados depois, vemos uma personagem mais amadurecida e com um grau maior de aceitação das mudanças e finitudes em sua vida.
A dinâmica entre Sebastian e Eleanor é linda. A voz de Sebastian pode parecer seca nos diálogos, mas tente se colocar no lugar de uma criatura que vive centenas de anos e cujas convenções sociais são praticamente inexistentes. Muitas de nossas convenções são estranhas. E isso se reflete na forma como Sebastian aborda determinadas situações: o casamento, o emprego ou não de certas expressões. Para alguém com um tempo de vida muito longo, alguns temas são efêmeros. Passam em um piscar de olhos. É muito interessante ver como Sebastian quebra determinados paradigmas que Eleanor considerava normais. Até mesmo a capacidade de escolher o seu parceiro Sebastian questiona a protagonista.
A escolha de situar a história na década de 1910 foi muito acertada da parte da autora. Ela conseguiu trabalhar uma personagem tolhida por uma sociedade machista e que retira dela toda a possibilidade de liberdade. Podemos até associar o título do livro à protagonista: o coração de Eleanor é como uma casa de vidro. Apesar de dura, pode ser estilhaçada. E esse estilhaçamento é provocado pelo questionamento, pela reflexão, pelo diálogo. Sebastian quebra a casa de vidro de Eleanor de uma forma metafórica ao mostrar a ela que existem outras possibilidades. Gostaria de ter visto como foi a reação de Eleanor ao adentrar no mundo de seu amado. Seria interessante ter esse choque ao lidar com algo tão diferente do que ela estava acostumada.
A Casa de Vidro é uma leitura gostosa, que flui muito bem. Li em uma tarde gélida de outono e Anna Fagundes foi capaz de me mostrar um belo campo florido a partir da contradição entre dois personagens que se gostam acima de tudo.
Poucas palavras escritas e outras muitas sentidas. Isso por si só já fala sobre minha experiência com A Casa de Vidro, que me foi uma grata surpresa.
Essa noveleta - obra entre 7.500 e 17.000 palavras - é de leitura muito perceptual e certamente um ótimo acréscimo à lista de leitura dos apaixonados por romances diferentes e igualmente encantadores.
É uma história "fora da caixinha" que me encantou. Com todo o mistério, delicadeza e um talento nato para a escrita a autora criou um universo próprio, dentro do nosso mundano, e que se mostra rico mesmo com as poucas informações que o leitor consegue captar.
Dividida em capítulos, onde estes alternam entre passado e presente, juventude e velhice, a história que nos é contada fala muito mais do que o amor vivido por Eleanor. É sobre a pureza da alma que nos falta há muito, sobre todas as barreiras que criamos em nossa convivência, sobre aceitação.
Em diversos momentos senti algo incomodar dentro do peito, porque o personagem Sebastian é a personificação de tudo o que devíamos ser e mais rejeitamos. Ele é a essência humana que vem do natural e nós, escondidos sob pudores, ignoramos.
Essa história pode ser encontrada gratuita na Amazon.
Quando eu comprei o livro, não pensei que seria um livro que leria duas vezes seguidas, e acredite se quiser, e muito magico e tipo fiquei com vontade de ler mais tanto que comprei o segundo só para me saber a continuação, mas não nego algo que fiquei querendo saber, se ela foi ficar com ele, ou se ela morreu. E muito estranho a falta de alguns detalhes que eu adoraria saber, porém não nego que a forma que foi escrita deixa que a pessoa possa imaginar diversas possibilidades para eles. E claro que sempre é a melhor, pois amo um final feliz, não nego que já li diversas histórias que tem final triste, porém sempre fico na esperança que saia uma nova continuação para me deixar alegre. kkk bem boba, mas fazer o que sou uma pessoa criada pelos contos de fadas com seu sempre FINAL FELIZ. Deixando isso de lado falando sobre o livro somente tenho elogios para a autora, pois é plenamente complicado não encontrar motivos para não gostar da estória, a forma como ela é escrita a desenvoltura do conteúdo e o romance leve e delicado que ela fala, é tudo maravilhosos. #DICADAMAK... Bjss. Leia....
