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Ronda das mil belas em frol

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Eis um livro de ficção sobre sexo. Todas as histórias nele contidas narram percalços, espantos e sobressaltos de ligações íntimas entre homens e mulheres. O que se desvenda, o que se oculta. Rasgos perversos. Permanências e rupturas.

Nem sempre se encontra o que se espera, nem se espera o que se encontra. A variedade é avassaladora. A diferença inevitável. Neste jogo de corpos enlaçados, não poucas leitoras ficarão admiradas com certo olhar masculino. Talvez passem a conhecer ainda melhor outras mulheres. E os leitores também não perdem nada em saber o que pode surpreendê-los nas voltas do mundo.

101 pages, Paperback

Published September 1, 2016

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About the author

Mário de Carvalho

67 books177 followers
Mário de Carvalho nasceu em 1944, em Lisboa. Licenciou-se em Direito pela Universidade de Lisboa em 1969. Desde jovem que se envolveu na luta antifascista, tendo estado preso ainda na década de 1960 e durante o serviço militar. A sua luta política leva-o ao exílio, primeiro para a França, depois para a Suécia, em 1973. Após o 25 de Abril regressa a Portugal. A sua estreia literária dá-se em 1981, tendo desde aí publicado regularmente numa grande diversidade de géneros: romance, drama, contos, guiões.

A sua escrita é extremamente versátil e torna-se impossível incluí-lo numa escola literária. A crítica considera-o um dos mais importantes ficcionistas da actualidade e a sua obra encontra-se traduzida em vários países (Inglaterra, França, Grécia, Bulgária, Espanha, etc.).

Recebeu diversos prémios, podendo-se destacar, na sua bibliografia, o romance histórico "Um Deus passeando pela brisa da tarde", que constitui o seu melhor sucesso de vendas e que mereceu a aclamação da crítica, tendo sido distinguido com o Grande Prémio da APE (romance) 1995, o Prémio Fernando Namora 1996 e Prémio Pégaso de Literatura do mesmo ano. Vencedor, em 2004, do Grande Prémio de Literatura ITF/DSTe, em 2009, do prémio Vergílio Ferreira.

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Displaying 1 - 18 of 18 reviews
Profile Image for Teresa.
1,492 reviews
August 16, 2017
"Não há amores eternos. Já basta que não sejam infelizes."

Hoje, deram-me este livro. Porque já me tinha desinteressado de Mário de Carvalho, discretamente, torci o nariz. À socapa, deitei a língua de fora quando li na sinopse: "Neste jogo de corpos enlaçados, não poucas leitoras ficarão admiradas com certo olhar masculino. Talvez passem a conhecer ainda melhor outras mulheres.". Mas já que o "tinha" de ler, decidi despachá-lo o mais depressa possível. Li o primeiro conto e só fechei o livro no Epílogo.

São 16 "quadros" que relatam os encontros sexuais do narrador, pouco dado ao romantismo (que atrapalha mais que os collants), com igual número de mulheres: casadas e não; jovens e velhas; bonitas e feias; mais cultas ou menos. A maioria "come-lhe as papas na cabeça".
"«Detesto coisas moles na minha mão», foi assim que uma senhora me despediu, certa madrugada. E fechou-me a porta na cara. Posso garantir que eu nunca seria capaz de tal crueldade. Também, creio eu, poucas mulheres o seriam."

Além de me ter divertido muito com as peripécias do pinga-amor, surpreendeu-me o incrível domínio da linguagem de Mário de Carvalho; num livro em que só fala de sexo a palavra mais ousada que ele utiliza é: "Crava". Tudo o resto é uma beleza, reveladora de fascínio e respeito pelo sexo feminino (literalmente e não só).

"Visão deslumbrante: a própria ideia de beleza, o sublime, resplandece no semblante duma mulher em êxtase. Outro mundo. Coisa misteriosa e, às vezes, assustadora. Meio confundidos, nós, humildes, vamos latejando por cá. Resta-nos a volúpia do prazer que se desencadeou. Mas elas, por onde deambulam? Por quais paragens?"

