Ao mudar-se para a unidade 91 do Cosmopolitan, o protagonista é envolvido em uma fantástica e improvável viagem no tempo: quando sai à rua, ele volta duas décadas no passado. O apartamento, porém, continua no presente, plenamente funcional. O processo parece condenado a repetir-se indefinidamente. O que você faria caso tivesse acesso aos segredos do passado? Se um evento extraordinário lhe concedesse a oportunidade de vivê-lo novamente? Caso fosse obrigado a alternar entre passado e presente? São dessa natureza os questionamentos do protagonista enquanto tenta escapar da armadilha do tempo. Libertar-se irá demandar investigações, trabalho conjunto, sorte e paixão. Nem todos estarão dispostos a ajudá-lo. Há, no passado, alguém à espreita. À espera da sua chegada.
Francisco Scattolin nasceu em Sorocaba, interior de São Paulo, em 1982. Formado em Jornalismo pela Faculdade Casper Líbero e Administração de Empresas pela FGV/SP, é editor do blog EmTempo desde 2005. “De Volta à Cidade do Vampiro” é o seu romance de estreia.
Uma leitura muito rápida, que me deixou MEGA curioso pra saber o que ia acontecer. Gostei muito da trama "policial" que se desenvolve, e preciso nem dizer que a temática de viagem no tempo sempre me deixa vidrado.
Tive um pequeno probleminha com a escrita, que acabou me distanciando um pouco da leitura, e também com alguns detalhes que faltaram ser amarrados. Porém, pretendo fazer um vídeo com a minha opinião completa em breve.
Recomendo bastante a leitura. É um ebook baratinho e você consegue ler em um dia.
Muito bom livro! Baixei por recomendação da Tati Feltrin e adorei. Uma leitura que me prendeu e quase me matou de curiosidade até o final. Só gostaria que o final tivesse sido mais bem desenvolvido, senti que de repente o livro acabou. Mas fora isso, muita boa leitura.
É tipo o livro Matéria Escura, mas que se passa no Brasil. Gostei bastante o jeito que o narrador quebra a “quarta parede” (não sei usar outra palavra, a não ser esse jargão de cinema) e vai nos relatando como é viver numa São Paulo no início dos anos 90 e sabendo de tudo o que estava pra vir a acontecer, nos deixando até com certas perguntas sem sentindo no começo e fisgando cada vez mais quando tudo vai fazendo sentindo lá pro meio do livro. Agora, não paro de me perguntar quem era aquele rapaz que aparece de surpresa na escadaria do Teatro? Gente, minha cabeça tá o puro Meme do homem-aranha.
um otimo livro se você está procurando uma aventura moderada nem tão monótona mas também nem tão agitada, o autor conseguiu balancear e manter a minha atenção além de tudo é um livro nacional p nome chamou minha atenção enquanto eu estava navegando e procurando o que ler no kindle e li a sinopse e me interessei ainda mais é um livro rapido com escrita facil otimo para ressaca depois de você lê um livro de fantasia pesado aka um das sarah j maas, e o final é ainda melhor.
porém tenho uma queixa sobre o personagem principal as vezes ele parecia arrogante e também em duas cenas não gostei dele ter usado o adjetivo "gorda" para se referir a uma funcionária da empresa do fontoura achei ofensivo até por ele ser um personagem do século 21 com direito a tecnologias e sabe das problemáticas não sei se o autor se baseou nele mesmo se sim saiba que chamar uma pessoa e gorda so pq a personalidade dela é desagradavel não é legal e não te faz diferente da personagem.
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Gostei muito deste livro! Recomendo pra quem gosta de um bom suspense e de se imaginar em situações extraordinárias. A ideia central do livro é tão interessante e a situação tão inusitada que o leitor realmente se coloca no lugar do protagonista - e, por isso, cada um terá uma experiência diferente ao ler este livro, de acordo com suas próprias ideias quanto ao que faria no lugar dele. O livro é muito bem escrito e a leitura flui ao longo das páginas enquanto a gente fica ansioso em chegar nas revelações dos mistérios que surgem na trama. Realmente, uma história boa para se mergulhar!
Boa premissa, mas com alguns problemas na passagem de tempo das principais ações. A escrita do autor é floreada demais, chegando a entediar lá pela metade da história. O desenvolvimento do último ato que melhorou minha nota no final.