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Конь вороной

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Автор повести "Конь вороной" поэт, писатель и террорист Борис Савинков (1879—1925) русский Бен Ладен, оставившей помимо кровавой памяти о совершенных преступлениях, замечательные книги, которые объясняют нам многое о том времени и о нас самих сегодня.

103 pages, Kindle Edition

First published February 13, 2015

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About the author

Boris Savinkov

22 books12 followers
Boris Viktorovich Savinkov (Russian: Борис Викторович Савинков; 19 January 1879 – 7 May 1925) was a Russian writer and one of the leading members of the Russian Social-Revolutionary party.

Savinkov was the founder of the armed group of the social-revolutionary party, who carried out diverse terrorist attacks on tsarist state officials.

Savinkov was involved in the assassination of the head of the Tsarist police von Plehve. In 1906 he was sentenced to death for another attempt but he managed to escape.

After the director of the group was revealed as a state agent, Savinkov became the head of the armed group.

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Community Reviews

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1 star
1 (<1%)
Displaying 1 - 13 of 13 reviews
Profile Image for José.
400 reviews38 followers
September 16, 2020
Diario de las vivencias de Boris durante la Guerra Civil rusa. Prosa impactante. Como colofón, un relato de su estadía en prisión.
Profile Image for Rafa Sánchez.
464 reviews110 followers
January 2, 2018
Una obra maestra. La apasionante personalidad de Savinkov reflejada sin reservas morales en este magnífico diario de guerra, al mando de una columna del Ejército Verde durante la guerra civil rusa tras la revolución (1917-1923). Savinkov aparece como un reflexivo y exigente líder guerrero, capaz de realizar misiones suicidas, por amor a la Rusia eterna, que ha sido usurpada por los revolucionarios ateos y despiadados de obediencia marxista, que son, según Savinkov, auténtica escoria humana elevada por las circunstancias a dirigir su amada tierra. Estos nuevos dirigentes son tan corruptos y mundanos como los peores y muy pronto dan muestra de lo que son. La traducción de Marta Rebón es magnífica, como siempre.
Profile Image for Noah.
556 reviews75 followers
April 11, 2020
Boris Sawinkow hat ein Leben wie ein Roman geführt. Er war der prominenteste Terrorist im zaristischen Rußland, Mastermind hinter mehreren erfolgreichen Anschlägen um 1905. Nach der Februarrevolution schloss er sich der Regierung der Menschewiki an und war stellvertretender Kriegsminister.Nach der Oktoberrevolution war er zunächt Offizier der Weißen Garden, danach kommandierte er die Freischärler der Grünen Garden und schlussendlich lose Partisanentruppen. Die Tscheka lockte ihn nach Moskau, wo er zum Tode verurteilt wurde. sein Todesurteil wurde in eine Freiheitsstrafe umgewandelt und er führte in der Lubjanka das Leben eines Luxusgefangenen, der nachts das Bolschoi Theater besuchen durfte und seine Geliebte frei empfangen durfte, bis er sich in der Lubjanka umbrachte.

Boris Sawinkow hat deswegen nicht nur viel zu sagen, er ist - zumindest in diesem Roman und dem Vorläufer "Das Fahle Pferd" ein brilianter Schriftsteller, der vor allen Dingen durch seinen von der Bibel geprägten Stil glänzt. Der Inhelt dieses Werkes ist nicht berauschend, aber wenn man wesentlich berühmtere Werke, wie Pasternaks "Doktor Schiwago", Scholochows "Stillen Don" oder Bulgakows "Weiße Garde" daneben stellt, dann glänzt Sawinkow als eigensinniger, modernerer und sprachgewaltigerer Erzähler.

Die vorliegende Ausgabe ist - wie immer bei Galiani Ausgaben - vorzüglich kommentiert und mit sinnvollen Anmerkungen, sowie Vor- und Nachwörtern versehen, die insgesamt rund 1/4 des Werkes ausmachen.
Profile Image for litart toujours.
37 reviews9 followers
November 17, 2024
Es wird eine ähnliche Thematik wie in dem Erstling "das fahle Pferd" behandelt, jedoch brilliert dieser Teil nicht wie der erste. Es fehlen hier einge Aspekte:
- Die Quintessenz des Romans gelingt es den Autor nicht ganz zu kommunizieren - die Handlung ist dafür auch nicht geeignet für mich

