4 estrelas porque, enfim, são Rafe e Savannah, um daqueles poucos casais que fica na memória para sempre.
Acho que, pela primeira vez em 14 livros, Tamara Grimaldi não aparece. A sua ausência é contrabalançada pela adição da cadela Pearl, uma coisa fofa (e má, mas a culpa não é dela).
O caso policial é que foi desinteressante; à partida o assassínio de 7 pessoas da mesma família, chamaria a atenção e chamou a minha no início, mas o entusiasmo perdeu-se, ou antes, ficou para trás pois Savannah não se podia envolver muito e sendo os livros narrados por ela, os leitores só veem o que ela vê. O assassino foi a pessoa mais improvável e os seus motivos tão insonsos que, à partida, não faria sentido; no entanto, se pensarmos em como o ser humano é cada vez mais egoísta e como faz tudo e mais alguma coisa para conseguir uma coisita qualquer a mais, que lhe interesse, este assassino e os seus motivos acabam por ser muito credíveis. Não percebo é como é que Savannah não se atirou a Rafe, a insistir que lhe revelasse de quem suspeitava, quando ele lhe disse que desconfiava de uma pessoa. Eu não o largava enquanto não me revelasse quem era o seu suspeito LOL
Aquele enredo ainda em volta de Yvonne e Beulah ainda parecia que ia dar alguma coisa mas acabou também por não ir a lado nenhum.
Resumindo: este livro valeu pelo casal protagonista, claro, pela cadela Pearl e Anne Marguerite, a mãe de Savannah, que nem parece a mesma de até há poucos livros atrás.
Estou ansiosa para conhecer o bebé de Savannah e Rafe :)