Cíntia é uma princesa dos nossos dias: bem informada, com ideias próprias, determinada e fã de música!
Esta princesa pop morava com os pais num castelo enorme de onde via a cidade inteira. Todas as noites admirava a vista da janela e sonhava com um príncipe que ainda não conhecia.
Contudo, certo dia, o castelo de Cíntia desmoronou, arrastando tudo consigo. Desiludida, Cíntia deixou de acreditar em histórias de encantar e teve de reconstruir a vida sem espaço para o amor.
Só não previu um detalhe… Um belo príncipe estava mesmo por chegar. E tudo o que este mais desejava era derreter o coração da nossa gata (nada) borralheira! Cinderela Pop é o novo livro de Paula Pimenta, que promete continuar a encantar os leitores portugueses.
Um livro giríssimo, um recontar da Cinderela mas que desta vez troca os sapatos de cristal por All Stars!
Pena ser muito curto (120 páginas)..
(...)
Aqui não temos um sapato de cristal mas sim uns ténis all-star, nem uma abóbora que se transforma em carrossel e nem fadas madrinhas ou ratinhos! Mas alguns elementos da versão da Disney mantêm-se, inclusive o príncipe andar com um par de ténis à procura da sua princesa.
No fim, como sempre tudo acaba bem. Achei algumas partes muito corridas e resumidas mas é um livro que lê-se tão fluidamente que nem damos pelas páginas passar. Pelo que vi, a autor tem mais livros com a Bela Adormecida e a Ariel. Espero que a Presença lance todos cá, porque quero lê-los!
Indicado a leitoras mais jovens ou a qualquer idade que ainda goste um conto de fadas!
Sempre gostei de Contos de fadas. de alguma forma trás de volta o meu "eu" mais novo à tona; o sonhador, a criança, o alegre, o espontâneo e o inocente, caracteisticas que talvez o meu "eu" de hoje esconde bem lá no fundo do coração ...
A escolha para ler este livro foi simplesmente essa, a promessa de trazer um conto de fadas para os dias de hoje, libertar esta "criança" feroz e energética e colorida em mim durante a leitura deste pequenino livro.
É claro, é um livro direccionado para pequeninos e isso pode-se ver com facilidade ao desenrolar as primeiras páginas, a história é conduzida de uma forma simples e muito previsível, é fiel ao conto de fadas que representa, tirando um ou outro pormenor, mas no geral arrancou um pequenino sorriso nos lábios graças à nostalgia que chegou até mim.
Acho que o meu "eu" pequenino iria gostar muito deste livro, tanto como o meu "eu" grande gostou e apreciou.
Honestly, I am not a fan of retellings. And the reason is pretty simple. If it is a retelling, then it doesn't matter if the main character is a pirate, a robot, a monster or a teenager of nowadays, you just know how the story is going to end and everything that happens in between. And one of the things I mostly appreciate when I am reading (and the reason I do not like to reread books) is the unpredictability of the story. If I already know what's going to happen, then why in hell am I wasting my time??
Therefore, I wasn't that thrilled when this book was offered to me. I just needed to look at the damn title (which translated is something like Pop Cinderella) to know it was going to be a retelling of Cinderella. Then I read the blurb and I find that the "twist" that would make it different from the original story is that Cintia (our Cinderella) is a normal teenager of nowadays. Which only made me even more afraid, because the beauty of the original stories for me is the way magic and "reality" are merged together. Having the story set in nowadays would mean all the magic needed to be stripped from the story. And then what would we have left? A sad girl obliged to live with an awful stepmother who goes to a ball party and gets the attention of the most handsome, rich boy there (even though the room is crowded), just to have them fall in love at first sight... Seriously, with the story told like that, no magic, no nothing, would you actually read it?
Then why did I read it? Because the book is incredibly short (seriously, before read this one, I couldn't actually remember the last time I had read a book with only 160 pages) and it was a gift from a friend.
