Até que ponto nossos robôs favoritos da ficção científica já são uma realidade? E quais seriam as consequências reais de sua existência? Especialista em robótica e inteligência artificial (e fã declarado de ficção científica), Mark Stephen Meadows responde a essas perguntas com uma mistura irresistível de ciências exatas, imaginação futurista, estatísticas sólidas, cultura pop e muito humor. O que existe atualmente? Meadows nos apresenta robôs que caçam seres humanos, passeiam com o cachorro, arrumam a casa, investem seu dinheiro e preveem o futuro do seu candidato político favorito. O que veremos nos próximos anos? Robôs como os de Homem de Ferro e Blade Runner, o Caçador de Androides? E em cerca de 20, 30 ou até mesmo 50 anos? Criações como as de Guerra nas Estrelas, Os Jetsons, Battlestar Galactica e Avatar se tornarão realidade? Prepare seus filhos e netos para a chegada de robôs com cérebros ou corpos de animais, que exigirão direitos iguais, governarão sua cidade e dominarão o mundo. Nós, Robôs inclui ilustrações coloridas de robôs famosos da ficção científica, fotos de robôs reais da atualidade, e muito mais. Um livro irresistível, recheado de humor e informação que nos mostra que o conhecimento sério pode ser.
O título do livro faz uma clara e intencional referência à obra de Isaac Asimov, o que se justifica plenamente, pois a narrativa central gira em torno da robótica e de outras tecnologias futurísticas. Contrariando a expectativa inicial de ser uma coletânea de contos, como no famoso livro de Asimov, a obra é estruturada em capítulos temáticos. Cada parte dedica-se a explorar uma tecnologia específica presente em histórias e filmes de ficção científica, realizando uma instigante comparação com a realidade tecnológica existente na época de sua publicação, em 2010.
Um exemplo notável dessa abordagem é a discussão sobre robôs de combate, remetendo diretamente a figuras como o Exterminador do Futuro. O autor apresenta informações detalhadas sobre robôs reais que existiam até 2010, o que por si só já é surpreendente, mesmo visto da perspectiva de 2025. Afinal, muitas dessas tecnologias, embora não sejam de domínio público, já estavam em desenvolvimento e, hoje, sabemos que seu uso por exércitos ao redor do mundo é uma realidade crescente. É fascinante observar o salto tecnológico, especialmente ao considerar que filmes como O Exterminador do Futuro tiveram sua primeira versão lançada em 1984.
Outro ponto interessante é a comparação com a robô Rosie, do desenho animado Os Jetsons. Embora ainda não tenhamos robôs domésticos tão versáteis quanto ela em todas as casas, o livro mostra que, em 2010, não existiam nem protótipos ou tecnologias que prenunciavam assistentes robóticos nem próximos da Rosie. Hoje, em 2025, também não, mas vemos essa evolução em diversos aspiradores robôs e outros eletrodomésticos inteligentes que realizam várias tarefas que outrora pareciam exclusivas da ficção, mas nada ainda em uma coisa só, ainda não.
Um último exemplo marcante, que era bastante recente na época do lançamento do livro, é a tecnologia por trás dos "avatares" do filme Avatar. O autor relata ter tido contato com um cientista japonês que, já em 2010, possuía um protótipo impressionante de um "avatar" próprio. Essa informação demonstra o quão à frente de seu tempo o autor estava em sua pesquisa.
É verdade que algumas seções do livro podem se tornar um pouco densas devido às reflexões filosóficas propostas pelo autor. No entanto, são justamente essas passagens que constituem um dos maiores méritos da obra. Elas nos convidam a pensar profundamente sobre as implicações da tecnologia e os diversos caminhos que nossa sociedade pode seguir diante desses avanços.
Apesar do desafio inerente a livros sobre tecnologia – que inevitavelmente se tornam desatualizados rapidamente, especialmente um publicado em 2010 lido em 2025 –, o autor possui um mérito inegável. Ele não apenas catalogou tecnologias existentes e emergentes de sua época, muitas das quais ainda não eram de conhecimento comum, mas também demonstrou uma notável capacidade de prever tendências. É particularmente impressionante como ele vislumbrou elementos e situações muito próximos do que hoje vivenciamos com as atuais Inteligências Artificiais, anos antes mesmo da popularização de ferramentas como o ChatGPT.
Em suma, a leitura é altamente recomendada. O livro vale muito a pena pela forma como cruza ficção e realidade, pela pesquisa realizada e, principalmente, pela visão de futuro do autor. Tenho certeza de que a obra surpreenderá muitos leitores, assim como me surpreendeu.
Sounded promising, but nope. I think the author wanted to write a travel log to Japan and was told no so he fit that in the beginning of each chapter of this book. Most chapters were rambling and didn't really offer definitive information on if technology from sci fi existed or not. More like speculation that it could exist in theory as the technology is there. Also I lacked confidence in the facts that were presented as the glaring misinformation about Iron man's chest implant being a 'pace maker' , which a simple google search of 'Iron man's chest thing' (or just actually watching the movie) could have given the more accurate info, made me wonder what else in the book was incorrect.
And finally pretty much everyone could have done without the author's speculation on whether or not he was attracted to a humanoid like robot and if others were as well.
(Read 4/2/13) An interesting book on developments in the world of robotics and AI. In some ways, the book offered concern in showing how labor jobs are being lost to automation and therefore presenting the need for men and women to up there game in educating themselves to be viable competitors in this new world. The book also offered a sobering reality for robot lovers such as myself in showing the idea of one day seeing a society with autonomous, near conscious androids as our personal servants is more fiction than actual science. Sigh! But there are promising developments for people who suffer from debilitating illnesses and accidents in the form of cyborg-like prosthetics. Also, in lieu of the frightening decline in the bee population, one college has developed a tiny robot that operates in swarms with other similar robots and is programmed to pollinate flowers. If you are a tech lover, read this book. I finished it in two days.
Are you kidding me? 'WTF' is not, just...no. really no. i don't care how pop science your book is, text speak in the middle of it like you are texting me about your cat, just, no. i put the book down. Ok, i lied, i did keep flipping through to look at the pretty pictures, then i put it down in the return to the library pile.