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Aos quarenta e cinco anos, Delia retorna a sua cidade natal, Nápoles, na Itália, para enterrar a mãe, Amalia, encontrada morta numa praia em circunstâncias a humilde costureira, que se acostumou a esconder a beleza com peças simples e sem graça, usava nada além de um sutiã caro no momento da morte.
Revelações perturbadoras a respeito dos últimos dias de Amalia impelem Delia a descobrir a verdade por trás do trágico acontecimento. Avançando pelas ruas caóticas e sufocantes de sua infância, a filha vai confrontar os três homens que figuraram de forma proeminente no passado de sua mã o irmão irascível de Amalia, conhecido por lançar insultos indistintamente a conhecidos e estranhos; o ex-marido, pai de Delia, um pintor medíocre que não se importava em desrespeitar a esposa em público; e Caserta, uma figura sombria e lasciva, cujo casamento nunca o impediu de cortejar outras mulheres.
Na mistura desorientadora de fantasia e realidade suscitada pelas emoções que vêm à tona dessa investigação, Delia se vê obrigada a reviver um passado cuja crueza ganha contornos vívidos na prosa elegante de Elena Ferrante.
143 pages, Kindle Edition
First published January 1, 1992
‘My mother, who for years had existed only as an annoying responsibility, at times nagging, was dead. But as I rubbed my face vigorously, especially around the eyes, I realized with unexpected tenderness that in fact I had Amalia under my skin, like a hot liquid that had been injected into me at some unknown time.’
„În timp ce-mi frecam faţa viguros, în special în jurul ochilor, mi-am dat seama cu duioşie neaşteptată că o aveam pe Amalia sub piele, ca un lichid cald, care-mi fusese injectat cine ştie cînd”.
'... what we would think of as a run-on. But of course Italian can do that, I mean, for one thing there are genders, so you can have an adjective not near its noun, because you know from the ending that it goes with that noun, but in English you can’t do that. Things have to be closer together or connected by clauses, like, “who is,” “that is,” “that was,” whatever. But they’re very full sentences ...'http://www.europaeditions.com/news.ph...
Those images of us from so long ago were yellowed, cracked, like the figures of winged demons in certain altarpieces that the faithful have defaced with pointed objects.