And, truth be told, the story is not that bad. I mean sure, the way they meet and all is kind of sappy and their love at first sight, followed by Cintia obliged to disappear before them getting to actually know each other and getting tottaly obsessed with the boy until her friend makes her go see him again made me roll my eyes really hard.
But, it is really not that bad. For starters, both Cintia's mother and father are alive. They are jsut divorced. Then Cintia, unlike the original Cinderella, does not dream with finding true love (at least not until she meets the boy and decides to spend the rest of her life daydreaming about him, instead of trying to find him again). In fact, she doesn't believe in love at all. And then we have the shoe. Forget the glass slipper. We have an All Stars shoe! Honestly, I LOVED the idea. And unlike the original Prince Charming, who was a lucky bastard, because in the whole kingdom Cinderella was the only girl wearing shoes with the slipper size, this time there's a logical reason for our Prince (and yes, Prince is the boy's last name) to know the shoe could only belonged to one girl, as the All Star had been adorned with little paintings made by Cintia's aunt (who is a nowadays fairy godmother).
The story could even have received 4 stars if it wasn't for two things. First of all, I knew the whole story since page one. All I had to do was read the names and I would immediately know what was going to happen and how they would act in the story. Which took way a lot of my interest in the story. And secondly, Cintia's personality was completly altered after she met Prince. I mean for a girl who didn't believe in love and was like that for years, she spent way too much time thinking about a boy she met once and with whom she was little more than 10 minutes. And don't come tell me it was true love at first sight, because that will only lead me to write a whole review concerning my opinion about the veracity of a thing like that. IT IS NOT HOW THINGS WORK. And even if I can accept it when it is done extremelly well, I can't stand it when it isn't. And unfortunatelly, in this case it isn't. It sounds too damn forced.
Overall, I do think that if you are younger than me (and by younger, I mean way younger, between 8 and 11 years old), then there's a really good chance you would actually enjoy the story, because while reading it, one thing that became evident is that the story would have been much more appealing if I was younger. If you are not younger, then I don't recommend you to buy the book. But if it does end up in your hands as happened with me, then give it a try. It isn't more than an okay book, but it doesn't mean it won't keep you entertained during a few hours (or as long as it takes you to read 160 pages).
Primeira leitura de Maio finalizada, e o saldo não poderia ter sido mais positivo. Depois de sofrer semanas com a minha pior Ressaca Literária de todos os tempos, resolvi enfrentar o problema com artilharia pesada. E, para encarar esta guerra, contei com a ajuda de nada mais e nada menos do que Paula Pimenta. Não é surpresa nenhuma que simplesmente amo todos os livros já escritos pela mineira, então, quando "Princesa Pop" finalmente chegou aqui em casa - direto da editora - eu não tinha dúvidas: Iria parar tudo para ler mais um reconto moderno de um clássico infantil com toda a visão doce e a narrativa gostosa da autora. . No segundo volume da série de adaptações dos Contos de Fadas, nós conhecemos a história de Cintia Dorello, conhecida também como DJ Cinderella, que já nos havia sido apresentada no conto "Princesa Pop", da antologia "O Livro das Princesas" (e que deu origem a ideia de toda esta nova saga de Paula Pimenta). Como eu disse na época, a versão que a autora criou para a história da Gata Borralheira foi - em disparada - a melhor narrativa do livro. Na época, me lembro de dizer exatamente o seguinte na resenha: "(...) ''Princesa Pop'' poderia muito bem ganhar uma edição só para ele - que com certeza eu compraria"... E, como a força do pensamento positivo é extremamente