«Tout commença, non pas lors de cette fameuse nuit, lorsque des cavaliers – des croisés – s’attaquèrent à tes parents, mais une dizaine d’années plus tôt. Et même un peu avant cela, si l’on considère que la vie débute avant la naissance, ce qui dans ton cas est certainement vrai.»
Ainsi s’ouvre le récit du fabuleux voyage qui conduira le jeune Morgennes à parcourir le monde pour venger ses parents. Des forêts du nord de la France jusqu’aux déserts arides de l’Égypte, en passant par Constantinople et les terres brûlées d’Éthiopie, Morgennes n’aura de cesse d obéir aux dernières paroles de son père : « Va vers la Croix ! » Sa quête l’amènera à se mettre au service du roi de Jérusalem et à croiser les destins de nombreux personnages, parmi lesquels saint Georges, pourfendeur de dragons, et la mystérieuse femme qui n existait pas... Tout cela avec la complicité affectueuse de son ami Chrétien de Troyes, témoin et narrateur de cette destinée hors du commun.
Ce deuxième volume du Roman de la Croix peut être lu avant ou après Les Chevaliers du Royaume. Il retrace les trente premières années de Morgennes, de sa naissance à son adoubement en Terre sainte par le roi de Jérusalem, Amaury.
David Camus was born in 1970, and currently lives and works in Paris. He has made documentary films for television, worked in publishing, written several articles and done many translations.
The Book of the Cross (Le Roman de la Croix), his main work, is a series of five books telling the story of a knight Hospitaller named Morgennes.
David Camus is also famous for his translations of H.P. Lovecraft. Currently, he teaches "Science fiction, horror and fantasy" at the French University of Paris III Censier, and is town councilor of his home town.
Encontré este libro después de haber leído caballeros de la Veracruz. La verdad es que se me volvió una historia difícil de leer, lenta e inconsistente, hasta pensé en dejarla... esa mezcla de magia y realidad que solo al final algo me convenció de que en el fondo era una buena historia. Personalmente Caballeros de la Veracruz le dejó la vara alta y con esta quede con gusto a poco.
No se si era por las críticas leídas anteriormente pero me esperaba mucho menos de esta continuación de "Los caballeros de la Vera Cruz".
Lejos de ello, me parece una digna continuación de la saga de David Camus, la cual se deja leer y nos sumerge en ese mundo medieval que mezcla realidad y fantasía para lograr un relato ágil y a veces llamativo.
Este livro acompanha a vida de Morgennes, um homem traumatizado logo desde o seu nascimento, quando a sua irmã gémea morreu no parto para que ele conseguisse nascer. Na infância, a sua casa é invadida por Templários, que matam a sua irmã e o seu pai, sendo desconhecido o destino da mãe. Porém, algumas personagens durante história dizem que ela ainda está viva. As últimas palavras do pai foram "Vai para a cruz", e praticamente durante toda a sua vida Morgennes é guiado por estas palavras.
Morgennes consegue escapar, e vive durante alguns tempos sozinho na floresta a construir uma ponte com as pedras de uma igreja. Até que conhece Chrétrien de Troyes, que toma conta dele e o leva para um mosteiro. Chrétrien era um contador de histórias, e juntamente com Morgennes, fazem grandes viagens pela Europa fora à procura de grandes histórias.
Um dia, numa competição de histórias em Arras, o ato de Chrétrien corre mal e os dois são obrigados a fugir, com a ajuda da Companhia do Dragão Branco. Chegam a Jerusalém, onde eles se separam e Morgennes e Chrétrien permanecem na cidade santa. A partir daí, Morgennes conhece várias personagens históricas, como Manuel Comneno, Amaury de Jerusalém e Guilherme de Tiro, porém confesso que a história é um pouco confusa.
Penso que o autor quis falar sobre muita coisa e acabou por talvez deturpar um bocado da sua ideia inicial. Muito assente em religião, a história percorre várias ideologias como, é claro, o cristianismo, o Islão, os ofitas, os judeus, os coptas e posso me estar a esquecer de alguns. Várias perguntas ficam por responder, como por exemplo, o verdadeiro significado das últimas palavras do pai de Morgennes, se é que possuíam algum sentido.
É uma mistura estranha entre a fantasia e a realidade, não se assumindo nem como um nem como outro, o que acaba por tornar a trama um pouco contraditória em matérias de tomada de decisão das personagens. A história e o seu objetivo é alterado a cada capítulo, a própria personagem de Guiana, que acaba por parecer ser muito importante no fim do romance, só tem a sua lenda apresentada quase no fim do livro. Para não falar de que a sua personalidade é oca, sem qualquer tipo de vontade própria ou ideias.
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Ambientado en la época de los caballeros, con las cruzadas dejando ese rastro de fuego en Medio Oriente, ¿cómo se extravió este libro? Un inicio solido y medio trillado; el huérfano con oportunidad de convertirse en paladín, termina mezclando una historia que desvaría entre la fantasía más descabellada y una historia de amor que no lleva a ninguna parte. "Caballeros de la Vera Cruz" me gustó, pero este libro si me extravió y al final no lo disfrute.
En esta novela conoceremos la historia de Morgennes y Chretienn de Troyes, una historia de templarios, hospitalarios, dragones... y mazmorras. Una aventura que me ha hecho soñar y disfrutar.