Era para ser uma noite comum na vida de Caliel quando ele descobre que pode voar. Não há respostas, e as perguntas de sempre deixam de fazer sentido. Em velocidade estendida, perto da Lua, ele contempla a cidade que se move em três dimensões. Seu corpo, no entanto, flutua à revelia do tempo – ao menos, de como o conhecemos. As cores estão diferentes. O clima. O cheiro. Criaturas rastejam pelas sombras do centro da cidade. O sangue circula em câmera lenta pelas veias de Caliel, mas não se trata apenas de poderes e transformações físicas, não, isso seria simplificar essa história. É preciso olhar mais de perto, para o lado de dentro, onde se constrói um homem. Só assim é possível ouvir a dor e a angústia de Caliel em seus passos quebrados pela metrópole.
Caliel é um aspirante a ator, que divide o seu tempo entre o teatro e trabalhos de meio-período, até que um dia BOOM. Passar de um cidadão comum para uma anomalia-cidadão incomum.
Eu amei tanto esse primeiro livro, tipo esperava desde cara tiro, porrada e bomba. Tem ? Tem. Porém, tá longe de ser o foco. Afinal, é a vida real e ações por melhores que sejam tem suas consequências e ver como o Caliel e o Eder começam a ver o peso disso… nossa muiiito bom. A reta final me deixou intrigada demais com o que pode vim rolar mais pra frente. O Klaus é um personagem e tanto. Me deixou confusa, nervosa e muito ansiosa.
Totalmente o começo, a intro sabe. Conforme o Caliel vai avançando a gente tá indo junto tbm. O desenvolvimento vai acontecendo com calma e isso me deixou supresa, a escrita e narrativa te deixa imerso. E sem dúvidas deixar uma empolgação enorme para ler a sequência.
“O que você acha da gente fazer uma viagem pelo Brasil ?”
Já penso se nos próximos livros do nada tô lendo e surgi uma notícia que o cidadão incomum passo pelo céu noturno do meu estado ? Rsrs sério, queria muito.