Doutor (1976) e livre-docente (1989) em sociologia pela Universidade de São Paulo (USP), é professor titular desde 1993 do Departamento de Sociologia da mesma universidade.
Tendo completado o ensino médio no Instituto de Educação "Monsenhor Gonçalves" em São José do Rio Preto, mudou-se em 1964 de Potirendaba para a cidade de São Paulo, iniciando o curso de medicina veterinária na USP, curso que abandonou ao completar o bacharelado em ciências sociais na Fundação Santo André em 1970. Iniciou, no ano seguinte, os estudos de pós-graduação em sociologia na USP (mestrado e doutorado).
Foi pesquisador do Centro Brasileiro de Análise e Planejamento (Cebrap) desde sua fundação em 1969 até 1987 e professor da PUC-SP de 1972 até 1976. Em 1976 foi aprovado em concurso público para trabalhar como professor da USP, na Área de Sociologia do Departamento de Ciências Sociais, atual Departamento de Sociologia. Aposentou-se em 2005, continuando o trabalho docente como professor colaborador e desde 2012 como professor sênior do mesmo departamento.
Em 1983 fez parte do grupo que fundou o Datafolha, instituto de pesquisa do jornal Folha de S. Paulo, tendo criado a metodologia usada até o presente pelo instituto.
Participou do Comitê de Ciências Sociais do CNPq (1997-2000), coordenou o Comitê de Sociologia da Capes (2001-2004) e foi membro do Comitê Acadêmico da Anpocs (1992-1996). É pesquisador do CNPq desde 1975, enquadrado no nível 1A a partir de 1996 e pesquisador Sênior desde março de 2020.
Trabalha na área de sociologia, com ênfase em sociologia da religião, atuando principalmente nos seguintes temas: religiões afro-brasileiras (candomblé e umbanda), catolicismo, espiritismo e pentecostalismo. Além de artigos e capítulos, é autor de mais de 30 livros, incluindo obras de sociologia, mitologia e ficção, gênero a que vem se dedicando desde 2003.
Recebeu em 2018 o título de Professor Emérito da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo
Sentei, e li esse livro em algumas horas. Uma leitura muito rápida e gostosinha, que deixou com vontade de quero mais. Jurei ao ganhar esse livro, pela sinopse, que ficaria com medo lendo, porém é uma história bem levinha - o que me desapontou um pouco, oras, estava pronta pra sentir medo e não dormir por dias. Ainda mais se envolvendo com estórias de assombrações em uma fazenda. Passei minha infância tendo medo da fazenda de meus bisavós, e tinha certeza de que esse livro iria ativar esse gatilho. Mas infelizmente, ficou para uma próxima... Adorei como o autor conseguiu juntar o folclore paulistano (devo até dizer folclore do sudoeste, pois muito envolvia a cultura mineira do sul também). Principalmente quando todas as estórias se juntaram no final. Como disse no inicio, deixou com um gostinho de quero mais. Esse livro deveria ser o dobro, facilmente. Com mais mistério e suspense no decorrer dele pra deixar o leitor eufórico realmente, e sentir na pele o que é viver em uma fazenda no meio do nada, aonde as pessoas ficam contando estórias para assustar a criançada e no badalar da noite a desgraçada da fazenda ter as mesmas semelhanças que nas estórias - eu ia amar.
Muito bom! Me lembrei de histórias que ouvi na fazenda de um tio muitos anos atrás. Saudades dos dias passados lá, andando a cavalo, nadando no rio, subindo em árvores, "roubando" milho... Saudades das pessoas, da paz, dos cheiros, da comida, de acordar cedinho e correr para o curral a fim de acompanhar a ordenha das vacas... A casinha dos queijos, o pequeno moedor de café, a escola rural (pequenina e linda!)... boas lembranças me trouxe esse livro delicioso de ler!
Leitura fácil e dinâmica, que faz refletir sobre temáticas sociais de um ponto de sociológico e, ao mesmo tempo, apavora na medida certa. A obra conta a história de um sociólogo e seus filhos que passam uma semana em uma fazenda, cuja proprietária, dona Santa, conta histórias “assombradas”. Fiz a leitura para um projeto com uma turma de 4 ano, do ensino fundamental I. Durante, os alunos se conectaram com a história de tal forma que foi difícil segurar suas emoções até o dia seguinte.
Muito bom! Li na biblioteca da escola quando era pequena e tinha algumas lembranças desse livro, lembro que na época que morria de medo quando minha mãe lia pra mim. Anos depois encontrei ele pra comprar e hoje decidi reler. Uma leitura que levou algumas horinhas e me fez ter aquele sentimento gostoso da infância.
Um livro fácil de ler, pessoalmente fiquei com um pouco de medo das histórias contadas. Mas não é nada mais que um livro que se trata de umas férias em família, onde lendas urbanas serão contadas para crianças a cada noite.
li esse quando eu era criança na escola 🥹 foi uma releitura muito boa, li em menos de duas horas e fiquei completamente envolvida nas estórias do livro
Livro muito bom mesmo, fiquei chocada com minha evolução na leitura, lembrava ser bem melhor, mas na vdd é um livro de escrita rasa, hj estou acostumada estilos mais complexos!
Este foi um dos meus primeiros livros e tenho ele eternamente no meu coração. Minha professora leu esta obra para nossa turma no 4°ano do fundamental e desde então já li umas 7 vezes.