Na primavera de 1978, um misterioso ataque assolou os habitantes de Paraíso Florestal, uma pequena cidade localizada em uma área remota da Bahia. Trinta e sete anos depois, um terrível incidente engole a pequena cidade, obrigando as autoridades a enviarem uma equipe de soldados para investigar o ocorrido.
Desde sua chegada à pacata cidade, David e Lívia deparam-se uma calma sepulcral; ninguém é encontrado nas ruas, nos becos ou nas casas. Na escolinha, os cadernos abertos datam o dia atual. No hotel, um barulho no andar superior denuncia a presença de alguém... Tomados pela sensação de ameaça iminente, os soldados refugiam-se em uma antiga mansão, desconhecendo o verdadeiro horror que varreu a pequena Paraíso. Dentro daquelas paredes, oculto pelas trevas, o maior e mais escuro de todos os medos os espera.
O eBook contém ilustrações originais, desenhadas pelo próprio autor
Esse é o ebook mais vendido da categoria fantasia/horror na Amazon no momento que o comecei a ler e talvez por isso, minha expectativa foi grande demais.
O livro é muito bem escrito, o autor tem umas passagens bem inspiradas e descrições bem fáceis de imaginar. Mas um incômodo me acompanhou por toda a história e não foi por ser uma história de terror sanguinolenta, foi mais por algo nas entrelinhas.
Uma história que se passa em um vilarejo no interior da Bahia, interior do Brasil em momento nenhum fez eu me sentir em solo brasileiro. Muitos personagens são norte-americanos, a agência por trás da história tem influências de agências de segurança governamentais americanas (?) e se não fosse por ele me lembrar, eu acharia que a história se passa no interior dos EUA no final do século XIX ou início do século XX e não nos dias atuais.
Muitas situações são forçadas e os diálogos, descrições e situações são pouco naturais. Não sei se é pra homenagear o Lovecraft, provavelmente sim, mas o uso de advérbios de intensidade sem parar é visto no livro todo e acaba que eles não servem pra nada. O que "estranheza indizível" quer dizer? Nos diálogos parece muitas vezes que eu estava assistindo um filme dos anos 80, os personagens não se comunicavam como qualquer um se comunica. "Diz aí se não é maneiro?" foi o que um dos agentes disse depois de apresentar outra agente, dizendo que ela "teve a honra de conhecer os melhores agentes da Scotland Yard". Lembrando, a história se passa no Brasil.
Além disso, todos os personagens são fodões. Militares super graduados que passaram por várias organizações, arqueólogo que é herdeiro de uma companhia petrolífera que convidou a Audrey Hepburn pra sua festa de casamento com uma atriz brasileira e a festa foi nessa vilazinha no interior da Bahia com nem mil habitantes. Uma organização secreta tipo a STARS do Resident Evil que parece ter surgido de uma parceria entre EUA e Brasil. Enfim, todo momento tem essa estética de filmes oitentistas onde todo mundo é fodão.
Sobre o terror, se você gosta de gore, tem bastante. Eu particularmente gosto e adorei as descrições e cenas. Tudo muito gráfico e realista. Mas o problema é que eu me importava zero com os personagens porque os momentos que eram usados para desenvolvê-los era tudo muito raso ou canastrão. Eu até agora não entendi a função do irmão da Livia (mas pode ser problema de interpretação meu).
Ainda sobre não entender função, eu não entendi a função de muita coisa nessa história, a mais importante delas é por que a história se passa no Brasil se é só o nome do país que importou? Não tem absolutamente nada ali que remeta ao Brasil e nem os personagens parecem ser brasileiros, parece que o tempo todo são gringos dublados.