poderosa, foi exatamente isto o que aconteceu. Então, quando foi anunciado o projeto e que "Princesa Pop" ganharia um livro só para ele, com capítulos estendidos, fiquei bastante empolgado. . Basicamente, o material extra serve para nos apresentar de forma breve uma das próximas protagonistas da série. A participação da futura princesa é bem pequena, mas nem por isso tira o encanto da história. Todos os sentimentos que me arrebataram durante a primeira leitura retornaram com força total, e eu não sabia se torcia pelo final feliz de Cintia ou se invadia o livro e partia para os finalmente com o combo "infernal" - composto pela Madrastra + Pai da garota (este, principalmente, detentor do Prêmio de PIOR Figura Paterna de todos os tempo, além de ser o alvo do meu completo ódio e desprezo). . Enfim, mesmo conhecendo a trama e os personagens, foi muito bom reencontrar com eles mais uma vez. Existe algo tão simples, e ao mesmo tempo viciante, na narrativa de Paula Pimenta que - não importa o número de páginas - sempre vamos devorar as suas histórias. E foi isto o que aconteceu com "Cinderela Pop": Em duas horas, tinha voltado para a vida de Cintia, Fredy Prince e todos os outros. E foi uma sensação hiper gostosa, como se estivesse ido visitar velhos amigos. Pois é este o maior dom da autora: Ela nos faz não só acompanhar a vida de cada uma de suas criações... Ela nos transforma em amigos. E não exite nada melhor para curar uma forte Ressaca Literária do que isto.
Meu coração derreteu. Ler Paula Pimenta sempre me faz sentir que tenho 9, 12, 16 e a idade que realmente tenho (que no momento é 19), só que tudo ao mesmo tempo, pelo simples fato de que a escrita de Paula transborda sentimento de uma maneira tão pura e completa que me faz sentir o mesmo. O livro é lindinho demais e perfeito pra ler em uma tacada só. Ler Paula Pimenta é sempre como retornar pra casa depois de passar um longo tempo fora. Reconfortante como abraço de mãe. Ansiosa pelo filme que vai ter a princesa da Maísa.
“Cinderela Pop” faz parte de uma série de releituras, onde a Paula Pimenta traz famosos contos de fadas para os dias atuais. Aqui encontramos uma Cinderela que não acredita mais no amor, devido às desilusões de sua mãe, gosta de usar preto e tênis All-Star e que trabalha como DJ nos fins de semana. Anterior à ele tivemos “A Princesa Adormecida”, referente à Bela Adormecida (que acabou não me conquistando) e “Princesa das Águas” como 3º volume, referente à Pequena Sereia.
Para aqueles que não sabem, “Cinderela Pop” é o mesmo conto que esteve presente no “Livro das Princesas”, e que lá era intitulado de “Princesa Pop”. E quando digo “o mesmo”, quero dizer que é exatamente igual com somente o adicional de um epílogo; o que me deixou levemente decepcionada, pois comprei esse volume acreditando que a autora teria escrito mais conteúdo, mas vida que segue.
Diferente do primeiro volume acredito que a autora soube utilizar melhor os elementos chave que compõem o conto e incorporá-los à sua narrativa. Direcionada para o público infanto-juvenil, conseguimos nos enxergar na protagonista e seus dilemas do ensino médio; com uma personalidade forte e determinada Cíntia também difere bastante da Cinderela original, nos fazendo torcer por seu “final feliz”. Apesar de sabermos que a vilã é a madrasta, que nesse conto é tão nojenta quanto a original, o pior personagem foi o pai de Cíntia, que me irritou num nível estratosférico, ao dar mais valor à nova família do que a própria Cíntia.
Com menos de 200 págs. o livro se qualifica como uma daquelas “leituras de um dia”, com a escrita da autora sendo leve e fluida e nos proporcionando momentos de descontração. Super recomendo o livro para aqueles que estão à procura de algo agradável e rápido, que os deixe presos e seja super fofinho.
P.S.: Desculpas pela montanha de aspas que existem nessa resenha.
Livro da #revezatona Em uma palavra: Decepcionante. É exatamente o mesmo conto do "Livro das Princesas", com pouquíssimas inclusões de algumas cenas que poderiam (e foram) muito dispensáveis. Não teve acréscimo significativo nenhum.
