Todas as manhãs, o galo de Filiberto e Sacramento subia ao campanário e cantava: ‘O sole mío…’ Foi assim durante muitos anos, tantos que parecia que ia ser sempre assim. Contudo, o galo foi envelhecendo e uma noite fechou os olhos para dormir…
Maravilloso cuento, aunque quizá no me termina de convencer el final como propuesta para explicar la pérdida o el duelo a los más pequeños. No siempre tendremos algo que sustituya a lo que hemos perdido.