- Die Kern-These des Buches hat auch keinen Raum der Entfaltung

- Der lakonische und der eines gesalzenem Boden gleich an Kargheit geprägte Stil passte mit derm nihilistischen Hass und der Vergötterung der Gewalt, jedoch nicht mit der ideologischen Frage nach Moral und Zugehörigkeit in diesem Format hier
Profile Image for Lui.
19 reviews1 follower
March 1, 2022
Eu costumo ser contra começar as minhas resenhas nesse site com uma sinopse: este é um agregado de resenhas e sinopse basta ler apenas uma — o que certamente alguém já escreveu.
Contudo, para tudo há uma exceção, e ei-la aqui:
1. Não existe uma edição em português de Cavalo Negro.
2. Não existe uma edição em inglês de Cavalo Negro (interessados em literatura soviética saberão que isso não é tão incomum quanto pareceria a princípio).
3. Há muito pouca informação em geral sobre esse livro.
Então, em prol do bem estar público e àqueles indispostos a pôr 18€ na edição espanhola (e ainda pagar o dobro disso em frete, se não tiver a sorte de conhecer alguém morando na Europa que a possa trazer, como fiz), farei uma sinopse o mais completa possível:

Cavalo Negro é uma continuação direta de O Cavalo Pálido: o alterego George (agora conhecido como Iuri Nikoláievitch) está como coronel na guerra civil, pela estepe ucraniana [nota pessoal: confira a data dessa resenha: estava lendo esse livro à invasão da Ucrânia pelas tropas Russas: um livro sobre uma guerra onde independentemente do lado que vença, todo mundo vai se dar muito mal no mínimo interferiu bastante para a minha perspectiva diante das notícias do conflito], ainda em referência direta à biografia do próprio Sávinkov.
O livro é dividido em três partes: na primeira, George/Iuri está lutando pelo Exército Branco; na segunda, pelos Verdes (uma parte extremamente ignorada da esquizofreníssima guerra civil russa, que parece ter tido literalmente de tudo. Não posso dizer que saiba muito sobre eles, mas era um grupo de camponeses contra tanto os Brancos quanto os Vermelhos. No que se diferem dos Negros (os anarquistas de Makhno), não saberia dizer ao certo, por mais que Sávinkov, que de fato lutou ao lado deles, passe a ideia de que não era em absoluto um grupo ideológico, mas uma pura revolta camponesa estilo idade média); na terceira, o protagonista está infiltrado em Moscou, servindo a um tal de "Comitê", um grupo tentando derrubar os bolcheviques por dentro (e que não cheguei a averiguar se corresponde diretamente a algum grupo real, mas chuto que seja de ex-membros do Partido Socialista Revolucionário). Há um pulo de seis meses entre cada parte, e nunca ficamos sabendo como ele acabou em cada um desses grupos.
Os leitores de Cavalo Pálido perceberão rapidamente a semelhança estrutural da narrativa: o livro é escrito como um diário de entradas curtas e pontuais; há uma série de personagens, todos profundamente mergulhados na luta e fidelíssimos a George/Iuri mais do que a qualquer coisa, mas cada um com motivações mutuamente contraditórias (relembremos Cavalo Pálido: lá havia na célula terrorista de George um marxista ferrenho, um cristão tentando seguir a palavra de Cristo e a fabricante de bombas que tava lá porque foi levada por um ex-namorado e agora não podia mas ir embora). Temos:
- Fédia, um mujique ex-pequeno burguês meio bronco, quase suicida nos riscos que toma e que vive se "apossando" de espólios de guerra que conquista.
- Iegórov é um velho crente cujo filho foi morto pelos Vermelhos, que chama de demônios.
- Wrede é o clássico aristocratazinho treinado em colégio militar que você acha aos montes nos romances do século XIX.
- Ivan Lukitch é um ex-bolchevique que entra pros Verdes (ele só aparece na segunda parte) em nome da vantagem pessoal (tudo que quer é comprar um pedacinho de terra e viver em paz).
- Há também as personagens femininas: Olga, que Iuri/George conheceu no livro anterior e relembra saudoso quase diariamente, e Grucha, uma filha de camponeses e "Joana D'Arc de Rjev".
Assim como com o Partido em Cavalo Pálido, George/Iuri/Sávinkov entra em briga constante com os líderes do Exército Branco, pois "vai longe demais e não segue as ordens". Assim como em Cavalo Pálido, o tédio é a pior parte da coisa toda, mais do que o derramamento de sangue ou a angústia de estar sendo perseguido. Assim como em Cavalo Pálido, o protagonista não acredita nem um pouco naqueles para quem está lutando e, de certa forma, não está certo de todo de por que luta, mas está resoluto que é a única coisa que lhe cabe fazer:
1. O livro começa com uma cena de judeus fugindo duma cidade tomada pelo próprio protagonista e ele dizendo que na posição deles teria feito o mesmo, pois se fosse para remover todos os antissemitas do exército, restaria nem metade dos homens. Temos diversas cenas do Fédia usando sua lábia para convencer os camponeses ou as forças capturadas dos Vermelhos "que os Brancos não estão pelos nobres e latifundiários, mas pelo verdadeiro povo russo e viver russa", que "lutam bravamente do nosso lado não porque acreditam em nós, mas porque tem certo que os Vermelhos os matariam como traidores".
2. Os Verdes a princípio parecem algo melhor (o verdadeiro povo russo), mas o barbarismo de idade média (como queimar gente viva na fogueira) e a absoluta impossibilidade de obterem qualquer vitória o desencanta (ademais, percebe que o povo prefere os Vermelhos aos Brancos: "melhor operários do que os nobres Eles são como nós: a gente se preocupa em tirá-los depois" — bem, Stalin está aí pra comprovar quem ganhou essa segunda fase da batalha...).
3. Iegórov, o velho crente, diz que o comunismo se implanta no seu cérebro feito um demônio: infiltrados, Fédia começa a se dar muito bem como agente da Tcheká , Wrede percebe como "o Exército Vermelho é um exército de verdade, com disciplina, ranques e tudo!", Ivan Lukitch um NEPman e fica rico especulando no tabaco e café .
Bizarramente para quem não está familiarizado com a Revolução Russa, Sávinkov/Iuri/George luta contra os bolcheviques não porque eles representam "o comunismo", mas porque eles representam o progresso. O inimigo de Savinkóv é o Homem Soviético, é o fim da velha Rússia, da cultura milenar russa. Para ele (e isso se evidencia nas conversas com Olga), todos os lados são ruins iguais, só que os bolcheviques trazem uma mudança da qual não se poderá nunca voltar atrás, e essa mudança não lhe agrada nem um pouco, é de extremo mal gosto. Passa as primeiras duas partes do livro cantando elegias a Moscou, mas, quando chega lá, não a reconhece — e não há mais como ela voltar atrás.
Se Cavalo Pálido era um livro profundamente desiludido no sentido racional, Cavalo Negro é profundamente desiludido no sentido emocional.
Não obstante, Sávinkov (ou ao menos a imagem que Sávinkov projeta de si mesmo) continua o maior nietzscheano que já andou pela terra.
[Talvez eu venha a acrescentar mais coisa se me der vontade, pois há bem mais nesse livro.]