Outra coisa que me incomodou, mas foi bem de leve, é a velha história de que segredos proibidos vêm da África e do Oriente Médio. Ideia usada a exaustão pelo Lovecraft (ok, sou fãzaço de Lovecraft, mas o cara era muito xenófobo) e que aqui a única função foi colocar uma aura mística estereotipada do povo africano. O casal africano do livro parece aquele estereótipo de escravos muito amigos de uma família, cuidando dos filhos de exploradores imperialistas que tanto aparecia nas histórias que se passam na Era Vitoriana e na ficção pulp do início do século XX. O problema é que não é esse o caso aqui. Tirando essa parte oculta, mística e próxima a família, o casal não tem outra função e nem é contextualizado. Talvez essa parte incomode bastante algumas pessoas, talvez seja neura minha.
A história lembra muito O Caso de Charles Dexter Ward e o jogo Resident Evil 4 em vários aspectos. Mas me decepcionei bastante. Espero que o autor me perdoe por essa resenha :/
O que esperar de um livro que começa citando Lovecraft? Não consciência de raça, obviamente.
Enquanto eles não vêm saltou aos meus olhos enquanto eu procurava pela minha próxima leitura na Amazon. Horror nacional que passa em uma cidade pequena? Parecia perfeito pra mim. Exceto que o livro não é nada disso.
Primeiramente, esqueçam a cidade pequena. Essa é uma história de policiais, e a cidade, assim como o prólogo relativamente decente, são apenas pano de fundo para uma mistura de caótica de apocalipse zumbi com culto satânico e invasão alienígena.
Nacional? Com nomes americanizados e metade dos personagens tendo ligação direta com os EUA? Acho que não.
Gostaria de abrir um parênteses sobre os dois últimos parágrafos para ressaltar o que mais me incomodou durante a leitura desse livro. O que o autor tinha na cabeça quando ele decidiu que o herói de seu livro seria um POLICIAL agindo em nome de uma força ESTADUNIDENSE no Brasil? Será que ele dedicou um minuto sequer a refletir na problemática da intervenção militar dos Estados Unidos em países de terceiro mundo? Ele sabe alguma coisa sobre a história do próprio país?
Mais importante, o autor chegou a refletir em como sua obra trata personagens negros (meramente mencionados como secundários em um enredo inferior)? Em como ele descreveu sem intenção de problematizar uma família branca e rica que via o continente africano como seu quintal? Ou da própria maneira de generalizar um continente inteiro nas breves menções de savanas e civilizações que ele chamou de primitivas?
E quanto ao horror, essa parte poderia ter sido melhor executada com uma escrita melhor. Confesso que sou uma novata no gênero, portanto não sei dizer que tipo de horror funciona melhor para mim enquanto leitora, mas conheço o suficiente de livros para indentificar uma escrita ruim. Além de frases que soavam estranhas, descrições cansativas, diálogos forçados, absoluta incapacidade de adaptar o estilo para gênero de diário ou jornalístico, a construção rasa e previsível de personagens foi o que me fez arrastar na leitura.
Nos primeiros capítulos, que nos apresentam o protagonista, David, sua história dramática e o que o levou a ser policial são clichês cansativos e mal utilizados. A história de vida de Lívia, a outra protagonista, é excessivamente dramática, pouco consistente e mal explorada. Qual o sentido de dar trauma a um personagem se ele não vai servir de nada no curso da história? Além disso, não há evolução significativa no relacionamento entre personagens (exceto por David em relação a Deke e seu capitão George Vargas) e por boa parte do livro eu nem lembrava de como eram suas personalidades, se é que eles têm alguma, porque a história corria para uma direção em que os protagonistas se tornaram expectadores dos acontecimentos e, portanto, qualquer detalhe de suas vidas pessoais se tornava insignificante.
Por último, não vou comentar de maneira explícita sobre o último plot twist para evitar spoilers, mas a impressão que ele me passou foi de uma peça importante do enredo que foi tratada de qualquer jeito e teve menos impacto do que seria esperado.
“Enquanto eles não vêm” era o livro de terror mais vendido da loja do Kindle e já logo chamou a minha atenção. É difícil achar bons escritores brasileiros de suspense e terror (no estilo Raphael Montes), então resolvi dar uma chance.
O livro começa bem dinâmico e consegue construir uma trama bem rapidamente. Em poucas páginas somos apresentados à COPS, aos mistérios existentes Paraíso Florestal e ênfase para o prólogo, que é inspirado.