"sexus infirmus, preveniu um repulsivo Cipriano, repetido por torpe gente medieval, embiocada de negro, enfarinhada de caspa, a feder a bosta de escaravelho. Da cintura para baixo, são todas iguais, outra vil asserção, de inspiração tavernícola.
Não há mais elegante delineio da Natureza que aquela abençoada fenda, sulcada em macios conchegos, figurando duas mãos que rezam, unidas ao alto, entrada de catedral, gasalho de mistério. E todas individualmente distintas, como o rosto de cada qual."

Profile Image for Francisco Eustáquio.
65 reviews2 followers
September 26, 2022
É uma leitura fácil, voraz e que revela mais uma faceta da escrita versátil do autor. 

Este livro é um conjunto de vários contos em que uma personagem masculina vai contanto os seus encontros sexuais com varias mulheres.

Pessoalmente a personagem masculina não me cativou mas gosto sempre de ler histórias despudoradas. Talvez juntasse mais "sal". Ou será "pimenta"?
Profile Image for José Carlos Gomes.
Author 1 book7 followers
October 29, 2016
Há uns anos, Manuel Jorge Marmelo escreveu que "As Mulheres Deviam Vir com Livro de Instruções". Ainda antes disso, já Charles Bukowski mostrava, pela escrita, que o tal manual daria muito jeito. Agora, em 2016, Mário de Carvalho começou a escrever o compêndio para que compreendamos melhor os feminis humores... e amores.

Num surpreendente registo de relatório de venturas e desventuras com mulheres de diferentes apetites, preferências e morfologias, Mário de Carvalho chega a lembrar Charles Bukowski. Apenas no tema, não se ofendam os fiéis de um e de outro (ou de ambos, como é o meu caso). O que em Bukowski é crueza e escrita rente ao osso, em Mário de Carvalho é elegância estilística. Vá lá, o escritor português faz uso do rodeio e do estilo, talvez aproximando-se do tal romantismo que algumas mulheres das suas narrativas exigiam, o que tanto incomodava o narrador... um homem comum, afinal.
Profile Image for Carolina Paiva.
Author 3 books112 followers
Read
November 21, 2017
Foi com prazer que regressei a este autor. A sua escrita nunca farta, posiciona-se muito próxima do leitor e tem um requinte inerente. Neste livro, completamente dedicado à figura feminina, encontramos o autor de sempre em situações caricatas descritas com ironia e uma sensibilidade muito particular. É assim possível descobrir todo um mundo de mulheres mais ou menos encantadas e tão diferentes entre si.

É um livro para rir, descontrair e deixarmo-nos envolver pela escrita viciante do autor. É difícil parar de ler, os contos curtos sucedem-se uns aos outros e o livro rapidamente se esgota (mesmo sem pressa de acabar).