Além disso, alguns detalhes me irritaram mais que o de costume, como a necessidade da menina ser "feminina", usar "rosa", "salto alto", etc, etc. Alem da óbvia "ostentação de classe média alta" que sempre me deixa nervosa nos livros da Paula. Dessa vez nem a escrita me fez gostar da história.
"Cinderela Pop" é um releitura da história da cinderela, tendo como aspecto principal as vontades e problemas da adolescência. Além de seu cenário ser o Brasil. Cintia Dorella é uma jovem que sempre teve o que quis, bons amigos e uma família feliz. Ela sonhava com um príncipe encantado, mas um dia todas as ilusões que construiu desmoronaram. Assim, teve de reconstruir diversos aspectos de sua vida, inclusive passou a não acreditar mais no amor. Tudo isso se deu ao fato de que, por a mãe dela sempre estar viajando por conta do trabalho, o pai de Cintia começou a traí-la. Então, um dia isso foi descoberto, eles terminaram, Cintia foi morar com a tia e a mãe dela viajou para trabalhar no Japão por alguns anos. Cintia começou a trabalhar como DJ nos finais de semana. Assim, ela tinha uma festa marcada para tocar. Sendo que, ela não sabia que essa festa era justamente os 15 anos das duas filhas de sua madrasta, a festa que seu pai estava insistindo para ela ir. Quando descobriu montou um plano com sua tia para ela poder tocar e depois aparecer como seu pai tanto pediu. Cintia tocou até a meia noite e depois trocou a fantasia. Durante o tempo em que estava tocando como DJ Cinderela, um garoto conversou com ela e disse que era da produção do Freddy Prince, um cantor pop que ela não gostava. Mas, o que ela não sabia era que ele, na verdade, era o Freddy Prince. Quando Cintia vai embora da festa ela pega sua bolsa mas acaba deixando seu All Star cair, Freddy pega e diz nas redes sociais para ela aparecer com o outro do par. Assim, no dia seguinte a madrasta dela vai em sua casa para a ameaçar para que lhe entregue o outro par do All Star, senão iria contar ao pai dela sobre seu trabalho de DJ. A partir disso, tudo começa a se desenrolar para que no fim as coisas se resolvam, Cintia volte a acreditar no amor e fique com Freddy. Acho esse livro um clichê muito bom de ler, super leve e ótimo para sair de uma ressaca literária. . . Tem MUITAS coisas nessa história que não dá para eu pôr aqui por conta do tamanho do texto, então vão ler para tirar suas próprias conclusões a respeito.
É uma versão actual do conto da Cinderela e que não imaginava gostar tanto como acabei por vir a gostar. Li num instante e claro que entre páginas ia imaginando esta situação de conto ser o mais actual possível e a imaginar aqueles ténis all-star a existirem nos pés realmente. Para quem não teve a oportunidade de o ler, aconselho vivamente a sua leitura, porque quem não gosta de uma boa história de conto de fadas?
Adorei este livro, pois não esperava uma história tão gira e ainda por cima, um conto da minha infância mas actualizado. Acho que está muito bem adaptado e de leitura muito fácil, engraçado e muito cativante. Opinião completa em: http://aviciadadoslivros.blogspot.pt/...
Eu já havia lido Cinderela Pop no ano de lançamento, mas com a proximidade da estreia nos cinemas, resolvi reler. E a experiência foi tão boa quanto da primeira vez! Embora dessa vez eu tenha lido analisando um pouco mais, com outro modo de pensar, a história foi fluida, com a narrativa gostosa e - do jeitinho que eu mais amo - deixando a gente acreditando nos finais felizes. ❤️
Amei esse livro.Sentia cada sentimento da protagonista, amava junto com ela, ficava triste junto..Enfim esse é meu favorito das princesas da Paula até agora, muito bom mesmo.