Os personagens são apresentados - quase em uma pegada Esquadrão Suicida - e logo vamos para o plot principal. E nessa hora que os problemas começam a aparecer.
A equipe - que eu não consigo me lembrar mais se eram em 5 ou 6 pessoas, tamanha a unidimensionalidade dos personagens - chega em Paraíso Florestal, se separa e vai investigar a cidade. Ficamos o restante inteiro da história com David e Lívia, dois oficiais da COPS, que ficam perambulando de um lado para o outro, enfrentando algumas criaturas de origem duvidosa e nós aqui torcendo para a trama andar. O livro teima em circular por trechos inteiros de diários e anotações que mais parecem enormes flashbacks, que travam a história.
Os tais dos mistérios de Paraíso Florestal: o mistério da família Mombach não evolui e dificilmente ganha algum destaque, uma vez que desacelera o enredo para explicar pontos inúteis que só estão colocados para despistar o público de forma desonesta. Quanto às criaturas, Robson Gundim parece ter mudado de ideia algumas vezes enquanto escrevia. Ele inicia flertando com o sobrenatural, passa pelo místico (feitiçaria e ocultismo), vai para uma ficção científica e consegue encontrar espaço para um desfecho alienígena.
A obra claramente tem inspiração nos plots de Resident Evil 2, 3 e 4 (os jogos) e respira H.P. Lovecraft, só que com menos inventividade.
SOBRE A ESCRITA, e nesse ponto pegou mais ainda, porque os diálogos são completamente canastrões e expositivos. Muitas vezes redundantes, repetindo algo que o narrador já havia nos informado, e tornando a leitura ainda mais enfadonha.
As partes descritivas - cenas com violência e ambientação - são muito boas e suavizam muito o problema dito no parágrafo anterior.
O livro tinha uma premissa com potencial, mas perdeu pontos em aspectos ao longo do desenvolvimento do plot, o que é uma pena.
Obra fortemente influenciada pelos contos de H.P. Lovecraft - Enquanto Eles Não Vêm, livro do autor Robson Gundim, se passa em terras brasileiras. Ambientado no Brasil, ano 1978, onde se passa os primeiros eventos bizarros que acometem um pequeno povoado no interior da Bahia conhecido como Paraíso Florestal devido às características da região, uma comunidade com cerca de 300 habitantes, que após um misterioso ataque, vivem os primeiros horrores inimagináveis. E é nesse clima de mistério e horror que o enredo se desenrola, David Cordova um agente do COPS (Comando de Esquadrão de Polícia) é mandado em missão de resgate junto com Taj e os irmãos Sanches, Lívia e Caleb sob a liderança de Deke, uma equipe altamente especializada e qualificada, são designados na busca dos integrantes desaparecidos em missão naquela região após receberem um chamado de emergência, chegando lá um clima de tensão, medo e apreensão toma conta da equipe, onde "o maior e mais escuro de todos os medos os esperam", um verdadeiro pandemônio envolvendo criaturas sinistras e bizarras que fogem a concepção humana, inconcebível ao próprio intelecto racional, se enlaça com a sombria e misteriosa família Mombach, o que há por trás da loucura, do medo, o medo do desconhecido.
Com todo respeito aos envolvidos, entrou pro seleto rol de livros que acho verdadeiramente ruins. Além de estar carregado de lugares comuns e, pior, estereótipos raciais, de gênero e etc, a história está all over the place e não chega a lugar nenhum. Sério, tem de tudo aqui: monstros, zumbis, extraterrestres. Talvez por isso a história nunca pareceu coesa e crível, e o desenrolar da trama e dos personagens fica meio óbvio a quilômetros de distância do desfecho.
Acho infeliz que muito das explicações se dêem por metaleituras, com capítulos inteiros de leituras dentro de leituras, simples reprodução de conteúdo lidos pelos personagens.