Contudo, não me surpreendeu. Encontrei nestas páginas o que estava à espera, foi reconfortante e portanto nada desafiante. De resto, só posso dizer bem dos momentos bem passados. Enquanto isso, já tenho mais um livro do autor na lista de desejos.
136 reviews4 followers
December 31, 2016
É um 3,5!
Claro que está cheio de passagens hilariantes, de vocabulário rico, do estilo de Mário de Carvalho, mas...
1.º - são contos e eu e os livros de contos temos desacertos;
2.º - tinha expetativas muito elevadas. A mistura do estilo do autor, com a temática fez-me esperar mais. Acho que se fosse um romance teria tudo para ser 5 estrelas; os contos causam o "prazer interruptus"!
Profile Image for Nadia Costa.
335 reviews12 followers
February 28, 2020
Simpática e bem humorada colectânea de contos que relata na primeira pessoa as aventuras e desventuras dum homem que alimenta um fascínio voraz pelo sexo oposto.
Sem querer extrapolar e assumir que o olhar masculino aqui apresentado é o modus operandi vulgaris entre os comparsas homens, ha aqui contudo muitas resquicios duma cultura patriarcal onde os homens gozam e vivem a sexualidade com prazer e as mulheres vivem-na com culpa e remorsos. A escrita de Carvalho é elegante e minuciosa no detalhe. Uma certeza, nenhuma houve entre a Ronda das mil belas em frol que escapasse ao olhar inquisitivo de Mario de Carvalho.
This entire review has been hidden because of spoilers.
Profile Image for Isabel Castelo Branco.
8 reviews1 follower
February 18, 2022
Qual sentinela, iniciei a ronda das (mil) belas em flor, de Mário de Carvalho. Foram elas: a Gherda, a Madalena, a Antonieta, a Cremilde, a Mónica, a Olga, a Marta, a Patrícia, a Magda, a Dionilde, a Zulmira, a Bruna, a Aurora, a Adozinda, a Yolanda, a Senhora e a Católica.

A cada final de canteiro, perdão, conto ou capítulo, adensava-se uma questão em mim: mas para quê a “ronda” quando, a final, a sensação que fica é a de de que cada bela não cumpre os desígnios, logrando ficar aquém das “expectativas” geradas quando, na verdade, não há (quase) nada mais triste do que um jardineiro descontente com o seu jardim?

Ora a bela se revela pueril, ora sabida, ora dissimulada, ora bruta, ora ela mesma uma mulher de rondas, ora tomada de uma lassidão, ora demasiado empenhada, ora desligada, ora meio louquinha, ora arrebatada, ora mais promessa do que concretização, ora casada e arrependida, ora casada mas não arrependida, ora envaidosada, ora jovem demais, ora frontal em demasia, ora presumivelmente indiscreta, ora, ora…!

Para quê enveredar por uma vida de “ronda”, qual libelinha, voando de frol em frol? Se nenhuma “bela” vale, de facto, a pena, se nenhuma merece ao menos uma elegia, por pequena, ao “rondador”? Uma vida de ronda não pressupõe compensações sem fim? Um manancial de inolvidáveis momentos de desfrute? Um éden? Não cessava de me questionar, ensimesmada, ao longo do livro.

Mas eis que chegamos ao último capítulo, denominado de “Epílogo” e logo notamos que tais questões também se colocaram ao Autor! E que conclui ele? Leiam para saber, que eu não estou aqui para fazer spoiler!

O que não posso é deixar de realçar a elegia que aí, sim, é feita ao sexo feminino. Não sem lançar alguma poalha de ironia, o Autor coloca-se, enquanto Homem, no humilde papel de espectador dos delírios, da volúpia, da beleza que elas, as mulheres, lhe concedem com displicência, sem que, todavia, alguma vez lhe seja permitido penetrar no seu rico interior, reservado e inescrutável. Como se Deusas no altar da mais reservada igreja se tratassem. A sua satisfação, como Homem, é essa: assistir e tirar proveito. E avançar, por entre a dissimulação, que é o apanágio das belas em frol…

O que achei verdadeiramente admirável neste livro de Mário de Carvalho foi a cuidadíssima linguagem utilizada na descrição das sucessivas “rondas”. Quem leu Bukowski, ou Miller, ou Ubaldo Ribeiro entenderá o que quero dizer (não que desconsidere estes autores, pelo contrário!). Mas exultei ao ver que sim, que é possível escrever um livro destes sem que a linguagem descambe para a vulgaridade, para a gíria, para o calão, o que seria facílimo, dado o contexto.