Sobre a edição espanhola, da editora Impedimenta, ela apresenta um prefácio muito bom, além de um conto excelente chamado Na Prisão (que, se não estiver enganado, Sávinkov escreveu, justamente, na prisão), sobre um homem que é preso na Lubianka, mas que, como tinha sido totalmente irrelevante na sociedade secreta da qual participou, de fato não tem coisa alguma para revelar aos interrogadores, então começa a mentir loucamente, incriminando todo mundo que conhece, pra ver se agrada o agente da Tcheká.
Profile Image for Аня Чан.
30 reviews
July 17, 2024
Savinkov era un nihilista y en su primer libro simpatizaba con sus ideas, sin embargo, en este me deprimió la forma tan indiferente con que describe todo lo que vivió antes de abandonar Rusia (por segunda vez).
Profile Image for Нестор.
592 reviews5 followers
October 6, 2022
Продолжение "Коня бледного". Герой продолжает издеваться над собой и ближними в новой роли. Теперь он - главарь банды зелёных. Клюквенный сок продолжает литься литрами...
Profile Image for Recrede 03.
34 reviews
April 30, 2025
Y cuando él abrió el tercer sello, oí al tercer ser viviente que decía: ¡Ven y mira! Y miré, y he aquí un caballo negro; y el que lo montaba tenía una balanza en la mano.
Profile Image for Boris Morales Rios.
159 reviews
December 16, 2025
Lectura interesante, se traduce el sufrimiento de este grupo que no encaja entre zaristas ni bolcheviques, cada hombre parece luchar por sus propios objetivos, solo les une un enemigo común.
Profile Image for Eric Lee.
Author 10 books38 followers
February 22, 2024


Boris Savinkov was possibly the most dangerous man in Russia. A leading figure in the Socialist Revolutionary Party’s Combat Organisation, he was the scourge of the Romanovs in their final years. When the tsarist regime finally collapsed, Savinkov fell in with the Kerensky government, and supported its policy of continuing Russian involvement in the World War. This was to prove its downfall.

Following the Bolshevik coup d’etat in November 1917, Savinkov went into opposition, organising armed resistance to the new Communist government. He allied himself with foreign governments, monarchists and other dodgy characters. This novel — his last before his capture by the Cheka and execution — tells the story of men like himself, and Makhno and Antonov, who strove to lead peasant rebellions against the Soviets.

The book is a fast-paced, honest account of what he saw. Its violence is unflinching and horrifying. Several times when the narrator, the commander of one of the “Green” partisan groups, sees something he disapproves of among his men, he casually orders them to be flogged, hanged or shot. In the end he realises that not much separate his “bandits” from their enemies, as both sides engage in a merciless fight to the death. A compelling novel — and what a pity that it can only be found today in a few libraries.
Profile Image for nik.
8 reviews
March 29, 2021
Удивительно, как из такого тревожащего душу и разум материала как Гражданская война, товарищ Ропшин смог извлечь лишь жалкую искривлённую пародию на свою первую книгу?
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