Tudo isso sem falar que a história se passa teoricamente no Brasil, mais precisamente num povoado fora do mapa no sertão do país - comparações com Bacurau são muitas, apesar do livro ser anterior - , mas nada daqui faz parecer isso, porque nem mesmo o nome da maioria dos lugares e personagens está em português.
Enfim, com toda consideração ao autor pela tarefa ingrata que é produzir arte para um público que nem sempre se consegue agradar, essa foi uma leitura que não deixa saudades.
Não, não deu. Talvez depois eu retome, mas é bem difícil. Não consegui terminar.
Escolhi esse livro por ser um dos ebooks mais lidos na amazon, e pela capa meio lovecraftiana. Para minha surpresa, realmente, a primeira página ( E outras também ) possuem referências a lovecraft. Mas isso sinceramente não deixa a leitura boa, o livro tem um plot até interessante, mas o jeito que foi executado é monótono e meio artificial , os personagens altamente unidimensionais, gírias e falta de imersão no contexto da história. Você cria um contexto aonde o cenário é um interior na Bahia, mas tudo tem nome estrangeiro, incluindo os personagens ? Além disso a execução se resume a cenas inteiras de diálogos e ocasionalmente uma 'fugidinha' de monstros, bem monótono mesmo. Li apenas até a metade, e pelo menos para metade da obra minha nota é 1* pelo potencial.
Eu achei a história interessante, foi meu primeiro livro desse gênero. É fácil de imaginar as cenas, foram bem escritas, porém creio que o universo do livro era muito simples, era uma cidade pacata, uma mansão isolada e mato. Não havia muitos elementos. Havia monstros que não causaram nenhum problema, eles estavam na mansão mas tudo sempre dava certo. Os policiais sempre conseguiam ir aos locais. Também achei os policiais sem emoção, mas posso considerar que eram oficiais treinados e que tinham um bom controle emocional. Eles estavam cercados de criaturas que se regeneravam, gritavam etc. mas não se abalavam muito nas suas falas, não piravam, não tinham discussões sobre aquilo. A que teve o David ficou desacreditando das coisas, mesmo tenso visto. O livro tinha mistérios e por alguns momentos pude me divertir criando teorias, mas elas eram difíceis de adivinhar e a resposta as vezes eram em coisas que nem tinham sido apresentadas, tipo a senha ser a data de uma imagem não vista, então pra mim foi meio frustrante. Achei que faltou falar mais sobre o Deke (Daniel). No final eu não sei o porquê dele ter mudado de ideia de nunca visitar o pai depois que a mãe morreu, e ainda se juntar ao culto. Achei que podia em algum momento ter falado de uma cratera do meteorito que caiu(se falou não lembro), para que assim eu pudesse teorizar antes. Queria que falasse o que é aquela criatura no desenho do escritor do livro sobre os Mombath, porque suponho não ser uma criação deles ainda, já que o só na época Clayton que teve um experimento sucedido. Não sei quem é o escritor, nem o Dr(tem nome, mas eu não sei de onde ele veio nem o porquê) que ajudou o Clayton, queria saber o que aconteceu com eles. No geral acho que ficou muitos buracos, talvez se tivesse uma continuação... Poderia ser mais brasileiro também, ter alguns animais brasileiros na mata, personagens brasileiros, não tivesse tanto os EUA na história etc. Gostei das artes.
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Embora eu veja muitas resenhas bem críticas a este livro, devo dizer que o devorei com muito prazer! Como fã apaixonada de Resident Evil, sentir as referências aos jogos clássicos de survival horror dos anos 90 nas palavras do autor foi um deleite. Claro que não é uma narrativa inovadora e ultrassofisticada, mas acho que ela nem se pretendia ser. Para mim, se o objetivo era ler uma história nova de um survival horror da vida, foi atingido. A narrativa tem um fluxo bem dentro desse estilo e eu queria saber o tempo todo o que aconteceria em seguida.
Entendo que haja certa frustração com o excesso de personagens estrangeiros em uma história que se passa no Brasil, porém, há uma explicação razoável para a presença deles, a meu ver inclusive de um ponto de vista histórico. Mesmo que eu tenha me decepcionado um pouco com algumas explicações, minha passagem pela história foi bem agradável.