Excertos
“Não poucas mulheres são intensas, efusivas, entusiásticas, e, ouso dizer, desvairadas, no momento da verdade. Querendo, podemos observar, friamente, enquanto elas revolteiam naqueles turbilhões que convulsionam, em simultâneo, o etéreo e o imerso, o que está em baixo e o que está em cima, sem falar dos quatro elementos. Visão deslumbrante: a própria ideia de beleza, o sublime, resplandece no semblante de uma mulher em êxtase. Outro mundo. Coisa misteriosa e, às vezes, assustadora. Meio confundidos, nós, humildes, vamos latejando por cá. Resta-nos a volúpia do prazer que se desencadeou. Mas, elas, por onde deambulam? Por quais paragens?
E, no entanto, não lhe é difícil confessar que passariam bem sem o sexo e estranham, condenando-a, a disseminação de amores, esse milagre da multiplicação dos corpos, das curiosidades, as surpresas. O proselitismo da monogamia – felizmente mais declarado que praticado – chega a ser fanático.
(…)
Não há mais elegante delineio da Natureza que aquela abençoada fenda, sulcada de macios aconchegos, figurando duas mãos que rezam, unidas ao alto, entrada de catedral, gasalho de mistério. E todas individualmente distintas, como o rosto de cada qual. Se não fossem as cargas semânticas que, através dos tempos, tergiversam e desfiguram, eu era muito homem para utilizar o vocábulo “fisionomia”. A mais fascinante não será, porventura, a mais proporcionada e canónica. Celebra-se cada mínima imperfeição da mais esplendorosa ogiva do mundo, onde confluem em subtil harmonia a Arte e o Além.
(…)
Sapatos de ferro gastaria eu de bom grado neste caminho. A graça, o donaire e o fascínio de cada bela em frol torná-los-ia jeitosos e andadeiros.”
“- Vou ser transferida, sabe?
– Para onde?
– Haia.
– Já avisou todos?
Ficou um momento em suspenso, um indicador interrogativo, entre a boca e a aba do nariz. Depois rompeu a rir, alto, e puxou-me para si.
Bem que serão felizes tantos holandeses».

“Não há amores eternos. Já basta que não sejam infelizes.”
Profile Image for Isabel.
18 reviews5 followers
December 10, 2017
Ainda estou absolutamente abismada com a mestria que Mário de Carvalho revela neste livro que, página a página, me foi deixando de queixo no chão.

Com um narrador comum em todos os pequenos contos, Mário de Carvalho traz-nos dezasseis aventuras sexuais daquele mesmo narrador com dezasseis mulheres diferentes, que ele assim (diferentes) tão bem as constrói; remata com um epílogo de simultânea incompreensão e elogio das Mulheres.

Ora, sendo um livro de contos de relações sexuais o que nele mais espanta - e fascina - é o facto de jamais (jamais, mesmo) cair em imagens gastas, nunca usar lugares comuns, não ter uma única descrição nem enfadonha (do fez isto, e fez aquilo é aqueloutro), nem a armar ao pudico, nem ao ordinário (disso já temos triologias que venderam como pãezinhos quentes...).

Todo o livro é elegante, subtil, com descrições, tão ricas, tão vivas, que apelam a todos os sentidos. O conto da lassidão é todo ele lassidão, todas as palavras estão soberbamente escolhidas para transmitir essa sensação.

Depois, tendo lido “quem disser o contrário é porque tem razão”, do mesmo autor, há certas coisas que retive e que vejo neste livro. Assim, não há, neste livro, imagens que empreguem o “como” (ex: fulana é tão bela como...); não há “comos” neste livro e isso é impressionante. Também não há (pareceu-me) palavras repetidas na mesma página o que, parecendo que não (a alguém muito distraído), é revelador de um esmagador domínio da língua.

Enriquecedor a todos os níveis: aprende-se tanto, tanto em 100 páginas de Mário de Carvalho - e já sem contar com aquilo que a nossa limitação (face à mestria deste escritor) nos faz escapar.