A Casa de Vidro é uma história rápida e cativante sobre uma relação inusitada que desafia as regras rígidas da Inglaterra Vitoriana e das divisões entre o mundo dos humanos e de criaturas mágicas com o poder de criar vida. Com um cenário interessante, uma estufa de vidro florida, e toques de magia e mistério, a leitura da noveleta é gostosa. Mas, justamente por se tratar de uma narrativa curta, algumas perguntas (a origem desse seres mágicos, por exemplo) ficam sem resposta.
Também senti falta de uma revisão mais completa no texto, que apresenta algumas frases estranhas e erros (como palavras repetidas e vírgulas desnecessárias). Entretanto, a narrativa da autora é boa, com toques bem-vindos de lirismo. Por ser tão curtinha e gostosa, e estar disponível em versão digital apenas, mas gratuitamente na Amazon, a leitura de A Casa de Vidro vale muito a pena. Fiquei curiosa para ler mais obras da autora, assim como a continuação, Um Berço de Heras.
Em 1910, Eleanor já é uma senhora, mãe de um jovem adulto chamado Mark. Ao se encontrar com Stella em sua antiga casa de vidro, se recorda de um passado distante, com o jardineiro que havia vindo de outro mundo.
Já fazia muito tempo que A Casa de Vidro estava no meu Kindle e eu estava enrolando para ler. Mas deveria ter lido mais cedo, afinal é uma novela, muito breve e escrita de forma fluida. Há uma atmosfera meio onírica na narrativa, que embala o leitor pelas páginas e nos envolve na história de Eleanor.
O mistério por trás de Sebastian e o desejo de descobrir logo o que aconteceu me fizeram ler com rapidez. Eu já havia lido contos da Anna Fagundes Martino e ela é sempre muito talentosa com as palavras. Fiquei curioso pelas continuações. Mas eu acho que a história merecia uma expansão. Digo, essa mesma história poderia ter sido desenvolvida em um romance com facilidade e eu leria.
Este livro conta a história de vida de Elenoir desde sua adolescência até morrer, o misterioso jardineiro que conhece, como ele muda sua vida, seus filhos, e é mencionado seu marido. A história é simples e bonita. Os personagens são ótimos, tem que quê de fantasia pelo ser misterioso de outro mundo que aparece.
Só sinto que precisava de mais desenvolvimento. Muitas coisas são mencionadas como acontecido, mas não vemos, ouvimos, não fazemos parte. E acho que essa história merecia que nos conhecessemos melhor.
Não me levem a mal, o jeito que as coisas não são ditas, as entrelinhas, é muito belo. Mas por ter tanto não dito, acaba ficando uma simples novela numa história em que cabia um romance.
Confesso que esperava mais. A proposta do universo é excelente. Lembra bastante àquela animação da Disney (Fantasia 2000) que a natureza toca os lugares e a floresta se transformar. Porém, em alguns momentos a escrita da autora se mescla e confunde - pois, ao meu ver, ela quis adicionar o pensamento de todas as personagens em um curto espaço de texto, levando a uma linha confusa de eventos. Teria sido válido mais páginas e mais conteúdo para evitar esse evento. Porque... a estória tem a oferecer justamente isso: Conteúdo. Reformularei melhor e trarei o que penso em seguida.
A escrita da autora certamente é belíssima, poética. O ritmo tem uma cadência suave. Mas fora isso, a história não me cativou muito. O mistério envolvendo Sebastian foi o que me fez prosseguir. Infelizmente, a autora não chegou a explicar muito dele. Queria saber, do mundo de onde ele veio, de seus poderes, de seu passado. O grande problema do livro é que não há um verdadeiro conflito que move a trama. A novela acabou e eu fiquei com a impressão de que não engatou em nenhum momento. Acho simplesmente que não era uma história para mim. Mas a autora tem uma técnica de escrita maravilhosa.
Uma história deliciosa que termina sem pé nem cabeça. O mundo criado pela autora é muito agradável, mas muitos dos mistérios que me prenderam no decorrer da história chegaram ao final sem conclusão nenhuma. Não gosto de pontas soltas, termino a leitura frustrada por ter que partir para o próximo volume sem saber se encontrarei as respostas que procuro.
Gosto do tom poético da história e de como o elemento fantástico foi adicionado a ela, dando um tom de magia que transparecia a cada página. A autora, de uma maneira muito original, questionou diversas convenções da nossa sociedade, além de falar sobre criação de uma forma muito bonita e encantadora.