Pra mim, valeu muito a experiência!
In English:
Even though I’ve read many critical reviews of this book, I must say that I devoured it with great pleasure! As a passionate Resident Evil fan, feeling the references to classic 90s survival horror games in the author's words was a treat. Of course, it's not an innovative and ultra-sophisticated narrative, but I don't think it was even intended to be. For me, if the goal was to read a new life survival horror story, it was achieved. The narrative flows well within that style and I wanted to know what would happen next all the time.
I understand that there is some frustration with the excess of foreign characters in a story that takes place in Brazil, however, there is a reasonable explanation for their presence, in my view, even from a historical point of view. Even though I was a little disappointed with some explanations, my passage through the story was very pleasant.
Pra quem gosta da franquia Resident Evil vai gostar bastante desse livro, ele segue quase a mesma linha: dois policiais encurralados num lugar cheio de "zumbis" e criaturas grotescas, procurando pelos amigos que também estavam em missão. Mas assim como Resident Evil, nos deparamos com alguns puzzles chatos no meio do livro, em forma de recorte de jornais e capítulos inteiros de relatos sobre a família, no começo no diario da filha do dono da mansão era legal saber de tudo, mas depois a informações iam se repetindo e se enrolando cada vez mais. Se não fosse por esse pequeno problema seria um livro perfeito. Um terror que começa meio lento e vai se transformando de uma forma que não da mais pra largar.
Rapaz tenho poucos elogios sobre o livro, a história é um lugar comum de alguns jogos. Então me senti lendo um jogo, apesar da escrita ser deplorávelmente mal feita. Não consegui visualizar o que o autor escreveu, os personagens são claramente unidimencionais. E pera aí autor, você construiu uma coisa no início do livro e no fim a coisa muda. Drasticamente uma pessoa que tem um pai de um jeito muda e vira o pai de outro, mas que droga é essa? O livro tem um ótimo potencial, mas faltou um editor com mão pesada.
É errado eu terminar de ler e já querer cobrar do autor a continuação?
Livro muito bom, bem escrito, que prende bem a atenção com uma narrativa que deixou brechas para muita história ser desenvolvida. Estados Uñidos pode ter seu resident evil, nós temos Enquanto eles não vem!
Inundada com essa obra perfeita em descrição e história, e revisitada por inúmeras referências! Apaixonante, e digno de leitura de todo fã do terror. E é nosso! É BR!!! #OrgulhoDefine
O começo era um pouco lento e ainda não entendi direito qual o propósito... mas conforme o livro foi seguindo em frente, melhorou. Em vários momentos minha atenção era total nos acontecimentos descritos, de forma que não foram raras as ocasiões que me senti como as personagens. Gostei disso.
Desisti com 10%. A linguagem é terrível, o jeito que as pessoas falam é ridículo. Todo mundo tem nome americano, com trejeitos de policiais de filme dos anos 80. Nunca que uma unidade da polícia no Brasil ia ter nome em inglês. Absolutamente terrível.
Achei meio cansativo, sou ansiosa e gosto das coisas sem enrolação. Mas curti o livro, demorei um pouco mais para finalizar, pois fiz algumas pausas na leitura ... mas o fim conseguiu me surpreender e fez valer a leitura.
PS; não considero terror, beira mais um suspensezinho ...
Uma história muito boa, com personagens fortes. A escrita de Robson como sempre bem fluída, além dos detakhss ricos de informações e imagens que compõe o enredo.
Estava com esse livro no kindle há um tempo e demorei de dar uma chance para começar a ler. O que me chamou para a leitura foi a história ser ambientada num interior da Bahia, é esse misterioso acontecimento que acometeu uma cidade inteira. Quanto a leitura, acho que a maior parte das informações acabaram ficando só para o final, e juntou muita coisa, muitos detalhes, que para mim, deixou ainda confuso alguns pontos. Mas no fim tem um desfecho legal, só não sei se vou continuar a série. (3,5)