L'intelligence artificielle va-t-elle bientôt dépasser celle des humains ? Ce moment critique, baptisé " Singularité technologique ", fait partie des nouveaux buzzwords de la futurologie contemporaine et son imminence est proclamée à grand renfort d'annonces mirobolantes par des technogourous comme Ray Kurzweil (chef de projet chez Google !) ou Nick Bostrom (de la vénérable université d'Oxford). Certains scientifiques et entrepreneurs, non des moindres, tels Stephen Hawking ou Bill Gates, partagent ces perspectives et s'en inquiètent. Menace sur l'humanité et/ou promesse d'une transhumanité, ce nouveau millénarisme est appelé à se développer. Nos machines vont-elles devenir plus intelligentes et plus puissantes que nous ? Notre avenir est-il celui d'une cybersociété où l'humanité serait marginalisée ? Ou accéderons-nous à une forme d'immortalité en téléchargeant nos esprits sur les ordinateurs de demain ?
Voici un essai critique et concis sur ce thème à grand retentissement par l'un de nos meilleurs experts des humanités numériques.
Jean-Gabriel Ganascia est professeur à l'université Pierre-et-Marie-Curie, où il mène des recherches sur l'intelligence artificielle au Laboratoire informatique de Paris 6 (LIP6). Il est président du comité d'éthique du CNRS et a publié divers ouvrages dont le précurseur L'Âme machine, au Seuil en 1990.
Um ensaio de menos de 200 páginas, logo rápido de ler... Seria, se a linguagem não fosse algo rebuscada e típiica do bom e do mau que a escola Francesa tem para oferecer na defesa e ataque de ideias.
Neste caso, é uma crítica apaixonda dos limites e razoabilidade da teoria da singularidade que defende que as máquinas e o desenvolvimento tecnólogico vai ultrapassar em breve (2045-50) a capacidade do homem e liderar o processo de evolução, por muistura ou mesmo substituição da vontade humana.
O autor apresenta a Inteligência artificial no centro da singularidade e apresenta os seus conceitos e enquadramento histórico de forma curiosa, defendendo que o princípio iluminista do desenvolvimento humano e do racional é posto em causa pelas propostas avançadas pela singularidadde.
Interessante, mas limitdado na forma como monta os argumentos que de qualquer modo, possuem fundamento e constituem uma boa leitura para quem gosta de contraditório. Por isso é um constitui uma boa leitura. Pela parte que associa a aspetos d ecarácter religioso, confesso que perdi a linha dos argumentos do autor e este perdeu parte do encanto inicial que senti pelos seus argumentos.
Fica a importância de discussão dos limites éticos do uso da tecnologia e dos sistemas digitais e ainda a nota de quanto dificil é, perceber e ter empatia pela evolução que o dgital promoce, mesmo em aspectos como a vida humana e a consciência - qe existe uma linha de tempo imparável existe... tanto quanto a necesidade de impor regras e limites éticos às escolhas que espero continuemos a ser soberanos para as tomar.
Um livro que explica um pouco o mundo da Inteligência Artificial e os seus “supostos perigos”.
Neste livro o autor rebate a narrativa de que a IA irá um dia dominar-nos ou escravizar-nos ou erradicar-nos ao estilo de Exterminador Implacável, Matrix e mais duas mãos cheias de filmes e literatura que vomita esta narrativa.
A verdade é que os grandes defensores desta “catástrofe tecnologia”, são os mesmos que a desenvolvem quase sem vigilância nenhuma, e depois vêm falar do quão perigosa é.
É um livro com um ponto de vista diferente e que apresenta argumentos bastante válidos e interessantes.
Estava a espera de um livro que incidisse mais nos perigos da IA, contudo embora este o faça utiliza muito referencia as limitações actuais que temos para que esta se possa tornar independente dos humanos. No geral uma leitura que nos ensina um pouco de tudo acerca da tecnologia e da sua evolução. A minha classificação reflete apenas o facto de estar a espera de um livro mais especificado na IA e nos seus problemas.
A very important book to read. It is very objective and scientific, but it is very easy to read and it explains important concepts that are used misleadingly by the media, for example.