Profile Image for António.
206 reviews3 followers
December 14, 2019
Conjunto de pequenos relatos sobre encontros e aventuras do narrador com diversas mulheres.
Nenhum deles tem encanto especial. O interesse virá mais do mosaico obtido da sucessão de experiências – se bem que todas com elementos comuns (incluindo, por exemplo, um parágrafo sempre presente em que para descrever a genitália feminina, se usam termos cada vez mais rebuscados e pretensamente poéticos), cada uma traz novidade ao conjunto, importada da personalidade peculiar de cada mulher, que se procura trazer em traços breves.
Do conjunto dos contos extrai-se a impressão de uma distância irremediável entre o narrador e as parceiras de cama. As aproximações são sempre efémeras e, em última análise, nunca efectivas. É frequente acabarem as senhoras a ter prazer sozinhas (que parecem não conseguir expressar doutro modo que não ondeando, serpenteando, coleando, etc.) e o homem a fazer de corpo presente, quase mero pretexto para o prazer sexual daquelas, como se o seu papel se resumisse a apresentar-se para comprovar a sua inutilidade e embaraço, primeiro, e ouvir os relatos pós-coito que as mulheres vão fazendo, divertidas, de experiências passadas, depois. O sujeito, de todo o modo, não parece muito afectado pela sua condição – seja porque nunca se envolve emocionalmente a esse ponto, porque não tem profundidade psicológica suficiente para isso, ou porque simplesmente não tem consideração nem interesse suficiente pelas mulheres com quem partilha lençóis.
Mário de Carvalho dispõe de palavreado assinalável, mas acontece – parece-me o caso deste livro, não doutros – cair num exagero multiplicador que ameaça confirmar não existir um correspondente leque de ideias a merecer tão extenso vocabulário. Num autor que não raro critica outros pelo tratamento dado à língua, é também pena descobrir não poucos estrangeirismos e utilizações erradas de termos e expressões.
Enfim, sem conseguir apanhar o leitor pela solidez do conteúdo nem pela subtileza do estilo, parece-me um livro, não fracassado, mas menos conseguido do autor.
Profile Image for Fernanda.
39 reviews
August 17, 2017
Há variadíssimas razões que nos levam a escolher ler um livro. Cada um tem as suas, e tal como as opiniões, são próprias e inquestionáveis. Uma das muitas razões pelas quais escolho uma leitura é o facto de ter desencadeado alguma polémica ou ‘anti-corpos’… é, claramente o meu lado ‘do contra’ a falar mais alto. Se gera ou gerou polémica então é para ler, para poder opinar e apreciar se, para mim, justifica a celeuma.

“Ronda das mil belas em frol” é, nitidamente, um destes casos.

Continuar a ler aqui:
https://rodadoslivros.wordpress.com/2...
Profile Image for Gonçalo Ferreira.
287 reviews11 followers
January 11, 2019
Contos eróticos que narram encontros fugazes entre homens e mulheres, num tom que oscila entre o sensual, humorístico e sentimental.

"Estando separada do marido, talvez se propiciasse um passeio de automóvel, apropriado a contemplar o oceano, em casta comunhão com a Natureza, almas e corpos. Os corpos, logo se via."
(Colisão)

"O proselitismo da monogamia - felizmente mais declarado que praticado - chega a ser fanático."
(Epílogo)
Profile Image for Colin.
1,693 reviews1 follower
September 28, 2022
Este Livro é uma coleção de contos sobre sexo. O narrador tem relações com uma nova mulher de seis em seis páginas, o que há de ser cansativo. Ainda por cima, utiliza palavras de cinquenta euros. Acho que abri o dicionário dez vezes por página. E amiúde encontrei-me a fitar uma folha sem a definição de que estava à procura. Talvez esteja na hora de comprar um dicionário maior.
Profile Image for Isabel.
313 reviews46 followers
June 6, 2017
Um livro de contos, de relatos sexuais de um Dom Juan, que mais parece um catálogo, escrito numa linguagem profusa, marca indelével de MdC.
Displaying 1 - 18 of 18 reviews

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